Roupas

09 set09:05

O que o signo diz sobre o seu jeito de vestir

Será que o signo influencia no seu jeito de vestir? O site Fashionscope, que reúne dicas de looks baseados na data de nascimento das mulheres, jura que sim. Donna deu uma passadinha por lá para checar se os astros mandam mesmo no guarda-roupa. Confira as características e estilos que o site aponta para cada signo:


Áries: enérgica e original. Curte interpretações modernas dos clássicos, estampas geométricas e mix entre peças masculinas e femininas.


Touro: sensual e misteriosa. Gosta de conforto com elegância.


Gêmeos: jovem, curiosa, versátil. Adora novidades e roupas com bastante movimento.


Câncer: sensível e romântica. Se sente segura quando está bem vestida, por isso dá muito valor à qualidade das peças.


Leão: graciosa e com personalidade magnética, a leonina gosta de ter atitude e de estar na moda.


Virgem: chiques e sofisticadas. Amam preto e branco e adoram roupas bem cortadas.


Libra: refinada, a libriana está sempre preocupada se está vestido a peça certa para determina ocasião. É mais tradicional.


Escorpião: determinada e apaixonada. Curte roupas que mostrem suas curvas e usa a última moda.


Sagitário: otimista, aventureira, independente. A sagitariana adora estampas étnicas e prefere peças mais informais.


Capricórnio: brilhante, ambiociosa e corajosa. Quem nasceu sob o signo de Capricórnio, gosta de peças vintage e glamour.


Aquário: única e excêntrica. Adora ter ideias criativas para compor o look. Nada a deixa mais entediada do que usar um terninho básico.


Peixes: sonhadora, artística e bem humorada. Se veste de forma romântica e adora vestidinhos.


DONNA ZH


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03 jul14:25

Chiqueiro vira loja de roupas em Concórdia

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A estrutura de uma propriedade modelo na criação e suínos na década de 70, na linha Fragosos, em Concórdia, atualmente serve para outro tipo de criação: roupas de moda. A granja foi desativada há mais de duas décadas, em outra crise da suinocultura. Até que em 2008 o casal de administradores Odílio Lins Júnior e Mônica Brancher Lins, decidiu transformar as pocilgas numa fábrica de roupas. Eles tinham uma indústria e quatro lojas em Florianópolis onde pagaram R$ 12 mil de aluguel por mês.

Foi então que Odílio decidiu utilizar os chiqueiros abandonados pelo seu pai, para produzir novamente. Onde era a maternidade dos porquinhos foram retiradas as baias e instalada uma loja. A estrutura das paredes e o teto permanecem, o que alia o rústico à leveza e delicadeza das peças que são vendidas no local.

– Os clientes adoram- conta Mônica. Tem pessoas que vão até o local só para conhecer.

Parte da madeira das divisórias foi aproveitada para os cabides, chamados “araras”. Em outro galpão que servia para a criação, foi instalada a sala de cortes, não de carnes, mas sim de tecidos. O piso é o mesmo onde circulavam os porquinhos. Mas as canaletas de escoamento dos dejetos foram fechadas. Os troféus que o sogro de Mônica conquistou na produção agropecuária, agora servem de peso para os moldes de papel.

>> Suinocultor transfere criação para o Centro-Oeste

>> Crise assombra o Oeste catarinense

O que foi considerado loucura por amigos e professores do casal, só trouxe benefícios. Como eles moram ao lado da indústria, podem atender melhor os dois filhos e a produção, em vez de minguar, triplicou. O Grupo Lemon, que tinha 11 colaboradores em Florianópolis, agora conta com 24. E neste mês deve abrir uma loja da marca Maria Catarina em Chapecó. Se o porco não estava mais dando lucro a produção de roupas vai muito bem.





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23 jun08:35

Campanha do Agasalho 2012 da RBS TV Chapecó

A RBS TV Santa Catarina promove, até o dia 24 de junho, a 15ª edição da Campanha do Agasalho. Com o objetivo de valorizar a importância da doação e instigar a sociedade a contribuir com um ato de solidariedade o slogan deste ano é “A solidariedade não tem fim”. As doações podem ser feitas até este domingo, dia 24, nos postos de coleta. Já foram arrecadadas mais de cinco mil peças.

As doações podem ser realizadas na sede da emissora em Chapecó e nos postos: Prefeitura Itá, Assistência Social de Itá, Rádio Comunitária de Itá, Fórum de Itá, Celeiro Center de Chapecó, Celeiro Itália de Chapecó, Celeiro Norte de Chapecó, Paseo Avenida de Chapecó, Sesc de Chapecó e Sesc de Concórdia.

Realizada desde 1998, a campanha envolve centenas de entidades cadastradas e empresas parceiras na arrecadação de donativos, beneficiando milhares de famílias. Para atingir este objetivo, as doações serão incentivadas por meio de peças publicitárias veiculadas em TV, jornal e internet, além da cobertura editorial dos veículos do Grupo RBS.

A campanha não recebe somente agasalhos, mas tudo que possa ser útil: como roupões, pantufas, toalhas de banho, lençóis, cobertores, travesseiros, roupas íntimas, calçados, luvas, toucas, meias-calça, cachecóis, etc.

Nesta edição, apoiada pelo SESC, os patrocinadores são Tractebel, Transul, Amurel, Toyoville e Prefeitura de Itá.

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16 jun15:25

Campanha do Agasalho 2012 da RBS TV Chapecó

A RBS TV Santa Catarina promove a 15ª edição da Campanha do Agasalho. Com o objetivo de valorizar a importância da doação e instigar a sociedade a contribuir com um ato de solidariedade o slogan deste ano é “A solidariedade não tem fim”. As doações podem ser feitas até o dia 24 de junho, nos postos de coleta que estarão disponíveis em cada uma das praças da emissora. Já foram arrecadadas mais de cinco mil peças.

Em Chapecó as doações podem ser realizadas na sede da emissora e nos postos: Prefeitura Itá, Assistência Social de Itá, Rádio Comunitária de Itá, Fórum de Itá, Celeiro Center de Chapecó, Celeiro Itália de Chapecó, Celeiro Norte de Chapecó, Paseo Avenida de Chapecó, Sesc de Chapecó e Sesc de Concórdia.

Realizada desde 1998, a campanha envolve centenas de entidades cadastradas e empresas parceiras na arrecadação de donativos, beneficiando milhares de famílias. Para atingir este objetivo, as doações serão incentivadas por meio de peças publicitárias veiculadas em TV, jornal e internet, além da cobertura editorial dos veículos do Grupo RBS.

A campanha não recebe somente agasalhos, mas tudo que possa ser útil: como roupões, pantufas, toalhas de banho, lençóis, cobertores, travesseiros, roupas íntimas, calçados, luvas, toucas, meias-calça, cachecóis, etc.

Nesta edição, apoiada pelo SESC, os patrocinadores são Tractebel, Transul, Amurel, Toyoville e Prefeitura de Itá.

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11 jun14:23

Campanha do Agasalho 2012 RBS TV Chapecó

A RBS TV Santa Catarina iniciou no dia 11 de maio a 15ª edição da Campanha do Agasalho. Com o objetivo de valorizar a importância da doação e instigar a sociedade a contribuir com um ato de solidariedade o slogan deste ano é “A solidariedade não tem fim”. As doações podem ser feitas até o dia 24 de junho, nos postos de coleta que estarão disponíveis em cada uma das praças da emissora.

Em Chapecó as doações podem ser realizadas na sede da emissora e nos postos: Prefeitura Itá, Assistência Social de Itá,Rádio Comunitária de Itá, Fórum de Itá, Celeiro Center de Chapecó, Celeiro Itália de Chapecó, Celeiro Norte de Chapecó, Paseo Avenida de Chapecó, Sesc de Chapecó e Sesc de Concórdia.

Realizada desde 1998, a campanha envolve centenas de entidades cadastradas e empresas parceiras na arrecadação de donativos, beneficiando milhares de famílias. Para atingir este objetivo, as doações serão incentivadas por meio de peças publicitárias veiculadas em TV, jornal e internet, além da cobertura editorial dos veículos do Grupo RBS.

A campanha não recebe somente agasalhos, mas tudo que possa ser útil: como roupões, pantufas, toalhas de banho, lençóis, cobertores, travesseiros, roupas íntimas, calçados, luvas, toucas, meias-calça, cachecóis, etc.

Nesta edição, apoiada pelo SESC, os patrocinadores são Tractebel, Transul, Amurel, Toyoville e Prefeitura de Itá.

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10 jun14:29

Made in Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Mariana Batistello, 24 anos é mãe de Valentina, 7 anos, Monalisa, 9 e Felippa (Pipa), 3 anos. As filhas são duas bonecas Blythes e uma Lati Yellow que conheceu quando cursava Design de Moda em Chapecó. Aquilo que parecia brincadeira rendeu a chapecoense uma oportunidade de ganhar dinheiro. Hoje ela exporta roupas de boneca para seis países.

Ela lembra que viu pela primeira vez as bonecas quando precisou fazer um trabalho de aula. – Estávamos organizando um Fashion Dolls e a maioria das minhas colegas iriam usar a Barbie. Eu queria outra boneca, foi aí que encontrei na internet as Blythes e me apaixonei – lembra.

As bonecas não são baratas, custam entre R$ 300 e R$ 2 mil.

–  Quanco comprei a Valentina eu estava de mudança para morar com o meu namorado e havia deixado um dinheiro com ele. Quando pedi o valor para comprar a boneca ele foi contra– lembra Mariana. Assim como o namorado ninguém da família apoiava a ideia de Mariana. – Minha avó dizia tu vai comprar uma boneca Mariana, pra quê? – conta.

O sonho começou a se realizar quando o namorado deixou a quantia na casa da mãe de Mariana.

– Corri para a internet e fechei o negócio – lembra.

Isso foi em 2009 e logo após a compra Mariana começou a ter sintomas de gravidez. –  Assim que a Valentina chegou fiquei melhor – contou a designer.

É comum esse tipo de boneca ter mãe, madrinha, tias, amigas. Mariana conta que achou isso estranho no começo, mas depois percebeu que era uma maneira de interagir e criar amizade com outras colecionadoras. – É um universo a parte. Tem até meninas especializadas em customização de maquiagem e cabelo – conta.

Foi então que Mari resolveu reunir ‘ a brincadeira’ com aquilo que mais gosta de fazer: costurar. Ela começou a fazer roupas para a Valentina e produzia fotos com ela e postava em um site na internet. Outras ´mães´ gostaram e pediram se ela faria para vender.

No começo Mariana tinha medo de ser taxada como costureira de roupa de bonecas. Com criatividade e persistência ela provou o contrário. Hoje, além de costurar, ela desenvolve modelos diversificados e estampas exclusivas para as roupas.

Depois de concluir o curso de Designer de Moda, Mari decidiu investir em uma marca e criou a Pequena Valentina. Atualmente a micro empreendedora produz uma média de 60 peças e fatura cerca de R$ 1,5 mil por mês. As peças custam a partir de R$ 6 uma meia-calça até uma média de R$ 30 um vestido ou moletom.

Além da venda na internet, através do site da marca Pequena Valentina para todo o Brasil, Mariana, exporta para países como Estados Unidos, França, Canadá, Cingapura, Israel e Espanha.


Colecionadoras em Santa Catarina

Em Chapecó, segundo Mariana, são mais de 10 colecionadoras de Blythes. No estado o número passa de 60, entra meninas e meninos. Para se manter atualizadas e para que as madrinhas possam ver as afilhadas são realizados encontros. Esse ano foi realizado um encontro no mês de abril em Joinville e outro no começo de junho em Blumenau.

- Já organizei 12 encontros em Chapecó e colecionadoras de outros estados vieram pra cá – lembra Mariana que esteve em Porto Alegre, no início de maio, onde participou de um encontro com outras colecionadoras.


As Blythes

Quando foram lançadas em 1972, as bonecas de 28 cm assustavam os compradores por causa do tamanho da cabeça e olhos exagerados. O que seria o diferencial da marca, já que os olhos mudam de cor e posição ao puxar uma corda amarrada atrás da cabeça, acabou tirando a boneca das prateleiras um ano depois do lançamento.

Vinte e cinco anos depois a jornalista americana Gina Garan ganhou uma Blythe de presente e a fotografou em diversos lugares, resultando no livro “This is Blythe” e no ressurgimento da boneca.

Em 1999 as neos Blythes foram produzidas pela empresa Takara, com autorização da Hasbro, detentora da marca. Elas fazem sucesso entre profissionais do mundo da moda, artes e fotografia.


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05 jun08:31

Bazar da Campanha do Agasalho em Abelardo Luz

Começa neste sábado, dia 9 de junho, a distribuição de roupas arrecadadas durante a Campanha Unificada do Agasalho 2012 em Abelardo Luz. As entidades parceiras vão entregar os donativos às famílias de baixa renda em forma de bazar, das 9h às 16h, na sala anexa ao Centro Comunitário da Igreja Matriz.

Além de roupas, também serão distribuídos cobertores e calçados.

- As famílias carentes serão cadastradas e poderão escolher as peças que mais necessitam para passar bem o inverno – explica a assistente social Helenice Babinski.

A Campanha Unificada do Agasalho já recolheu mais de duas mil peças no município. O dia “D” de arrecadação aconteceu no sábado, dia 2, com o envolvimento de voluntários das entidades e empresas parceiras.

- As doações ainda podem ser feitas até sexta-feira no horário de expediente da prefeitura ou deixadas no local de separação das 19h às 21h – ressalta Helenice.


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02 jun10:28

Campanha do Agasalho 2012 RBS TV Chapecó

A RBS TV Santa Catarina iniciou no dia 11 de maio a 15ª edição da Campanha do Agasalho. Com o objetivo de valorizar a importância da doação e instigar a sociedade a contribuir com um ato de solidariedade o slogan deste ano é “A solidariedade não tem fim”. As doações podem ser feitas até o dia 24 de junho, nos postos de coleta que estarão disponíveis em cada uma das praças da emissora.

Em Chapecó as doações podem ser realizadas na sede da emissora e nos postos: Prefeitura Itá, Assistência Social de Itá,Rádio Comunitária de Itá, Fórum de Itá, Celeiro Center de Chapecó, Celeiro Itália de Chapecó, Celeiro Norte de Chapecó, Paseo Avenida de Chapecó, Sesc de Chapecó e  Sesc de Concórdia.

Realizada desde 1998, a campanha envolve centenas de entidades cadastradas e empresas parceiras na arrecadação de donativos, beneficiando milhares de famílias. Para atingir este objetivo, as doações serão incentivadas por meio de peças publicitárias veiculadas em TV, jornal e internet, além da cobertura editorial dos veículos do Grupo RBS.

A campanha não recebe somente agasalhos, mas tudo que possa ser útil: como roupões, pantufas, toalhas de banho, lençóis, cobertores, travesseiros, roupas íntimas, calçados, luvas, toucas, meias-calça, cachecóis, etc.

Nesta edição, apoiada pelo SESC, os patrocinadores são Tractebel, Transul, Amurel, Toyoville e Prefeitura de Itá

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23 abr16:16

Gêmeas usam roupas iguais há 71 anos

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Chinelo marrom, bermuda azul e camisa branca com estampas coloridas. Há 71 anos as gêmeas Edeltraud e Gertrudes Schuster usam roupas exatamente iguais. –A mãe acostumou quando eram pequenas e desde então tem que ser bem igual – comenta a irmã mais velha, Teloca Schuster. As três irmãs moram juntas desde 1985 numa casa de madeira, com paredes verdes e área pintada de marrom, onde quase diariamente recebem visitas para conversar e tomar chimarrão.

A bebida aliás não pode faltar para as gêmeas. As duas acordam cedo, por volta das sete horas. Como dormem no mesmo quarto, a primeira decisão é sobre a roupa que vão usar.

Depois, vão acender o fogão a lenha. Gertrudes é a responsável por fazer o chimarrão. E, mesmo quando saem para passear, deixam uma garrafa térmica com água quente para o caso de receberem visitas.

As duas preparam juntas as refeições. – Gostamos de tudo: mandioca, feijão, arroz – conta Gertrudes. O que uma come, a outra come também. Aliás as duas sabem até fazer pão de milho, cuca, geleia e bolacha pintada. Até a roupa no varal elas recolhem juntas.

Só não gostam de tricô e crochê. –Não tempos paciência para isso- explicou Gertrudes. O que elas gostavam mesmo era de trabalhar na agricultura. Mas, com o passar dos anos, o serviço foi ficando muito pesado. Mesmo assim o jardim, que é cheio de flores, ainda recebe o cuidado carinhoso das gêmeas.

Quem não as conhece às vezes leva até um susto, ao ver duas senhoras grisalhas no pátio com roupas iguais. –Tem gente que pensa estar “vendo coisas”- explicou Teloca, sobre uma possível ilusão de ótica.

Mas a maioria dos moradores de São Carlos já conhece as duas. Até para chamar o táxi é só dizer que é na “casa das gêmeas”. O mesmo serve como referência para a entrega do supermercado. O que não pode faltar nas compras é banana.

Ambas garantem que não saem sem ter roupas iguais. Tanto que nas lojas, quando gostam de uma peça, só compram se o lojista encomendar outra igual. Às vezes vão fazer compras em Chapecó onde é mais fácil achar peças duplas. Elas afirmam que entram em consenso na hora de escolher as roupas. –Decidimos as duas juntas- explica Edeltraud, ao colocar uma camisa azul estampada de flores, para tirar mais fotografias.

Edeltraud parece ser mais quieta que Gertrudes, que é um pouco mais magra. Mas as diferenças param por aí. Nenhuma quis saber de namorado. Nem em bailes gostam de ir. Uma das poucas atividades que fazem separadas é ir na missa. Uma vai num domingo, outra vai noutro. Teloca disse que o padre até se confundiu, pensando que somente uma frequentava a igreja.

Mas quem convive com elas, vê que não são idênticas. Ainda bem, pois com roupas iguais seria difícil saber quem é quem. Edeltraud e Gertrudes garantem que nunca brigaram. É um exemplo de que é possível uma convivência harmônica e fraterna durante décadas.




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02 nov11:38

Empreendimento ousado em Concórdia

RBSTV CONCÓRDIA

Uma granja em Fragosos, interior de Concórdia, onde antes eram criados suínos, hoje são confeccionadas roupas de grife. Os empresários Odílio Lins Junior e Mônica Brancher Lins transformaram a propriedade, que chegou a ser considerada uma granja modelo, em um empreendimento de sucesso.

A decisão de instalar a fábrica no local foi uma alternativa encontrada por Odílio e Mônica para driblar as dificuldades que enfrentavam na capital do estado, onde a empresa surgiu. No local são produzidas roupas para três diferentes marcas.

- Em Florianópolis pagávamos R$ 4 mil em aluguel, enfrentávamos o trânsito e estava ficando complicado. E isso motivou com que viéssemos para cá – disse Especialista em Moda, Mônica Brancher Lins.

Nas prateleiras do escritório da empresa estão inúmeros troféus do tempo em que a granja dos pais de Odílio era considerada uma propriedade padrão. Isso nos anos 70. Na década seguinte, descontente com algumas mudanças na forma de criar os suínos, o pai de Odílio decidiu abandonar a suinocultura e a estrutura foi desativada.

- O galpão que hoje abriga parte da fábrica e loja e o setor administrativo era uma maternidade de criação de suínos. Ele ficou 20 anos desativado. Quando chegamos ainda existiam as parideiras, nos removemos e tivemos que reformar piso eo telhado – lembra Odílio Lins Junior,  administrador da empresa.

O casal fez questão de manter o aspecto rústico do local. O telhado continua o mesmo. Não há forro e nem vai ser colocado. Os suportes dos cabides, por exemplo, foram feitos reaproveitando a estrutura das baias. Na sala de corte pouca coisa foi alterada.

A transferência da confecção para Concórdia foi em 2008. Odílio conta que foi bastante criticado por esta decisão. – As pessoas diziam que éramos loucos em trocar a capital e se instalar numa cidade do interior.

Trabalham para a empresa 20 profissionais que produzem cerca de duas mil peças por mês. O casal comemora os resultados obtidos com a mudança.

- A demanda está cada vez maior. Estamos vendendo para São Paulo, Nordeste e também na região Sul e a expectativa é crescer, melhorar cada vez mais – disse Mônica.


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