Rodovia

08 ago17:57

Acesso à BR 282 em Chapecó recebe sinalização

Foi realizada nesta quarta-feira, dia 8 de agosto, a pintura das faixas na pista do acesso à BR 282 em Chapecó. A ação visa levar mais segurança aos motoristas que circulam pela rodovia que está sendo duplicada. Sete quilômetros de pista foram pintados. De acordo com os números da Polícia Rodoviária Federal, o acesso Plínio Arlindo de Nes, (BR 480) tem um fluxo de 30 mil veículos por dia.

Para prevenir acidentes, principalmente à noite ou em dias de nevoeiro, a pista recebeu pintura nas laterais e na faixa central. Para prevenir acidentes no trecho, a SDR autorizou a sinalização do trecho.

- Pedimos aos motoristas que respeitem a sinalização e o limite de velocidade. Estamos em obras e por isso é preciso muito cuidado – lembrou o secretário regional Eldimar Jagnow.

>> Obras do acesso à BR 282 serão reiniciadas

A obra no acesso Plínio Arlindo de Nes recebe investimento de R$ 76 milhões. O projeto executivo entregue ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), prevê duplicação, implantação de iluminação, construção de dois viadutos no acesso, passeio para pedestres, além de três passarelas e três passagens inferiores.


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31 jul16:32

Caminhoneiros impedem passagem de veículos de carga em pelo menos oito trechos de estradas em SC

Apesar da decisão da Justiça Federal no sábado, caminhoneiros seguem com manifestações nesta terça-feira em Santa Catarina. A BR-282 tem bloqueios parciais em Maravilha, Catanduvas, São Miguel do Oeste e Xanxerê. A BR-158 tem interdição parcial em Cunha Porã. Em Dionísio Cerqueira o protesto ocorre na BR-163. Em Chapecó, os manifestantes estão na BR-480. Já em Água Doce o bloqueio ocorre na SC-454.

Os protestos integram movimento nacional dos caminhoneiros. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), nos locais das manifestações havia lentidão e formação de filas por volta das 8h.

Em Maravilha, no Extremo-Oeste, o protesto na BR-282 começou na manhã de segunda-feira e até as 8h desta terça a situação permanecia a mesma. Enquanto caminhões de carga são parados na altura do km 605, ambulâncias, veículos de passeio e ônibus tinham passagem permitida.

Situação semelhante ocorre em Catanduvas, no Meio-Oeste. A manifestação ocorre no km 406,5 da BR-282. Na mesma rodovia, há acúmulo de veículos de carga nas imediações do trevo de Jaborá. Ainda na BR-282, caminhoneiros também protestam no km 645 em São Miguel do Oeste; e no km 504, em Xanxerê.

Na BR-158, em Cunha Porã, no Extremo-Oeste, o trânsito começou a ser parcialmente bloqueado por caminhoneiros por volta das 10h15min de segunda. Até as 8h10min desta terça-feira o protesto seguia na rodovia, conforme a PRF. Enquanto isso em Dionísio Cerqueira, na fronteira com a Argentina e divisa com o Paraná, o protesto ocorre no km 121 da BR-163.

Outra rodovia que seguia com bloqueios até por volta das 8h15min desta terça era a BR-480, onde manifestantes interrompiam parcialmente o trânsito no km 123,7, em Chapecó, no Oeste. Na atualização da PRF divulgada por volta das 9h30min, o trecho já havia sido liberado, mas o bloqueio foi retomado depois do meio-dia.

Em Concórdia, manifestantes encerraram o protesto no km 90 da BR-153.

>> Agroindústria do Oeste suspende abate devido a paralisação dos caminhoneiros

>> “Estamos reféns”, reclama caminhoneiro parado há 24h em rodovia no Oeste de SC

>> Reunião em Brasília tenta acabar com impasse entre ANTT e movimento nacional de caminhoneiros

Protestos em rodovias estaduais

Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), estradas estaduais também registram protestos de caminhoneiros. Até por volta das 8h20min, a SC-454 seguia com bloqueio parcial em Água Doce, no Meio-Oeste. Já em Abelardo Luz, houve manifestação na SC-467, mas foi encerrada, conforme a PMRv.


Motivo dos protestos

Os caminhoneiros reivindicam a revisão das normas e regras estabelecidas pela Agência Nacional doe Transporte Terrestre (ANTT). Elas incluem o cumprimento de intervalo de 30 minutos a cada quatro horas ao volante. A categoria também quer reduções no preço do óleo diesel e aumento da segurança nas estradas. A falta de pontos seguros para descanso nas estradas, o que facilitaria o roubo de cargas e a violência contra os motoristas é outra justificativa para o protesto.

As manifestações em Santa Catarina fazem parte de movimento nacional dos caminhoneiros. A categoria quer revisar a a Lei 12.619/2012, que entrou vigor na sexta-feira, dia 27, e regulamenta a profissão dos motoristas de transporte rodoviário interestadual. De acordo com proposta, depois de quatro horas de trabalho, os motoristas têm direito a 30 minutos de descanso. Eles ainda podem fazer uma hora de intervalo para as refeições e a cada 24h de trabalho devem descansar outras onze horas.

No sábado, dia 28, a Justiça Federal proibiu os caminhoneiros de bloquearem as rodovias federais em Santa Catarina. A multa para o descumprimento foi estipulada de R$ 100 mil. A justificativa é que as manifestações propostas pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro impedem o trânsito livre e seguro nas BRs, ou seja, interferindo no direito do cidadão de ir e vir.

O Movimento União Brasil Caminhoneiro alega que algumas normas são impossíveis de cumprir. A ANTT informa que mantém a negociação com a categoria.

DIÁRIO CATARINENSE



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31 jul12:27

"Estamos reféns", reclama caminhoneiro parado há 24h em rodovia no Oeste de SC

A chuva e o frio são os menores dos transtornos enfrentados por caminhoneiros parados em rodovias de Santa Catarina (SC). Em protesto que ocorre em todo país, veículos que transportam carga são impedidos de cruzar por trechos de estradas em razão de impasse entre a categoria e a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). Em SC, ao menos seis pontos registram manifestação nesta terça-feira. Um deles é na BR-282 em Catanduvas, Oeste do Estado, onde centenas de veículos são impedidos de cruzar desde a manhã de segunda-feira.

Entre os caminhoneiros que se sentem prejudicados pela interdição está Dirlei de Menezes Gonçalves, 40 anos. Ele levava carga de caixas plásticas para a prefeitura de Concórdia, mas foi impedido de cruzar por Catanduvas por volta das 13h de segunda-feira. Desde então está sem suporte algum.

— Nos pararam aqui, mas não nos deram nada. Não temos banheiro, não temos sequer um posto próximo para comprar comida. Estamos reféns. Depois que nos param, não podemos voltar e nem seguir adiante. O descontentamento aqui é grande e é de todos — disse Dirlei.

Na profissão há 15 anos, o caminhoneiro recebeu depoimentos de colegas que também se sentem prejudicados com a paralisação.

— É só o que se fala por aqui. Estão todos reclamando que a greve é do patronal. Quem é caminhoneiro não quer ficar parado — relatou.

Dirlei diz ainda que precisou pedir ajuda para a empresa na qual trabalha, que ficou de deslocar uma pessoa de carro até a região para dar o suporte necessário.

— Mas e os outros, como ficam? Quem não tem gente próxima pra ajudar não está recebendo suporte algum. A situação é complicada — lamentou.

Segundo Dirlei, somente no trecho de Catanduvas são centenas de veículos de carga parados. Em outros pontos de SC, caminhões são parados nas rodovias, mas levados para locais dentro das cidades. Não há uma estimativa total de quantos veículos estão parados no Estado.

No trecho de Catanduvas, na BR-282, integrantes do movimento grevista começaram na manhã desta terça-feira a parar também veículos que transportam carga viva, como de porcos e bois. Vans e caminhonetes também são parados para verificar se há transporte de carga envolvido.

Os manifestantes aguardam reunião em Brasília para definir o rumo da paralisação, que é comandada pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC). Integrantes da entidade discutem uma solução junto a representantes do Ministério dos Transportes, Casa Civil, presidência da República e ANTT. Uma posição deve sair por volta das 16h.


Em Santa Catarina, os protestos nesta terça-feira ocorrem em seis pontos:

— Maravilha (BR-282)

— Catanduvas (BR-282)

— São Miguel do Oeste (BR-282).

— Cunha Porã (BR-158)

— Dionísio Cerqueira (BR-163)

— Água Doce (SC-454)


Segundo as polícias rodoviárias, não há registro de incidentes nas manifestações em Santa Catarina. Outros pontos de rodovias estaduaus e federais também sofreram interdições, mas foram liberados.

No último sábado, dia 28, a Justiça Federal proibiu os caminhoneiros de bloquearem as rodovias federais em SC. A multa para o descumprimento foi estipulada de R$ 100 mil.

A justificativa é que as manifestações propostas pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC) impedem o trânsito livre e seguro nas BRs, ou seja, interferem no direito do cidadão de ir e vir.

Na manhã desta terça-feira, o MUCB informou que não há uma posição da entidade sobre a decisão judicial em SC e nem sobre a possibilidade de multa no caso de descumprimento da determinação.


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31 jul09:43

Caminhoneiros impedem passagem de veículos de carga em SC

[Atualizado 10h26]

Apesar da decisão da Justiça Federal no sábado, caminhoneiros seguem com manifestações nesta terça-feira em Santa Catarina. A BR-282 tem bloqueios parciais em Maravilha, Catanduvas e São Miguel do Oeste. A BR-158 tem interdição parcial em Cunha Porã. Em Dionísio Cerqueira o protesto ocorre na BR-163. Já em Chapecó, os manifestantes interromperam parte da BR-480 durante a manhã desta terça.

Os protestos integram movimento nacional dos caminhoneiros. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), nos locais das manifestações havia lentidão e formação de filas por volta das 8h.

Em Maravilha, no Extremo-Oeste, o protesto na BR-282 começou na manhã de segunda-feira e até as 8h desta terça a situação permanecia a mesma. Enquanto caminhões de carga são parados na altura do km 605, ambulâncias, veículos de passeio e ônibus tinham passagem permitida.

Situação semelhante ocorre em Catanduvas, no Meio-Oeste. A manifestação ocorre no km 406,5 da BR-282. Na mesma rodovia, há acúmulo de veículos de carga nas imediações do trevo de Jaborá. Ainda na BR-282, caminhoneiros também protestam no km 645 em São Miguel do Oeste.



BR 163 em Dionísio Cerqueira (27/07/12).



Na BR-158, em Cunha Porã, no Extremo-Oeste, o trânsito começou a ser parcialmente bloqueado por caminhoneiros por volta das 10h15min de segunda. Até as 8h10min desta terça-feira o protesto seguia na rodovia, conforme a PRF. Enquanto isso em Dionísio Cerqueira, na fronteira com a Argentina e divisa com o Paraná, o protesto ocorre no km 121 da BR-163.

Outra rodovia que seguia com bloqueios até por volta das 8h15min desta terça era a BR-480, onde manifestantes interrompem parcialmente o trânsito no km 123,7, em Chapecó, no Oeste. Na atualização da PRF por volta das 9h30min, o trecho já havia sido liberado.

Em dois pontos, segundo a PRF, protestos foram encerrados. No km 505 da BR-282 em Xanxerê; e no km 90 da BR-153 em Concórdia.

Protestos em rodovias estaduais

Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), estradas estaduais também registram protestos de caminhoneiros. Até por volta das 8h20min, a SC-454 seguia com bloqueio parcial em Água Doce, no Meio-Oeste. Já em Abelardo Luz, houve manifestação na SC-467, mas foi encerrada, conforme a PMRv.

>> Veja no mapa a região dos protestos


Motivo dos protestos

Os caminhoneiros reivindicam a revisão das normas e regras estabelecidas pela Agência Nacional doe Transporte Terrestre (ANTT). Elas incluem o cumprimento de intervalo de 30 minutos a cada quatro horas ao volante. A categoria também quer reduções no preço do óleo diesel e aumento da segurança nas estradas. A falta de pontos seguros para descanso nas estradas, o que facilitaria o roubo de cargas e a violência contra os motoristas é outra justificativa para o protesto.

As manifestações em Santa Catarina fazem parte de movimento nacional dos caminhoneiros. A categoria quer revisar a a Lei 12.619/2012, que entrou vigor na sexta-feira, dia 27, e regulamenta a profissão dos motoristas de transporte rodoviário interestadual. De acordo com proposta, depois de quatro horas de trabalho, os motoristas têm direito a 30 minutos de descanso. Eles ainda podem fazer uma hora de intervalo para as refeições e a cada 24h de trabalho devem descansar outras onze horas.

No sábado, dia 28, a Justiça Federal proibiu os caminhoneiros de bloquearem as rodovias federais em Santa Catarina. A multa para o descumprimento foi estipulada de R$ 100 mil. A justificativa é que as manifestações propostas pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro impedem o trânsito livre e seguro nas BRs, ou seja, interferindo no direito do cidadão de ir e vir.

O Movimento União Brasil Caminhoneiro alega que algumas normas são impossíveis de cumprir. A ANTT informa que mantém a negociação com a categoria.


DIÁRIO CATARINENSE



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09 mai10:45

Obras de calçamento em Pinhalzinho

As obras de construção do calçamento da rodovia municipal que liga a comunidade de Pio Décimo à comunidade de Santa Lúcia estão com 20% dos trabalhos concluídos.

De acordo com o vice-prefeito de Pinhalzinho Ladir Cassol, os trabalhos seguem dentro do cronograma estabelecido e no padrão de qualidade exigido. As obras iniciaram no dia 20 de março.

A extensão da rodovia a ser pavimentada é de 4.602 metros totalizando 27.600 metros quadrados. Os investimentos são R$ 630.438,60, recursos do Governo do Estado via SDR, com contra partida da Prefeitura municipal.

A previsão para a conclusão da obra é de três meses a contar da data do início dos trabalhos.


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10 abr16:13

Implantação da SC 350 em Passos Maia

O Prefeito de Passos Maia Osmar Tozzo, Secretários Municipais e Vereadores receberam a visita, na tarde de segunda-feira, dia 9, dos responsáveis pelo Projeto de Implantação da Rodovia SC 350, que liga Passos Maia a Abelardo Luz. Na visita foi apresentado detalhes do projeto.

O engenheiro da empresa Iguatemi, Alexandre Mosimann Silveira, auxiliado pelo engenheiro do Deinfra, Carlos Alberto Simone Ferrari, realizou uma breve apresentação das opções levantadas pelos engenheiros para o contorno de Passos Maia. A ideia é traçar um trajeto pela faixa leste, passando de Abelardo Luz e incorporando o acesso Passos Maia – Ponte Serrada e BR 282.

A rodovia tem previsão de conclusão para 2015, e segundo dados do Projeto, receberá um fluxo diário de mais de 1,5 mil veículos. A via fará ligação do sudoeste do Paraná até a BR 282 e beneficiará além de Passos Maia e Abelardo Luz, os municípios de Ouro Verde, Faxinal dos Guedes, Vargeão e Ponte Serrada.


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08 fev15:47

Sicom de Chapecó pede melhorias na SCT 283

A rodovia SCT 283 está esburacada, sem pintura, sem placas de sinalização e o mato está tomando conta da estrada. Caminhões transitam pelo meio da pista para desviar dos buracos, dificultando a ultrapassagem e colocando em risco a vida das pessoas. O relato é do diretor de Relações Sindicais do Sindicato do Comércio da Região de Chapecó (Sicom), em Palmitos, Odanor Ernesto Tombini, que transita pelo trecho com frequência e vivencia o estado de abandono da rodovia, que liga, numa extensão de 350 quilômetros, Mondaí e Concórdia.

O pedido para a revitalização da SCT 283 faz parte do movimento coordenado pelo Sicom, juntamente com o Fórum Parlamentar das Rodovias, da Assembleia Legislativa, presidido pela deputada Luciane Carminatti, e inclui a instalação de um novo posto da Polícia Rodoviária Estadual na região. O movimento vai completar um ano em março e nenhuma ação concreta do governo do Estado foi cumprida.

- É uma vergonha, pois existem `panelas` na estrada que podem furar pneus e até danificar as rodas do carro, resultando em acidentes – disse Tombini, indignado com o descaso do governo com a rodovia. Para ele é preciso que o governo coloque a revitalização da SCT 283 como prioridade, já que o tráfego aumentou e o trecho continua péssimo.

Na opinião do diretor de Relações Sindicais do Sicom, em São Carlos, João Inácio Hans, a situação da rodovia está além do limite aceitável, pois não oferece mais condições de trafegabilidade e necessita com urgência de melhorias. – A SCT 283 está “pela hora da morte”, sem sinalização e com a pista estreita, precisando ser ampliada e revitalizada – disse João que transita pela rodovia.

A indignação está, também, na constatação do montante que se paga de imposto sem retorno em obras prioritárias, como é o caso da SCT 283. Hans diz que há anos a rodovia está nesta situação e nada é feito para recuperá-la. – Já podiam ter previsto no orçamento, para que a revitalização aconteça -complementa.


Produção e rota turística

A comissão regional formada no ano passado, como parte do movimento pela revitalização das rodovias estaduais na região e pela instalação de um novo posto da Polícia Rodoviária, continua se mobilizando e aguarda manifestação do governo do Estado para socorrer a região na melhoria rodoviária.

A SCT 283 está entre as rodovias que mais matam em SC, conforme dados da Polícia Militar Rodoviária, pois além de ligar importantes municípios produtores, serve como corredor para rotas turísticas nos municípios lindeiros do Rio Uruguai, e por estar em péssimo estado emperra o desenvolvimento econômico e social da região.

- O Estado não pode nos abandonar dessa forma, precisamos de infraestrutura para sermos competitivos, pois além da rodovia, a energia elétrica e a comunicação estão um caos – completam os diretores do Sicom.


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13 nov10:05

Apresentado pré-projeto de recuperação SCT 480

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Os motoristas do Oeste convivem com uma rotina de buracos na SCT 480, principalmente nos 22 Km entre Chapecó e a ponte sobre o rio Uruguai, no distrito de Goio-Ên, divisa com Nonoai-RS. Um estudo da Confederação Nacional do Transporte apontou que a rodovia tem pavimento e sinalização regular e geometria péssima.

Frequentemente são realizadas operações tapa-buracos, mas com duração breve. O fluxo é de 8 mil veículos por dia segundo o Deinfra. Mas deve aumentar com a formação do lago da Hidrelétrica Foz do Chapecó. Atualmente a ponte está sendo recuperada e o tráfego funciona em meia pista. Há uma descida perigosa na serra do Goio-Ên.

No dia 30 de outubro um caminhão perdeu o controle e bateu em quatro veículos, matando um casal e a filhas gêmeas, de apenas seis meses. A suspeita é de problema mecânico.

Na quarta-feira, dia 9,  foi apresentado um pré-projeto de recuperação da rodovia, no Centro de Treinamento da Epagri, no Distrito de Marechal Bormann. O projeto prevê retirada da atual camada de asfalto e colocação de um novo pavimento.

Também serão implantadas faixa adicional nos declives, um novo trevo no distrito de Marechal Bormann, intersecções na entrada de comunidades e um acesso ao distrito de Goio-Ên. Haverá passeios e ciclovia na área urbana do distrito. O custo da obra está estimado em R$ 32 milhões e vai entrar no programa BID VI, financiamento do Governo do Estado com o Banco Mundial. O superintendente do Deinfra em Chapecó, Antonio Zamignan, disse que algumas alterações no projeto ainda podem ser sugeridas. Ele deve ser concluído até janeiro e, em seguida, será lançada a licitação.



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12 nov15:49

SC 468 será recuperada

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Os cerca de 100 quilômetros da SC 468 serão recuperados a partir do ano que vem segundo o secretário de Infraestrutura do Estado, Valdir Cobalchini. Ele mesmo considera a rodovia uma das piores do estado, junto com a SC 283.

Não bastasse o traçado sinuoso da rodovia, ela apresenta vários trechos com buracos, principalmente entre Chapecó e Coronel Freitas. Além disso a rodovia não tem acostamento. Numa avaliação da Confederação Nacional do Transporte (CNT) a sinaliação é regular, o pavimento é ruim e a geometria é péssima. O fluxo da rodovia gira em 6,9 mil veículos por dia.


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12 nov15:45

BR 282 tem uma morte a cada três dias

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A cada três dias uma pessoa morre na BR 282, segundo um estudo realizado pela Polícia Rodoviária Federal. Claro que isso em toda a rodovia, que se estende de Florianópolis até Paraíso, na Fronteira com a Argentina.

Mas a importância da rodovia é maior para o Oeste, pois ela é a principal ligação da região com o restante do Estado. Por isso lideranças da região querem sua duplicação. Alguns trechos já estão sendo duplicados, nas travessias urbanas de Lages, e Xanxerê, que momentaneamente está parado. Este é o ponto mais problemático no momento, segundo o posto da Polícia Rodoviária Federal em Xanxerê.

A Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina realizou um estudo onde sugere investimentos de R$ 320 milhões para melhorar alguns gargalos da BR 282. Entre eles estão melhorias nos trevos de acesso a Nova Itaberaba, Nova Erechim à Udesc de Pinhalzinho, em Iraceminha e no acesso à BR 158, em Maravilha.

Em Iraceminha, por exemplo, há apenas sinalização na pista e os carros ficam no meio, o que pode confundir motoristas que não conhecem o local, com risco de acidente.

O inspetor chefe da 8ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal em Chapecó, Ivo Silveira, considera que a rodovia está boa na região.

O problema é o fluxo que chega a ser estimado em 15 mil veículos por dia próximo de São Miguel do Oeste e, de 25 a 30 mil entre Chapecó e Xanxerê.

A principal obra na região é o acesso a Chapecó, num trecho de sete quilômetros, que prevê quatro faixas centrais e quatro laterais (duas em cada lado), com custo estimado de R$ 80 milhões. A obra está em andamento.



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