Russo

10 fev15:02

Chapecoense no futsal da Rússia

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Há um no futsal russo, o chapecoense Carlos Vagner Gularte Filho, também conhecido como Ferrão, encerrou nesta semana a folga de 10 dias para visitar a família em Chapecó. Ontem ele retornou para cidade de Tyumen, na região da Sibéria.

O pivô contou que o mais complicado foi se adaptar a língua e ao frio, logo que chegou . – A saudade da família e dos amigos também pesou um pouco, mas a gente dá uns dribles nisso – contou o jogador, que mora com a mulher Cátia.

Ferrão já aprendeu algumas palavras em russo, mas a ajuda do tradutor é fundamental na hora dos treinos. – Ele ajuda muito- lembrou. Além de Ferrão, mais três jogadores são brasileiros e o preparador físico também fala em português.

Nas últimas duas semanas o time estava de recesso. – Como não conseguimos vir no natal e ano novo, aproveitamos esse tempinho para matar a saudades – contou o atleta. Ele tenta fugir do frio, mas não consegue. As férias dele são em julho, bem no período que esquenta no Hemisfério Norte. -Aí venho para a casa dos pais “pegar” mais frio – lamentou.

Filho do jogador de futebol Ferrão, que jogou no Grêmio e na Chapecoense, Carlos Vagner sempre gostou de futsal. Ele até fez testes para o campo, mas viu que essa não era a sua.

Iniciou a carreira nas categorias de base do Clube Recreativo Chapecoense. – Foi nas quadras do CRC que confirmei a minha paixão pelo futsal – lembra. Em 2005 o pivô foi para a equipe de Palmitos. Na sequência, foi para o Krona de Joinville, onde permaneceu por dois anos. Ferrão, que já atuou em jogos pela seleção brasileira de futsal, passou também pelas equipes do Atlântico em Erechim/RS, Cortiana/UCS e em 2010 retornou para o Norte Catarinense.

- Fiquei em Joinville até o começo de 2011 quando recebi o convite para atuar no MFK Tyumen na Rússia – conta o atleta. Ele disse que a proposta era irrecusável. – O salário foi primordial para a decisão – disse. O time russo também pagou a multa rescisória para o Krona.

O contrato com o time russo vai até 2013 e ele pretende renovar com a equipe. – Não pretendo voltar tão cedo. É complicado ficar longe da família, mas está valendo a pena – completou.


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10 jan16:13

Embargo russo afetou menos do esperado as exportações de carnes brasileiras

O embargo imposto pelo governo russo a vários estabelecimentos brasileiros não afetou como se imaginava as exportações brasileiras globais de carnes em 2011. Os embarques para a Rússia tiveram redução de 19,6%, mas, segundo o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Célio Porto, foram compensadas pelo crescimento de 14,7% nas vendas para outros mercados.

Por segmento, os embarques para a Rússia tiveram redução de 1,1% na carne bovina, 50,5% na de frango e 39,4% na suína. No entanto, para outros mercados, houve aumento de 11,5%, 19,9% e 7%, respectivamente.

O embargo a diversas plantas frigoríficas brasileiras foi anunciado em junho de 2011 e desde então os governos russo e brasileiro não conseguiram resolver o problema. Porto acredita que a entrada da Rússia na Organização Mundial e Comércio (OMC), oficializada em 1º de janeiro, pode facilitar as negociações, já que a Rússia será obrigada a seguir regras internacionais.

Até agora, o governo russo vinha exigindo do Brasil, que segue o regulamento da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), regras específicas da união aduaneira formada por Bielorússia, Cazaquistão e Rússia.


AGÊNCIA BRASIL




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