Santa Catarina

22 jul13:18

Grupo RBS lança projeto Peneirinha Gillette em Santa Catarina

Com a presença de craques do passado como Oberdan, Adilson Heleno, Albeneir, Almir, Balduíno, Flávio Roberto e Agnaldo, o Grupo RBS e a P&G lançaram o Peneirinha Gillette, em Santa Catarina, no final da manhã da sexta-feira, dia 20 de julho.

O projeto, realizado também no Rio Grande do Sul, vai garimpar novos de talentos e oferecer oportunidades para criança de 8 a 12 anos em seletivas regionais. Os melhores serão premiados com um ano de treinamento em uma escolinha de futebol de seu município e duas semanas em um centro de preparação de um clube de ponta da Europa.

As inscrições se iniciam no dia 8 de agosto, quando estará disponível o site do projeto. As peneiras em Santa Catarina, onde serão realizadas seis seletivas regionais, começam no dia 22 e 23 de setembro, em Joinville e Blumenau.

Para participar, é preciso preencher a ficha de inscrição até a terça-feira anterior à data da seletiva em que o candidato se apresentará. Caso perca esse prazo, a criança também poderá se inscrever no dia da peneira, indo ao local onde ela se realiza.

— O projeto busca identificar e selecionar talentos e a gente acredita que possa ter um impacto relevante preparando as crianças para um desafio no futuro, além de levar uma perspectiva nova, inclusive para as famílias — explica o diretor de planejamento e markentig do Grupo RBS em Santa Catarina, Eduardo Gerchman.

Não há limite para o número de participações, o que significa que, caso seja reprovado, o menino poderá fazer uma nova tentativa em uma seletiva de outra cidade. Os candidatos serão divididos em duas categorias: 8 e 9 anos e 10 a 12 anos.

— Queremos fortalecer a ideia de que todo mundo pode ter um campeão em casa. E, com isso, envolver as famílias no processo das peneiras, incentivar as crianças a estarem no esporte e testemunhar a realização de alguns sonhos — diz Fernando Souza, gerente de marketing da Gillette.

As peneiras em cada região classificam 180 garotos em Santa Catarina e 270 no Rio Grande do Sul, que participam de dois dias de jogos para definir os campeões. As seletivas finais se realizarão em Florianópolis, onde dois garotos serão escolhidos, e em Porto Alegre, onde quatro meninos serão os vencedores.

Para participar das peneiras, a criança deverá estar acompanhada de um responsável e apresentar um comprovante de matrícula, de qualquer escola de seu Estado. O Peneirinha Gillette é uma realização da P&G em parceria com o Grupo RBS. O projeto tem o apoio das federações Gaúcha e Catarinense de futebol.


O projeto:

SC: seis seletivas regionais + uma seletiva final

RS: nove seletivas regionais + uma seletiva final

Categorias:

_ 8 e 9 anos

_ 10 a 12 anos


Cada seletiva tem a duração de dois dias (sábado e domingo)

_ Inscrições:

A partir de 8 de agosto


_ Pelo site (disponível em 8 de agosto)

O candidato deve preencher a ficha de inscrição até a terça-feira anterior à seletiva da qual deseja participar e identificar em qual cidade se apresentará.

_ Pelo formulário impresso

Os formulários de inscrição impressos estão disponíveis nas escolas e nas sedes do Grupo RBS em Florianópolis e no interior. O candidato deve preencher e entregar pessoalmente na RBS, enviar via fax ou pelo correio, no máximo a 10 dias da seletiva.

_ No dia da peneira

Caso o candidato tenha perdido o prazo de inscrição para a seletiva em sua cidade, pode se apresentar no dia e realizá-la no local.


Documentação necessária:

1. Comprovante de matrícula e frequência escolar;

2. Comprovante de inscrição;

3. Assinatura do responsável.

* Cada candidato deve estar acompanhado de seu responsável durante os dois dias de seletiva. A organização do Peneirinha Gilette não fornecerá ajuda de custo para as despesas do candidato durante o período de seleção.


Calendário de peneiras:


Santa Catarina:

_ 22 e 23 de setembro: Joinville e Blumenau

_ 13 e 14 de outubro: Florianópolis e Criciúma

_ 27 e 28 de outubro: Lages

_ 3 e 4 de novembro: São José

Classificam 180 jogadores no sábado.

No domingo, saem 60 finalistas (30 em cada categoria)


Rio Grande do Sul:

_ 8 e 9 de setembro: Caxias do Sul

_ 15 e 16 de setembro: Santa Rosa e São Leopoldo

_ 29 e 30 de setembro: Santa Maria e Santa Cruz

_ 20 e 21 de outubro: Pelotas e Santana do Livramento

_ 27 e 28 de outubro: Passo Fundo

_ 3 e 4 de novembro: Porto Alegre

Classificam 270 jogadores no sábado.

No domingo, saem 60 finalistas (30 em cada categoria)


Seletivas finais:

_ Santa Catarina: 10 e 11 de novembro – 2 vencedores

_ Rio Grande do Sul: 17 e 18 de novembro – 4 vencedores


Premiação:

_ 1 ano em uma escolinha de futebol de sua cidade

_ 15 dias de oficina esportiva em um clube europeu

_ Brindes do patrocinador


DIÁRIO CATARINENSE



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21 jul11:29

Massa de ar frio mantém o tempo seco neste fim de semana em Santa Catarina

Guilherme Lira | guilherme.lira@diario.com.br

A massa polar que está sobre Santa Catarina mantem o predomínio do sol neste sábado. A partir de domingo as nuvens começam a aparecer e na terça-feira pode chover em todas as regiões.

>> Confira mais detalhes no Blog do meteorologista Leandro Puchalski

Sendo assim, quem curte um bom dia de sol e frio, deve aproveitar bem este sábado que, não só deve ser ensolarado, como pode ter uma noite de céu estrelado. Com relação a temperatura, as máximas devem chegar 22ºC na Grande Florianópolis; 15ºC no Planalto Sul e 19ºC no Oeste.

Domingo, a chegada de uma massa de ar frio provoca a mudança no tempo, provocando o aumento de nuvens. As temperaturas sobem e podem chegar a 23ºC no Vale do Itajaí, 24ºC no Extremo-Oeste e 25°C no Litoral Norte. Esta condição deve se manter na segunda-feira.


Chuva isolada

O sol volta a aparecer, entre nuvens, na início da terça-feira, mas logo as nuvens encobrem o Estado. De acordo com a Epagri/Ciram—órgão que monitora as condições climáticas em Santa Catarina—a chuva deve cair primeiro do Oeste até o Litoral, atingindo as demais regiões somente à noite.

As precipitações serão resultado de um cavado—área alongada de baixa pressão que chega ao Estado naquele dia. As temperaturas se mantêm estáveis, podendo chegar a 22ºC no Meio-Oeste e 20ºC no Litoral Sul. Na Grande Florianópolis os termômetros devem indicar 23ºC na terça-feira.



DIÁRIO CATARINENSE


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21 jul11:05

Dobra número de candidatas em Santa Catarina

São 17 mil candidatos nos 295 municípios catarinenses – incluindo os novos, Pescaria Brava e Balneário Rincão – em 2012, entre concorrentes a prefeito, a vice e a vereador. O perfil médio deste exército que está na disputa pelos mandatos nas prefeituras e câmaras é homem, casado e tem idade entre 45 e 59 anos. O número de candidatas dobrou em relação a 2008. Há quatro anos, 2.489 mulheres concorriam a algum cargo. Neste ano, são 5.203 nas listas de registros de candidaturas.

O retrato é baseado nos números do balanço publicado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que indica as características eleitorais. Revela, por exemplo, o aumento de 30,7% no número total de nomes desde a última campanha municipal. E que a participação de jovens ainda é baixa.

Os perfis dos postulantes do Executivo e ao Legislativo são coincidentes em aspectos como faixa etária e estado civil, mas se distanciam quando o assunto é a escolaridade. Entre os candidatos a prefeito, 51,5% afirmaram que completaram o curso superior. Já entre os aspirantes às 2.864 vagas em disputa nas câmaras municipais prevalece o ensino médio completo (31,13%). Dos 15.698 que tentam ser vereadores, 23,21% afirmaram que terminaram uma faculdade.

– O vereador está no primeiro nível da política, é uma porta de entrada que exige menos conhecimento, aberta para qualquer tipo de perfil, onde costumam contar mais as relações pessoais com as comunidades. No caso do prefeito, se exige mais. Ele precisa abarcar o todo, saber se relacionar com instâncias superiores – afirmaValeriano Costa, professor de Ciência Política da Unicamp.

Apesar de ainda ser bem menor em relação a dos homens, a lista de mulheres candidatas aumentou em relação à última campanha municipal. Há quatro anos, por exemplo, 2.362 candidaturas femininas foram registradas em Santa Catarina. Neste ano, o número chegou a 5.037 nomes, um acréscimo superior a 100%. Os dados ainda podem mudar até agosto, quando encerram os julgamentos de todos os pedidos de impugnações encaminhados.

DIÁRIO CATARINENSE



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19 jul14:47

Número de mortes por Gripe A em Santa Catarina sobe para 62 e casos para 685

Aline Rebequi | aline.rebequi@diario.com.br

Último relatório da Diretoria de Vigilância Epidemilógica (Dive) de Santa Catarina traz dez novas mortes pelo vírus H1N1 totalizando 62 em todo o Estado. O número de casos também aumentou para 685.

Os números mostram que o vírus está mais forte, ou seja, a taxa de mortalidade passou de 7% para 9%. O das outras gripes conhecidas como comums está bem abaixo com apenas 167 casos e 6 mortes.

Desde 2009, quando 144 pessoas morreram em decorrência da infecção, o Estado não registrava um número tão elevado. No ano passado, nenhuma morte foi registrada apesar das cinco notificações feitas a partir de exames laboratoriais. Em 2010, houve 23 casos, sendo duas mortes. Há três anos, quando houve a pandemia mundial, 144 pessoas morreram em SC e foram notificados 3.029 casos.


As novas mortes

Residente em Fraiburgo, feminino, 33 anos, Tabagismo e Depressão,

Residente em Blumenau, masculino, 38 anos, Hipertensão Arterial Sistêmica e tabagismo

Residente em Fraiburgo, feminino, 48 anos, sem registro de doença crônica

Residente em Videira, feminino, 43 anos, Hepatopatia crônica e Hipertensão Arterial Sistêmica

Residente em Blumenau, feminino, 52 anos, Pneumopatia Crônica

Residente em Capivari de Baixo, feminino, 39 anos, Obesidade

Residente em São José, feminino, 83 anos, Imunodeprimido

Residente em Florianópolis, feminino, 43 anos, Pneumopatia Crônica

Residente em Ituporanga, feminino, 69 anos, Pneumopatia Crônica

Residente em Criciúma, masculino, 63 anos, Cardiopatia Crônica


DIÁRIO CATARINENSE



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19 jul12:31

Prevenção das Hepatites em Chapecó

Prevenir e combater a hepatites. Esse foi o objetivo de uma atividade realiza na quarta-feira, dia 18, em parceria com o Centro de Saúde da Família do bairro Eldorado e AIESEC, na Escola Básica Municipal Maria Bordignon Destri. Duas intercambistas, Amber Harris dos Estados Unidos e Alejandra Olano da Colômbia, conversaram com os alunos de 6ª e 7ª séries da escola, mostrando dados e passando informações sobre a doença. O evento faz parte da programação da Semana Municipal de Combate a Hepatites, de 23 à 27 de julho e também para marcar o Dia Mundial de Combate a Hepatite que acontece no dia 28 de julho.

De acordo com Maria Luiza Trizotto Stormovski, enfermeira coordenadora do setor de hepatites, é preciso que as pessoas façam os exames e procurem as vacinas, que tenham cuidados com a relação sexual sem proteção e também com relação aos materiais utilizados em ações que tenham sangue, como por exemplo, os alicates de cutícula.

- São pequenas ações que podem prevenir e evitar a doença – comentou.

Maria Luiza destaca ainda que o principal ponto com relação a hepatites é que a doença não apresenta sintomas na fase inicial, apenas na fase aguda e por isso a maioria das pessoas não sabem que tem o vírus da doença.

- As pessoas não devem esperar ter os sintomas para realizar o exame, sempre é importante procurar os centros de saúde e realizar os exames periódicos – explicou.

Em Chapecó o número de casos de hepatite B continua alto. O município é o que mais tem casos em Santa Catarina.


Vacina contra a Hepatites

Maria Luiza disse que podem ter acesso a vacina as pessoas menores de 30 anos, gestantes, doadores de sangue, militares, profissionais de saúde, manicures, motoristas, pessoas com doenças especificas.

- Todas as pessoas que não estão nesses grupos, devem realizar o exame, e se tudo der negativo, irão receber a vacina – disse.


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19 jul10:32

Claro é proibida de vender novas linhas de celular em Santa Catarina a partir de segunda

A operadora de celular Claro está proibida de vender novas linhas de celular em Santa Catarina a partir de segunda-feira. A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que fez um levantamento baseado em três critérios: interrupção de chamadas, reclamação de clientes e capacidade da rede.

Foi criado um coeficiente com base nestes quesitos e a empresa com pior avaliação em cada estado brasileiro foi proibida de comercializar novas linhas. Em Santa Catarina, a Claro tem 1,68 milhão de clientes e ocupa a terceira posição entre as operadoras com 20,7% do mercado.

>> Anatel suspenderá vendas de uma operadora em cada Estado

A proibição vale para todos o Brasil e em cada estado uma empresa foi barrada. A mais punida foi a TIM, que não pode vender novas linhas em 19 estados. A Oi está fora do mercado em cinco estados. A Vivo passou incólume.


Contraponto

A Claro informa que foi surpreendida pela suspensão temporária de novas linhas em Santa Catarina. Alega que faz fortes investimentos no Brasil, sendo R$ 3,5 bilhões apenas em 2012, e, como resultado, apresenta um dos melhores indicadores de rede medidos pela própria Anatel.

A operadora acrescenta que apresentará prontamente seu plano de investimentos que busca manter a constante excelência do serviço. Informa que o critério que impactou essa determinação da Anatel está relacionado a problemas pontuais na central de atendimento, cujas ações de melhorias já apresentaram resultados nos indicadores de junho.


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19 jul10:11

Avicultores reclamam de falta de pagamento e ração

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O alto preço dos insumos como soja e milho estão afetando também a avicultura. Tanto que avicultores integrados da Diplomata estão reclamando do atraso no pagamento e na entrega de ração.

Três mil dos 25 mil frangos da avicultora Franciane Zimmermann morreram, pelo menos dois terços deles em função da falta de ração.

– Eles começaram a se comer – disse.

Mil foram sacrificados e outros morreram debilitados pela falta de comida. Além disso ela está com o pagamento atraso.

Avicultor Mario Nerling, de Xaxim, está sem receber os dois últimos lotes.

O avicultor Mario Nerling, de Xaxim, está com dois lotes, um que entregou em abril e outro em junho, sem receber, o que totaliza R$ 11 mil.

– Estou devendo R$ 1,5 mil no mercado, R$ 1 mil para os vizinhos e R$ 1,5 mil para o banco- explicou.

Além disso ele tem mais R$ 12 mil para pagar até o final do ano, de investimentos no aviário.

Nerling disse que além de não receber chegou a ficar quatro dias sem ração.

– Dava só água – disse.

O problema é que a falta de ração prejudicou o desenvolvimento dos frangos e também o resultado. Aves que deveriam estar com 1,2 quilos em 26 dias estão com 500 a 800 gramas.

O avicultor disse que já passou por uma crise com a Chapecó Alimentos, há nove anos, que acabou indo a falência. Por isso os produtores estão se organizando para o governo federal tome alguma medida de socorro ao setor.

O Sindicato dos Produtores Rurais de Xaxim convocou uma reunião com prefeitos de 47 municípios de Santa Catarina e Paraná, para esta quinta-feira, às 14 horas, na sede do Sindicato. O objetivo é discutir a crise.

A crise já está refletindo no comércio de Xaxim. De acordo com o presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Xaxim, Aldicir Alessi, disse que as vendas nos setores ligados à agropecuária caíram 30%. A Diplomata abate 220 mil frangos por dia na unidade de Xaxim, de 250 integrados. Além disso emprega diretamente duas mil pessoas.

A empresa reconheceu dificuldades financeiras por meio de sua assessoria de imprensa. O motivo seria a suspensão de alguns contratos de exportação. A empresa informou ainda que o fornecimento de ração estava sendo normalizado.


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19 jul09:52

Sistema de informática da Polícia Militar completa um ano sem alcançar todo o Estado

Diogo Vargas | diogo.vargas@diario.com.br

Adquirido e inaugurado há um ano, num pacote de tecnologia de R$ 3,9 milhões, o Sistema de Atendimento e Despacho (Sade) de ocorrências da Polícia Militar ainda não alcançou o Estado todo e passará por correções.

A sua eficiência foi colocada em xeque pelo Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (Ciasc), empresa pública que cuida do sistema de informática, numa polêmica que nos bastidores também revela o racha com a Polícia Civil.

O Sade foi implantado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) em julho de 2011. Está em operação hoje apenas na Capital, sendo que a previsão era de já estar funcionando em pelo menos mais sete cidades. Sozinho, teria custado R$ 500 mil, mas outras tecnologias que vieram junto elevaram a soma para cifras milionárias.

Os recursos foram dos governos federal e estadual. As licitações ocorreram de forma fatiada. A compra foi direta pela SSP e não passou pelo Ciasc. E é justamente o Ciasc que elaborou agora um parecer técnico colocando em dúvida a capacidade do Sade. O relatório está com o secretário da SSP, César Grubba.

O coordenador da central de emergências da SSP, tenente-coronel Vânio Luiz Dalmarco, afirma que ainda não leu o documento. Ele disse que houve problema com a empresa vencedora da licitação, que não teria cumprido todos os requisitos do edital e, por isso, será multada em R$ 200 mil.

De acordo com ele, uma nova licitação foi feita para a manutenção do sistema. Ele informou que uma nova versão do Sade corrigirá os problemas e enfim chegará ao resto do Estado. Dalmarco garantiu que o maior resultado do Sade é, que, atualmente, não se perdem mais ligações aos serviços de emergência como acontecia no passado.

- Hoje ele perde de 10% a 15% das ligações apenas em Florianópolis, coisa que no passado nós perdíamos até 80% das ligações. É uma situação confortável – destacou Dalmarco.

Das outras tecnologias no pacote, há notícia que apenas o rastreamento da frota de viaturas estaria em pleno funcionamento – 3,2 mil carros das polícias Civil e Militar são monitorados.

O DC apurou que em setores de inteligência da segurança circulam documentos internos questionando a situação do Sade. Num deles, as informações figuram em consultas feitas pela SSP com o Ciasc, a empresa pública do Estado que executa políticas de tecnologia.

Como sugestão de melhorias, o Ciasc sugeriu o desenvolvimento de um novo sistema, haja vista a situação crítica do Sade. O Ciasc teria entendido que a sua operacionalidade deveria ficar apenas em até 30% da capacidade permitida em Florianópolis para não se ter problemas.

Consultado a respeito, o vice-presidente de Tecnologia do Ciasc, Paulo Ricardo Corrêa Bonifácio, minimizou o assunto. Ele afirma que todo sistema passa por adaptação, requer novos moldes e que não poderia falar com propriedade sobre os atendimentos, pois entende ser atribuição do usuário final.

- O que posso dizer é que, inicialmente, o Sade enfrentou muita resistência por parte de alguns tipos de usuários porque em determinadas épocas apresentava ainda funcionalidade que não atendia a todas as necessidades – resume Paulo Ricardo.

No Samu, há dificuldades operacionais para pesquisar ocorrências e para obter estatísticas específicas exigidas pelo Ministério da Saúde. As correções estariam sendo providenciadas na segunda versão do Sade.


Os pontos polêmicos do parecer do Ciasc:

A codificação do sistema foi feita de modo pobre, com erros primários de codificação e de arquitetura, com um número extremamente elevado de acessos ao banco de dados.

A base de dados foi criada a partir de um gerador baseado nas classes de persistência e não está de modo algum otimizada, sendo que nem ao menos possui índices.

O sistema é utilizado a “duras penas” pela central de atendimento de Florianópolis, mal conseguindo suportar 20 usuários simultâneos sem ficar excessivamente lento ou travar.

De acordo com as reuniões com membros da PMSC, que conhecem bem o problema proposto, o Sade não soluciona nem 30% do necessário, e que foi passado a empresa o desenvolveu, necessitando alterações em quase todas as funcionalidades atuais.

A integração do sistema com o Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp) não foi implementada corretamente.

O sistema não possui histórico de alterações de atendimentos, solicitações, guarnições e demais informações do banco de dados, sendo impossível rastrear alterações realizadas.

O login do sistema não possui segurança alguma, visto que, como a integração com o Sisp está mal feita, é possível logar apenas com o número de usuário, sem senha.

Fonte: Ciasc


A polêmica com a Polícia Civil

O Sade é a ferramenta da Polícia Militar no Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp). Nele, os PMs inserem os dados de ocorrências atendidas, além do cadastro que é feito das ligações aos números de emergência.

Ao implementá-lo, a segurança pública propagandeou o ganho da integração entre as polícias na troca de informações. Abriu-se então uma polêmica com a Polícia Civil. Até hoje há resistência entre delegados, que entendem que o Sade burocratizaria a atividade dos PMs, os quais poderiam estar inteiramente dedicados ao policiamento ostensivo.

Na prática, segundo as autoridades da SSP, o sistema não chega a gerar duplicidade de informações ou problemas de acesso a dados com os dos policiais civis. Há um ano, houve manifestações de que os passariam a registrar Boletim de Ocorrência (BO), o que foi negado pela SSP.

A reportagem apurou que um conselho dos órgãos da segurança criado para discutir esse tipo de situação não estaria operando mais. A Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), principal questionadora do Sade no seu lançamento, não quis se manifestar.


ENTREVISTA: Tenente-coronel João Ricardo Busi da Silva, diretor de Tecnologia e Sistemas de Informação da PM/SC:

“Está nos atendendo”

Por telefone, o diretor de tecnologia da PM disse que o Sade atende ao proposto, mas que receberá correções e dificilmente será estadualizado este ano.


Diário Catarinense – Como está funcionando o Sade?

João Ricardo Busi da Silva - É claro que todo sistema precisa receber a customização e estamos customizando algumas rotinas que foram revistas. Para aquilo que ele tinha a pretensão está nos atendendo. Mas ainda está recebendo as customizações adequadas para superar o que tem a fornecer.


DC – Que correções são essas?

Buzi - Por exemplo, quando você constrói um sistema e coloca em operação sempre tem uns ajustes, o que a gente chama de refinamento. Para isso você tem que programar o desenho e a programação.


DC – Além da Capital, quais são as outras regiões que ele está atendendo? Tem previsão para outras regiões?

Buzi - Por enquanto só a Capital. A previsão para o resto do Estado é início do ano que vem, mas este ano não temos previsão para expandir.


DC – Qual seria o motivo?

Buzi - Isso tudo você tem que fazer por etapas. A etapa de preparar a customização vence daqui a uns 30, 35 dias. E aí estamos preparando um cronograma. Porque vem aí a operação Veraneio e fazer mudança é complicado. Não se muda rotina nessa época porque o número de ocorrências pode aumentar e trazer alguns transtornos. O que está sendo implantado a nível de Estado é o Sisp (Sistema Integrado de Segurança Pública). Esse até o final de novembro essa atividade estará pronta.


DC – Existe um parecer técnico do Ciasc questionando um pouco a operacionalidade do Sade, falando que ele apresentaria uma situação crítica…

Buzi - Justamente, esses ajustes é que estão sendo tratados.


DC – Esse sistema custou quase R$ 4 milhões e ainda não está 100% na íntegra…

Buzi - Não, há um equívoco aí. Esse sistema não foi R$ 4 milhões. Ele saiu na sua totalidade R$ 550 mil no máximo. Quando ele foi adquirido estava num conjunto de outras tecnologias, geoprocessamento, sistema de câmeras.


DIÁRIO CATARINENSE



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18 jul12:16

Suinocultura: Técnicos russos vêm ao Estado

Representantes do governo da Rússia estarão em Santa Catarina entre 28 de julho e 5 de agosto para uma série de visitas a plantas industriais e granjas de produção de carne suína. A visita, de caráter técnico e político, pode resultar em incremento de vendas para o país europeu, o segundo maior mercado consumidor de carne suína do mundo.

Estado produz 7 mil suínos por dia, segundo informações da Cidasc

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de SC (Cidasc) recebeu ontem a informação da visita, e será a anfitriã oficial da missão ao lado do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Segundo o presidente da Cidasc, Enori Barbieri, o projeto é conseguir transparecer aos russos toda a competitividade catarinense na produção de carne suína.

– Os Estados Unidos nos passaram na balança comercial, mas nós somos mais competitivos na produção.

Além do status de território livre de febre aftosa sem vacinação,queremos fazer com que eles enxerguem os esforços para manter esta condição sanitária, tanto nas plantas industriais quanto nas granjas de abate e de reprodutores.

Creio que seremos bem sucedidos nesta tarefa – afirmou.

Barbieri avalia que a Rússia tem dois objetivos principais com a visita a Santa Catarina: primeiro, busca um produto livre de antibióticos e de um promotor de crescimento animal chamado ractopamina.Ao passo que Estados Unidos aceitam tranquilamente estes artifícios, os mercados europeu e asiático valorizam mais as carnes livres deste tipo de produto.

Além disso, os russos também querem um melhor equilíbrio na balança comercial entre os dois países.

Tanto que SC não será o único Estado a receber a equipe europeia.

– Estamos em contato frequentecom o Ministério da Agricultura e constato que o governo federal tem feito a sua parte nesse aspecto.A produção agroindustrial ainda não tem todo o espaço que deveria ter no Itamaraty, nós podemos melhorar em comércios bilaterais, mas admito que já estamos bem melhor do que há alguns anos – disse.

Ainda segundo o presidente da Cidasc, hoje o Estado tem duas plantas com produção exclusiva para a Rússia – Marfrig, em Seara, e Pamplona, em Presidente Getúlio – e capacidade produtiva em 7 mil suínos por dia, suficiente para suprir qualquer demanda que o país europeu apresente. Para ele, no cenário atual de preços baixos da suinocultura, há condições de ampliar imediatamente a exportação das atuais 160 para 260 mil toneladas. O pico de embarques catarinenses de suínos para a Rússia ocorreu em 2005, com 250 mil toneladas.


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17 jul09:52

Para receber seguro-desemprego será preciso fazer curso de qualificação

Prevista no papel desde 1990, a obrigação de realizar cursos de qualificação para que haja a liberação do seguro-desemprego começa a virar realidade com o cadastramento dos primeiros profissionais.

Em Santa Catarina, a expectativa é de que, até setembro deste ano, o treinamento esteja ao alcance de todos os trabalhadores, informa o Sistema Nacional de Empregos (Sine).

Os treinamentos são exigidos de pessoas que foram demitidas três vezes sem justa causa nos últimos 10 anos. Os cursos têm 160 horas, são gratuitos e os participantes ganham vale-transporte, material didático e lanche.

A frequência mínima exigida é de 70%. Só estão isentas de fazer o treinamento as pessoas que fizerem algum curso com carga horária igual ou superior. O supervisor de seguro-desemprego do Sine em SC, Cantucho João Setúbal, explica que hoje está havendo rotatividade porque falta qualificação a estes trabalhadores.

O treinamento foi instituído para preencher esta lacuna e permitir a manutenção da vaga. Ele acrescenta que a exigência também combate o chamado acerto: quando o empregado pede a demissão para ficar com o seguro-desemprego e oferece devolver a multa de 40% ao patrão.

Cantucho ressalta que o trabalhador precisa se conscientizar de que estar com a carteira assinada é mais importante do que o benefício, além de garantir 13o salário, FGTS e auxílio-doença.

As inscrições para os cursos estão abertas na Grande Florianópolis e somente na Capital cerca de cem pessoas já se cadastraram. Na região, as aulas começam no dia 30 de julho. No restante do Estado, está sendo feito o treinamento das unidades do Sine para que os 105 escritórios estejam aptos a encaminhar os trabalhadores. O prazo para esta fase é dia 31 deste mês.

Por este motivo, os cursos no interior vão demorar mais para começar e as últimas turmas devem ser fechadas em setembro. Para poder oferecer o treinamento, o Sine fechou acordos com Senai, Sesi, Senac e Senat e os institutos federais e estaduais de educação. O supervisor Setúbal explica que cada ocupação tem um parceiro.


Participação é  exigência do Sine

A participação nos cursos é a última exigência do Sine antes de liberar o seguro-desemprego. Antes, o trabalhador recebe três propostas de emprego em funções e salários semelhantes a última ocupação. É preciso justificar porque elas não foram aceitas e, em seguida, ocorre a matrícula num programa de treinamento.

Daniel Borba, 29 anos, era vendedor e compareceu ao Sine para pedir o seguro-desemprego. Ele considera a oferta dos cursos boa porque é uma oportunidade de aprendizado de graça em instituições reconhecidas.


Chapecó

O Agência do Sine fica na Avenida Getúlio Vargas, 128S – Sala 01, no centro, próximo da Catedral Santo Antonio. O telefone é (49) 3322-5856.


DIÁRIO CATARINENSE


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