Saúde

06 ago09:04

Dois milhões já recebem "tíquete-remédio" em empresas do país

A empresa está contratando e lista os benefícios que oferece: vale-transporte, tíquete-refeição, plano odontológico e PBM. Sim, isso mesmo, PBM — ou programa de benefício em medicamentos. Atualmente, cerca de 2 milhões de brasileiros já recebem “tíquete-remédio” das empresas.

— Fora do Brasil, em países mais desenvolvidos, os empregados já estão acostumados a isso. Aqui, as empresas estão começando a compreender as vantagens de aderir ao PBM, e a população a reconhecer sua importância — diz Luiz Monteiro, presidente da Associação Brasileira das Empresas Operadoras de PBM (PBMA).

Segundo Monteiro, em muitos casos, o funcionário consegue um bom atendimento médico, realiza os exames necessários e obtém o diagnóstico e a receita, mas deixa de fazê-lo por falta de recursos financeiros.

Com o PBM, que em algumas empresas pode chegar a 100%, os funcionários têm mais chances de seguir corretamente o tratamento, reduzindo o número de faltas ao trabalho e aumentando a produtividade da empresa.

— O funcionário saudável rende mais e falta menos. Por outro lado, a empresa diminui os índices de sinistralidade e também os custos com saúde — afirma Monteiro, explicando que o benefício pode ser oferecido por meio de desconto em folha ou subsídio.

— Acreditamos que dentro de cinco anos teremos um número muito maior de empresas que oferecem PBM aos seus funcionários, aumentando a população de beneficiados para 20 milhões em todo o país — conta Monteiro.

Para ele, um dos fatores que pode contribuir ainda mais para esse crescimento é a criação pelo governo de incentivos fiscais para os empregadores, a exemplo do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).


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02 ago14:51

Fique livre do mau hálito

Conhecido popularmente como “bafo”, o mau hálito pode ser, além de um problema de saúde bucal, um forte impedimento para relacionamentos. No início de um namoro, por exemplo, esse pode ser um motivo justificável para um rompimento. Especialistas afirmam que pelo menos 90% da população terá, ou já teve, halitose em algum momento da vida.

— É importante que as pessoas saibam que a halitose não é uma doença, mas sim um sinal, ou sintoma, de que alguma coisa não vai bem no organismo — esclarece Celi Vieira, periodontista, pesquisadora e especialista em halitose da Universidade de Brasília.

Segundo Normando Scarabotto, cirurgião dentista, o problema geralmente é resultado de pessoas que não cuidam da higiene, o que pode ocasionar no mau cheiro causado pela decomposição dos restos alimentares e por bactérias.

— Por isso é que eu insisto em dizer que é imprescindível reservar cinco minutos (cronometrados) por dia para a escovação e fio dental. Com isso, o risco de infecções pode cair perto de zero com a escovação correta dos dentes — afirma.

O cirurgião dentista diz que bochechos ajudam a melhorar o mau hálito, mas apenas mascaram o odor, não resolvem o problema e que a melhor arma contra o cheiro desagradável é a saliva, pois ela “lava” a boca com enzimas que afastam os restos dos alimentos e bactérias.

Muitas pessoas têm mau hálito ao acordar, porque a bactéria se escondeu em locais sem oxigênio na boca. As glândulas salivares restringem ao mínimo sua produção durante as horas do sono, já que a pessoa não está acordada e comendo. Então, a boca resseca e as bactérias se multiplicarem, fazendo com que o hálito cheire fermentado ao que foi ingerido na noite anterior.

Quem apresenta cheiro ruim na boca pela manhã é em virtude da produção de saliva se tornar mais lenta durante o sono, o que permite aos ácidos e outras substâncias se deteriorarem no interior da boca.


Principais causas

:: Higiene bucal inadequada

:: Gengivite

:: Ingestão de alimentos como alho e cebola, sendo importante lavar bem a boca depois de consumi-los

:: Fumo e bebidas alcoólicas

:: Boca seca

:: Doenças como câncer, diabetes e problemas no fígado e nos rins

:: Infecções como amidalites e sinusites


Dicas valiosas

:: Escove os dentes e a língua, use fio dental, beba bastante água, mantendo a boca umedecida

:: Procure se alimentar mais vezes, pois o jejum prolongado favorece o aparecimento da halitose

:: Para quem gosta de chicletes, o ideal é o sem açúcar, pois eles estimulam a mastigação e ajudam na produção de saliva


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02 ago12:45

Veja dicas para manter o sistema digestivo em ordem

Entre os tipos de câncer do sistema digestivo no Brasil, cerca de 30,1 mil neste ano serão de intestino (colo e reto), segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). As mulheres são as mais atingidas pela doença, com 15.960 novos casos, contra 14.180 do sexo masculino, mas a prevenção é necessária para ambos os gêneros, sobretudo a partir dos 50 anos.

A enfermidade pode, atualmente, ser identificada com bastante segurança e antecedência. De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed), Sérgio Bizinelli, já é possível detectar a doença de maneira precoce por meio da endoscopia baixa ou colonoscopia, um exame rápido e indolor e que gera grande possibilidade de cura.

— Se existissem programas no SUS para o incentivo do exame, menos pessoas morreriam por causa dessa enfermidade — afirma.

Os sintomas podem ter intensidade distinta. Variam de mudança do ritmo intestinal, com prisão de ventre ou diarreia sem causa aparente, ou anemias sem motivo. A pessoa que evacua uma vez ao dia e repentinamente passa dias sem evacuar ou que vai ao vaso muitas vezes no mesmo dia sem que tenha alterado a alimentação deve suspeitar de algum problema. Essa alteração no ritmo intestinal é um alerta para que se procure logo um médico.


Variações não visíveis

As variações no funcionamento normal do organismo também mudam de acordo com a localização do tumor. Se ao lado direito do abdômen, o mais comum é um quadro de fraqueza, anemia e diarreia. Quando do lado esquerdo, há maior probabilidade de prisão de ventre.

Já o câncer no reto tem como principais indicativos o sangramento e a vontade recorrente de ir ao vaso. Nesse caso, é comum o paciente confundir o problema com hemorroida, o que mascara a doença.

Mas há diferenças: em casos de hemorroidas, o sangue vivo não se encontra misturado às fezes, característica presente no sangue ocasionada pelo câncer. Como é complicado para o paciente distinguir entre um e outro, a indicação é procurar um médico em caso de sangramento.

Para Bizinelli, o Brasil deveria investir em campanhas de prevenção dos cânceres do aparelho digestivo, assim como ocorre com a mama e a próstata.

— Com a colonoscopia, conseguimos ver todo o intestino grosso. Podemos até retirar um pólipo, que é a formação de verruga na parede do intestino ou reto e que pode evoluir para um tumor, que é encaminhada para a biópsia — detalha o especialista.

Nem todos os casos de pólipos evoluem para um tumor, mas 95% dos casos de neoplasias do cólon provêm da formação de pólipos, como explica Bizinelli.

Se um pólipo é retirado, o repouso é de apenas 24 horas. No Brasil, o câncer no intestino é o quarto mais frequente nos homens, atrás apenas do câncer de estômago, de pulmão e de próstata. O desenvolvimento do câncer colorretal leva de 10 a 15 anos, segundo estimativas. Por isso, a maior incidência ocorre a partir dos 60 anos. Quanto mais casos na família, maior o risco de desenvolver a doença.


A eficiência da endoscopia

O endoscopista digestivo e diretor da Sobed de Minas Gerais, Jairo Silva Alves, lembra que os cânceres de esôfago, de estômago e de duodeno também podem ser diagnosticados por uma endoscopia alta. O tumor no esôfago é o mais recorrente entre os três órgãos e, geralmente, muito perigoso, pois se desenvolve silenciosamente.

— Existem alguns métodos para o diagnóstico, mas o mais seguro e eficiente é a endoscopia. Até porque permite intervenção imediata. O aparelho endoscópico permite inserirmos uma pinça para retirar o pólipo ou aplicar um medicamento — garante.


Dieta saudável

A alimentação está intimamente ligada ao surgimento tanto do câncer de intestino quanto do de esôfago. Gordura animal, refeições pobres em fibra e ricas em corantes favorecem a incidência. Os corantes liberam nitrosaminas no intestino, substâncias reconhecidamente cancerígenas, presentes numa série de produtos industrializados.

Na dieta rica em gordura, destacam-se as carnes gordas, a manteiga e os queijos amarelos. A gordura da carne vermelha, os alimentos salgados e os defumados também têm substâncias carcinogênicas e devem ser evitados.

Invista em frutas, verduras e em uma dieta rica em fibras.


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30 jul16:43

Postos de Saúde atendem em novo endereço em São Miguel do Oeste

A secretaria de saúde de São Miguel do Oeste informou nesta segunda-feira, dia 30 de julho, que as unidades Estratégias de Saúde da Família dos bairros São Luiz e São Jorge, vão atender em novo endereço. De acordo com o secretário Alfredo Spier, a mudança é necessária, pois as unidades passam por obras de reforma e ampliação.

No bairro São Jorge, o atendimento passa a ser realizado na Rua dos Bandeirantes, nº 368, em frente a Mecânica Batistti. Neste posto de saúde, estão sendo investidos R$ 95.889,84. As obras devem ser concluídas em 60 dias.

No bairro São Luiz (posto do Caic), o atendimento é feito na Rua 22 de abril, nº 2097. Na reforma, manutenção e conservação da Unidade Básica de Saúde, iniciadas no mês de julho, a Prefeitura fez um investimento de R$ 50.139,74.


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30 jul16:39

Verdadeiro ou falso: descubra os mitos sobre a alimentação

Existem muitas crenças em torno dos alimentos, mas nem todas são verdadeiras.

Embora algumas acabem até sendo úteis – como a do refrigerante que dá mais celulite do que qualquer outra coisa, sendo o açúcar do refrigerante que dá celulite e não o gás – é preciso que estejamos sempre bem informados sobre o que colocar no prato e quais as opções mais saudáveis.


Confira alguns mitos derrubados com a ajuda do Centro de Recuperação e Estudo da Obesidade.


Mito 1

Manteiga engorda mais que azeite de oliva

O azeite pode ser até mais saudável, pois trata-se de gordura vegetal, e possui diversos componentes que fazem bem para a saúde. Mas o número de calorias é o mesmo, cerca de 40kcal em uma colher de chá. Achou muito? Então, se você está de dieta, é preciso ter cuidado não só com a manteiga, mas também com a quantidade de azeite.


Mito 2

Vitaminas são energéticas

A função das vitaminas é a de oferecer ao corpo substâncias que ajudam em suas defesas. O que dá energia ao organismo são as calorias presentes nas gorduras, nas proteínas e nos carboidratos. Não adianta, portanto, tomar suplementos vitamínicos com esse objetivo.


O mito de que as vitaminas são energéticas provém da ação das vitaminas do complexo B, que desempenham um papel importante nas reações químicas e fazem com que os alimentos liberem energia.


Mito 3

O jejum elimina impurezas e toxinas

Não existe evidência que justifique esta ideia. O corpo humano está desenhado para processar os alimentos, e isto inclui a remoção de toxinas naturais, através dos rins, como a amônia, que é gerada a partir da ruptura das proteínas.

Para a maioria das pessoas, um dia de jejum não é perigoso, mas também não representa um hábito saudável. Mas jejuns prolongados são muito perigosos: produzem desidratação, diminuição da pressão arterial, desintegração dos músculos e órgãos, irregularidade nos batimentos cardíacos. Aliás, pessoas com doenças cardíacas, diabéticas ou com problemas renais jamais devem fazer jejum.


Mito 4

Só se emagrece comendo menos

O emagrecimento é um balanço energético negativo, ou seja, comer menos calorias do que se gasta no dia. Mas não necessariamente comer menos quantidade de comida ou passar fome. Muitas vezes, uma grande restrição, sem orientação, acaba fazendo o efeito contrário.


Mito 5

Algumas pessoas nasceram para ser gordas

É verdade que a herança genética influencia o tamanho e a forma do nosso corpo. Mas isto não significa que a pessoa que herda o gene da obesidade deva ser, necessariamente, gorda. A obesidade não é definitiva como a cor dos olhos ou da pele.


HORA DE SANTA CATARINA



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30 jul09:31

Aprenda três passos para manter o corpo e a pele bem cuidados no inverno

Praticar exercícios, cuidar da pele e evitar exageros na alimentação são os principais desafios durante o inverno. Pensando nisso, o Centro de Bem-Estar Levitas preparou dicas essenciais para manter ou criar uma rotina de atividades físicas e investir nos cuidados com o corpo e a alimentação, apesar do frio.


1. Insista na prática de exercícios

Existe uma explicação lógica para a resistência que criamos na prática de atividades físicas durante o inverno, pois o nosso organismo é o primeiro a sentir as mudanças da estação. No frio, é comum perdermos calor e mobilidade do corpo, sem falar que as baixas temperaturas provocam uma relativa queda no metabolismo, assim como na pressão arterial e frequência respiratória.

O mais importante é deixar a preguiça de lado e não ficar parado, pois o corpo precisa estar em movimento o ano todo. Na estação mais fria, o corpo exigirá aquecimentos prolongados e alongamento mais intensos, para evitar lesões, estiramentos, entorses e cãibras.

— Muitas atividades físicas entram em baixa no inverno, como os esportes aquáticos e as corridas ao ar livre, por conta das condições climáticas, mas podemos contornar essa situação facialmente e substituir os treinos externos por atividades dentro de casa, na academia ou em qualquer outro lugar coberto — garante o orientador físico Everton Casagrande.

Para evitar situações de hipotermia, quando a temperatura do ambiente é inferior à do corpo e o indivíduo sofre resfriamento geral do organismo, o especialista recomenda uma alimentação com mais carboidrato, manter-se sempre aquecido, cobrindo as extremidades que são responsáveis pela perda de mais de 50% de calor, além das recomendações básicas de hidratação, aquecimento e alongamento.


2. Mantenha a pela hidratada

Com a chegada do frio, a pele tende a ficar mais ressecada e exige hidratação constante, no mínimo duas vezes ao dia. Atenção para o tempo em banhos quentes, pois a temperatura elevada da água retira toda a oleosidade natural da pele e pode causar ressecamento.

— A dica vale tanto para pessoas com a pele seca quanto para quem possui a pele oleosa, pois a hidratação é fundamental. Abuse de hidratantes e óleos, sem nunca esquecer do protetor solar — aconselha a fisioterapeuta dermato-funcional Renata Klein.

No inverno, é comum reduzirmos a ingestão de água, o que diminui naturalmente a hidratação da pele, fazendo-a perder um pouco da sua função protetora contra as agressões externas. É importante fazer um esforço para beber de dois a três litros de água todos os dias.

Aproveite as vantagens da estação que implica menor exposição ao sol e aposte em tratamentos mais delicados para pele, como o peeling, aplicações de lasers e cremes a base de ácido retinido. A finalidade destes tratamentos é estimular a produção de colágeno.

Ao contrário do que dizem, a esfoliação da pele também é indicada nesse período. Feita uma vez por semana, ela ajuda na retirada de células mortas e na penetração de cremes para tratamento. O tipo de sabonete utilizado merece atenção especial, é importante sempre verificar na embalagem do produto o nível de pH, que deve estar perto de 5,5, o mais compatível com a pele. Os que possuem fórmulas hidratantes são extremamente indicados.


3. Alimente-se de forma saudável

É verdade que sentimos mais fome no inverno, pois estamos em busca de mais energia para estabilizar a temperatura do corpo. Apesar de não ser uma tarefa fácil, essa é a hora certa de reavaliar a alimentação e evitar excessos que podem provocar doenças como hipertensão e obesidade, além de aumentar as chances de problemas cardiovasculares.

Para isso, não é necessário abrir mão de delícias da estação. Veja algumas dicas úteis para deixar os pratos menos calóricos e, portanto, mais saudáveis:

:: Alimentos ricos em fibras proporcionam uma sensação maior de saciedade, portanto abuse dos integrais (pão, arroz, aveia, farelo de trigo, granola, etc.).

:: Na sopa, mantenha as verduras e saladas de costume nas refeições, mas aproveite para prepará-las refogadas ou a vapor e com temperos naturais.

:: No café da manhã ou no fondue, substitua os chocolates quentes tradicionais por versões light, de preferência com leite desnatado.

:: Nas massas, evite molhos brancos e escolha os tipos mais simples, de tomate ou bolonhesa.

:: Na sobremesa, substitua os doces açucarados por opções a base de frutas.

:: Para acompanhar, escolha bebidas como os chás verde, branco e vermelho, pois possuem propriedades antioxidantes, assim como o vinho tinto.


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27 jul11:58

Medicamentos que não exigem receita médica voltam às prateleiras

A partir desta sexta-feira, 2,3 mil produtos isentos de prescrição médica, como analgésicos e antitérmicos, voltam a ser expostos nas prateleiras das farmácias e drogarias brasileiras. A medida foi tomada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que alterou a Resolução nº 44 de 2009, sobre a proibição da venda desses medicamentos fora do balcão.

A Anvisa realizou consultas públicas e estudos para medir o impacto da medida junto ao consumidor final, e concluiu que a resolução não atingiu o objetivo de reduzir o número de intoxicações por esses medicamentos no país. O levantamento apontou também uma maior concentração de mercado, o que prejudica o direito de escolha do consumidor no momento da compra desses produtos. Nos últimos meses, 11 Estados tentaram reverter a decisão da Anvisa por liminares judiciais.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a antiga decisão não beneficiava a população. No entendimento do ministro, o direito que o consumidor tem de escolher qual o medicamento gostaria de comprar estava reduzido.

— Estavam reduzidas as opções de escolha do medicamento mais barato ou de sua preferência — afirma Padilha.


Novas regras

A partir de agora, as farmácias deverão expor na área destinada aos medicamentos cartazes com a orientação: “Medicamentos podem causar efeitos indesejados”; “Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico”. Também devem expor, no mesmo local, os remédios de mesmo princípio ativo, para facilitar a identificação dos produtos pelo usuário. A portaria estabelece ainda que os medicamentos isentos de prescrição médica devem ficar isolados da área destinada aos produtos correlatos, como cosméticos e dietéticos.

De acordo com o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, as informações obtidas pela agência mostraram que a retirada dos medicamentos de venda livre das gôndolas fez com que o consumidor ficasse alijado de qualquer possibilidade de escolha.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esses medicamentos são os que tiveram aprovação das autoridades sanitárias para tratar sintomas e males menores, disponíveis sem prescrição ou receita médica, devido à sua segurança e eficácia, desde que utilizados conforme as orientações disponíveis nas bulas e rotulagens.

Esses medicamentos normalmente são indicados para dores de cabeça, acidez estomacal, azia, febre, tosse, prisão de ventre, aftas, dores de garganta, assaduras, hemorroidas e congestão nasal. Os medicamentos isentos de prescrição médica correspondem a 30% do volume de vendas nas farmácias.

AGÊNCIA SAÚDE

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23 jul16:32

Equipes da Saúde de Palmitos recebem avaliadores do PMAQ-AB

Palmitos recebe na quinta-feira, dia 26 de julho, cinco avaliadores que vão realizar dois censos das Unidades de Saúde do Posto do centro e do Bairro e mais 5 entrevistas do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica – PMAQ-AB. Serão entrevistados os profissionais das equipes de saúde da família e quatro usuários de cada equipe de saúde da família.

Segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), 96,5% dos municípios de Santa Catarina responderam a Autoavaliação de Melhoria de Qualidade (AMAQ), o maior percentual de adesão do país entre os estados. A Autoavaliação é a 2ª Fase do PMAQ-AB e é percebida como o ponto de partida para melhoria da qualidade dos serviços na Atenção Básica.

Até agora, 67 municípios catarinenses foram avaliados. Nos dias 19 e 20 de julho aconteceu a capacitação da equipe de avaliadores externos que está atuando na região oeste e extremo oeste do estado.

A capacitação foi realizada no município de Chapecó conduzida pelo professor Fulvio Nedel, da UFSC, responsável pela pesquisa em Santa Catarina, e por Mirvaine Panizzi, da Gerência de Atenção Básica. A avaliação nessa região começa no dia 22 de julho, no município de São Carlos.

A previsão de término da avaliação externa no estado é no dia 5 de setembro, no município de Bom Retiro.


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21 jul16:02

Desvende mitos e verdades sobre transmissão, prevenção e tratamento do HPV

O câncer de colo do útero é um dos tumores mais comuns em mulheres. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de que, neste ano, surgirão quase 18 mil casos no Brasil e que metade das pacientes não vai sobreviver. Para evitar que o número de mortes continue alto, especialistas apostam na vacina contra o papilomavírus humano, mais conhecido como HPV, indicada para meninos e meninas de nove a 14 anos. O governo já estuda incluí-la no programa nacional de imunização, mas, por enquanto, a vacina está disponível apenas na rede privada.

De acordo com a pesquisadora do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer Luisa Lina Villa, estudos indicam que a vacina é totalmente eficaz na população que ainda não se expôs ao HPV, que é um vírus sexualmente transmissível. No Brasil, a vacina quadrivalente, que protege contra quatro tipos de HPV, incluindo os que provocam a erupção da pele, é comercializada desde 2006. A bivalente foi aprovada dois anos depois.

Apesar de ser mais indicada para crianças e adolescentes, a vacina quadrivalente contra o HPV pode oferecer benefícios para mulheres entre 26 e 45 anos, incluindo as que já foram infectadas pelo vírus.

A seguir, desvende alguns mitos e verdades sobre o HPV:


:: O HPV pode ser curado.

Mito. Não há nenhum tratamento específico que elimine a infecção viral. Portanto, a pessoa infectada será sempre um vetor de contágio. Em geral, a maioria das infecções por HPV é controlada pelo sistema imune e eliminada naturalmente pelo organismo, mas algumas persistem e podem causar tumores.


:: A infecção não apresenta sintomas.

Verdade. Como é assintomático, a maioria das mulheres descobre que tem HPV por intermédio de um resultado anormal do Papanicolau: por isso, a importância do exame.


:: Os homens não desenvolvem doenças relacionadas ao HPV.

Mito. Nos homens, assim como nas mulheres, as manifestações clínicas mais comuns são as verrugas genitais, mas alguns tipos de HPV de alto risco, como o 16 e o 18, também causam câncer de pênis, de ânus, de cabeça e de pescoço.

:: O HPV pode ser transmitido por meio de contato com toalhas, roupas íntimas e até pelo vaso sanitário.

Verdade. Toalhas, roupas e até a tampa do vaso sanitário podem ter o HPV e ser uma fonte de infecção, apesar de rara.


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21 jul10:30

Consumo de poucas calorias pode não ajudar na perda de peso

A dieta que apresenta melhor desempenho para o emagrecimento foi a de baixo consumo de carboidratos, mas alto nível de gorduras, conforme uma pesquisa divulgada em junho pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos.

Muitas pessoas que perdem peso têm dificuldade em não recuperá-lo depois que a dieta acaba. Isso acontece, frequentemente, pela baixa motivação e comprometimento com a dieta e exercícios. Para piorar, o baixo consumo de calorias também torna mais difícil a queima das mesmas.

Portanto, uma equipe de pesquisadores coordenada pelos médicos Cara Ebbeling e David Ludwig avaliou os efeitos de diferentes dietas para a queima de calorias. A pesquisa foi feita com 21 adultos, entre 18 e 40 anos, que já haviam perdido peso inicialmente. Depois disso, três tipos diferentes de dieta foram aplicadas durante quatro semanas, respectivamente.

Os cardápios tinham o mesmo número calórico, mas variavam as proporções de carboidratos, gorduras e proteínas. A de baixa gordura era composta por 60% de carboidratos, 20% de gorduras e 20% de proteínas. A de baixo teor de açúcares previa a dieta de 40% de carboidratos, 40% de gorduras e 20% de proteínas. E a de nível muito baixo de carboidratos consumiria 10% de carboidratos, 60% de gorduras e 30% de proteínas.

A pesquisa apontou que os participantes queimaram o maior número de calorias durante a dieta que previa o consumo muito baixo de carboidratos. No entanto, notou-se também o aumento de fatores de risco para diabéticos e pessoas com risco cardíaco, além do aumento do cortisol, hormônio responsável pelo estresse. Já o baixo consumo de açúcares apresentou um resultado similar, porém sem comprometer a saúde.

— Além de não criar riscos para a saúde, a dieta de nível de açúcares é mais fácil de manter, já que não elimina grupos inteiros de alimentos — explica Cara.

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