Rotina

05 set11:34

Confira dicas para otimizar o tempo no trabalho

A capacidade de organizar bem o tempo de trabalho, produzindo adequadamente dentro dos horários de expediente, evitando horas extras e dando os retornos necessários, desafia trabalhadores nas diversas atividades profissionais.

— O ritmo alucinante das mudanças, a avalanche de dados e informações, a pressão do mercado para se produzir mais, com menor custo e tempo possíveis, reforçam a necessidade de gestão compartilhada e produtiva do tempo para garantir lucratividade, empregos bons e estáveis com qualidade de vida — diz Ricardo Barbosa, diretor de uma empresa de consultoria organizacional.

Segundo ele, alguns pontos potencializam essas dificuldades:

— Ausência de foco: o colaborador acumula várias obrigações e deseja resolver tudo ao mesmo tempo, o resultado é que nenhuma das obrigações é feita;

— Falta de concentração na tarefa em execução: o colaborador leva para empresa problemas pessoais, além de conversas paralelas que faz com que o resultado fique prejudicado;

— Ausência de planejamento: não sabendo se planejar, ocorre confusão e não se estabelece prioridades;

— Acomodação que gera desmotivação: muitos colaboradores não buscam fazer um trabalho diferenciado, criando um ciclo vicioso na relação acomodação e desmotivação;

— Procrastinação: deixar tudo que se pode fazer hoje para o amanhã;

— Refém de ferramentas tecnológicas: as pessoas ficam apegadas ao celular e ao uso de e-mail de forma errada, como checar a caixa de correspondência toda hora.


Uma forma eficaz, segundo Barbosa, é utilizar o quadrante do tempo, onde você irá separar suas atividades em: Crises, o que é importante e urgente; Urgências, o que é urgente mas não importante; Planejamento, o que é importante mas não urgente; e Rotina, nem importante e nem urgente.

— A pessoa estabelecendo bem esta relação com o tempo terá muito mais tempo para sua vida pessoal, caindo com o mito de que o colaborador dedicado é o que só pensa no trabalho. Só pensar no trabalho não é bom, pois afeta diretamente a nossa saúde, família e qualidade de vida. Quando planejamos nossas atividades, conseguiremos ser produtivos — alerta o consultor.


Veja as principais dicas para otimizar seu tempo de trabalho:

:: Estabelecer prioridades;

:: Disciplinar reuniões;

:: Disciplinar horários para conversas;

:: Estabelecer código de conduta telefônica e para eletrônicos;

:: Classificar atividades que são importantes e urgentes;

:: Evitar acumular funções que não sejam suas.


BEM-ESTAR



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28 ago15:40

Aeroporto de Chapecó volta à rotina de voos

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Quase dois meses após a liberação da pista do Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso em Chapecó a rotina de voos e fluxo de passageiros voltou ao normal. Segundo o administrador do aeroporto, Eglon Buraseska, antes do fechamento cerca de 23 mil pessoas passavam pelo local. – Agora esse número está perto dos 30 mil – disse Eglon.

Na segunda-feira, dia 27 de agosto, a Trip Linhas Aéreas retomou dois voos diários com destino para Porto Alegre/RS e Campo Grande/MS, com escala em Londrina e Maringá no Paraná. Esta foi a quinta empresa a operar voos na cidade.

>> Confira os HORÁRIOS de voos do Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso

Operam ainda no aeroporto de Chapecó, que ficou fechado 75 dias para a reforma completa da pista e liberado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no dia 6 de julho de 2012, as empresas Avianca, NHT, Gol e Azul.


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29 abr12:17

Saiba como enfrentar a rotina sem estresse e aumentar a produtividade no trabalho

O que é o trabalho para você? Longe de ser apenas uma forma de subsistência, eles dizem muito sobre sua personalidade. Não importa qual seu talento: médico, engenheiro, professor, publicitário ou psicólogo. Cada vez mais, o mundo corporativo valoriza pessoas que sabem o que querem, têm autonomia para agir e são peças-chave para o sucesso de qualquer negócio. Porém, para produzir bem, é necessário se sentir bem no ambiente de trabalho.

A qualidade de vida depende muito da satisfação que as pessoas têm em sua vida profissional. Muitas vezes, não se trata de um trabalho remunerado. O engajamento num projeto social, por exemplo, é tão válido quanto o empenho de um executivo de multinacional. Ser valorizado pelo que você faz é importante, mas hoje, muito mais do que dinheiro, as pessoas querem ser capazes de decidir seus rumos e de enfrentar seus problemas. E este conceito de qualidade de vida — que apresenta tantas variações, muitas vezes divergentes — têm muito a ver com felicidade e auto-realização, com independência e estado de satisfação ou, ainda, com as condições sociais e econômicas.

Os aspectos físico, emocional, social, profissional, intelectual e espiritual devem funcionar em plena harmonia. Ao longo do ano, falaremos um pouco sobre todos estes temas, entre outros valores responsáveis pelo nosso bem-estar. Assim como já abordamos Cultura e Lazer, neste especial, vamos abordar a Relação com o Trabalho e Autonomia e Liberdade, duas dimensões avaliadas na edição 2011 do Índice de Bem-Estar (IBE), pesquisa realizada pela Unimed Porto Alegre. Até sexta-feira, dicas e informações de especialistas serão publicadas para servir como um guia para ajudá-lo a levar uma vida mais leve, prazerosa e saudável, tanto no aspecto pessoal quanto profissional. Também falamos com profissionais de diferentes perfis, que contam suas dicas de como ter satisfação no trabalho — e também como fugir do estresse e do sedentarismo.


Esgotamento físico e mental leva ao desenvolvimento de doenças

Para muitas pessoas, o local que deveria ser sinônimo de satisfação profissional e financeira acaba se transformando em fonte de problemas físicos e emocionais. As doenças do trabalho são inúmeras e estão relacionadas, muitas vezes, ao estresse. Esse problema coloca em risco a saúde dos trabalhadores e gera doenças de fundo psicossomático. O estresse leva o indivíduo a ter um desempenho ruim, baixa moral e absenteísm. Segundo especialistas, o problema pode gerar até mesmo depressão.

De acordo com a presidente do Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida, Elizabet Garcia Campos, as consequências para o funcionário são inúmeras. Vão da queda de produtividade ao esgotamento físico e mental. Daí para o desenvolvimento de doenças é um pulo.

— As empresas precisam detectar a forma de adequar os profissionais aos cargos, medir o nível de satisfação dos trabalhadores, verificar o grau de comunicação e integração de equipes, desenvolver políticas de benefícios e observar as condições ambientais — ensina Elizabet.

Ela conta que até a poluição sonora e o tempo gasto pelo trabalhador para chegar à empresa são fatores que podem levar ao estresse. Do ponto de vista ergonômico, as condições ambientais inadequadas podem provocar os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort) que, de acordo com um cruzamento de dados feito pelo Ministério da Previdência, lideram, juntamente com os transtornos mentais, os motivos de afastamento do trabalho.

As LER/Dort são síndromes que atacam os nervos, músculos e tendões, e que atingem principalmente os membros superiores e o pescoço. São degenerativas e acompanhadas de dor, não só por causa da intensidade do trabalho, mas também devido a atividades desempenhadas sob estresse intenso. Os prejuízos vão para o funcionário e para a empresa: segundo o Instituto Nacional de Prevenção às LER/Dort, as companhias gastam mais de R$ 90 milhões por ano devido ao afastamento dos trabalhadores afetados pelas síndromes correlatas.


Alerta para as dores

A fisioterapeuta Heloísa Guimarães explica que a dor não significa, necessariamente, uma patologia. É, porém, o alerta do corpo para que a pessoa verifique se há algo de errado com ela. Muitas vezes, porém, o trabalhador subestima a sensação e, sem mudar os hábitos, contribui para o surgimento de problemas musculares e circulatórios.

— No início, a pessoa sente uma pressão na nuca. Muda a postura, sente alívio. Depois, a dor vai se intensificando e ela nota que só melhora depois de uma noite de sono. A dor fica cada vez mais grave e pode se tornar crônica — alerta.

Segundo Heloísa, o corpo desenvolve um mecanismo de proteção para “esconder” a dor. E a tendência é que a musculatura e os tendões encurtem ou atrofiem. A fisioterapeuta explica que, além dos cuidados necessários com a postura, é preciso estimular o organismo com exercícios físicos, que podem ser caminhadas, sessões de dança ou musculação. E a diversidade de atividades ajuda o corpo a ficar mais dinâmico. Quem é sedentário sofre mais.

Além dos problemas ergonômicos, os funcionários devem ficar atentos aos males respiratórios provocados pelo ar-condicionado. Mudanças bruscas de temperatura podem diminuir a resistência do organismo e torná-lo alvo fácil para infecções.

— Mas o maior problema é a higienização. No ar-condicionado, a umidade fica presa na tubulação, o que favorece a proliferação de ácaros e fungos. A pessoa pode ter desde infecções fúngicas a sinusite — diz a alergista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, de São Paulo, Iara Mello. Segundo a médica, o ideal é que a manutenção do aparelho seja feita a cada seis meses.


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