Tecnológico

25 mai12:46

Pense Imóveis: Cimento tecnológico veja a evolução do material e do tipo de aplicação

Partindo da exigência da moradora de usar um único tipo de piso alternativo ao porcelanato em todo o apartamento, a opção escolhida para esta cobertura de uma jovem advogada, no bairro Floresta, em Porto Alegre, foi o tecnocimento, uma evolução do antigo cimento queimado. A proposta do escritório Maria Christina Rinaldi Arquitetos para modernizar o imóvel usado para receber a nova proprietária substitui o preexistente piso laminado escuro da área interna.

Para aplicar o produto, a obra começou pela regularização do contrapiso, com o objetivo de diminuir suas imperfeições. “Revitalizar a base é fundamental para garantir uma melhor cobertura do revestimento – que tem apenas 2mm de espessura”, ressalta a arquiteta responsável pelo projeto de interiores, Mariana Meira.

Entre as vantagens desse piso está a ausência de juntas, pois é aplicado como massa corrida. Embora tenha secagem rápida, a circulação é liberada apenas dois dias após a finalização, em decorrência do sistema de multicamadas. Nesta obra, a última camada, de resina de acabamento acetinada, foi aplicada após a secagem dos 65 metros quadrados revitalizados: hall, cozinha, lavanderia, estar e jantar, dormitórios e banheiros. Apenas o box do banheiro não pôde receber tecnocimento, por não ser adequado a áreas molhadas.

Para compor com o tom do piso e gerar leveza visual, os rodapés e as aberturas em madeira foram eliminadas do living, e a porta da rua, pintada de branco. Para aquecer, um tapete listrado de lã colore e forma a base do espaço retangular, entre o sofá e a estante.

Para limpar o piso de cimento tecnológico, basta vassoura e pano úmido. Mesmo para retirar os pelos da cadela fox terrier, que também habita o apartamento.


Saiba mais sobre esse tipo de piso:

- Tecnocimento tem maior aderência e resistência do que o cimento queimado, pois é uma massa feita à base de limestone, mármore, quartzo e fibras sintéticas (plástico). Como não dilata ou se contrai, não trinca se for aplicado sobre uma base firme e bem aderida.

- Para evitar a quebradeira de uma reforma e economizar tempo, pode ser aplicado sobre pisos de granito e mármore, cerâmico e porcelanato, desde que as peças estejam bem fixadas. Não é recomendado sobre pisos de madeira.

- O produto não exige revitalização, só manutenção com cera.

- É uma opção clean e versátil em 16 cores.

- Como vem em kits, o uso é recomendado para ambientes a partir de 20 metros quadrados para evitar desperdício. Uma opção seria a de usar também em bancadas e paredes internas. Fontes: NS Brazil e Estúdio de Revestimentos Luiza Pilau


Do jardim para a cozinha

Outra opção de piso com aparência de cimento moderno existente no mercado é o fabricado em placas de revestimento. Com espessura de 1mm a 2,5mm, esse material precisa de rejunte feito com argamassa que, se for de secagem rápida, o piso pode ser liberado para a circulação em menos de três dias. Isso após a instalação, que dura o mesmo tempo de um porcelanato.

Entre as vantagens desta renovação do piso cimentício está a praticidade, pois não exige preparo da massa a ser aplicada, e a simplificação do manuseio, já que cada peça pode chegar a pesar a metade dos 50kg de produtos similares.


PENSE IMÓVEIS


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28 fev09:31

Grupo de trabalho tratará sobre criação do parque tecnológico de Chapecó

A criação de um grupo de trabalho para tratar da concepção jurídica, do modelo de gestão e da definição de áreas para instalação do empreendimento voltado para a tecnologia e a inovação. Esse é o principal resultado de reunião realizada na tarde desta segunda-feira, na Prefeitura de Chapecó, para tratar da implantação de parque tecnológico no município.

Estiveram presentes o prefeito José Claudio Caramori, o reitor Odilon Luiz Poli e os vice-reitores Antônio Zanin, Claudio Jacoski e Maria Aparecida Caovilla, o presidente em exercício da Associação Comercial e Industrial, Flávio Pasquali, e o presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Américo do Nascimento Júnior. Juntamente com outros representantes das instituições envolvidas, representando o governo do Estado participaram os técnicos Eduardo Lorenzetti e Marcelo Fett, da Inova@SC, que incentiva e orienta a implantação de 12 pólos de inovação em Santa Catarina.

Entre outros aspectos, foi consenso entre os participantes de que Chapecó tem as condições favoráveis para implantar um parque tecnológico, integrando universidades, poder público e iniciativa privada. O prefeito José Claudio Caramori reafirmou a disposição da Administração Municipal de participar da iniciativa, mediante interação com outras instituições, diante da importância para a comunidade e das perspectivas que serão abertas para fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico do município e da região.

Em nome da Unochapecó, como idealizadora da proposta, seus dirigentes apresentaram a trajetória até agora desenvolvida, desde 2008, e enfatizaram a disposição da universidade de atuar na coordenação do processo. O reitor Odilon Luiz Poli ressaltou a importância de definições quanto à governança do parque tecnológico e da integração de todos os setores envolvidos. Já o vice-reitor de Planejamento e Desenvolvimento, Claudio Jacoski, assinalou procedimentos fundamentais para implantar o Parque Científico e Tecnológico, denominado como Chapecó@, entre eles a criação da Lei Municipal de Inovação, o lançamento do projeto, a captação de recursos e o início da construção, nos próximos seis meses.


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27 fev15:23

Tecnoeste 2012 em Concórdia

A Fornari Indústria e Representações vai participar de mais uma edição do Tecnoeste 2012, que será realizada em Concórdia, a partir da quarta-feira, dia 29. Com o objetivo de atender as demandas da produção rural, com foco na suinocultura e avicultura, a empresa reconhecida nacionalmente por desenvolver tecnologias que promovem maior produtividade e rendimento, irá apresentar dois importantes produtos que atendem a Instrução Normativa 59, que tem prazo de adequação para 6 de dezembro deste ano.

De acordo com o representante comercial da empresa, Leandro da Silva, é importante que os produtores estejam atentos as exigências. No Tecnoeste srá apresentado o Arco de desinfecção, equipamento utilizado para a desinfecção nas entradas das propriedades, exigido em todo o país, bem como a eficiência e durabilidade dos produtos utilizados no equipamento, e também levará para o Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense a Tela Anti Pássaro, que promove a proteção dos animais.

- É um produto diferenciado, criado para não sofrer oxidação e os efeitos da expressão do sol, a Tela possui tratamento UV, e isso significa mais durabilidade e economia para os produtores – explicou o representante.

A Tela é produzida pela BMD/MACCAFERRI e foi desenvolvida para atender a normativa quanto a utilização para o fechamento dos aviários. Com custo-benefício comprovado, as telas são resistentes, possuem manejo simples, oferecem toda a proteção para os animais e o mais importante, dispensam manutenção.


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23 fev14:58

Tecnoeste 2012: A importância da Gestão Rural

A tecnologia já é uma realidade na vida do produtor rural. Ele não lida apenas com o trabalho pesado na propriedade, mas com números, dados e finanças, é a Gestão Rural com foco em resultados. Tema que será abordado no Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense – Tecnoeste 2012, a partir do dia 29 de fevereiro, em Concórdia.

Na prática, a Gestão da Propriedade é adotada por empreendedores rurais, que visam a ampliação das metas e dos objetivos. Na Linha Rigon, interior de Concórdia, encontramos um exemplo de evolução no campo. O coração da propriedade da Família Rogowscki bate mais forte durante a noite, quando o empreendedor rural, Giovani Rogowscki, dedica-se a trabalhar nas contas da granja. As tabelas indicam as despesas e receitas. E abrem possibilidades para novos investimentos. – Tomada de decisão, com o controle é possível conhecer o lucro real de cada atividade, isso facilita o trabalho prático na granja – explica o empreendedor.

Com a produção voltada para os segmentos da Bovinocultura de Leite e Suinocultura, é preciso ter caixa para investimentos. O filho da família Rogowscki destaca que lidar com o financeiro não foi uma tarefa fácil, mas abriu oportunidades. – A produção da granja praticamente dobrou, antes tínhamos 10 bovinos em lactação e 20 matrizes suínas, ou seja, evoluímos – acrescenta.

Gerenciar uma propriedade rural não significa apenas ter um controle de custos. É acompanhar na prática o desenvolvimento promissor da propriedade. – Ordenha, estábulo adequado, sistema de resfriamento, isso tudo foi conquistado aos poucos, com os pés no chão, resultado de um trabalho feito por toda a família, mas baseado no conhecimento que meu filho obteve – destaca a mãe da família, Justina Rogowscki.

Realidade bem diferente do que a família imaginava há 11 anos atrás, quando a primeira edição do Tecnoeste foi realizada, e o filho Giovani ainda cursava o Técnico em Agropecuária. – Eu incentivei o estudo e a formação para que o caminho deles fosse diferente do nosso, de sofrimento no interior, na época nossa granja não era assim e eu não queria que eles voltassem para trabalhar em casa – recorda Dona Justina.

Com a permanência de um dos filhos na propriedade, a família passou a investir ainda mais na produção de leite e suínos. Investimento aliado a compra de maquinário, adoção de tecnologia e conhecimento. – Usamos as ferramentas do papel e caneta em tudo, anotamos tudo da propriedade – completou o filho.

A gestão rural também proporcionou mudanças em uma outra propriedade. Localizada em Linha São Paulo, também em Concórdia, a propriedade da Família Agostini é controlada. Tudo para evitar prejuízos e manter a funcionalidade da empresa rural. – Precisamos pensar em tudo, colocar na ponta do lápis as contas e avaliar o desempenho da atividade – explica o empresário rural, Ilocir Agostini.

A boa gestão de uma propriedade pode significar a continuidade da produção de alimentos. Em um mercado cada vez mais competitivo e instável, é preciso ter bases sólidas para enfrentar todos os desafios. – A dificuldade é ainda maior nesta região do estado, os terrenos não são planos, a topografia não contribui, mas mesmo assim precisamos andar ao lado das tecnologias e produzir sempre mais e melhor – destacou Agostini.


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