Santa Catarina

25 nov09:03

Fim de semana terá sol entre nuvens e possibilidade de chuva isolada em Santa Catarina

O sol deve aparecer entre nuvens nesta sexta-feira em Santa Catarina. À tarde, há possibilidade de chuva isolada do Meio-Oeste ao Litoral, segundo a Epagri/Ciram, órgão estadual que monitora as condições climáticas.

>>> Confira o blog do Puchalski

As máximas chegam entre 28ºC e 29ºC na Grande Florianópolis, no Litoral Norte, no Planalto Norte, no Vale do Itajaí e no Sul. No Oeste, os termômetros atingem 31ºC. Na Serra, não passam de 25ºC.

No sábado e no domingo, o tempo nublado varia com aberturas de sol no decorrer do dia. Da Serra ao Litoral, haverá condições de chuva isolada, principalmente à noite e no início da manhã. Temperaturas ficam elevadas.

DIÁRIO CATARINENSE

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23 nov18:36

Anunciada construção de cinco prisões femininas em Santa Catarina

A Secretaria da Justiça e Cidadania anunciou numa nota oficial que irá destinar o dinheiro do governo federal (R$ 40 milhões) para construção de cinco prisões femininas em Santa Catarina.

Serão abertas 860 vagas em duas penitenciárias (Sul e Vale do Itajaí) e três presídios (Tubarão, Joinville e Chapecó). A verba é do Programa Nacional de Apoio ao Sistema Prisional do Ministério da Justiça lançado nesta quarta-feira em Brasília.

Segundo a secretaria, o projeto da nova penitenciária da Capital é outro e já teria assegurado R$ 40 milhões.


DIÁRIO CATARINENSE



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23 nov12:08

Pesquisa aponta situação da mobilidade urbana em 10 cidades catarinenses

Carolina Moura e Aline Rebequi

Os detalhes da pesquisa sobre Mobilidade Urbana, realizada pelo Grupo RBS em parceria com o Instituto Mapa, foram compilados em um infográfico interativo. Além das informações no infográfico, os jornais Diário Catarinense, A Notícia e Jornal de Santa Catarina também divulgam a pesquisa em um caderno especial, veiculado nesta quarta-feira.

>> Veja no infográfico interativo os índices por cidade e por tópico analisado

A pesquisa foi feita entre 6 e 28 de agosto com 4.060 pessoas nas 10 cidades mais populosas do Estado: Blumenau, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages, Palhoça e São José. Opinaram motoristas, motociclistas, pedestres, ciclistas e usuários do transporte coletivo e táxis, que atribuíram notas de zero a 10 a diversas questões relacionadas à mobilidade.


Confira o caderno de 24 páginas lançado pelos jornais Diário Catarinense, A Notícia e Jornal de Santa Catarina

A média do Índice de Mobilidade Urbana nas 10 cidades é de 4,8, em uma escala de zero a 10. Nesse índice são avaliadas questões como o transporte coletivo, sistema viário, sinalização, ciclovias, obras, trânsito e vagas de estacionamento. O item que teve a pior avaliação no estado foram as ciclovias, com uma média de 3,8.

Nenhum dos tópicos, porém, chegou ao índice 7 em nenhuma das cidades. Palhoça, a cidade com o pior índice, fica em último lugar na maior parte das categorias, com exceção do transporte coletivo e do trânsito. Nessas categorias, a avaliação mais baixa fica com Florianópolis, que detém o segundo pior índice geral da pesquisa.

O índice mais alto, de 5,7, ficou com Lages, no Planalto Serrano. Os números também apontam que 64% dos catarinenses têm um carro na garagem e 16% tem mais de um. Mas 82% dos entrevistados disseram que passariam a usar ônibus se ele fosse rápido, barato e confortável. Quanto ao uso da bicicleta, 70% dos entrevistados também afirmaram que a utilizariam como meio de transporte se houvesse mais ciclovias nas cidades.

— Os dados provam que o problema não é difícil de solucionar, basta vontade política para tanto —, afirma o especialista em planejamento urbano Elson Manoel Pereira, que participou do fórum.

Diante dos resultados, especialistas e autoridades concordaram: a solução para a mobilidade urbana no Estado está no transporte multimodal, ou seja, aquele que agrega bom sistema viário, transporte coletivo rápido e barato e construção de ciclovias.

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22 nov12:00

Agricultor volta a apostar no milho

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Depois de três safras seguidas com redução de área plantada, em que perdeu 20% do espaço, o milho volta a ter um crescimento no plantio. De acordo com a economista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri, Márcia Janice da Cunha Varaschin, o cereal deve ter um aumento de 5% na área cultivada. Esse número já deve estar quase consolidado, pois 95% da área já foi plantada.

No Oeste e Planalto Norte o avanço do milho deve ser ainda maior. –Nós vendemos 15% a mais de sementes- calcula o vice-presidente da Cooperativa Agroindustrial Alfa, Cládis Furlanetto. Ele avalia que o movimento representa uma recuperação de parte do espaço que o milho perdeu nos últimos anos.

Para se ter uma idéia, na safra 200/2003 foram cultivados 856 mil hectares do cereal em Santa Catarina, quase 300 mil hectares a mais do que nas últimas três safras.

A redução de área se deu em boa parte pelo baixo preço. Há dois anos a saca de milho chegou a estar em torno de R$ 16 a saca. Atualmente está em torno de R$ 24 a R$ 25.

O agricultor Claudemir Laval repetiu a área do ano passado, de 30 hectares, pois nos outros 58 hectares tinha trigo. Mas, para o ano que vem, pretende plantar pelo menos 45 hectares de milho.

Para compensar, ele investiu pesado, com semente de alta tecnologia e boa adubação. –Gastei R$ 1,5 mil por hectare- calculou. O resultado é uma lavoura mais alta que o agricultor, com uma coloração bem verde e sem nenhum ataque de pragas, em virtude do uso de semente transgênica. Essa semente tem um bacilo que libera uma toxina nas folhas que fatal para as lagartas. –A lavoura está muito bonita- comemora o agricultor, que espera colher entre 180 e 190 sacas por hectares, o dobro do que a média estadual.

O agricultor está otimista com a lavoura e, se não faltar chuva na floração, que deve começar nos próximos dias, vai ter safra cheia.

Laval estima uma lucratividade entre 35 a 40%, mantendo o atual nível de preço. Ele afirmou que nos últimos anos o resultado tem sido bom para os produtores de grãos. –Só não colheu quem não plantou- brincou.

Os bons resultados permitiram manter as máquinas em bom estado e ainda investir. Recentemente ele comprou uma área de terra. Atualmente Laval está ampliando a casa. Se confirmar a boa safra pretende até comprar um terreno na cidade. É o bom momento do campo que faz girar a economia. Afinal, colhendo bem o agricultor compra máquinas novas, troca de carro, constrói ou investe em outras áreas.


Novo recorde de produtividade


Nas últimas duas safras Santa Catarina bateu recorde de produtividade de milho. Em 2009/2010 pela primeira vez a média ficou acima das 100 sacas por hectares, chegando a 105 (6,3 mil quilos). No ano passado, melhorou ainda mais, chegando a 111 sacas (6,6 mil quilos. Para esta safra, a expectativa de crescer um pouco mais, chegando a 112 sacas (6,7 mil quilos), 1,5% a mais do que na safra passada.

Entre os fatores que colaboraram para esses bons números estão o uso de sementes com mais potencial de produção, adubação melhor e a colaboração do clima, que não vem registrando estiagens nos últimos três anos.

Um exemplo de produtor que deve aumentar a produtividade é Darci Coser, da linha Rodeio Bonito, em Xaxim. Ele trabalha com suínos e vacas leiteiras. Por isso tem 18 hectares de pastagem e apenas sete de lavoura. Coser vai plantou os sete hectares de milho, como fez no ano passado. Mas a colheita deve ser 20% superior. –A lavoura está mais bonita- disse Coser, que espera colher entre 140 e 150 sacas por hectare, contra 120 da safra passada.

Isso é resultado da boa chuva e também do investimento maior em adubação. Coser disse que utilizou 100 quilos a mais de adubo por hectare, passando de 150 para 250 quilos. Além disso utilizou 250 quilos de uréia.

Toda a produção deve ser destinada para as 33 vacas, que produzem 25 mil litros de leite por mês.


Milho em SC

PRODUÇÃO (mil toneladas)

2002/2003: 4.311

2003/2004: 3.258

2004/2005: 2.800

2005/2006: 2.886

2006/2007: 3.863

2007/2008: 4.133

2008/2009: 3.265

2009/2010: 3.693

2010/2011: 3.606

2010/2012: 3.836*


ÁREA PLANTADA (mil hectares)

2002/2003: 856

2003/2004: 816

2004/2005: 796

2005/2006: 784

2006/2007: 706

2007/2008: 715

2008/2009: 667

2009/2010: 586

2010/2011: 541

2011/2012: 567*



Fontes: Cepa/Epagri com dados do IBGE e Conab | (*) estimativa




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22 nov09:24

Tempo continua instável em Santa Catarina nesta terça-feira

O tempo ainda fica instável em Santa Catarina nesta terça-feira. Porém, no decorrer da tarde, o tempo melhora a partir do Oeste, segundo a Epagri/Ciram, órgão estadual que monitora as condições climáticas.

As máximas chegam entre 23ºC e 24ºC na Grande Florianópolis, no Litoral Norte, no Planalto Norte e no Oeste. No Vale do Itajaí e no Sul, os termômetros ficam entre 21ºC e 22ºC. Na Serra, não passam de 18ºC.

Na quarta-feira, o sol aparece entre algumas aberturas entre a Grande Florianópolis e o Norte do Estado. Nas demais regiões, o tempo fica seco com céu limpo. As temperaturas permanecem amenas.

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18 nov18:30

Radiação solar pode atingir nível máximo neste fim de semana em Santa Catarina

Joyce Santos

A radiação solar pode atingir o nível máximo do Índice Ultravioleta (IUV) neste fim de semana em Santa Catarina. A escala de radiação vai até 14 e a previsão é que, neste fim de semana, ela varie de 12 a 14, principalmente no Oeste e Meio-Oeste do Estado. No Litoral, a nebulosidade deve amenizar a situação mas, ainda assim, os especialistas alertam para alguns cuidados. Os danos à saúde começam a partir do nível 8.

O alerta é da Epagri e já é o segundo em um mês em Santa Catarina. Segundo o meteorologista Marcelo Martins, é natural a radiação aumentar na transição da primavera para o verão, especialmente após vários dias de sol seguidos.

— É importante que as pessoas tenham consciência da situação. Crianças e idosos e pessoas de pele clara costumam ser ainda mais vulneráveis. Mesmo se o dia estiver nublado, os raios atravessam as nuvens.

Alguns cuidados podem ser adotados para evitar a exposição ao sol. A médica oncologista do Cepon Senen Hauff explica que o câncer de pele representa 30% dos casos da doença no Brasil. A pele seria como um escudo, com células de defesa contra agressões externas como ventos, radiação, cortes e poluição.

— As pessoas ainda não tomaram consciência da necessidade de proteção. Há horários, em torno do meio-dia, em que as pessoas não deveriam sair de casa. Neste período é como se a pele fosse atingida por agulhadas. Os raios penetram na pele e provocam a quebra das nossas proteções, explica a oncologista.

O caso dos trabalhadores do Oeste é ainda mais grave. Como a maioria tem a pele clara e se expõe ao sol em horários críticos, a recomendação é usar chapéu com abas de no mínimo oito centímetros, camisetas de cor escura com mangas até os cotovelos e bermudas até o joelho. As partes do corpo que mais precisam de proteção, segundo as orientações da oncologista, são rosto, orelhas, pescoço e tronco.

O assessor da Associação dos Pequenos Agricultores do Oeste Catarinense (Apaco), Gelso Marchioro, explica que os trabalhadores rurais sentem a mudança na radiação solar.

— Há mais ou menos 20 anos, os agricultores ficavam o dia todo na lavoura. Agora, eles não conseguem mais. O sol está muito quente e as pessoas não aguentam ficar tanto tempo expostas. Os fortes raios solares também prejudicam a produção, algumas espécies não conseguem fazer a fotossíntese.

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18 nov17:42

Policiais civis de Santa Catarina suspendem paralisação até primeiro de dezembro

O governo de Santa Catarina terá até o dia primeiro de dezembro para apresentar nova proposta ao policiais civis. Até lá, ele irão suspender a paralisação por melhores salários. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, em assembleia da categoria, em Florianópolis.

Passado o prazo, os policiais irão se reunir novamente para votarem o indicativo de greve, o que pode levar há uma nova paralisação. Os protestos dos policiais começaram na quarta-feira. Nas delegacias estavam sendo registrados apenas os casos graves.


DIÁRIO CATARINENSE

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17 nov09:17

Santa Catarina tem tempo seco e temperaturas amenas nesta quinta-feira

O sol continua predominando em Santa Catarina nesta quinta-feira. Não há previsão de chuva para o Estado, segundo a Epagri/Ciram, órgão estadual que monitora as condições climáticas.

As máximas chegam entre 22ºC e 24ºC na Grande Florianópolis, no Oeste, no Sul, no Vale do Itajaí e no Litoral Norte. No Planalto Norte, os termômetros atingem 22ºC. Na Serra, não passam de 19ºC.

Na sexta-feira, o tempo segue segue em SC. As temperaturas ficam baixas na madrugada e ao amanhecer, com formação de geada fraca nas áreas altas do Serra.


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17 nov00:09

Mesmo com reajuste de 8% no salário, Polícia Civil decide manter greve

Diogo Vargas | diogo.vargas@diario.com.br*

Mesmo com o reajuste de 8% anunciado pelo governo, os policiais civis decidiram manter a paralisação nas delegacias de polícia de Santa Catarina até quinta-feira. O atendimento e as investigações estão comprometidos nesse período. A internet é a saída para quem precisa fazer boletim de ocorrência (www.pc.sc.gov.br).

Nesta quinta-feira, segundo dia do movimento, os policiais civis marcaram manifestação para as 9h na frente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), de Florianópolis, no Bairro Estreito. A categoria quer aumentar a participação de servidores do órgão de trânsito que, na quarta-feira, praticamente mantiveram o atendimento normal.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Pedro Joaquim Cardoso, estima em 90% a adesão dos agentes de polícia pelo Estado. Na Grande Florianópolis, a participação de delegados, escrivães e investigadores também é significativa. Um grupo protestou em frente a 5ª DP, na Trindade, e na Casa d’Agronômica, mas nenhum incidente foi registrado.

Nas delegacias, os policiais atendem apenas casos graves como homicídios, assaltos e flagrantes. Na Central de Polícia de Florianópolis e de São José, nenhum boletim de ocorrência foi efetuado de manhã e tarde. A assembleia geral dos policiais será quinta-feira às 14 horas no Golden Hotel, em São José. Por enquanto, o indicativo é de greve geral, boicote à operação Veraneio e entrega de cargos comissionados por delegados.

— Isso não é o aumento (8%), é só inflação. Estamos no fundo do poço. O agente arrisca a vida, dá plantão e recebe R$ 781 de salário — lamentou o delegado Renato Hendges, presidente da Associação dos Delegados de Polícia (Adepol).


Policiais parados no Oeste

Cerca de 100 policiais estão parados nos municípios de abrangência da 12 Delegacia Regional de Chapecó, segundo o vice-presidente da Associação Regional dos Policiais Civis, Selmiro Rauber.

Nas delegacias de Chapecó foram registrados apenas os flagrantes e boletins de estupro, homicídio, seqüestro e roubo. Outros serviços estão suspensos por três dias. Teones Andrade, que é funcionário de uma agroindústria da cidade, foi buscar a documentação da motocicleta e não conseguiu. –Disseram pra voltar na segunda-feira-explicou. O mesmo ocorreu com Odair José Ramos, que foi retirar a Carteira de Habilitação.

Os manifestantes usaram camisetas, colocaram faixas e distribuíram panfletos onde pedem reposição salarial.


*colaborou Darci Debona.


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16 nov10:24

Censo 2010: Santa Catarina tem 500 mil mulheres a mais do que homens

Mulher, branca, com idade entre 25 e 29 anos, alfabetizada e vive na cidade. Este é perfil da maior fatia do população catarinense, de acordo os números finais do Censo 2010 divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme a pesquisa, feita em 2,1 milhões de domicílios do Estado, ela divide a residência — que é própria — com pelo menos outras duas pessoas, que são possivelmente um cônjuge do sexo oposto e um filho ou enteado, e não é responsável pelo sustento da família.

A renda per capita dos integrantes da família fica entre um e dois salários mínimos (foi levado em consideração o rendimento da época da pesquisa, R$ 510) e mora no Vale do Itajaí, região mais populosa do Estado.

Hoje, somos mais de seis milhões no Estado. Mais de 80% desta população vive na área urbana e a maior parte dela é composta por mulheres — são cerca de 500 mil representantes a mais do sexo feminino. Mais de 5 milhões de catarinenses são brancos, seguidos por quase 800 mil pardos, apenas 183 mil pretos, 26 mil amarelos e cerca 16 mil indígenas.

Origem dos números

As visitas do IBGE aos domicílios começaram em primeiro de agosto de 2010. O último Censo desta magnitude foi realizado no ano 2000. Esta é a única pesquisa domiciliar que oferece um amplo conjunto de informações demográficas, socioeconômicas e habitacionais sobre os 293 municípios catarinenses.

São contempladas características como relações de parentesco, educação, trabalho, renda, cor e raça. O estudo deve embasar o planejamento público e privado da próxima década.


ANELIZE SALVAGNI

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