Rio de Janeiro

07 mai15:30

Justiça dá prazo para Garotinho editar imagens em seu blog

A Justiça do Rio determinou na quinta-feira, dia 3 de maio, que o ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ) retire de seu blog as imagens da concordiense Jordana Kfuri, então noiva do empresário Fernando Cavendish, dono da Delta Construções, das fotos em que ela aparece durante viagem do Governador Sérgio Cabral a Paris, em 2009. O juiz Wilson Marcelo determinou a retirada das imagens atendendo a um pedido de liminar do pai de Jordana, que alegou o uso indevido da imagem da filha falecida. A ordem deve ser cumprida em 48 horas, sob pena de multa de R$ 500.000,00.

Antes da decisão, a irmã de Jordana, a arquiteta Garna Kfuri, afirmou ao GLOBO que houve uso indevido de imagem.

— Houve uso da imagem da minha irmã para fins eleitoreiros e políticos — explicou Garna, antes de ser concedida a liminar.

Jordana morreu após a queda de um helicóptero no sul da Bahia, em junho de 2011, quando era casada com o empresário Fernando Cavendish. Também morreram no acidente o filho de Jordana, de 3 anos, a jornalista Fernanda Kfuri e seu filho de 2 anos, a babá Norma Assunção, o piloto Marcelo Mattoso de Almeida e Mariana Noleto, namorada de Marco Antonio, filho de Sergio Cabral. Familiares das irmãs Kfouri, dos filhos delas e da babá ainda lutam na Justiça pela apuração da tragédia e punição dos culpados.

Sobre o vazamento das imagens, Garna diz que não teve acesso a arquivos digitais de Jordana:

— Quando minha irmã faleceu, pedi para o Fernando (Cavendish) as fotos dela. Ele fez um DVD com fotos da Jordana, dela com as meninas (filhas gêmeas fruto do casamento com Cavendish), mas a gente nunca teve acesso. Nunca tivemos acesso ao computador dela (Jordana). Ele (Cavendish) empacotou as coisas pessoais da minha irmã e despachou para Concórdia (onde vive a mãe, em Santa Catarina). Não veio nada de computador, nada de foto — conta Garna, que responde sobre rumores de que as fotos teriam vazado pela família: — É o mais fácil de se deduzir, né? Não precisa ser um gênio pra mandar uma dessa. A verdade é que a minha irmã mandava muitas fotos e vídeos, mas dos filhos dela. Ficava mandando essas coisas, mas nunca comentou comigo sequer uma coisa do Fernando, de trabalho.


O GLOBO




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15 fev14:34

Atleta de Xanxerê é convocada novamente para a Seleção Brasileira de Futebol Feminino

A preparação da Seleção Brasileira Feminina para as Olimpíadas de Londres 2012 continua de vento em popa. O técnico Jorge Barcellos convocou nesta segunda-feira, dia 13 de fevereiro, 25 jogadoras para a segunda etapa de treinamento, que acontecerá de 24 de fevereiro a 8 de março, na Granja Comary. em Teresópolis/RJ.

>> Mayara começou a jogar bola desde pequena.

Na lista de Jorge Barcellos, estão as goleiras Daniele e Letícia, as meio-campo Maria e Bia e a atacante Thaisinha, que foram campeãs do Sul-Americano Sub-20 Feminino, realizado em Curitiba, de 20 de janeiro a 2 de fevereiro. A xanxerense Mayara Bordin também integra a lista.

Esta será a segunda etapa de preparação. A primeira foi realizada em janeiro, de 16 a 29. O projeto de preparação para as Olimpíadas de Londres 2012 inclui quatro convocações até a data da viagem e quatro amistosos. Em março, a Seleção enfrentará Japão e Estados Unidos, no Japão, e, em maio, Portugal e França, ainda sem local definido.

As Olimpíadas de Londres serão realizadas de 27 de julho a 12 de agosto.


Confira a lista

Goleiras

Andreia Suntaque

Barbara Micheline

Daniele Neuhaus

Letícia Izidoro


Zagueiras

Gislaine

Bagé

Renata Costa

Bruna


Laterais

Maurine

Maycon

Danielle

Poliana


Volantes

Erika

Elaine


Meio-campo

Fran

Gabi

Mayara

Maria

Bia

Formiga


Atacantes

Adriane

Thaisinha

Debinha

Chu

Grazi


Fonte: CBF


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01 dez18:29

Associação Zico Fazendo a Diferença

O Prefeito de Chapecó, José Caramori recebeu nesta quinta-feira, a visita de representantes da Associação Zico Fazendo a Diferença, do Rio de Janeiro.

Na oportunidade, o coordenador geral da ONG, Fábio Sodré, acompanhado do do ex-jogador de futebol profissional Yan Razera, apresentaram uma proposta para implantação de um projeto esportivo em Chapecó ligado à Associação e que atenderia crianças e adolescentes dos 06 aos 17 anos.




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06 set15:25

Rio de Janeiro na Decorare

Conhecida como a cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro mistura serra com mar e possui uma das mais variadas geografias do planeta. Esta diversidade atrai o olhar de turistas e inspira poetas. Foi neste cenário perfeito que o arquiteto Daniel Romanelli projetou seu ambiente para a Decorare 2011 – Mostra de Arquitetura, Decoração e Design.

Quem visitar a mostra e passar pelo “Home Office do turista no Rio Janeiro” verá a diversidade em cores, texturas e a riqueza do país. Segundo o arquiteto, o ambiente apresenta a mistura cultural que povoa o Rio de Janeiro nas diferentes cores, passando pelo belo e extremamente sofisticado, ao simplório das madeiras naturais e resgate de revestimentos simples e marcantes. As imagens multicoloridas e o cinza da calçada de Copacabana também estão presentes.


O verde e o amarelo, presente nas samambaias e móveis, remetem ao clima alegre brasileiro. Detalhes artesanais também fazem parte do espaço.


- Acredito que a mistura de linguagem, o mobiliário requintado com a sutileza de elementos simples e coloridos, como azulejos, são alguns dos atrativos do ambiente – revela Romanelli que participa pela quarta vez da mostra.


Visitação


Até o dia 16 de outubro, 34 profissionais , entre arquitetos, decoradores, engenheiros, artistas plásticos, designers de interiores e marchand apresentam 21 ambientes inspirados na cultura e vida de um determinado país, cidade ou região.


Instalada no Edifício Soprana, na esquina da Avenida Getúlio Vargas com o Calçadão, ficará aberta de terça a domingo, das 16h às 22h. O passaporte para visitar a mostra custa R$ 30 e só pode ser adquirido no local do evento.


Os visitantes da mostra concorrem ao sorteio de uma viagem para Nova York. Os expositores, igualmente, concorrerão a uma viagem, a partir da indicação do melhor ambiente, por voto pelos visitantes. Estudantes pagam meio ingresso, mas não concorre ao sorteio da viagem para Nova York.


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22 ago11:40

Militares retornam de operação no Complexo do Alemão

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

 

Um esquadrão com 116 militares que estiveram atuando na Força Pacificadora no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, retornou na sexta-feira ao quartel do 14 Regimento de Cavalaria Mecanizada (RCMec), em São Miguel do Oeste.

Houve uma formatura de recepção para os militares que ficaram três meses fora. Eles trabalharam para garantir a segurança no complexo de favelas que no ano passado foi tomado pela polícia, com auxílio do exército, para desmantelar quadrilhas de roubo e tráfico que atuavam de forma ostensiva na região. A ação foi numa área de quatro quilômetros quadrados com uma população de 400 mil pessoas.

Para o comandante do 14 RCMec, tenente-coronel Amaro Soares de Oliveira Neto, a atuação do Exército no Rio de Janeiro está entre as atribuições legais, para manter o ordenamento jurídico numa área onde havia a ausência do Estado.

- Houve o resgate de cidadania para uma população que estava sob o jugo do crime- declarou.

O comandante prevê que essas missões de paz ficarão mais freqüentes pelo crescimento da importância do Brasil no cenário mundial. Ela afirmou que a ação também qualifica os militares para outras missões. A expectativa é que em abril do ano que vem mais militares de São Miguel do Oeste estarão numa missão no Haiti, onde o Exército Brasileiro já está presente.

Tumultos em baile funk

O choque cultural foi inevitável para o cabo Sérgio Veit, natural de Itapiranga, quando chegou ao Rio de Janeiro. –Eles são um povo mais individualista- comparou. –Lá todo mundo vive um em cima do outro- lembrou, sobre as construções das casas emendadas uma na outra.

Cabo Sérgio Veit.

Ele afirmou que os momentos de maior tensão foram nas horas em que tinham que encerrar as festas, como baile funk, pois tinham horário determinado para encerrar. –Havia tumulto pois a população reagia contra a atitude da tropa- explicou.

Veit disse que não sentia medo de entrar na favela pois estava preparado para enfrentar o que viesse. Mas os familiares ficaram preocupados. Agora ele estão aliviados pelo retorno do filho.

Veit disse que aprendeu muita coisa nesses três meses. Uma delas é valorizar o lugar onde mora. –Aqui é um paraíso- comparou.

 

 

Tráfico ostensivo foi reprimido

A ação da Força Pacificadora teve como resultado positivo a eliminação do tráfico ostensivo, na avaliação do capitão Diego Morais Duarte. Ele comandou o esquadrão no Rio de Janeiro, em ações de controle de vias urbanas, cercos e escoltas. Os militares receberam treinamento específico para atuar na área urbana, entre eles a utilização de arma não letal.

Capitão Diego Morais Duarte.

Duarte lembrou que um dos momentos mais tensos foi uma abordagem na Praça São Lucas, na Vila Cruzeiro. –Já na chegada um militar levou uma pedrada- lembrou. Em outra ação, houve um disparo de arma de fogo de longa distância, de um ponto do morro, que, por sorte, não atingiu ninguém.

Em algumas ações, os militares tiveram que utilizar gás lacrimogêneo e disparos com arma de borracha. Ele lembrou que, no início, havia um receio da população em relação à atuação da Força Pacificadora. Mas aos poucos foram ficando mais receptivos. –A população passou a ter confiança no nosso trabalho- disse.

Duarte afirmou que a ação do Exército e das outras forças policias permitiu a chegada de serviços essenciais numa área antes dominada pelo tráfico. – Agora chega a empresa de recolhimento de lixo, correio e até postes de iluminação pública- explicou.

O capitão afirmou que o tráfico não foi exterminado completamente, mas já não é quem domina o território, pois a força do Estado se faz presente.

 

 

Ovos e tentativa de atropelamento

Uma das coisas que mais chamou a atenção do tenente Rafael Silva Romani no Rio de Janeiro foi que a população protegia os traficantes. –Eles estão tão acostumados com isso e têm medo- afirmou.

Romani lembrou que os traficantes conhecem a população e por isso muitos temem o que vai acontecer após a saída do exército.

Tenente Rafael Silva Romani.

Romani disse que o Complexo do Alemão era uma área onde não havia regras. Houve apreensões de drogas e produtos roubados. O transporte coletivo era feito por motoristas sem habilitação. Quando o exército chegava numa área, todo mundo sumia. –Os becos ficavam vazios de repente- disse.

As situações mais complicadas eram nas prisões. –Tinha que ser rápido senão acabava formando tumultos- disse.

Numa festa os militares estavam fazendo revista e alguém jogou ovos nos soldados. Os militares prenderam quem jogou os ovos e houve tumulto pois os moradores queriam defender quem foi preso.

-Tínhamos que agir rapidamente para evitar confusão- explicou. Houve até uma tentativa de atropelamento numa blitz. Segundo Romani, um Policial Militar à paisana não quis parar e quase atropelou um soldado. Ele foi parado com um tiro de borracha.

O tenente defende a permanência da Força de Pacificação no local. –Se o Estado tiver vontade acaba com o tráfico- opinou.

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