SC

15 mai08:58

Terça-feira começa com -1,4ºC na Serra e temperatura pode chegar a 24ºC em SC

Os nevoeiros ao amanhecer, junto com as baixas temperaturas na Serra catarinense dão lugar a um tempo mais ameno ao longo do dia. Por volta de 6h, a temperatura mais baixa no Estado era em Urupema, mas as estações meteorológicas da Epagri chegaram a registrar -1,4ºC na cidade. Em São Joaquim, a mínima foi de 1,2ºC.

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A previsão da Epagri é que os termômetros cheguem a 24ºC, principalmente nas cidades litorâneas. Segundo o órgão que monitora as condições climáticas, a terça-feira deve ser de sol entre nuvens e com possibilidade de chuva fraca entre a Grande Florianópolis e Joinville.

Os ventos podem chegar a 35 Km/h e sopram de sudeste com variação para nordeste do Oeste para a Serra e com variação para Leste no Litoral e Vale do Itajaí.


Confira as temperaturas mais baixas no amanhecer desta terça-feira:

Alfredo Wagner: 4,3ºC

Ituporanga: 4,8ºC

Araranguá: 6ºC

Criciúma: 7,1ºC

Chapecó: 9,4ºC

Florianópolis: 11,4ºC

Bal. Camboriú: 12ºC

Blumenau: 10,3ºC

Joinville: 14ºC


Fontes: estações meteorológicas da Epagri/Ciram, RBS e Aeroporto


DIÁRIO CATARINENSE



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14 mai09:43

Semana começa gelada com temperatura de -4,4°C em Urupema, na Serra de SC

A madrugada de segunda-feira foi frio intenso em Santa Catarina. A exemplo do que ocorreu no Dia das Mães, o Estado voltou a ter temperaturas negativas. A mínima registrada até agora foi de -4,4°C na cidade de Urupema, considerada a mais gelada do país. Já em Bom Jardim da Serra fez -3,1°C, enquanto em São Joaquim o termômetro marcou -0,8°C.

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>>> Madrugada do Dia das Mães foi gelada em Santa Catarina


Outras temperaturas pelo Estado:

— Lebon Régis: 4ºC

— Tangará: 5,1ºC

— Caçador: 5,4ºC

— Timbé do Sul: 6ºC

— Chapecó: 6,2ºC

— Criciúma: 7ºC

— Florianópolis: 12,5ºC

— Blumenau: 14ºC

— Joiville: 16ºC


Ao longo do dia, o sol e o frio deverão predominar em todas as regiões neste início de semana. A previsão para esta segunda-feira indica condições típicas de outono, ou seja, as temperaturas seguem baixas pela manhã e também irão cair ao anoitecer. As máximas pelo Estado deverão ficar entre 18°C e 20°C.

De acordo com a Epagri, há chances de formação de geada e nevoeiro no Planalto catarinense e áreas altas de Santa Catarina. A partir de quarta-feira a massa de ar frio enfraquece e as temperaturas ficam um pouco mais amenas na região entre o Oeste e o Planalto.

Segundo o meteorologista do Grupo RBS Leandro Puchalski, a partir do meio da semana o ar polar vai para o mar e gradativamente as temperaturas não baixam tanto ao amanhecer.

Na quarta-feira, o vento traz umidade do mar e forma nuvens com chuva no Litoral catarinense. Deve chover no início e no fim do dia. Quinta-feira as temperaturas ainda sobem mais.


DIÁRIO CATARINENSE


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13 mai10:23

Dia das Mães começa com temperaturas baixas em SC

O aviso de temperaturas muito baixas em Santa Catarina, divulgado durante os últimos dias, já indicava que havia possibilidade de fenônemos climáticos típicos do frio, principalmente na Serra. Nas primeiras horas deste domingo veio a confirmação. Em Lages, houve geada e os termômetros marcaram -5,3ºC em Urupema e -4,6ºC em Bom Jardim da Serra.

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A forte de massa de ar polar que avançou durante a última noite derrubou as temperaturas no Estado. A região com frio mais intenso foi a Serra e o Litoral foi a onde houve frio mais ameno.


Em Chapecó, mesmo com a presença do sol, os termômetros marcavam 9°C por volta das 10h.


Além de Urupema, outras cidades tiveram temperaturas muito baixas, em função da massa de ar polar sobre Santa Catarina. Confira a lista de acordo com a temperatura:

-5,3ºC em Urupema

-4,6ºC em Bom Jardim da Serra

1,6ºC em São Joaquim

2ºC em Curitibanos

2,4ºC em Rio das Antas

2,8ºC em Urubici e Major Vieira

3ºC em Lebon Régis

3,2ºC em Caçador

3,3ºC em Joaçaba

3,6ºC em Tangará

3,8ºC em Água Doce

4,5ºC em Irineópolis

6,3ºC em Criciúma

5,2ºC em Chapecó

13,9ºC em Blumenau


Na Grande Florianópolis, os termômetros não chegaram a 15ºC na Capital, 7,3ºC em Alfredo Wagner e 7ºC em Rancho Queimado.

Segundo o meteorologista do Grupo RBS Leandro Puchalski, o frio deve ser sentido durante todo o domingo. Há previsão é de que o dia seja de sol e algumas nuvens com tempo seco em todas as cidades, mas com aumento de nuvens no Norte ao longo do dia.

A previsão é de que a próxima noite novamente seja de baixas temperaturas, devendo ser mais baixa na Serra e nas cidades do Litoral.


DIÁRIO CATARINENSE



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13 mai10:03

Cada detento custa em média três salários mínimos por mês aos cofres públicos em SC

Gabriela Rovai | gabriela.rovai@diario.com.br

O contribuinte catarinense paga cerca de três salários mínimos por mês para manter uma pessoa na cadeia no Estado. O custo total mensal de um detento é de R$ 1.937, mais do que o piso de um professor da rede pública estadual, R$ 1.451.

R$ 25 milhões com alimentação e R$ 7 milhões em medicamentos e equipamentos médicos e odontológicos são alguns dos valores destinados anualmente pelo governo do Estado para manter os 14,3 mil detentos de SC. A média mensal de R$ 1.937 é considerada adequada pelo Executivo e alta pelo Legislativo e Judiciário estaduais. Como alternativa, Estado começa a conhecer a Apac, projeto que busca melhores resultados a um custo muito menor.

O alto valor que a sociedade paga para manter um preso não significa que ele viva em condições dignas dentro do sistema. Muito pelo contrário. Em muitas das 50 unidades do Estado, como a Penitenciária de São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis, o ambiente é insalubre, e a comida, intragável.

O cálculo do custo de um detento no sistema prisional catarinense é de responsabilidade da Secretaria de Justiça e Cidadania (SJC). Segundo a secretária adjunta da SJC, Maria Elisa De Caro, o valor está dentro da média nacional de R$ 1,5 mil mensais, conforme dados de 2011 do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça.

– E há perspectiva para diminuir este valor através de parceria, para trabalho do preso, com a iniciativa privada. Quando o detento trabalha, ele ajuda a pagar as despesas – observou a secretária adjunta.

Ela se refere ao salário que o detento ganha trabalhando em unidades de empresas dentro das cadeias, e que fica num fundo para pequenas melhorias no sistema. O valor corresponde a 25% do salário mínimo.

Outra medida para reduzir o custo da população carcerária, segundo Maria Elisa, é investir mais em penitenciárias – onde ficam os presos condenados – e menos em presídios, local dos que aguardam julgamento.

– Pela lei, o Estado é obrigado a dar saúde completa, estudo e trabalho nas penitenciárias, e não nos presídios, embora a secretaria ofereça nos dois. Como os presos estão misturados, as despesas aumentam porque é preciso montar estruturas nos dois tipos de unidade – disse Maria Elisa.


TJSC e Assembleia acham alto o valor

O custo de R$ 1.937 para cada homem e mulher preso em SC é alto, na opinião do juiz Júlio Cesar Machado Ferreira de Melo, assessor especial da presidência do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) e membro da Coordenadoria de Execução Penal e Combate a Violência Doméstica Contra a Mulher (Cepevid) do tribunal.

– O Estado, infelizmente, não tem política pública de buscar alternativas à prisão. O cumprimento de pena restritiva de direito, oposta ao encarceramento, custa ao Estado, e por preso, cerca de um sexto do que custa o recluso, com índice de reincidência 90% menor. O Brasil, de forma equivocada, entende que o encarceramento é a solução. Para alguns crimes, sim; para outros tantos, não – observou o juiz Ferreira de Melo.

Para o deputado estadual Amauri Soares, membro da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, o preço é excessivo.

– E mesmo com este alto valor, as condições para os detentos são precárias na maioria dos estabelecimentos prisionais de Santa Catarina. É mais barato para o Estado prevenir investindo em educação – afirmou Soares.

Sobre as condições precárias das cadeias catarinenses, a secretária adjunta da SJC garantiu que “muita coisa está melhorando”.

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11 mai16:28

PRF apreendeu R$ 76 mil em mercadorias contrabandeadas durante Operação Sentinela

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Na noite da quarta-feira, dia 9 de maio, durante a Operação Sentinela na região de fronteira entre Santa Catarina e Paraná, próximo a Francisco Beltrão/PR, Policiais Rodoviários Federais apreenderam diversos equipamentos, mercadorias contrabandeadas e uma grande quantia em dinheiro.

Durante abordagem de um veículo Toyota, conduzido por um homem de 49 anos, natural de Renascença/PR, os policiais localizaram no porta malas do veículo uma carabina calibre 22, vinte e duas munições, luneta com mira a laser e silenciador para arma de fogo.

A arma e condutor foram entregues no DP de Francisco Beltrão/PR.

Na mesma operação, foram recolhidos 61 volumes de mercadorias de procedência estrangeira, no valor aproximado de R$ 76 mil sem comprovação regular de importação.


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11 mai09:43

Frente fria provoca mudanças a partir desta sexta-feira em Santa Catarina

A semana que começou com altas temperaturas deve terminar com um tempo mais ameno em Santa Catarina. A proximidade de uma frente fria em relação a Costa catarinense é a responsável pela virada.

Segundo a Epagri, esta frente fria combinada com um sistema de baixa pressão no Oeste do Estado favorecem o aumento de nuvens e a possibilidade de pancadas isoladas de chuva ao longo do dia.


Pela manhã muitas nuvens e termômetros marcando 18 graus em Chapecó.


As temperaturas, que chegaram a 31ºC nos últimos dias, não devem passar de 27ºC, que deve ser registrado no Litoral Norte. Para as cidades da Grande Florianópolis, a previsão é de que não passe de 26ºC.

Os ventos sopram de nordeste a noroeste e podem chegar a 60 Km/h na Serra, onde também há possibilidade de descargas elétricas.

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A previsão é de que o veranico de maio deve permanecer até sábado, quando as temperaturas começam a diminuir.

A previsão completa no clicTempo

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DIÁRIO CATARINENSE



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11 mai09:10

Exportação de carne suína para a Argentina cai 10%

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

As exportações de carne suína de Santa Catarina para a Argentina caíram 10% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, em virtude de restrições adotadas pelo país vizinho.

No primeiro trimestre do ano passado os catarinenses venderam 2,6 mil toneladas para a Argentina e, neste ano, apenas 2,3 mil toneladas. O faturamento caiu de US$ 8,1 milhões para US$ 7,3 milhões. E a maior parte desse volume, US$ 6,4 milhões, foi em janeiro. A partir de fevereiro os argentinos começaram a impor licenças para importar alguns produtos de seus parceiros do Mercosul. A intenção é proteger os produtores locais.

As vendas do Brasil como um todo foram ainda mais afetadas. No primeiro trimestre do ano passado as vendas de carne suína para os hermanos foi de 8,2 mil toneladas, contra 4,9 mil neste ano. Isso reduziu em US$ 10 milhões o faturamento, que caiu de US$ 26,3 milhões para US$ 16,2 milhões.

Como a Argentina era um dos cinco principais mercados de Santa Catarina, responsável por 10% das vendas, a crise do setor aumentou ainda mais.

– Isso agrava a nossa situação que já é difícil – lamentou o presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos, Losivânio Di Lorenzi.

Ele afirmou que os suinocultores estão enfrentando problemas de baixa remuneração do produto e baixo preço. Insumos como soja e milho aumentaram e o quilo do suíno, que estava em R$ 2,60 no ano passado, caiu para R$ 1,90. Enquanto isso o custo de produção está em R$ 2,65.

Lorenzi comparou que o preço da carne de suíno está menor que o da banana, que custa R$ 2,50 nos supermercados do Oeste.

– Os produtores não conseguem nem mais empréstimo pois estão com sua capacidade de endividamento esgotada – explicou. Ele pede que o Governo subsidie o transporte de milho para Santa Catarina para diminuir o custo dos produtores.


Suinocultor Clair Dariva.

O suinocultor Clair Dariva, que tem 500 matrizes, disse que tirando dinheiro de outras atividades, como a produção de leite, para cobrir o prejuízo na suinocultura.


– Hoje perco R$ 60 por suíno gordo – calculou.

Dariva disse que o Governo Federal teria que ser mais duro na relação com os vizinhos, que além de não comprar suíno ainda exportam leite para o Brasil, prejudicando também o setor leiteiro.

O presidente da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo, também considera que o Brasil precisa exigir uma postura mais equilibrada na relação com a Argentina.

– O Brasil precisa contra-atacar – reclamou. Pedrozo disse que os produtores brasileiros estão sendo penalizados pela estratégia do Governo argentino.


Exportações catarinenses no primeiro trimestre de 2012

Total: 36,7 mil toneladas (US$ 101 milhões)

Ucrânia: 7,8 mil toneladas (US$ 22,7 milhões)

Rússia: 7,5 mil toneladas (US$ 22,1 milhões)

Hong Kong: 6,4 mil toneladas (US$ 17 milhões)

Cingapura: 3,8 mil toneladas (US$ 11,3 milhões)

Argentina: 2,3 mil toneladas (US$ 7,3 milhões)


OBS: No primeiro trimestre do ano passado Santa Catarina exportou 2,6 mil toneladas para a Argentina, totalizando US$ 8,1 milhões


Exportações brasileiras no primeiro trimestre de 2012

Total: 102 mil toneladas (US$ 278 milhões)

Argentina: 4,9 mil toneladas (US$ 16,2 milhões)

OBS: No ano passado o Brasil exportou para a Argentina 8,2 mil toneladas no primeiro trimestre, totalizando R$ 26 milhões


Fonte: ACCS


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10 mai09:00

Governo investe no combate à estiagem

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A notícia de que o Governo do Estado vai buscar R$ 52 milhões do BNDES para obras de combate à estiagem, aprovadas ontem pela Assembléia Legislativa, repercutiu bem em lideranças do Oeste.

O prefeito de São Carlos, Élio Godoy (PMDB), que é vice-presidente da Associação dos Municípios do Oeste de Santa Catarina, defende que esse dinheiro seja aplicado na captação de água de rios maiores, levando até reservatórios no alto dos morros para atender comunidades rurais.

Godoy disse que nesta estiagem o maior problema das prefeituras foi a falta de água no interior. Somente a prefeitura de São Carlos gastou R$ 750 mil em transporte de 6,3 mil cargas de água, com média de 12 mil litros cada. Foram 300 famílias beneficiadas.

Rio Jacutinga em Concórdia.

Como existem atualmente 138 municípios em situação de emergência o dinheiro em média seria de R$ 400 mil a R$ 500 mil por município. Godoy disse que com esse volume de recursos seria possível atender cerca de 200 famílias do interior com rede de água.

Para o coordenador da Federação dos Trabalhadores na Agricultura da Região Sul, Fetraf-Sul, Alexandre Bergamin, o recurso é bom mas deve ser aplicado em políticas estruturantes, para instalação de cisternas em todas as propriedades, preservação de fontes, sistemas de irrigação, pequenas barragens em rios e equipamentos meteorológicos para prever alterações no clima.

Além disso ele afirmou que seria necessária um crédito emergencial para os agricultores, de cerca de R$ 10 mil por família, com subsídio de 50%, para pagar em 10 anos. O motivo são as perdas que chegam a R$ 770 milhões em Santa Catarina.

O secretário de Agricultura João Rodrigues disse que uma das prioridades da pasta será na construção de açudes de cisternas, pois é uma ação que deu bom resultado nessa estiagem. –Vamos investir em armazenagem de água- disse. As famílias que guardaram água da chuva praticamente não tiveram problema de falta de água. Cada cisterna custa cerca de R$ 20 mil a R$ 30 mil. O governo do Estado já paga o valor do juro para famílias que fazem o financiamento para esse fim. Mas, com o recurso do BNDES, essa medida será intensificada.

Outra medida a ser adotada, segundo o secretário, é investimento em redes de água e irrigação. Ele afirmou que a forma de viabilizar a aplicação de recursos e quanto será investido em cada ação ainda vai passar por avaliações dos técnicos da secretaria e outros órgãos do Governo.

A Secretaria de Defesa Civil do Estado também está elaborando um projeto de medidas para amenizar os efeitos da estiagem. Em estiagens anteriores foi relizada uma proposta, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina, que previa 555 ações. No entanto uma verba de R$ 10 milhões liberada em 2009 pelo Governo Federal para esse fim, acabou sendo rateada entre as prefeituras e o projeto foi engavetado. Agora ele está servindo de base para atualização de um novo projeto.

As chuvas do final de abril amenizaram a falta de água no campo tanto para lavouras quanto para o consumo humano e animal. No entanto ela ainda é visível nas hidrelétricas. Em Machadinho á operação foi interrompida no mês passado por falta de água. Em Itá o lago baixou 5,4 metros e o reservatório tem apenas 8% do volum útil para geração. Com isso rios que ficavam represados, como Jacutinga, estão com extensas faixas de terra que antes ficavam debaixo d’água.

-Desde que tem a barragem nunca ficou tão baixo- disse Marcelo Hann, que mora na margem do rio Jacutinga, no interior de Concórdia.


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09 mai09:21

Massa de ar seco deixa o tempo firme em Santa Catarina nesta quarta-feira

A quarta-feira deve ser de tempo firme em todas as regiões de Santa Catarina. A presença de uma massa de ar seco sobre o Estado mantém a estabilidade.

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O dia deve ser de muito calor. A previsão da Epagri é que a temperatura chegue a 29ºC nas cidades do Litoral e do Oeste. Na Grande Florianópolis, os termômetros podem chegar a 28ºC.

Os ventos soprarão de nordeste, com intensidade fraca a moderada. A indicação do órgão que monitora as condições climáticas no Estado apontam que a velocidade não deve passar de 35 Km/h.

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DIÁRIO CATARINENSE



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08 mai18:29

Agricultores atingidos pela estiagem em SC devem receber sementes de milho

Nesta terça-feira o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, João Rodrigues esteve reunido em Brasília com o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro. O objetivo do encontro foi discutir medidas de auxiliar os agricultores familiares atingidos pela estiagem no Estado.

No encontro, Rodrigues pediu apoio do Ministério para o fornecimento de sementes de milho, azevém, aveia e adubo para a safra 2012/2013, principalmente para o Oeste de Santa Catarina. O levantamento feito pela Secretaria da Agricultura e Epagri mostra que mais de 135 municípios foram atingidos pela estiagem, abrangendo 95,2 mil propriedades agrícolas e 391 mil pessoas ligadas ao meio rural, com prejuízo de aproximadamente R$ 778 milhões.

>> Segundo a Defesa Civil do Estado 138 municípios estão em situação de emergência devido a estiagem

Segundo o Ministro Mendes Ribeiro, a Conab deverá liberar 58 mil toneladas de semente de milho ao preço de R$ 21 a saca para 19 municípios catarinense. O milho deve chegar a Santa Catarina em 72 horas. Os municípios beneficiados serão: Campo Erê; Pinhalzinho; São Miguel do Oeste; Descanso; Itapiranga; Palmitos; Coronel Freitas; Maracajá; Braço do Norte; Quilombo; Tangará; Herval do Oeste; Mondaí e Palmitos.

- Nosso pedido tem o intuito de auxiliar os pequenos produtores mais prejudicados pela estiagem em Santa Catarina – destacou João Rodrigues. O secretário disse que a liberação das sementes será bem vinda para amenizar o drama dos agricultores atingidos pela estiagem e dar maior segurança, produtividade e rentabilidade nas lavouras e criações.


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