Queda

08 jun12:47

Queda de cabelo pode ser amenizada com a alimentação adequada

Inúmeros produtos prometem dar força e vida aos fios, porém não são suficientes quando os cuidados com a alimentação são esquecidos. Dietas restritivas para emagrecer podem levar à falta de nutrientes no organismo, ocasionando a queda dos fios.

A dermatologista e cirurgiã capilar Leila Bloch ressalta que o mais importante é ter uma alimentação saudável e balanceada. Segundo ela, uma dieta equilibrada pode atenuar a queda capilar, mas não o afinamento dos fios, uma vez que a causa para o afinamento é predominantemente genética.

— Os cabelos podem cair com velocidade acelerada por uma fase mais intensa de expressão da própria calvície, mas em geral caem mais rapidamente por outras causas, como deficiência de vitaminas, de ferro e proteínas, oleosidade excessiva, problemas de tireoide ou outras causas menos frequentes — explica a especialista.

Leila ressalta ainda que frituras, alimentos ricos em gorduras e doces podem levar ao aumento de dermatite seborreica, o que indiretamente auxilia na inflamação do bulbo e faz com que os cabelos tenham um ciclo mais curto, ou seja, eles demoram menos para cair. Pessoas com intolerância à lactose não apresentam problemas capilares em função do quadro, desde que se faça reposição de proteínas por meio de leite de soja, por exemplo, e que se consiga prover a carga proteica nutricional necessária ao organismo.

O uso de nutricosméticos é útil se interligado a uma vida saudável, no entanto a dermatologista alerta que os resultados demoram para aparecer cerca de três meses. A ingestão de nutricosméticos com o objetivo de diminuir a queda dos fios deve ser acompanhada por um especialista, que irá avaliar e orientar sobre consumo, dosagem e tempo de uso, pois a hiperdosagem pode levar ao surgimento de alergias. Além disso, alguns tipos de nutricosméticos não devem ser ingeridos por crianças, gestantes, lactantes e pacientes com problemas no funcionamento do fígado ou dos rins.

— Uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes e exercícios físicos ainda é o mais recomendado — orienta a dermatologista.


Para fortalecer os fios

:: Frutas secas, nozes, amêndoas ou castanha do Pará são importantes oligoelementos para a constituição do fio.

:: Alimentos integrais, que são ricos em complexo B, ferro, magnésio e zinco, assim como o grão de bico, são fontes proteicas e ricas em ferro.

:: Alimentos ricos em vitamina E, por sua ação antioxidante, como o gérmen de trigo, óleo de semente de girassol, por exemplo, ajudam a combater a quantidade de radicais livres gerados no dia a dia pelo estresse, poluição, entre outros fatores. A sardinha, rica em Ômega 3, também é importante pela ação antioxidante.

:: Os alimentos ricos em vitamina B, zinco, cobre, selênio, proteínas, ferro, vitamina A, auxiliam no fortalecimento da imunidade, fazendo com que a absorção dos outros nutrientes seja facilitada.

:: Para a absorção dos nutrientes, beba bastante água.


BEM-ESTAR


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29 mai10:10

Inadimplência de empresas cai 9,5% em abril, diz Serasa

O Indicador de Inadimplência das Empresas, divulgado nesta terça-feira pela Serasa Experian, recuou 9,5% em abril na comparação com março, a maior queda verificada neste período do ano desde 2007, quando a variação negativa foi de 11,1%.

Na comparação com abril de 2011, no entanto, houve elevação de 11,8%. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano ante o mesmo período de 2011, o aumento foi de 18,7%. De acordo com a Serasa Experian, alguns setores já apresentam aumento de receita por causa dos juros mais baixos no crédito e dos estímulos ao consumo anunciados pelo governo. Também influenciou na queda da inadimplência em abril, ante março, o menor número de dias úteis no quarto mês do ano e a base de comparação, pois em março o crescimento verificado no indicador havia sido de 11,6%.

As dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços) tiveram valor médio de R$ 776,77 no primeiro quadrimestre, crescimento de 4,4% ante igual período de . Quanto aos títulos protestados, o valor médio do período foi de R$ 1.894,26, alta de 11,1%, enquanto os cheques sem fundos tiveram, nos quatro primeiros meses de 2012, valor médio de R$ 2.196,79, alta de 7,1%.


AGÊNCIA ESTADO

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28 mai10:18

Focus aponta queda de 0,50 ponto na Selic neste mês

O mercado financeiro manteve a previsão para o patamar do juro básico da economia nos próximos meses, a taxa Selic. De acordo com a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC), a mediana das estimativas para a Selic no fim deste mês seguiu em 8,50% ao ano, o que indica expectativa de corte do juro de 0,50 ponto porcentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), do BC, na próxima quarta-feira.

Confirmada a expectativa, o Brasil passaria a conviver com o menor juro da história. Para o fim de 2012, o mercado segue com a expectativa de juro em 8%. Dessa forma, o mercado prevê que, além do corte previsto para esta semana, a taxa será reduzida em 0,50 ponto porcentual adicional.

Para 2013, também foi mantida a expectativa de que o juro voltará a subir para fazer frente à subida da inflação e deve fechar o próximo ano em 9,50%. A pesquisa Focus mostrou, ainda, manutenção da previsão de juro médio no decorrer de 2012 em 8,72%.

Para 2013, a mediana das expectativas de Selic média recuou de 9,23% para 9,20%, na nona queda seguida. Há um mês, o mercado esperava Selic média de 9,28% neste ano e de 9,68% no próximo.

A pesquisa do BC também mostra a expectativa de redução do ritmo de crescimento da economia. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu de 3,09% para 2,99%, este ano. Para 2013, foi mantida a projeção de 4,5%.

Por causa desse cenário de menor crescimento, os analistas esperam redução da taxa básica de juros, como forma de estimular a economia.


AGÊNCIA ESTADO

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26 mai15:40

Mortalidade materna no Brasil teve queda de 21% em relação ao ano passado

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira,  dia 25 de maio, pelo Ministério da Saúde indica que a mortalidade materna no Brasil caiu 21%. Entre janeiro e setembro de 2011, as mortes decorrentes por complicações na gravidez e no parto totalizaram 1.038, contra 1.317 no mesmo período de 2010.

— Essa marca histórica de 21% em 2011 não nos permite descansar. Queremos perseguir a Meta do Milênio de chegar a 25% de redução até 2015 — destacou o ministro da Saúde. A pasta associa a queda dos números ao primeiro ano do programa Rede Cegonha, lançado em março do ano passado. Ao todo, foram investidos R$ 2,5 bilhões para qualificar a assistência à mulher e ao bebê. A iniciativa, de acordo com o ministério, já atende a 36% das gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2011, 1,7 milhão de mulheres fizeram, no mínimo, sete consultas pré-natais.

— Houve uma importante intensificação da redução quando comparada aos anos anteriores. Nos último dez anos, sempre esteve variando entre 5 e 7%. É a primeira vez que a gente chega a reduzir (a mortalidade materna) fortemente, com mais de 20%. E, pelos dados preliminares, essa tendência continua ao longo do último trimestre de 2011 — avaliou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

De 1990 a 2010, o indicador de mortalidade materna no país passou de 141 para 68 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos. Também durante o período, houve redução em todas as causas diretas de mortalidade materna: hipertensão arterial (66,1%), hemorragia (69,2%), infecções pós-parto (60,3%), aborto (81,9%), e doenças do aparelho circulatório complicadas pela gravidez, pelo parto ou pelo pós-parto (42,7%).

Desde 2008, o governo realiza uma espécie de gerenciamento das investigações de mortes de mulheres em idade fértil (entre 10 e 49 anos). Os casos são analisados por equipes de vigilância dos estados e municípios, e as informações são repassadas ao ministério. O objetivo é avaliar as causas e as circunstâncias da morte e verificar se os casos foram provocados por complicações gestacionais.

Durante a divulgação do estudo, Padilha disse que um outro levantamento feito pela própria pasta no ano passado indica que, de cada quatro gestantes atendidas pelo SUS, uma se queixa de algum tipo de negligência ou maus-tratos identificados no momento do parto.

Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Fundo de População das Nações Unidas e o Banco Mundial da Organização das Nações Unidas, divulgado este mês, aponta uma queda de 51% no número de mortes maternas no Brasil entre 1990 e 2010


AGÊNCIA BRASIL



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10 mai14:38

Preços de produtos básicos desaceleram em Chapecó

O cesto de 57 produtos básicos, depois de ter apresentado em março elevação de 3,08% no custo, teve no mês de abril aumento de 0,91%. Com essa diferença de R$ 7,43, o cesto de produtos básicos passou de R$ 816,95 para R$ 824,38, conforme mostra pesquisa realizada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó.

Dos 57 produtos pesquisados, 32 registraram aumento, 23 tiveram redução e dois não sofreram alteração. Os produtos que lideraram as quedas e altas são do grupo de alimentos, exceto o sabão em barras.

Os ovos lideraram a alta, com 24,36%, seguindo-se a batata inglesa, em 13,36% e a margarina, em 13,33%. A maior queda de preço ocorreu no tomate, em 18,11%, a segunda foi no sabão em barras, em 15,94%, e a terceira no queijo de colônia, em 14,47%.

Quanto à evolução do custo, de abril de 2011 a abril de 2012 há um aumento acumulado de 6,57%. Com isso, em 12 meses o valor passou de R$ 773,57, de abril do ano passado, para R$ 824,38, de abril último, o que representa uma diferença de R$ 50,81.


Cesta de 13 produtos

Em outro índice levantado pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, quanto à cesta básica de 13 produtos, houve redução. Essa queda foi de 4,36% em abril passado no município de Chapecó. Com isso, o custo passou de R$ 189,87, em março, de 2012, para R$ 181,60 em abril último.


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05 mar16:30

Cesta básica registra queda em Chapecó

O curso de Ciências Econômicas da Unochapecó desenvolve mensalmente o levantamento de preços e o cálculo da cesta básica para o município, tendo como base a Pesquisa de Orçamento Familiar. No mês de fevereiro, o valor da cesta registrou queda de 5,04%, passando de R$ 189,45, valor identificado em janeiro, para R$ 179,90, o que representa a maior queda registrada no valor da cesta no período de um ano.

Com essa redução de R$ 9,55 no valor da cesta, o consumidor passa ter mais poder de compra. Conforme a pesquisa, uma família típica de Chapecó necessitou de 0,31% do salário mínimo para adquirir a cesta básica em fevereiro, enquanto em fevereiro do ano passado era necessário 0,35%. Com isso, percebe-se que o poder de compra de uma família típica chapecoense aumentou 4%.

Dos produtos que mais contribuíram para redução do custo da cesta básica em fevereiro, destaca-se a queda no valor do tomate, em 37,16%. Outras reduções significativas ocorreram nos preços da banana, em 14,75%, da batata inglesa, em 2,67%, do leite, em 0,82% e na carne, em 0,77%.


Cesto de produtos básicos

Outro levantamento realizado pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó é o custo do cesto de produtos básicos de 57 produtos. No mês de fevereiro, o custo do cesto de produtos básicos apresentou elevação média de 0,26%. O valor para sua aquisição passou de R$ 790,52 em janeiro para 792,54 em fevereiro. Ou seja, para o bolso do consumidor foi um aumento de R$ 2,02. Com essa elevação, uma família típica chapecoense necessita de 1,27 salários mínimos para adquirir o cesto de produtos básicos.

Diante dos 57 itens pesquisados na composição do cesto de produtos básicos, o grupo dos produtos alimentares, que possui o maior peso no total, apresentou elevação de 0,45%. Já os produtos in natura apresentaram aumento de 0,81%, os industrializados subiram 0,58%, os semi-industrializados aumentaram 0,07% e o grupo dos não alimentares registrou redução de 0,18%.


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08 dez09:12

Cesta básica registra queda em Chapecó

A cesta básica sofreu redução em Chapecó de 3,07% e seu valor passou de R$ 189,51, registrados em outubro, para R$ 183,69 em novembro. Mesmo assim, se comparado o valor da cesta básica de novembro de 2010 com o custo no mês passado, o consumidor paga R$ 10,39 mais caro por uma cesta básica.

Conforme o professor Guilherme de Oliveira, coordenador da pesquisa da cesta básica, realizada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, esse aumento de um ano para o outro é considerado normal.

No mês de novembro, dos 13 produtos que compõem a cesta básica, os responsáveis pela queda registrada em novembro foram: o tomate, que apresentou redução de 19,58%; banana caturra, 11,03; batata inglesa, 9,56%; açúcar, 1,50%; e a farinha de trigo, em 1,18%. A causa da queda nesses produtos é que eles estão no momento de safra, quando há mais oferta.

Considerando o salário mínimo de R$ 545,00, o gasto com os 13 produtos da cesta básica passou a representar 33,70% dessa remuneração. Já considerando o salário mínimo líquido de R$ 501,04 (descontado 8,00% da Previdência Social) essa participação é de 36,64%.

O curso de Ciências Econômicas da Unochapecó acompanha, desde 1994, a variação do custo da Cesta Básica. O levantamento realizado baseia-se na composição dos principais alimentos definidos pelo decreto-lei 399/1938, onde estão previstos os produtos e as quantidades ideais que um trabalhador deve consumir. A coleta de preços é realizada em 10 supermercados da cidade.


Cesto de produtos básicos

Outro levantamento realizado pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó é do custo do cesto de 57 produtos básicos. No mês de novembro, o custo do cesto de produtos básicos apresentou redução média de 0,53%. O valor para sua aquisição ficou em R$ 769,14.

O cesto de produtos básicos considera famílias que residem em Chapecó e ganham de um a cinco salários mínimos. É composto por produtos alimentares in natura, semi-industrializados e industrializados, além de produtos de higiene e materiais de limpeza, bem como itens diversos.



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18 out10:13

Homem morre após cair de apartamento em Xanxerê

A queda foi no final da tarde da segunda-feira, dia 17, no bairro Matinho em Xanxerê. Odir Paulo Vivian, 58 anos, visitava o apartamento duplex que iria comprar, quando caiu do quinto para o quarto andar. Segundo informações do Corpo de Bombeiros de Xanxerê a queda de cerca de três metros foi interna. Ele caiu no espaço destinado para uma escada.

Odir foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado em estado grave para o Hospital Regional São Paulo. Ele não resistiu aos ferimentos e faleceu durante a noite da segunda.

O corpo do empresário está sendo velado na Câmara de Vereadores do município. O enterro está marcado para às 17h30 no Cemitério Municipal de Xanxerê.


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