Sistema

02 ago12:45

Veja dicas para manter o sistema digestivo em ordem

Entre os tipos de câncer do sistema digestivo no Brasil, cerca de 30,1 mil neste ano serão de intestino (colo e reto), segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). As mulheres são as mais atingidas pela doença, com 15.960 novos casos, contra 14.180 do sexo masculino, mas a prevenção é necessária para ambos os gêneros, sobretudo a partir dos 50 anos.

A enfermidade pode, atualmente, ser identificada com bastante segurança e antecedência. De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed), Sérgio Bizinelli, já é possível detectar a doença de maneira precoce por meio da endoscopia baixa ou colonoscopia, um exame rápido e indolor e que gera grande possibilidade de cura.

— Se existissem programas no SUS para o incentivo do exame, menos pessoas morreriam por causa dessa enfermidade — afirma.

Os sintomas podem ter intensidade distinta. Variam de mudança do ritmo intestinal, com prisão de ventre ou diarreia sem causa aparente, ou anemias sem motivo. A pessoa que evacua uma vez ao dia e repentinamente passa dias sem evacuar ou que vai ao vaso muitas vezes no mesmo dia sem que tenha alterado a alimentação deve suspeitar de algum problema. Essa alteração no ritmo intestinal é um alerta para que se procure logo um médico.


Variações não visíveis

As variações no funcionamento normal do organismo também mudam de acordo com a localização do tumor. Se ao lado direito do abdômen, o mais comum é um quadro de fraqueza, anemia e diarreia. Quando do lado esquerdo, há maior probabilidade de prisão de ventre.

Já o câncer no reto tem como principais indicativos o sangramento e a vontade recorrente de ir ao vaso. Nesse caso, é comum o paciente confundir o problema com hemorroida, o que mascara a doença.

Mas há diferenças: em casos de hemorroidas, o sangue vivo não se encontra misturado às fezes, característica presente no sangue ocasionada pelo câncer. Como é complicado para o paciente distinguir entre um e outro, a indicação é procurar um médico em caso de sangramento.

Para Bizinelli, o Brasil deveria investir em campanhas de prevenção dos cânceres do aparelho digestivo, assim como ocorre com a mama e a próstata.

— Com a colonoscopia, conseguimos ver todo o intestino grosso. Podemos até retirar um pólipo, que é a formação de verruga na parede do intestino ou reto e que pode evoluir para um tumor, que é encaminhada para a biópsia — detalha o especialista.

Nem todos os casos de pólipos evoluem para um tumor, mas 95% dos casos de neoplasias do cólon provêm da formação de pólipos, como explica Bizinelli.

Se um pólipo é retirado, o repouso é de apenas 24 horas. No Brasil, o câncer no intestino é o quarto mais frequente nos homens, atrás apenas do câncer de estômago, de pulmão e de próstata. O desenvolvimento do câncer colorretal leva de 10 a 15 anos, segundo estimativas. Por isso, a maior incidência ocorre a partir dos 60 anos. Quanto mais casos na família, maior o risco de desenvolver a doença.


A eficiência da endoscopia

O endoscopista digestivo e diretor da Sobed de Minas Gerais, Jairo Silva Alves, lembra que os cânceres de esôfago, de estômago e de duodeno também podem ser diagnosticados por uma endoscopia alta. O tumor no esôfago é o mais recorrente entre os três órgãos e, geralmente, muito perigoso, pois se desenvolve silenciosamente.

— Existem alguns métodos para o diagnóstico, mas o mais seguro e eficiente é a endoscopia. Até porque permite intervenção imediata. O aparelho endoscópico permite inserirmos uma pinça para retirar o pólipo ou aplicar um medicamento — garante.


Dieta saudável

A alimentação está intimamente ligada ao surgimento tanto do câncer de intestino quanto do de esôfago. Gordura animal, refeições pobres em fibra e ricas em corantes favorecem a incidência. Os corantes liberam nitrosaminas no intestino, substâncias reconhecidamente cancerígenas, presentes numa série de produtos industrializados.

Na dieta rica em gordura, destacam-se as carnes gordas, a manteiga e os queijos amarelos. A gordura da carne vermelha, os alimentos salgados e os defumados também têm substâncias carcinogênicas e devem ser evitados.

Invista em frutas, verduras e em uma dieta rica em fibras.


VIDA E SAÚDE



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19 jul09:52

Sistema de informática da Polícia Militar completa um ano sem alcançar todo o Estado

Diogo Vargas | diogo.vargas@diario.com.br

Adquirido e inaugurado há um ano, num pacote de tecnologia de R$ 3,9 milhões, o Sistema de Atendimento e Despacho (Sade) de ocorrências da Polícia Militar ainda não alcançou o Estado todo e passará por correções.

A sua eficiência foi colocada em xeque pelo Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (Ciasc), empresa pública que cuida do sistema de informática, numa polêmica que nos bastidores também revela o racha com a Polícia Civil.

O Sade foi implantado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) em julho de 2011. Está em operação hoje apenas na Capital, sendo que a previsão era de já estar funcionando em pelo menos mais sete cidades. Sozinho, teria custado R$ 500 mil, mas outras tecnologias que vieram junto elevaram a soma para cifras milionárias.

Os recursos foram dos governos federal e estadual. As licitações ocorreram de forma fatiada. A compra foi direta pela SSP e não passou pelo Ciasc. E é justamente o Ciasc que elaborou agora um parecer técnico colocando em dúvida a capacidade do Sade. O relatório está com o secretário da SSP, César Grubba.

O coordenador da central de emergências da SSP, tenente-coronel Vânio Luiz Dalmarco, afirma que ainda não leu o documento. Ele disse que houve problema com a empresa vencedora da licitação, que não teria cumprido todos os requisitos do edital e, por isso, será multada em R$ 200 mil.

De acordo com ele, uma nova licitação foi feita para a manutenção do sistema. Ele informou que uma nova versão do Sade corrigirá os problemas e enfim chegará ao resto do Estado. Dalmarco garantiu que o maior resultado do Sade é, que, atualmente, não se perdem mais ligações aos serviços de emergência como acontecia no passado.

- Hoje ele perde de 10% a 15% das ligações apenas em Florianópolis, coisa que no passado nós perdíamos até 80% das ligações. É uma situação confortável – destacou Dalmarco.

Das outras tecnologias no pacote, há notícia que apenas o rastreamento da frota de viaturas estaria em pleno funcionamento – 3,2 mil carros das polícias Civil e Militar são monitorados.

O DC apurou que em setores de inteligência da segurança circulam documentos internos questionando a situação do Sade. Num deles, as informações figuram em consultas feitas pela SSP com o Ciasc, a empresa pública do Estado que executa políticas de tecnologia.

Como sugestão de melhorias, o Ciasc sugeriu o desenvolvimento de um novo sistema, haja vista a situação crítica do Sade. O Ciasc teria entendido que a sua operacionalidade deveria ficar apenas em até 30% da capacidade permitida em Florianópolis para não se ter problemas.

Consultado a respeito, o vice-presidente de Tecnologia do Ciasc, Paulo Ricardo Corrêa Bonifácio, minimizou o assunto. Ele afirma que todo sistema passa por adaptação, requer novos moldes e que não poderia falar com propriedade sobre os atendimentos, pois entende ser atribuição do usuário final.

- O que posso dizer é que, inicialmente, o Sade enfrentou muita resistência por parte de alguns tipos de usuários porque em determinadas épocas apresentava ainda funcionalidade que não atendia a todas as necessidades – resume Paulo Ricardo.

No Samu, há dificuldades operacionais para pesquisar ocorrências e para obter estatísticas específicas exigidas pelo Ministério da Saúde. As correções estariam sendo providenciadas na segunda versão do Sade.


Os pontos polêmicos do parecer do Ciasc:

A codificação do sistema foi feita de modo pobre, com erros primários de codificação e de arquitetura, com um número extremamente elevado de acessos ao banco de dados.

A base de dados foi criada a partir de um gerador baseado nas classes de persistência e não está de modo algum otimizada, sendo que nem ao menos possui índices.

O sistema é utilizado a “duras penas” pela central de atendimento de Florianópolis, mal conseguindo suportar 20 usuários simultâneos sem ficar excessivamente lento ou travar.

De acordo com as reuniões com membros da PMSC, que conhecem bem o problema proposto, o Sade não soluciona nem 30% do necessário, e que foi passado a empresa o desenvolveu, necessitando alterações em quase todas as funcionalidades atuais.

A integração do sistema com o Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp) não foi implementada corretamente.

O sistema não possui histórico de alterações de atendimentos, solicitações, guarnições e demais informações do banco de dados, sendo impossível rastrear alterações realizadas.

O login do sistema não possui segurança alguma, visto que, como a integração com o Sisp está mal feita, é possível logar apenas com o número de usuário, sem senha.

Fonte: Ciasc


A polêmica com a Polícia Civil

O Sade é a ferramenta da Polícia Militar no Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp). Nele, os PMs inserem os dados de ocorrências atendidas, além do cadastro que é feito das ligações aos números de emergência.

Ao implementá-lo, a segurança pública propagandeou o ganho da integração entre as polícias na troca de informações. Abriu-se então uma polêmica com a Polícia Civil. Até hoje há resistência entre delegados, que entendem que o Sade burocratizaria a atividade dos PMs, os quais poderiam estar inteiramente dedicados ao policiamento ostensivo.

Na prática, segundo as autoridades da SSP, o sistema não chega a gerar duplicidade de informações ou problemas de acesso a dados com os dos policiais civis. Há um ano, houve manifestações de que os passariam a registrar Boletim de Ocorrência (BO), o que foi negado pela SSP.

A reportagem apurou que um conselho dos órgãos da segurança criado para discutir esse tipo de situação não estaria operando mais. A Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), principal questionadora do Sade no seu lançamento, não quis se manifestar.


ENTREVISTA: Tenente-coronel João Ricardo Busi da Silva, diretor de Tecnologia e Sistemas de Informação da PM/SC:

“Está nos atendendo”

Por telefone, o diretor de tecnologia da PM disse que o Sade atende ao proposto, mas que receberá correções e dificilmente será estadualizado este ano.


Diário Catarinense – Como está funcionando o Sade?

João Ricardo Busi da Silva - É claro que todo sistema precisa receber a customização e estamos customizando algumas rotinas que foram revistas. Para aquilo que ele tinha a pretensão está nos atendendo. Mas ainda está recebendo as customizações adequadas para superar o que tem a fornecer.


DC – Que correções são essas?

Buzi - Por exemplo, quando você constrói um sistema e coloca em operação sempre tem uns ajustes, o que a gente chama de refinamento. Para isso você tem que programar o desenho e a programação.


DC – Além da Capital, quais são as outras regiões que ele está atendendo? Tem previsão para outras regiões?

Buzi - Por enquanto só a Capital. A previsão para o resto do Estado é início do ano que vem, mas este ano não temos previsão para expandir.


DC – Qual seria o motivo?

Buzi - Isso tudo você tem que fazer por etapas. A etapa de preparar a customização vence daqui a uns 30, 35 dias. E aí estamos preparando um cronograma. Porque vem aí a operação Veraneio e fazer mudança é complicado. Não se muda rotina nessa época porque o número de ocorrências pode aumentar e trazer alguns transtornos. O que está sendo implantado a nível de Estado é o Sisp (Sistema Integrado de Segurança Pública). Esse até o final de novembro essa atividade estará pronta.


DC – Existe um parecer técnico do Ciasc questionando um pouco a operacionalidade do Sade, falando que ele apresentaria uma situação crítica…

Buzi - Justamente, esses ajustes é que estão sendo tratados.


DC – Esse sistema custou quase R$ 4 milhões e ainda não está 100% na íntegra…

Buzi - Não, há um equívoco aí. Esse sistema não foi R$ 4 milhões. Ele saiu na sua totalidade R$ 550 mil no máximo. Quando ele foi adquirido estava num conjunto de outras tecnologias, geoprocessamento, sistema de câmeras.


DIÁRIO CATARINENSE



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17 jul09:52

Para receber seguro-desemprego será preciso fazer curso de qualificação

Prevista no papel desde 1990, a obrigação de realizar cursos de qualificação para que haja a liberação do seguro-desemprego começa a virar realidade com o cadastramento dos primeiros profissionais.

Em Santa Catarina, a expectativa é de que, até setembro deste ano, o treinamento esteja ao alcance de todos os trabalhadores, informa o Sistema Nacional de Empregos (Sine).

Os treinamentos são exigidos de pessoas que foram demitidas três vezes sem justa causa nos últimos 10 anos. Os cursos têm 160 horas, são gratuitos e os participantes ganham vale-transporte, material didático e lanche.

A frequência mínima exigida é de 70%. Só estão isentas de fazer o treinamento as pessoas que fizerem algum curso com carga horária igual ou superior. O supervisor de seguro-desemprego do Sine em SC, Cantucho João Setúbal, explica que hoje está havendo rotatividade porque falta qualificação a estes trabalhadores.

O treinamento foi instituído para preencher esta lacuna e permitir a manutenção da vaga. Ele acrescenta que a exigência também combate o chamado acerto: quando o empregado pede a demissão para ficar com o seguro-desemprego e oferece devolver a multa de 40% ao patrão.

Cantucho ressalta que o trabalhador precisa se conscientizar de que estar com a carteira assinada é mais importante do que o benefício, além de garantir 13o salário, FGTS e auxílio-doença.

As inscrições para os cursos estão abertas na Grande Florianópolis e somente na Capital cerca de cem pessoas já se cadastraram. Na região, as aulas começam no dia 30 de julho. No restante do Estado, está sendo feito o treinamento das unidades do Sine para que os 105 escritórios estejam aptos a encaminhar os trabalhadores. O prazo para esta fase é dia 31 deste mês.

Por este motivo, os cursos no interior vão demorar mais para começar e as últimas turmas devem ser fechadas em setembro. Para poder oferecer o treinamento, o Sine fechou acordos com Senai, Sesi, Senac e Senat e os institutos federais e estaduais de educação. O supervisor Setúbal explica que cada ocupação tem um parceiro.


Participação é  exigência do Sine

A participação nos cursos é a última exigência do Sine antes de liberar o seguro-desemprego. Antes, o trabalhador recebe três propostas de emprego em funções e salários semelhantes a última ocupação. É preciso justificar porque elas não foram aceitas e, em seguida, ocorre a matrícula num programa de treinamento.

Daniel Borba, 29 anos, era vendedor e compareceu ao Sine para pedir o seguro-desemprego. Ele considera a oferta dos cursos boa porque é uma oportunidade de aprendizado de graça em instituições reconhecidas.


Chapecó

O Agência do Sine fica na Avenida Getúlio Vargas, 128S – Sala 01, no centro, próximo da Catedral Santo Antonio. O telefone é (49) 3322-5856.


DIÁRIO CATARINENSE


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04 mai18:03

Sistema online do Detran ficará fora do ar até segunda-feira para ajustes

O sistema online do Detran ficará temporariamente desabilitado das 18h desta sexta-feira às 9h de segunda-feira para uma mudança no programa de certificados de Registro de Veículo e de Registro e Licenciamento de Veículo.

A alteração é necessária devido ao esgotamento da atual série numérica composta por dez dígitos. O novo sistema amplia a capacidade para 12 algarismos.

Durante este período, os despachantes não poderão fazer transferências, alterações de dados e mudanças de características pelo sistema. O ajuste segue uma determinação do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) e também será feito nos demais Detrans do país.

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15 mar16:56

Estacionamento Rotativo em Chapecó

O Prefeito José Caramori determinou que a empresa responsável pela administração do Estacionamento Rotativo realize a revisão e manutenção em todos os parquímetros, de modo a assegurar que sua utilização não gere transtornos aos usuários.

Foi fixado o prazo de 15 dias para que o Sistema de Parquímetros volte a operar normalmente. Durante este período a utilização das vagas poderá ser feita mediante a aquisição de cartões, além do uso dos bótons. Em caso de dúvidas o usuário deverá procurar as orientadoras do serviço.

- A utilização dos parquímetros representa a modernização do Estacionamento Rotativo e deve proporcionar economia e comodidade aos usuários, mas, para isso, é preciso que o Sistema apresente absoluta segurança – disse o prefeito.


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09 fev11:38

São Miguel do Oeste terá sistema de videomonitoramento

O secretário de Estado de Desenvolvimento Regional de São Miguel do Oeste, Wilson Trevisan, recebeu nesta quarta-feira a confirmação de que o sistema de videomonitoramento urbano será instalado dentro de 120 dias em São Miguel do Oeste. Trevisan disse que o convênio será custeado de forma integral pelo Governo do Estado, sem a necessidade de participação de recursos do município.

De acordo com o secretário, esta ação, coordenada pela Regional de São Miguel do Oeste, terá um investimento estimado em R$ 400 mil. O município será o primeiro do Extremo Oeste a receber um sistema de videomonitoramento com recursos do Estado. – É mais um conquista para nossa região e mais um reconhecimento para a cidade pólo do Extremo Oeste – enfatiza Trevisan.


Maior número de câmeras

Na primeira tratativa, foi definida a instalação de nove câmeras. Após levantamento realizado pelas Polícias Militar e Civil de São Miguel do Oeste, o Governo do Estado autorizou a instalação de 20 pontos considerando as áreas com maior concentração comercial, bancária e com maior fluxo de veículos. – A necessidade foi apontada pelo estudo realizado. Nessas áreas, a incidência de delitos tem maior probabilidade de acontecerem. O objetivo do sistema é inibir esses tipos de crimes e, se ocorrerem, flagrá-los – disse o secretário regional.

O sistema será composto por 20 pontos monitorados por uma central que será instalada na sede do 11º Batalhão da Polícia Militar de São Miguel do Oeste. As Delegacias de Polícia Civil também terão acesso às imagens, permitindo a identificação de infratores, auxiliando nas investigações.


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06 jan11:09

Inscrições para o Sisu começam à meia-noite desta sexta-feira

A partir da meia-noite de desta sexta-feira, estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011 podem se inscrever para disputar uma das 108 mil vagas em universidades públicas que serão oferecidas por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As oportunidades estão distribuídas em 3.327 cursos de universidades federais e estaduais, além de institutos federais de Educação Profissional.

O maior número de vagas disponíveis (64 mil) está nos cursos de bacharelado. Há, por exemplo, 2.487 vagas em cursos de direito, 1.443 em medicina e 3.958 em graduações na área de administração. Além das carreiras mais disputadas nos vestibulares tradicionais, há oportunidades em cursos menos conhecidos pelos estudantes como astronomia, ciências ambientais, produção cultural e mineração.

Os candidatos podem se inscrever no Sisu até 12 de janeiro. Ao acessar o sistema, o estudante deve escolher duas opções de curso, indicando a sua prioridade.

Diariamente, o sistema divulga a nota de corte preliminar de cada curso com base na nota do Enem dos candidatos que pleiteiam as vagas. Durante esse período, o participante pode alterar essas opções se achar que tem mais chances de ser aprovado em outro curso ou instituição.

Ao todo, 95 instituições públicas de ensino superior participam da oferta do Sisu para o primeiro semestre de 2012. São 42 universidades federais, 13 instituições estaduais e 39 institutos federais de Educação Profissional, além da Escola Nacional de Ciências Estatísticas, administrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As oportunidades se concentram principalmente no Nordeste e Sudeste, que oferecem respectivamente 34,66% e 33,09% das vagas. Menos de 5% das vagas estão no Norte, 12,88% no Centro-Oeste e 14,5%, no Sul.

O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 15 de janeiro. Os estudantes aprovados deverão comparecer às instituições de ensino entre os dias 19 e 20 para fazer a matrícula. O participante que foi selecionado para a primeira opção de curso é retirado automaticamente do sistema e perde a vaga se não fizer a matrícula. Aqueles que forem selecionados para a segunda opção ou não atingirem a nota mínima em nenhum dos cursos escolhidos podem participar das chamadas subsequentes.

A segunda chamada está prevista para 26 de janeiro, com matrículas entre os dias 30 e 31. Caso ainda haja vagas disponíveis, o sistema gera uma lista de espera que será disponibilizada para as instituições de ensino preencherem as vagas remanescentes. O candidato interessado em participar dessa lista deverá pedir a inclusão entre 26 de janeiro e 1° de fevereiro.


AGÊNCIA BRASIL



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26 out13:13

Problemas na transmissão de dados interrompem transações em agências da Caixa em Santa Catarina

Pelo menos oito agências da Caixa Econômica Federal da Grande Florianópolis e cidades da região de Chapecó interromperam o atendimento na manhã desta quarta-feira.

O problema, segundo a superintendência do banco em Florianópolis, os cabos de fibra ótica apresentaram problema por volta das 11h30 min. Não há previsão de retorno ao atendimento. As áreas de auto-atendimento continua a funcionar normalmente.

Em Florianópolis, as agências do bairro Ingleses, no Norte da Ilha, e das avenidas Hercílio Luz e Gama D´Éça, no Centro, apresentaram problema.

Outras três agências de São José, no Centro, no Kobrasol e na rua Coronel Freitas, também foram atingidas.

As agências de Biguaçu e Tijucas também estão sem conexão.

Segundo a superintendência da CAIXA em Chapecó, o sistema está indisponível também em algumas agências de Seara, Concórdia, Xanxerê, Caçador e Porto União. Em Chapecó, as agências do Centro e Sete de Setembro operam normalmente. Já a agência da Efapi e do Posto de atendimento da Justiça Federal estavam sem sistema até o começo da tarde.

A superintendência da Caixa em Florianópolis comunicou que a área de tecnologia do banco está em contato com a empresa de telefonia Oi para saber o prazo de restabelecimento do sinal, mas ainda não há previsão.


DIÁRIO CATARINENSE

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26 set15:28

Adequação no sistema de esgoto

A 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Xanxerê, com atuação na área do meio ambiente, recomendou que os Prefeitos Municipais de Xanxerê, Bom Jesus e Faxinal dos Guedes notifiquem todos os moradores a adequarem o sistema de esgoto individual das residências de cada um dos Municípios.

Segundo informações recebidas pela Promotoria, muitas residências lançam diretamente o esgoto doméstico diretamente na rede pluvial, contaminando os lençóis freáticos e cursos d´água da Comarca.

Os moradores que receberam o aviso terão o prazo de 60 dias para se adequarem. Se houver descumprimento, poderão ser processadas pela Promotoria de Justiça. As multas que podem ser aplicadas variam de dois a 50 salários mínimos.

As providências fazem parte do Programa de Adequação de Esgotos Sanitários do MPSC, que busca a articulação entre o Ministério Público e órgãos do poder público para superar os problemas originários da destinação inadequada dos esgotos sanitários, prevenindo eventuais danos ao meio ambiente.


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