Programação

14 set14:07

"Resident Evil 5" estreia com muitos sustos

Milla Jovovich sai exausta após um dia de filmagens de Resident Evil 5: Retribution. A estrela da saga que veio do videogame se aborrece com o marido, o diretor Paul W.S. Anderson. Para ela, acostumada aos machucados, às pancadas, a ser erguida por cabos, a executar dezenas de zumbis munida apenas de uma corrente de bicicleta, a chateação é outra. Em cena, Alice, a heroína, surge irreconhecível. Roupas normais, cabelo arrumado, é uma dona de casa amedrontada, agarrada à filha.

– Milla não gostou de ser vítima, de fugir e gritar – diverte-se o diretor.

Esse lado suave da personagem é uma surpresa do mais novo filme da franquia de ação, que chega nesta sexta-feira aos cinemas. Uma faceta que desmonta quando uma invasão de mortos-vivos irrompe o plácido cenário de subúrbio. Então, Alice volta a ser a guerreira programada pela corporação Umbrella, modificada biologicamente, incansável, durona, irrefreável. Presa em um submarino bunker, ela precisa atravessar ambientes e sobreviver aos perigos em cada um deles – em uma viagem que, à primeira vista, remete ao avanço de fases em um videogame, mas se revela uma ilusão tecnológica de um giro pelo mundo – o centro luminoso de Nova York, a histórica Praça Vermelha de Moscou. Ambientes complexos, de mentirinha. Infectados por vírus mortais.

>> Confira a Programação completa do CINEMA

A ideia de mundos falsos, de universos paralelos, dá o tom do novo capítulo de Resident Evil – o penúltimo – e possibilita a volta de Michelle Rodriguez à franquia. É que sua personagem, Rain, foi morta ainda no primeiro filme.

–Eu amo esse casal. Liguei para o Paul e disse: ‘quero estar nesse filme, arruma um papel pra mim?’. Fiquei muito feliz em voltar dos mortos – diz Michelle, sorridente, sob o olhar desaprovador de Milla Jovovich, durante conversa com a imprensa, em Cancún.

– Ei, não estou estragando nenhuma surpresa. Eu morri com um tiro na cabeça, todo mundo lembra – defende-se Michelle. Milla a repreende:

– Shhh, não estrague o mistério!

Em Resident Evil 5, a inspiração do game ganha vazão, mais uma vez, em sequências de luta impressionantes e cenas grandiosas com explosões avivadas pelo efeito 3D.

– Com exceção da equipe de James Cameron, tenho os mais experientes em 3D no mundo. Para esse filme, o diretor de fotografia (Glen MacPherson) construiu uma câmera específica, depois de tanto me ouvir pedir coisas impossíveis de fazer – diz o diretor.

Os zumbis, então, não são mais moribundos ensanguentados comuns; vêm em versões mais fortes, militarizados e aliens.

– Tenho sorte, porque a franquia vem de um videogame que não se estagnou, então a inspiração também não. Não fui eu quem inventou tudo isso – diz Anderson.

– Posso fazer um filme cada vez maior.

Foi durante o primeiro filme, oito anos atrás, que Milla Jovovich e Anderson se conheceram e deram início à franquia que permeou o casamento.

– Hoje, tentamos não falar de zumbis na mesa do café da manhã, mas falar de levar nossa filha Ever, de 4 anos à escola, o que é bem mais difícil do que fazer filmes – diz Anderson. A franquia já rendeu US$ 700 milhões em todo o mundo.

– O filme foi o que nos uniu. Temos um afeto especial por ele, interfere o tempo todo nas nossas vidas. É quase como viajar com a família.

Com o último Resident Evil: Afterlife (quarto da série, de 2010), Anderson deu início a uma despedida.

– Foi o início de uma trilogia final. Muitos personagens morrem nesse quinto filme, é o começo do fim. O próximo filme será o capítulo final.

Milla Jovovich, atlética e apaixonada por artes marciais, dispensa dublê e tira de letra o esforço físico que Alice exige. Ela já rompeu ligamento. São incontáveis os machucados.

– Havia uma crença em Hollywood de que mulher não servia para isso. Hoje as heroínas de ação estão engatinhando. Sei que muitas atrizes não fariam isso, mas o que é um pouco de dor se você tem a chance de fazer isso? – diz ela.

A seu lado, Paul Anderson baixa o olhar, sentido.

– Tomamos muitos cuidados, mas as cenas são brutais. Milla vai para casa coberta de marcas roxas. O que posso fazer é preparar um bom banho com sais e mimá-la um pouco.

AGÊNCIA ESTADO



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06 set14:20

"O Legado Bourne" em cartaz no cinema de Chapecó

Mateus Boing | reportagem@diario.com.br

A franquia Bourne reúne 10 livros, quatro filmes, um videogame e uma série especial de dois capítulos para a rede americana ABC. Por enquanto. Todos levam no título o sobrenome de Jason Bourne, o agente criado pelo escritor americano Robert Ludlum. Mas no filme O Legado Bourne, que volta ao Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó, o agente não dá as caras durante os 135 minutos de exibição, exceto num único instante.

É quando aparece uma foto de Bourne, interpretado por Matt Damon nos três primeiros filmes. Para driblar a ausência do personagem que é a razão de ser da franquia, Tony Gilroy, principal roteirista dos filmes e, desta vez, também ocupando a cadeira de diretor, e seu irmão Dan, co-roteirista, bolaram a ideia de ampliar a conspiração governamental e criar um novo agente, Aaron Cross (Jeremy Renner, de Guerra ao Terror).

Grande parte da primeira meia hora do filme é usada na transição dos personagens principais. Fora do cinema, a mudança é mais fácil de entender: Damon desistiu do projeto depois que Paul Greengrass, diretor dos dois últimos filmes da trilogia (A Supremacia Bourne e O Ultimato Bourne), também pulou fora. Mesmo sem os dois, a Universal decidiu seguir adiante, e os irmãos Gilroy aceitaram o desafio de amarrar as histórias.

Aaron Cross faz parte de uma unidade especial semelhante a que Bourne estava inserido. Cross está em treinamento no Alasca quando fatos ocorridos em O Ultimato Bourne — que transcorre simultaneamente a O Legado — o levam à ação. Cross toma medicamentos que potencializam sua destreza física e mental, mas perde seu lote de comprimidos. Em busca da sobrevivência, vai às Filipinas.

No caminho encontra a pesquisadora Marta Shearing (Rachel Weisz). Enquanto isso, o conspirador-mor Eric Byer (Edward Norton) aciona todos os recursos de vigilância para localizá-los. No fim, uma certeza: a franquia terá pelo menos mais um capítulo. Resta saber quando e se Bourne dará as caras.


::: Opinião DC

Na confusão de diálogos que marca o início de O Legado Bourne, alguém reclama que Jason Bourne lhe fez perder a noção do que é — e do que não é — possível. É a melhor frase de uma trama que torna possível até a ausência do personagem principal. Só não dá para dizer que o filme está no mesmo nível dos três primeiros. Também não dá para esquecer que o estúdio considerou faturar com a marca Bourne mesmo sem entregar Bourne algum. Isso somado ao esforço que se faz para amarrar as tramas prejudicam o andamento do filme. Jeremy Renner, Rachel Weisz e Edward Norton não comprometem, mas são assombrados pelo fantasma de Jason Bourne. Tony Gilroy busca seguir o molde dos outros filmes da série, com edição frenética de cenas de ação e câmeras que parecem espreitar os atores. No fim, a solução encontrada para justificar a troca de personagens torna possível não só um agente parecido com Bourne, como tantos quantos forem necessários para estender a série infinitamente.



::: Entrevista

O ator Edward Norton é o coronel reformado Byer em O Legado Bourne, dirigido por Tony Gilroy, autor dos roteiros dos filmes anteriores, A Identidade Bourne, A Supremacia Bourne e O Ultimato Bourne, todos inspirados no universo criado pelo escritor Robert Ludlum. Norton não gosta de chamar seu personagem de vilão, preferindo dizer que ele é, ao lado do agente Aaron Cross (Jeremy Renner) e da cientista Marta Shearing (Rachel Weisz), uma peça do intrincado e moralmente complexo quebra-cabeça que envolve o governo, corporações e cientistas. O ator falou sobre o filme e também sobre uma minissérie que ele está produzindo com Brad Pitt para a televisão.


Você era fã dos outros filmes da série Bourne?

Edward Norton: Sim, sempre achei que eles eram inteligentes e dotados de um certo realismo.


Quais são as diferenças de O Legado Bourne em relação aos filmes Bourne anteriores? Você teve que voltar a eles?

EN: A grande qualidade é que existe consistência, já que Tony Gilroy foi roteirista dos outros filmes e chegou à direção neste. Os filmes Bourne têm um apelo para os teóricos da conspiração que existem em cada um de nós. O que torna este tão diferente é a maneira com a qual Tony (roteirista/diretor), em vez de tentar recomeçar, abre o escopo e faz você se dar conta de que os primeiros filmes eram como pétalas de uma flor. Agora a flor está desabrochando e você começa a ver todo o universo ao qual ela pertence. Tony está ampliando a história em vez de tentar começar de novo. Agora, está abrangendo o governo e começando a incluir as corporações na teia de corrupção e conspiração. É um caminho muito interessante para se trilhar.


Você disse em entrevistas que geralmente gosta de filmes que refletem o zeitgeist e tratam do que acontece no mundo. O Legado Bourne cabe nesse raciocínio?

EN: Na maioria dos filmes de Tony, acho que existe uma investigação do jeito como o mundo das corporações está começando a controlar e invadir nossas vidas. Ele já fez isso examinando a legislação, fez isso examinando marcas rivais e agora está examinando o mundo da inteligência. Acho que esse tema é muito atual.


O filme também toca na questão das experiências científicas que nem sempre dão certo. Você pode falar sobre isso?

EN: Sim, acho que essa é uma das questões sobre as quais Tony falou: “Não fale sobre isso!” (risos). Este filme trata muito das parcerias que existem entre o governo, as corporações e a ciência. Fala de como essas coisas ficaram entrelaçadas e como às vezes isso acaba criando uma zona cinzenta moral.


Em O Legado Bourne, você é o vilão, certo?

EN: Eu diria que tanto Aaron Cross (Jeremy Renner), como Marta (Rachel Weisz) e Byer, meu personagem, fizeram escolhas e tomaram decisões que têm muitas concessões incutidas.


Você se ausentou dos filmes por um tempo. Estava destinando seu tempo a buscar outros interesses como questões ambientais e o teatro?

EN: Estava construindo um teatro em Nova Iorque, mas fiz dois filmes no ano passado. Normalmente não faço mais de dois filmes por ano. Também estava escrevendo e minha empresa está produzindo alguns filmes. Fiquei quase um ano inteiro escrevendo uma minissérie para a HBO (Undaunted Courage) e um roteiro de filme.


O processo de feitura de uma minissérie de TV é parecido com o de um filme?

EN: Foi um longo processo de desenvolvimento dessa séries. Não sabemos quando vamos filmá-la. Sempre faço muitas coisas ao mesmo tempo porque você nunca sabe qual vai se concretizar logo.


Com esse hábito de se envolver em tantas coisas diferentes, você tira férias?

EN: Estou envolvido em várias coisas. Tenho outras empresas e outros objetivos. As coisas se atropelam, mas geralmente encontro um jeito de equilibrar tudo.


DIÁRIO CATARINENSE



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04 set12:02

Confira a programação de treinamentos da Chapecoense

Os jogadores da Chapecoense tiveram folga na manhã desta terça-feira e voltam aos treinos às 15h. O local dos trabalhos ainda não foi definido.

A equipe comandada pelo técnico Itamar Schulle se prepara a partida contra o Vila Nova/GO. O jogo será no estádio Serra Dourada, em Goiânia.


Programação para a semana:

05/09 – quarta-feira

9h – treino

15h30 – treino


06/09 – quinta-feira

9h – treino

tarde – viagem para Goiânia


07/09 – sexta-feira

manhã – folga

15h – treino para não relacionados na partida contra o Vila Nova/GO


08/09 – sábado

9h – treino para não relacionados na partida contra o Vila Nova/GO

15h30 – treino para não relacionados na partida contra o Vila Nova/GO

16h – Vila Nova/GO X Chapecoense – 2ª rodada Série C


09/09 – domingo

Folga

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31 ago18:15

Explosões, piadas e superastros dão o tom em "Mercenários 2", que estreia nesta sexta-feira nos cinemas

O sujeito senta na poltrona imaginando o que vem pela frente: ação, tiros e humor, protagonizados por estrelas do gênero, tudo no superlativo. Se for nesse clima assistir a Mercenários 2, longa de Simon West com Bruce Willis, Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, que estreia hoje nos cinemas, você não sairá decepcionado.

O longa está há duas semanas no topo das bilheterias norte-americanas e já arrecadou mais de US$ 121 milhões (seu custo está estimado em US$ 100 milhões). Por aqui, deve superar o primeiro Mercenários, que dividiu espaço nas salas com sucessos como Meu Malvado Favorito e A Origem e acabou em quarto lugar no fim de semana de estreia.

>> Confira a PROGRAMAÇÃO PARA O CINEMA DE CHAPECÓ

A ideia concebida e dirigida por Stallone, agora é entregue a West, que tenta dar sentido à trama roteirizada pelo astro. Stallone interpreta Barney Ross, comandante de uma equipe enviada por Church (Bruce Willis) para resgatar uma caixa misteriosa nos destroços de um avião. Tool (Mickey Rourke), capanga de Ross, é morto, e seus comparsas partem em busca do culpado – o vilão com o sugestivo nome Vilain, interpretado por Jean-Claude Van Dame.

Há espaço – e necessidade – de um belo rosto feminino, ocupado pela modelo Tamara Ecclestone. Na pele de Fiona, filha de Tool, ela também decide vingar a morte do pai, mas acaba capturada.

Ross e sua equipe têm, então, pretextos suficientes para explodir coisas enquanto esbanjam humor americano autorreferente. Os personagens de Stallone, Willis e Schwarzenegger desenterram frases célebres como o “Eu voltarei”, de Exterminador do Futuro, e o “Yippe-ki-yay”, de Duro de Matar. Já o personagem de Chuck Norris brinca com a fama de imortal de que o ator goza na internet. Vale todo tipo de piada com o fato de essas peças de museu – como eles mesmos se chamam no longa – estarem juntos na sequência de um filme de ação blockbuster em pleno ano de 2012.

Se a ação é explosiva, parecem ter sido aniquiladas também algumas noções técnicas, como continuidade e verossimilhança. Algo que poderá passar despercebido pelos espectadores mais empolgados.



SEGUNDO CADERNO



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30 ago15:30

A onda em Hollywood é repaginar franquias lucrativas

Daniel Feix | daniel.feix@zerohora.com.br

O final de Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge indica que a série, nos moldes em que foi projetada pela Warner e o diretor Christopher Nolan, acabou. Mesmo que acontecimentos vistos neste último longa da trilogia desafiem a lógica do realismo, é difícil imaginar um quarto filme com fatos posteriores aos que encerram o filme em cartaz nos cinemas. Ainda assim, já surgiram especulações de que um “reboot” (ou “reinício”) da série sobre o Homem-Morcego estaria sendo planejado para 2016. Cedo demais? Nada disso. Ao menos conforme a nova prática dos estúdios de Hollywood.

Na onda do reboot, a regra é começar do zero franquias que já se mostraram lucrativas e têm apelo junto ao público. E que ainda estão frescas na memória.  O Legado Bourne traz de volta o universo das histórias de Robert Ludlum apenas cinco anos após o fim da trilogia estrelada por Matt Damon. Sem o astro e seu personagem, Jason Bourne, o protagonismo recairá sobre Jeremy Renner (de Guerra ao Terror), que interpretará um agente que passou pelo mesmo experimento do herói da trilogia original. Paul Greengrass, diretor do segundo e do terceiro filme da série, também está fora — será substituído por Tony Gilroy, roteirista dos três títulos anteriores e diretor de Conduta de Risco (2007).

Neste caso, a insistência da Universal se justifica pelo culto à franquia, que cresceu ao longo de sua carreira, refletindo-se num lucro progressivamente maior: A Identidade Bourne faturou US$ 214 milhões em 2002; A Supremacia Bourne, US$ 288 milhões em 2004; O Ultimato Bourne, US$ 442 milhões em 2007.

>> Confira a PROGRAMAÇÃO completa do Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó

Mas e quanto ao Homem-Aranha, que ganhou este ano um reboot, para muitos num longa inferior à trilogia lançada entre 2002 e 2007? O Espetacular Homem-Aranha (2012) foi lançado com muito barulho (foram 4,3 mil cópias só nos cinemas dos EUA), mas arrecadou US$ 213 milhões a menos do que Homem-Aranha 3, de cinco anos atrás (US$ 677 milhões contra US$ 890 milhões). Teriam os produtores de Hollywood perdido o receio de piorar uma série, mesmo com perspectiva de lucro menor?

— Mesmo que o faturamento seja inferior, há a perspectiva de ganhar um bom dinheiro. Isso é suficiente — diz Marcelo Forlani, editor do site Omelete, referência em cultura pop. — Os contratos já são feitos imaginando-se várias adaptações, porque os resultados indicam que a máquina de fazer dinheiro não para tão cedo. Séries como Star Wars e De Volta para o Futuro se tornaram cult a partir da constituição de trilogias.

A ideia de dar corda para o imaginário das pessoas só faz a expectativa em torno dos filmes aumentar e, consequentemente, crescer o lucro e o status de culto. Crítico e editor do site Filme B, especializado no mercado cinematográfico, Pedro Butcher recua até Walt Disney e Branca de Neve e os Sete Anões (1937), para analisar a lógica de Hollywood:

— É daquela época a ideia de que o retorno do filme estava mais no seu licencia­mento do que no longa em si. No caso das franquias, investe-se muito no primeiro filme, para apresentar a sua mitologia. Os títulos seguintes vão na carona. É por isso que A Bússola de Ouro (2007) e John Carter (2012) constituem investimentos mais arriscados do que um Superman, um Lanterna Verde. Hoje a indústria aposta mais no marketing de um projeto, na sua apresentação e nos produtos paralelos, do que no filme em si.

Não à toa os reboots são recorrentes nas franquias adaptadas do universo das HQs, em que um mesmo personagem morre e renasce, vivendo diferentes fases. No caso das adaptações do Batman, o alto lucro veio apenas com O Cavaleiro das Trevas (2008). Seus cinco filmes anteriores, lançados entre 1989 e 2005, arrecadaram entre US$ 238 milhões e US$ 411 milhões, contra US$ 1,01 bilhão de O Cavaleiro das Trevas — até ontem, O Cavaleiro das Trevas Ressurge somava US$ 733 milhões. Ou seja: além de estar fresquinha na cabeça do público, a mitologia está em alta.

— Isso conta muito – prossegue Butcher. — A preocupação, em Hollywood, é fazer o público se dispor a ir ao cinema. Mais seguro do que vai assistir, o espectador fica mais propenso a sair de casa.

Mas nem tudo está perdido. A busca pela originalidade também tem espaço em meio à lógica do mercado. Afirma Butcher:

— A indústria persegue o lucro imediato, mas isso não exclui o foco num futuro distante. Investir alto em projetos em 3D de Martin Scorsese (A Invenção de Hugo Cabret, 2011) e Ang Lee (As Aventuras de Pi, que estreia em dezembro) indica que há, também, a busca por inovações estéticas.

É o caso de dizer que, por trás da infantilização aparente, Hollywood não esqueceu da pesquisa artística que é o motor para o avanço da linguagem. Neste cenário sombrio, trata-de se uma perspectiva de luz.


ZERO HORA

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30 ago08:02

Jogadores da Chapecoense tem folga pela manhã

Nesta quinta-feira pela manhã os jogadores da Chapecoense tem folga. O treinamento de preparação para a partida contra o Santo André/SP continua à tarde. Os trabalhos estão marcados para as 15h. O local ainda não foi definido.

Programação

31/08 – sexta-feira

Manhã: folga

Tarde: 15h treino


01/09 – sábado

Manhã: 9h treino – na Arena Condá

Tarde: 15h treino –não relacionados para a partida


02/09 – domingo

Manhã – 9h treino – não relacionados para a partida

Tarde – 16h Chapecoense x Santo André/SP – 1ª rodada do returno da Série C do Campeonato Brasileiro


Os ingressos para a partida devem ser vendidos a partir desta quinta-feira. O jogo contra o Santo André será às 16h do domingo, na Arena Condá.


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24 ago13:35

Nova comédia no Cinema de Chapecó

Daniel Feix | daniel.feix@zerohora.com

Já são quase 10 anos em Hollywood, mas poucas vezes antes, até aqui, Rodrigo Santoro teve tanto destaque quanto tem na comédia O que Esperar Quando Você Está Esperando, que estreia nesta sexta-feira no Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó. Com o personagem Alex, o brasileiro faz um publicitário casado com a fotógrafa Holly (Jennifer Lopez).

Juntos, eles compõem um dos núcleos centrais da trama, constituída de cinco histórias paralelas e interligadas que têm a ver com gravidez. No caso da dupla de sotaque latino-americano, a adoção. No longa-metragem dirigido por Kirk Jones, os famosos atores Cameron Diaz e Chris Rock estão no elenco.

>> Confira a Programação do CINEMA

Confira o bate-papo com Rodrigo Santoro:

Zero Hora: Sua participação no filme é bem importante, mas se trata de um projeto que exige menos do intérprete. O quanto esse papel é importante para você?

Rodrigo Santoro: Ele se insere na minha filosofia de escolher projetos pela experiência que eles podem proporcionar. Gostei desse personagem porque ele representa o que muitos caras sentem, que é um misto de desejo de ser pai com a insegurança de não se sentir preparado para isso. Trata-se de algo universal, presente em todos os homens. O interessante é que o Alex é isso, um sujeito de seu tempo, independentemente de suas origens. Não se trata necessariamente de um latino-americano. Quando recebi o roteiro, logo procurei um José, ou outro nome assim. Não encontrei e fiquei pensando qual daqueles personagens seria para mim. Adorei quando soube que era o Alex.


ZH: Mas você e a Jennifer Lopez formam o núcleo latino do filme.

Santoro: Sim. Mas o que é interessante é que nem o Alex, nem a Holly tinham referências latinas na construção do roteiro. São personagens universais. E tem sido assim em Hollywood recentemente, ao menos é o que eu tenho percebido. Acho que a indústria norte-americana finalmente se abriu. Talvez tenha se dado conta de que o rendimento dos filmes depende muito das bilheterias em outros países que não os EUA, então ficar tratando realidades específicas a partir de figuras estereotipadas não funciona. A resistência aos latinos que percebi quando fiz meus primeiros trabalhos aqui diminuiu muito, praticamente não existe mais.


ZH: Como foi trabalhar com a Jennifer Lopez? Por ser uma pop star de outra dimensão, é muito diferente da Laura Linney, por exemplo (de Simplesmente Amor)?

Santoro: Ela foi ótima, é super pé no chão e divertidíssima. Já tínhamos fotografado juntos para a (revista) Vanity Fair. Desta vez foi tudo muito rápido, mas não por culpa dela, e sim porque o projeto era assim mesmo: nos encontramos pela primeira vez dois dias antes das filmagens, ouvimos um briefing do diretor (Kirk Jones) e praticamente não ensaiamos.




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23 ago10:13

Programação de Cultura e esporte são destaque no Aniversário de Chapecó

O aniversário de Chapecó, comemorado no dia 25 de agosto, será comemorado com atividades culturais e esportivas.

No esporte, está prevista a seguinte programação para este sábado:

14h – Liga Nacional de Voleibol Masculino no Ginásio Ivo Silveira;

20h – Final da Copa pela Paz 95 anos de Chapecó de Futsal Feminino, no Ginásio do Ser Aurora;

20h – Final da Copa Futsal Chapecó 95 anos, no Ginásio do CRC.

Na agenda cultural consta o 10º Encontro Sul Brasileiro de Corais Universitários, em parceria com a Unochapecó. O evento será às 19h no Teatro Municipal do Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes.

A programação cultural segue até o final deste mês, com os seguintes eventos: 4º Encantar – Encontro de Corais Municipais, que será realizado no domingo, dia 26 de agosto, no Teatro Municipal. As apresentações infantis iniciam às 15h e às 20h com coros adultos.

No dia 30 de agosto, será a aberta a exposição da 8ª Maratona Fotográfica – Cidade de Chapecó. Será às 20h, na Escola de Artes.

O tradicional Desfile Cívico do Dia do Município, está suspenso devido ao período eleitoral.


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22 ago17:19

Katy Perry - Part of Me 3D estreia nesta sexta no cinema de Chapecó

Roberta Ávila | roberta.avila@diario.com.br

Uma maluca que saiu do nada, se veste de cupcake e canta que beijou uma garota e gostou. O objetivo do filme Katy Perry – Part of Me 3D, que entra em cartaz no Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó na sexta-feira, dia 24, é desfazer o preconceito e mostrar uma profissional focada, mas também uma jovem de 27 anos com uma vida amorosa complicada e sujeita a frustrações, medos e tristezas.

Mais de 300 horas de gravação foram utilizadas para compor o roteiro do filme sobre a cantora e compositora que sonhava em escrever letras sobre sentimentos com profundidade, como Alanis Morisette. Part of Me é um documentário musical com imagens de bastidores que revelam a menina comum sem maquiagem, que luta para sair da cama de manhã e cumprir a rotina de dieta, exercícios e shows.

>> Programação CINEMA Chapecó

Vídeos antigos mostram Katy na transição entre o mundo da música gospel e o que não pertence ao universo evangélico em que foi criada. O resultado é a garota permanentemente encantada com a cultura pop que só conheceu depois de adulta. É o que dá coerência à cantora. Faz sentido uma garota que passou a vida sendo podada exagerar na dose depois de liberada. Ela quer se divertir, vestir fantasias, usar maquiagens. Não que isso seja novidade. Desde a década de 1980, Cindy Lauper e Sarah Jessica Parker vêm dizendo em músicas e filmes que, no fim, meninas só querem diversão.


Katy por ela mesma

Em 2010, ela estava estabelecida como sensação da música pop com seu segundo disco, Teenage Dream, liderando a parada da Billboard com cinco singles no número 1 – California Girls, Teenage Dream, E. T., Firework e Last Friday Night. É a única mulher a obter a marca. Também em 2010, casou-se com o ator Russell Brand, mas o relacionamento terminou no fim de 2011. O filme mostra uma Katy triste, mas especula-se que o cantor John Mayer esteja encarregado de dar ao passado a importância que ele deve ter. Nesta entrevista, a cantora fala sobre a estreia do filme.


Como foi ver Part of Me?

Katy Perry – Chorei um pouco sozinha antes de assistir, porque eu tinha atravessado tantas coisas no ano passado. O filme saiu de uma ideia que tive em 2010, e ver aquela bola de neve virar uma oportunidade me fez pensar: “Uau, estou fazendo meus sonhos virarem realidade”.


Você tinha outros filmes musicais em mente quando fez o contato?

Katy - Minha inspiração veio do documentário Na Cama com Madonna. Adorei o filme e adorei assisti-lo, porque eu não tinha sido exposta a algo assim quando estava crescendo. Por exemplo, eu quero assistir a Alien, o Oitavo Passageiro porque quero ver Prometheus e não vi o primeiro filme. Não me deixavam ver ou ouvir diversos momentos da cultura pop dos anos 1980 e 1990 quando eu era criança, devido à minha criação.


Você sentia que estava sendo alienada?

Katy - Não, eu não sabia o que estava perdendo. Era o meu universo particular e tudo nele estava relacionado ao que meus pais achavam que era melhor para mim.


Mas como você se sentiu quando saiu para o mundo?

Katy – Eu era como um esponjão (risos). Ainda sou até hoje. Fico muito animada em experimentar e absorver todo tipo de fato e informação. Adoro aprender. Não tenho um problema de ego com o fato de que existem coisas que desconheço. Eu não frequentei a escola exatamente, então não tenho uma instrução formal forte, mas estou aprendendo ao longo do caminho. Se não sei o que uma palavra significa, eu peço: ‘Você pode, por favor, me dar uma definição disso? Como se soletra? Pra que serve?”. Adoro o idioma. Esse é meu trabalho: comunicar. Às vezes, quando descubro uma nova palavra, penso “posso usar isso numa canção”. São como pequenos tesouros.


Você disse que Alanis Morissette foi uma influência. Você se encontrou com ela?

Katy - Passei um tempo com Alanis outro dia. Ela tem uma sabedoria à frente de sua idade. Ela disse algo que colou em mim: “A transparência é o novo mistério”. Concordo com isso, já que na nossa sociedade, infelizmente, você pega muitas mulheres, meninas, e pessoas que são “famosas”, e elas são mostradas com tanta perfeição. Acho que isso pode fazer as pessoas se sentirem inseguras. Essas foram algumas das razões pelas quais mantive momentos no filme em que estou cansada, com uma cara horrível. Construí a imagem de desenho animado e acho que é hora de mostrar que também está aqui o que o capuz esconde. Foi daqui que eu vim.


DIÁRIO CATARINENSE



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21 ago14:44

Confira a os horários de treinos da Chapecoense

Os jogadores da Chapecoense, que jogaram contra o Madureira/RJ no domingo e os que disputaram o jogo treino contra o Sub 23 do Atlético Paranaense, na noite da segunda-feira, se reapresentam nesta terça-feira. A equipe comandada por Itamar Schulle se prepara para a nona rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. A partida contra o Tupi/MG será no sábado, dia 25 de agosto no estádio Mário Helênio, em Juiz de Fora/MG.

A reapresentação está marcada para às 15 horas na Arena Condá. Depois atletas devem fazer corrida no Ecoparque.

Os demais locais de treino durante a semana ainda não foram definidos.



21/08 – terça-feira

15h – treino


22/08 – quarta-feira

9h –treino

15h30 – treino


23/08 –quinta-feira

6h – viagem para os relacionados para a partida contra o Tupi/MG

9h – treino para os atletas que ficaram em Chapecó

tarde – folga


24/08 – sexta-feira

9h – treino para os atletas que ficaram em Chapecó

tarde – folga


25/08 – sábado

9h – treino para os atletas que ficaram em Chapecó

15h30 – treino para os atletas que ficaram em Chapecó

16h – Chapecoense x Tupi/MG – pela 9ª rodada da Série C do Campeonato Brasileiro 2012.

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