Sindicato

23 set19:10

Panorama da greve dos bancários no Oeste

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Bancários de doze cidades do Oeste estão em greve. Segundo o presidente em exercício do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região, Luiz Junior Gubert, a categoria reivindica 10,25% de aumento e melhores condições de trabalho, saúde e atendimento.

A paralisação iniciada na terça-feira, dia 17, não tem prazo para terminar.

>> Confira alternativas para pagar contas durante a greve dos bancários


Panorama da greve no Oeste


Abelardo Luz

1 agência da Caixa Econômica


Chapecó

5 agências do Banco do Brasil

6 agências da Caixa Econômica Federal

2 agências do Santander

3 agências do Itaú

1 agência do HSBC

1 Banrisul


Concórdia

1 agência do Banco do Brasil

1 agência da Caixa Econômica

1 agência do Santander


Iporã do Oeste

1 agência do Banco do Brasil


Maravilha

1 agência do Banco do Brasil


Pinhalzinho

1 agência do Banco do Brasil

1 agência da Caixa Econômica Federal


Quilombo

1 agência do Banco do Brasil


São Carlos

1 agência do Banco do Brasil


São Miguel do Oeste

1 agência do Banco do Brasil/Besc

1 agência da Caixa Econômica Federal


Seara

1 agência do Banco do Brasil


Xavantina

1 agência do Banco do Brasil


Xanxerê

1 agência da Caixa Econômica



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20 set15:16

Bancários de dez cidades do Oeste estão em greve

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Bancários de dez cidades do Oeste estão em greve. A paralisação iniciou na terça-feira, dia 17, e não tem prazo para terminar. Os bancários esperam uma contraproposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). No final de agosto os banqueiros apresentaram uma proposta de 6% que foi rejeitada pela categoria.

Segundo o presidente em exercício do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região, Luiz Junior Gubert, a categoria reivindica 10,25% de aumento e melhores condições de trabalho, saúde e atendimento.

>> Confira alternativas para pagar contas durante a greve dos bancários

Na região do Alto Uruguai Catarinense seis agências estão fechadas. De acordo com o Sindicato de Concórdia, são cerca de 300 bancários que atuam em 25 agências instaladas em 17 municípios da região.

No Sindicato dos Bancários de Chapecó, Xanxerê e Região, que compreende 30 municípios e 60 agências, 21 estão paralisadas. Dos 1,3 mil bancários, 95% estão filiados.

Na área de atuação do Sindicato de São Miguel do Oeste quatro agências, das 35 distribuídas em 32 municípios, estão fechadas. São cerca de 450 bancários no extremo-oeste.

Panorama da greve no Oeste

Chapecó

5 agências do Banco do Brasil

6 agências da Caixa Econômica Federal

2 agências do Santander

2 agências do Itaú

1 agência do HSBC


Concórdia

1 agência do Banco do Brasil

1 agência da Caixa Econômica

1 agência do Itaú

1 agência do Santander


Iporã do Oeste

1 agência do Banco do Brasil


Maravilha

1 agência do Banco do Brasil


Pinhalzinho

1 agência do Banco do Brasil

1 agência da Caixa Econômica Federal


Quilombo

1 agência do Banco do Brasil


São Carlos

1 agência do Banco do Brasil


São Miguel do Oeste

1 agência do Banco do Brasil/Besc

1 agência da Caixa Econômica Federal


Seara

1 agência do Banco do Brasil


Xavantina

1 agência do Banco do Brasil


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23 ago11:09

Convention Bureau e SIHRBASC de Chapecó apresentam projeto de Festival Gastronômico à empresários

O Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau e o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Chapecó (SIHRBASC), reuniram empresários do segmento de restaurantes e bares para a apresentação do Projeto e da Marca do Festival Gastronômico do Grande Oeste, que deve ser realizado em junho de 2013.

O evento contou com a participação de representantes de cerca de 15 empreendimentos de Chapecó e região, que conheceram detalhes do projeto que pretende mobilizar a rede de restaurantes, bares e principalmente os consumidores para o evento que tem como objetivo apresentar a culinária regional de forma inovadora e criativa, valorizando cada vez mais a cultura do Oeste de Santa Catarina.

Durante o evento foi apresentado o cronograma de atividades que será desenvolvido durante todo o segundo semestre de 2012, no qual os estabelecimentos terão capacitações e workshops disponibilizados pela Faculdade SENAC, através do programa SENAC TURISMO. A ação tem o intuito de qualificar e aprimorar ainda mais os empreendimentos para que, durante o festival, os consumidores tenham acesso não só aos melhores pratos, como também as melhores práticas do “bem servir”.

O Festival Gastronômico do Grande Oeste acontecerá no período de 7 a 23 de junho de 2013. Sendo que nos dias 7 e 8 de junho será realizada a abertura oficial com grande evento com apresentações culturais, onde os restaurantes apresentarão os pratos participantes. E no período de 9 a 23 de junho inicia-se o Circuito Gastronômico do festival, no qual o consumidor terá acesso aos pratos nos próprios estabelecimentos. Assim, pretende-se fomentar o movimento nos restaurantes durante o período de queda no consumo em virtude do inverno.

- É um projeto que foi muito planejado e discutido, pois o Bureau e o SIHRBASC entendem que a gastronomia é uma potencialidade para o turismo em Chapecó e precisa ser valorizada e fomentada, de forma que se configure em mais um atrativo da região – disse a Presidente do Convention Bureau, Miriam Felippi.


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14 ago09:56

Motoristas e cobradores do transporte coletivo de Chapecó fazem paralisação

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Quem precisou pegar ônibus do transporte coletivo urbano em Chapecó para ir ao trabalho na manhã desta terça-feira precisou ter paciência. Motoristas e cobradores realizaram uma paralisação, o que geral atraso na saída de alguns horários. Segundo o Sindicato dos Condutores de Veículos e Trabalhadores nas Empresas de Transporte Coletivo Urbano e Transporte Intermunicipal e Interestadual de Chapecó e Região (Sintracol), a categoria quer um aumento de salário e do vale alimentação, além da redução do intervalo de 4 para 2 horas e melhores condições de trabalho. A paralisação iniciou às 4 horas da manhã e até a metade da manhã alguns horários haviam sido normalizados.

- Estamos em negociação desde o dia 4 de abril quando entregamos a pauta de reivindicações . Até agora participamos de quatro reuniões e não tivemos acordo – disse Rubismar Cruz, presidente do Sitracol.

Cruz disse ainda que o salário dos profissionais é o mais baixo do estado. Os cobradores recebem R$ 630 e os motoristas R$ 1.093.

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Oeste Catarinense (Sintroeste), disse que já foi oferecido um aumento salarial nas negociações, mas o sindicato da categoria recusou.

Em Chapecó duas empresas têm a concessão do transporte coletivo. Segundo informações do Sintroeste , uma delas, com 350 funcionários, está com 10% dos funcionários parados, a maioria cobradores. A outra com 100 funcionários disse que apenas cinco profissionais estão parados.


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31 jul17:35

Governo recebe sindicatos para tratar da greve

O governo federal pediu prazo até 8 de agosto para apresentar uma resposta às reivindicações dos caminhoneiros autônomos, mas condicionou as negociações ao fim do bloqueio de rodovias que já dura sete dias em vários pontos do país. A informação é do presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Costa, que reuniu-se nesta terça-feira com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos.

>> Caminhoneiros impedem passagem de veículos de carga em pelo menos oito trechos de estradas em SC

A CNTA é contra a greve dos caminhoneiros, organizada por outro sindicato, o Movimento União Brasil Caminhoneiros (MUBC). Os representantes da CNTA afirmam que há interesses patronais por trás da paralisação.

De acordo com o presidente da CNTA, o governo entende que o bloqueio das estradas tem que ser suspenso inclusive por representar perigo para os motoristas de caminhão e a população em geral. O ministro Paulo Sérgio Passos começou uma reunião com representantes do MUBC logo após falar com o CNTA. O encontro ainda não havia terminado até o fechamento desta matéria.

— A posição [do governo] é de que há necessidade de desocupação das estradas, porque já houve morte — declarou o presidente da CNTA.

Segundo ele, foram registradas três mortes de caminhoneiros desde o início dos protestos. Duas mortes foram por atropelamento e uma causada por uma pedrada contra um caminhão, que acabou atingindo o motorista.

Os representantes da CNTA e da MUBC têm pelo menos uma reivindicação em comum. As duas entidades querem maior prazo para a implementação da Lei n° 12.619. A legislação que entrou em vigor ontem, determina que haja descanso ininterrupto de 11 horas a cada dois dias trabalhados para motoristas de caminhão. Os dois sindicatos argumentam, no entanto, que as rodovias brasileiras não têm infraestrutura adequada para que os caminhoneiros cumpram a norma. Na ocasião da aprovação da lei, a presidenta Dilma Rousseff vetou o artigo que previa a construção de postos de descanso.

Além de maior prazo para cumprir a lei, os caminhoneiros querem a revisão de resoluções da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que, segundo eles, prejudicam a categoria. O MUBC defende a revogação de oito itens presentes em duas resoluções. Já o presidente da CNTA disse que a saída não é destruir o arcabouço legal existente, e sim “aparar as arestas”.

Antes de entrar na reunião com o ministro dos Transportes, o presidente do MUBC, Nélio Botelho, negou que haja intervenção patronal na greve:

— Não existem entidades envolvidas nessa manifestação. Surgiu do próprio trabalhador.

Botelho disse ainda que o movimento quer a “revogação imediata” dos itens que considera prejudiciais e que espera ter uma resposta do Ministério dos Transportes ainda hoje.

AGÊNCIA BRASIL



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13 jul18:20

Motoristas do transporte urbano de Chapecó podem paralisar as atividades no domingo

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Oeste (Sintroeste) foi notificado que a partir das 14h deste domingo pode acontecer paralisação no transporte coletivo urbano de Chapecó. A notificação foi feita na última quinta-feira, 12 de julho, às 14h, pelo Sindicato dos Condutores de Veículos e Trabalhadores nas Empresas de Transporte Coletivo Urbano e Transporte Intermunicipal de Passageiros (Sittracol).

Por determinação da Procuradoria Regional do Ministério Público do Trabalho, devem permanecer em operação 70% do sistema de transporte coletivo urbano, no período de eventual greve. Conforme o Sintroeste, as empresas vão se empenhar para manter os serviços em caso de paralisação.

Além disso, usuários que tiverem dificuldade em seus deslocamentos devem manter contato com as empresas que realizam a atividade de transporte urbano em Chapecó.


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09 jul17:34

Greve continua e caixas seguem sem dinheiro em Santa Catarina

Em audiência realizada agora à tarde, em Itajaí, não houve acordo entre os sindicatos trabalhista e patronal das empresas transportadoras de valores.

Em contato com o tesoureiro da Sintravesc, Júlio Maranhão, ele disse que não houve acordo porque a proposta dos patrões foi mantida. O Sindicato das Empresas de Segurança Privada de Santa Catarina (Sindesp) oferece aumento de 4%, e a classe trabalhista reivindica 14,88% (que é o INPC mais aumento real de 10%), mais o retorno do vale-alimentação nas férias, além de resjuste do valor de 15,90 para 18 reais, e ainda plano de saúde integral.

>> Dicas para driblar a falta de dinheiro e pagar contas

Sem o acordo, os sindicatos encaminham documentação para o Tribunal Regional do Trabalho, em Florianópolis. Segundo o Sintravesc, os trabalhadores só vão voltar ao serviço no momento que for marcado o julgamento deste caso.

A paralisação começou no dia primeiro de julho, e prejudica o abastecimento de cédulas nos caixas eletrônicos que ficam fora das agências bancárias.

Semana passada, o Procon estadual autou 10 bancos que, com a falta de dinheiro, por limitar o saque feito na boca do caixa, o que vai contra o Código de Defesa do Consumidor. Houve filas nas lotéricas, e algumas chegaram a fechar mais cedo. Uma equipe da RBS TV flagrou, inclusive, funcionários de uma empresa transportando malotes com valores em carro comum, o que é proibido.


DIÁRIO CATARINENSE



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09 jul12:50

Dicas para driblar a falta de dinheiro e pagar contas

A falta de cédulas nos bancos está sendo causada pela greve dos transportadores de valores, no entanto os bancos continuam abertos e com serviços funcionando. O pagamento de contas continua sendo processado normalmente nos bancos e meios eletrônicos (autoatendimento, internet e telefone).

O consumidor que se sentir prejudicado pela falta de dinheiro nos terminais deve imprimir um comprovante e, com o papel em mãos, procurar Procon e Banco Central para reclamar seus direitos.

Sem dinheiro nos bancos, consumidores podem recorrer aos correspondentes casas lotéricas (da Caixa) e Correios (do Banco do Brasil). Nos caixas de supermercado é possível pagar algumas faturas com cartão de débito.

No caso de um débito que não possa ser pago com boleto, cheque ou transferência direta entre contas-corrente, especialistas aconselham negociar prorrogação do prazo para pagamento até que o serviço bancário normalize.

O motivo é a greve dos trabalhadores das empresas de transporte de valores. O Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores (Sintravasc) estima que 1,3 mil funcionários estão de braços cruzados em Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Itajaí, Joinville e Chapecó. A paralisação iniciou no dia 2 de julho. Trabalhadores de Tubarão, Joaçaba e Lages, por outro lado, retornaram ao trabalho na quarta-feira, dia 4 de junho.

Nesta segunda-feira acontece uma audiência de conciliação na 2ª Vara de Trabalho em Itajaí. De acordo com a advogada do Sindesp, Thais Pazin, caso os sindicatos não entrem em acordo será encaminhado um dissídio coletivo e a Justiça do Trabalho que irá decidir quais reivindicações, tanto dos empregados, como das empresas serão atendidas.


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06 jul12:41

Já falta dinheiro nos caixas eletrônicos

Juliano Zanotelli e Caroline Passos

juliano.zanotelli@rbsonline.com.br | caroline.passos@diario.com.br

Em pleno período de pagamento dos trabalhadores e beneficiários do INSS, agências e caixas eletrônicos de Santa Catarina estão com falta de cédulas disponíveis para saque.

O dinheiro disponível neste momento já é proveniente de depósito realizado pelos próprios clientes. As cidades de Florianópolis, Criciúma e Chapecó são as mais prejudicadas, onde o último abastecimento nos caixas eletrônicos aconteceu no domingo passado, dia 1º. O problema deve seguir pelo menos até a próxima segunda-feira, dia 9.

O motivo é a greve dos trabalhadores das empresas de transporte de valores. O Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores (Sintravasc) estima que 1,3 mil funcionários estão de braços cruzados em Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Itajaí, Joinville e Chapecó. Trabalhadores de Tubarão, Joaçaba e Lages, por outro lado, retornaram ao trabalho na quarta-feira.

Com a falta de abastecimento de cédulas, algumas agências limitaram os valores máximos de saque ou mesmo retiraram de operação alguns terminais de autoatendimento. Orientadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), várias agências estão tentando minimizar o problema abastecendo guichês de caixa e terminais com os valores depositados pelos próprios clientes.


Responsabilidade é dos bancos, diz órgão de defesa

A Febraban, por nota, afirmou que a responsabilidade pela falta de dinheiro não pode ser imputada aos bancos em função da legislação vigente (Lei 7.102/83), que define que o transporte de numerário só pode ser efetuado por empresas de transporte de valores.

Já o presidente do Instituto de Defesa do Consumidor Bancário (IBDConB), Luciano Duarte Peres, contesta a posição da entidade e ressalta que, mesmo com a greve, a normalidade do serviço é de responsabilidade dos bancos.

— É responsabilidade dos bancos manter os caixas eletrônicos abastecidos. Em casos como este, eles têm a obrigação de dar alternativas aos clientes e orientar da melhor forma para não gerar prejuízos ao consumidor. Os consumidores lesados devem procurar o Procon, Banco Central e até abrir uma demanda no judiciário, dependendo do prejuízo gerado — diz.

A orientação do especialista ao consumidor que não conseguir sacar o dinheiro é que imprima um comprovante de que esteve no local tentando retirar a quantia desejada e, com o papel em mãos, procure os órgãos responsáveis.


Dicas para driblar o desabastecimento

A falta de cédulas nos bancos está sendo causada pela greve dos transportadores de valores, no entanto os bancos continuam abertos e com serviços funcionando. O pagamento de contas continua sendo processado normalmente nos bancos e meios eletrônicos (autoatendimento, internet e telefone).

O consumidor que se sentir prejudicado pela falta de dinheiro nos terminais deve imprimir um comprovante e, com o papel em mãos, procurar Procon e Banco Central para reclamar seus direitos.

Sem dinheiro nos bancos, consumidores podem recorrer aos correspondentes casas lotéricas (da Caixa) e Correios (do Banco do Brasil). Nos caixas de supermercado é possível pagar algumas faturas com cartão de débito.

No caso de um débito que não possa ser pago com boleto, cheque ou transferência direta entre contas-corrente, especialistas aconselham negociar prorrogação do prazo para pagamento até que o serviço bancário normalize.


Fonte: Febraban


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04 jul11:53

Começa a faltar dinheiro em alguns caixas eletrônicos

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

No terceiro dia de greve dos empregados no transporte de valores em Santa Catarina alguns caixas eletrônicos estão sem dinheiro. O último abastecimento foi realizado no domingo, dia 1º de julho. Nesta tarde será realizada, às 14 horas, uma audiência no Ministério Público em Florianópolis, entre representantes das empresas de transportes de valores e o Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores de Santa Catarina (Sintravasc).

O diretor do sindicato em Chapecó, Ademir Dall Bello, que esta na capital, espera que a reunião seja positiva e caso as reivindicações não sejam atendidas a greve deve continuar.

- Não queríamos paralisar as atividades e causar problemas para a população, mas essa é única solução – disse.

Em Chapecó, alguns caixas eletrônicos externos da Caixa Econômica Federal estão com falta de nota. Nos caixas das agências, até o momento, o atendimento está normal, pois eles podem ser abastecidos pelos funcionários.

Já na Grande Florianópolis, desde a terça-feira, um cartaz na entrada das agências orienta que os clientes realizem transferências de valores e procurem as lotéricas para efetuar saques maiores, pois foi estipulado um limite de saque, no valor de R$ 1 mil por cliente, na boca do caixa. A Assessoria da Instituição disse ainda que está conseguindo administrar bem a situação e não está com grandes problemas.

De acordo com o Sintravasc a paralisação ocorre em Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Tubarão, Itajaí, Joinville, Joaçaba, Lages e Chapecó. São 1,5 mil trabalhadores parados desde a segunda-feira, dia 2. Os trabalhadores reivindicam10% de aumento de salário, vale alimentação nas férias e plano de saúde integral.


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