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Temporal

09 jan14:35

Após temporal, 40 famílias permanecem desalojadas no Extremo-Oeste

Pelo menos 40 famílias permanecem desalojadas em São Bernardino, no Extremo-Oeste catarinense, após um forte temporal que provocou alagamentos na noite de segunda-feira. Os atingidos estão em uma creche, onde recebem alimentação e auxílio para recomeçar.

A Defesa Civil estima prejuízos de cerca de R$ 750 mil. Alguns perderam tudo e, dos 50 atingidos, somente 10 haviam conseguido voltar para casa até a manhã desta quarta-feira. Mesmo com o tempo fechado, os moradores do Centro da cidade, o local mais atingido, trabalhavam em mutirão para tentar recuperar os pertences.

Conforme Leonir Ludwig, membro da comissão da Defesa Civil de São Bernardino, algumas famílias perderam móveis, roupas, alimentos, veículos e até as paredes da casa foram rachadas pela força da água.

- Estamos vendo o que dá para recuperar. Teve família que achou colchões cerca de 200 metros de casa, que foram arrastados pelo rio que transbordou – salienta.

Ludwig afirma que o município não sofria um alagamento com as mesmas proporções há pelo menos 50 anos.  Por conta disso, São Bernardino decretou situação de emergência ainda nesta terça-feira e está auxiliando os atingidos, fornecendo alimentos e abrigo.

Até a manhã desta quarta-feira, o fornecimento de água ainda não havia sido restabelecido em alguns pontos da cidade. Técnicos da Defesa Civil do Estado também estão no local para auxiliar nos trabalhos de recuperação.

Em Galvão não há mais desalojados

Além de São Bernardino, o município vizinho de Galvão também foi bastante atingido pelo temporal e alagamentos. Pelo menos 70 casas foram danificadas, mas as famílias não estavam mais desalojadas na manhã desta quarta-feira.

Os três rios que cortam o município inundaram e um deles subiu cinco metros. Seis pontes foram danificadas e pelo menos três delas precisarão ser totalmente reconstruídas. Alguns moradores do interior ficaram ilhados.

Propriedades rurais e lavouras também tiveram perdas. A prefeitura de Galvão estima que o prejuízo causado pelo temporal chegue a R$ 1,4 milhão no município, onde também já foi decretada situação de emergência.

DIÁRIO CATARINENSE

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08 jan12:25

Temporal causa prejuízos e destruição no Oeste

O temporal aconteceu na noite desta segunda-feira, por volta das 20h50. Três cidades estivem prejuízos com a chuva, São Miguel do Oeste, São Bernardino e Barra Bonita, todas no Extremo Oeste. Em São Miguel do Oeste, foram atingidas as comunidades de Linha Tupanci e Linha Pinheirinho. O vento destruiu telhados de residências no interior. Além das casas alguns galpões também foram destelhados.

 Duas residências foram destruídas, sendo uma de alvenaria e outra de madeira. As casas eram de propriedade de Getúlio Schramm, cuja família ainda residia na casa de madeira. O proprietário perdeu além das casas, móveis, utensílios, um veículo que estava na garagem da residência de madeira. O proprietário iria se mudar para casa nova de alvenaria daqui a alguns dias. Getúlio Schramm conta que estava com a esposa ordenhando os animais quando o temporal derrubou as casas na propriedade. O filho estava dentro de uma delas e conseguiu sair quando percebeu que o imóvel estava caindo. 

O proprietário de uma das áreas atingida, Deolindo Dreon, disse acreditar que houve tornado na Linha Pinheirinho. Ele conta que o temporal destelhou a casa, um paiol e um chiqueiro. Foram arrancadas árvores grandes, como araucárias. Ele afirma que a propriedade de seu vizinho Gentil Roman também foi atingida. Dreon disse que os estragos são parecidos com o que ocorreu no tornado de Guaraciaba em 2009.

A defesa civil do município ainda não tem uma estimativa do numero de pessoas atingidas. Em Vargeão, o rio que corta o município transbordou e pelo menos 260 pessoas estão ilhadas em três bairros da cidade. A dificuldade das equipes da defesa civil é no atendimento as famílias do interior. Em Barra Bonita, a comunidade mais atingida foi São Judas Tadeu. A chuva que caiu na região na noite de ontem também deixou centenas de famílias desalojadas na comunidade de Três Voltas, divisa de São Lourenço do Oeste e Campo Erê e principalmente na cidade de São Bernardino. Em Três Voltas a água passou por cima da rodovia SC 473 e pessoas foram retiradas pelos Bombeiros de Campo Erê e policiais rodoviários do posto de São Lourenço do Oeste.

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27 dez11:35

Meteorologia mantém alerta para risco de temporais

Depois de dias de calor intenso, as temperaturas ficam amenas durante a quinta-feira em Santa Catarina, devido a presença da nebulosidade. No final da tarde da quarta-feira o tempo mudou e a chuva forte trouxe prejuízos para algumas regiões do Estado.

Em Chapecó Corpo de Bombeiros, atenderam chamados na região do bairro Seminário, Marechal Bormann e loteamento Dom José Gomes. Apenas no fim da tarde os bombeiros apareceram no Monte Castelo para distribuir lonas para as famílias atingidas. A orientação foi para que as famílias cobrissem os móveis e, se necessário, saíssem de casa. Porém, a insegurança de novos temporais aflige alguns moradores.

E para esta quinta-feira a metereologia mantém o alerta para temporais, com rajadas fortes de vento e risco de queda de granizo em todas as regiões do Estado.

 

De acordo com a Epagri/Ciram os acumulados de chuva no período podem chegar a 100mm do Litoral Sul ao Litoral Norte.

A temperatura máxima em SC deve ser de 30°C no Extremo-Oeste, Vale do Itajaí e Litoral Norte. Já no Oeste e Litoral Sul os termômetros podem atingir 31°C.


Previsão para os próximos dias

Na sexta-feira o tempo deve permanecer instável e só muda no sábado devido a uma massa de ar seco que avança pelo Uruguai e Rio Grande do Sul. O fenômeno favorece a abertura de sol em SC, mas ainda pode chover de maneira isolada pelo Estado.

No domingo, dia 30, o sol deve aparecer em boa parte do dia com pancadas de chuva durante a tarde e noite. Para o Ano-Novo, a previsão indica tempo firme, sem chuva significativa.

Temperaturas por volta das 6h nas principais cidades do Estado:
> Florianópolis 23.2°C
> Blumenau 23.2ºC
> Joinville 23.9C
> Lages 19.3ºC
> Chapecó 19ºC
> Criciúma 18.3ºC

* Informações da estação meteorológica do Grupo RBS 


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23 out14:31

Dezesseis municípios já comunicaram a Defesa Civil Estadual

A Defesa Civil do Estado já recebeu comunicado extraoficial de 16 municípios que tiveram prejuízos com os temporais registrados entre segunda e terça-feira. Uma frente fria chegou ao estado na segunda-feira e causou instabilidade no clima. De acordo com a assessoria de imprensa da Defesa Civil, até o início da tarde não houve nenhum comunicado oficial.

Os municípios atingidos são: Ilhota (granizo), Blumenau (granizo e alagamento), Gaspar (granizo), Lages (granizo e alagamento), Santo Amaro da Imperatriz (alagamento), Correia Pinto (vendaval), Guaramirim (granizo e vendaval), Caçador (granizo e vendaval), Matos Costa (granizo e vendaval), Calmon (granizo e vendaval), São João do Itaperiu (granizo), Pirabeiraba (alagamento), Ituporanga (alagamento), Chapecó (vendaval e alagamento), Rio do Sul (granizo), Itaiópolis (vendaval e granizo).

O município de Concórdia também teve vendaval e alagamento mas não tinha comunicado a Defesa Civil até o início da tarde.

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23 out13:55

Dia de reconstruir os telhados e limpar a casa

Darci Debona|darci.debona@diario.com.br


A segunda-feira foi dia de limpeza e reconstrução para as famílias atingidas por um temporal, ocorrido no final da tarde de segunda-feira, no distrito Marechal Bormann, em Chapecó.

Cerca de 200 pessoas, de 60 residências, foram afetadas na maior cidade do Oeste. Ontem elas tentavam arrumar o estrago. A maioria das famílias é de baixa renda e enfrenta dificuldade para comprar as telhas. A Defesa Civil do município fez um levantamento e vai tentar auxílio do órgão estadual.

Janete Teixeira está desempregada e não tem dinheiro para cobrir a casa, que ficou completamente destelhada. –Vou pedir ajuda das pessoas pois não tenho condições- declarou. Ela mora sozinha com o filho, de 10 anos. Na hora do temporal, estava sozinha em casa. –Só me ajoelhei e pedi proteção de Deus- lembrou.

As marcas do temporal ainda estavam presentes no final da manhã desta segunda-feira. O chão molhado, água no fogão, roupa molhada no sofá e lonas cobrindo o pouco que restou seco. Janete dormiu numa vizinha. Ela calcula em R$ 6 mil o prejuízo. –Para nós que somos pobres é bastante- afirmou.

Artimiro Rodrigues também aguarda um auxílio da Defesa Civil. Na sua casa foram 42 telhas de cimento amianto danificadas. Só sobrou um quarto seco, onde a família dormiu à noite. A exemplo de Janete, ele não tem seguro. –O seguro é trabalhar- afirmou.

Sua mulher, Lena, passou o dia varrendo os cacos das telhas e tentando limpar o barro e a água que ficaram acumulados no piso. Eles só ligaram a energia elétrica na manhã de hoje. E ontem nem jantaram.

A filha Graziela Rodrigues, que estava em casa na hora do temporal, lembrava do ocorrido. –Foi menos de cinco minutos- calculou. O vento empurrou a porta e quebrou os vidros. Graziela teve um corte leve no pé, em virtude dos cacos.

Na casa vizinha, Ivonete e Ivonei de Almeida estavam trabalhando quando receberam por telefone a notícia de que a casas deles tinha sido atingida pelo vento. –Cheguei em casa e o cachorro latia apavorado como se quisesse contar o que tinha acontecido- lembrou.

Quando abriram a casa, estava tudo molhado e objetos caídos. Ivonei dormiu no carro e Ivonete foi com a filha dormir numa vizinha.

Hoje Ivonei pegou 30 telhas de cimento amianto para pagar posteriormente e começou a recontruir o telhado. O prejuízo passa de R$ 2 mil. Ivonete tentava ajeitar o que podia mas ainda aguardava o sol para secar as roupas e objetos da casa. Hoje eles ainda devem dormir fora.

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23 out11:52

Concórdia teve 53 ocorrências devido ao temporal

Os Bombeiros Voluntários de Concórdia finalizaram na manhã desta terça-feira os atendimentos em virtude do temporal que caiu na cidade no final da tarde de segunda-feira.

Foram 53 chamados de ocorrência em virtude de destelhamentos, árvores caídas e alagamentos. Os bairros atingidos foram Nações, Estados, Imigrantes e Santa Cruz. De acordo com o Líder do Dia dos Bombeiros, Armindo da Silva, ontem foram entregues 15 lonas. Hoje pela manhã foi realizado o corte de uma árvore que ameaçava cair sobre uma casa na rua 29 de Julho.

Nenhuma família teve que deixar sua casa. -Agora a chuva parou e a situação está tranquila- aifrmou Silva.

A Prefeitura também trabalhou na desobstrução de bueiros que entupiram durante o temporal.

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03 out09:53

Guarujá do Sul decreta situação de emergência devido a chuva de granizo

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

As prefeituras de Guarujá do Sul e Princesa, no extremo-oeste, estão levantando os prejuízos do forte temporal, acompanhado de chuva e granizo, ocorrido na manhã da terça-feira, dia 2 de outubro.

O município de Guarujá do Sul encaminhou, na noite da terça, decreto de situação de emergência para a Defesa Civil do Estado. A decisão foi tomada após uma reunião entre Prefeitura, Defesa Civil e Epagri.

A chuva de granizo durou cerca de 15 minutos. De acordo com o presidente da comissão municipal da Defesa Civil José Viro Waschburger duas comunidades do interior do município foram atingidas: a linha Possato Baixo e a Linha Caravaggio. O levantamento preliminar aponta que os maiores danos foram registrados nas lavouras de milho, fumo, feijão, trigo e parreirais de uva. Na cidade houve o registro de duas casas atingidas.

- Ainda não temos um número das perdas – disse Viro.

A Prefeitura de Princesa já entregou 2,8 mil telhas para cobrir quatro chiqueiros de 80 metros que foram totalmente destruídos com o temporal. Lavouras de trigo, fumo e milho também foram prejudicadas.

- Vamos esperar o levantamento dos dados para decidir se encaminhamos o decreto – disse o secretário de administração, Paulinho de Abreu.


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30 jul09:23

Semana começa com previsão de temporal e ventos fortes em SC

A previsão da Epagri/Ciram para o início desta semana indica que deve haver um forte temporal em todas as regiões do Estado. Nesta segunda-feira a chuva forte deve vir acompanhada de descargas elétricas e ventos fortes com rajadas de até 80 Km/h. Entre a Grande Florianópolis e o Litoral Norte os volumes de chuva podem chegar a 50 mm, índice considerado alto para apenas um dia.

>> Confira mais detalhes no blog do meteorologista Leandro Puchalski

A nebulosidade deve estar presente ao longo do dia em todo o Estado e a explicação dos meteorologistas da Epagri/Ciram é a circulação marítima no Litoral e as áreas de baixa pressão no Oeste. No amanhecer de segunda e terça-feira, uma camada de nevoeiro deve se formar próximo ao solo, se dissolvendo à medida que as temperaturas começam a subir.

As temperaturas devem permanecer baixas, com a máxima de 18ºC no Extremo-Oeste e 16ºC na Grande Florianópolis. Para a Serra, a previsão é de até 13ºC para as cidades da região. Em todo o Estado as mínimas também devem ser baixas, oscilando entre 7ºC e 12ºC.

Esta condição climática deve se repetir na terça-feira, com o reforço do alerta divulgado pela Defesa Civil de SC no sábado para o risco de alagamento e até desmoronamento em algumas regiões onde a chuva tem sido mais intensa nos últimos dias.


DIÁRIO CATARINENSE



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05 jun09:21

Temporal no Oeste

Darci Debona* | darci.debona@diario.com.br

As rachaduras e pedaços quebrados na imagem de Nossa Senhora da Saúde revelam que nem a santa escapou do vendaval que atingiu São José do Cedro e Campo Erê na madrugada de domingo. Cerca 100 famílias foram atingidas nas duas cidades, que até hoje vão decretar situação de emergência.

Na igreja onde a imagem estava, na linha Derrubada Baixa, em São José do Cedro, o telhado veio abaixo com a força do vento. Uma parede chegou a entortar e parte de outra parede caiu. –Diz que onde mora santo não estraga mas aqui estragou- disse Roque Gerelli, que foi ajudar a filha a cobrir a casa na tarde de ontem. O presidente da comunidade, Élcio Zatti, disse que nem a igreja, nem o pavilhão, tinham seguro. –O pessoal até fazia piada que em casa de santo não aconteceria nada- lembrou. Agora a comunidade terá que gastar cerca de R$ 70 mil para recuperar a igreja e o pavilhão. –É triste, cheguei a desanimar no começo, mas agora vamos fazer uma rifa e em 60 dias vamos reconstruir tudo- disse Zatti.

Em volta da igreja era possível ver as árvores quebradas pelo vendo. Logo abaixo, o agricultor Nediro Bavaresco tentava reconstruir o telhado da casa com a ajuda de vizinhos. Ele lembrou que na madrugada de domingo chegou a ir no vizinho Renato Maldaner para pedir ajuda e, viu que seu vizinho estava em situação ainda pior.

Cerca de 30 pessoas auxiliavam ontem a família Maldaner a retirar as árvores caídas, limpar o pátio e recolocar as telhas na casa e galpão. O chão estava cheio de frutas que caíram com o vento. Um açude ainda estava com nível baixo em virtude da estiagem, que destruiu os nove hectares de milho. Ao lado, as pontas de árvores quebradas mostravam que a chuva veio não da forma que eles esperavam. –Vamos levar dois a três meses para arrumar o que o vento estragou- disse. Eles não tinham dormido desde domingo, quando acordaram com o barulho do vento que levou o telhado da casa. A primeira coisa que fizeram foi cobrir a moradia com lona até amanhecer, quando viram tudo destruído em volta. Até ontem eles nem energia elétrica tinham.

Na linha Santo Antônio, Neodi Rigo ainda tinha o curativo na testa resultado de três pontos de um ferimento durante o temporar. –Nem vi como foi, só notei quando estava saindo sangue- contou. Ele acordou com o barulho do vento e a filha dizendo que estava com medo. O agricultor, a mulher e os dois filhos tentaram ir para o banheiro se proteger e a porta da sala emperrou. Foi a sorte porque naquilo caiu a caixa de água de mil litros que ficava acima do banheiro. Rigo disse que foi tudo muito rápido. –Quando vimos o céu ficou aberto- explicou. O telhado de 90 metros quadrados foi parar no outro lado da rua, a 20 metros da casa. Mas algumas folhas de zinco voaram a 200 metros. O prefeito Renato Broetto disse que 25 propriedades tiveram prejuízos. O município já tinha um decreto de emergência por estiagem e agora terá outro pela chuva. O presidente da Defesa Civil do município, Ataídes Ottobelli, disse que as perdas já ultrapassam R$ 1 milhão. Em Campo Erê, onde pelo menos 70 casas foram destelhadas a estimativa é de um valor similar.

O meteorologista da RBS, Leandro Puchalski, analisou algumas imagens e disse que os indicativos são de um tornado ou micro-explosões. Há algumas árvores cortadas na Copa como se fosse um golpe de machado o que indica um tornado, que é uma espécie de funil que desce da nuvem até o solo, em diferentes pontos. Já a micro-explosão é um vento muito forte que desce da nuvem em um único sentido, mas pode provocar a queda de árvores em diferentes direções, uma para a esquerda e outra para a direita. Em São José do Cedro foram encontradas árvores com essa descrição. Puchalski disse que não há previsão de novos ventos fortes pois isso ocorre quando uma massa de ar frio choca-se com uma massa de ar quente, como no domingo, quando chegou a frente fria ao estado.


*Colaborou Juliano Zanotelli



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04 jun08:55

Vendaval destelha 50 casas no Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Uma semana depois de sofrer um temporal de granizo o município de Campo Erê foi atingido por um temporal que destelhou 50 casas. No Bairro São Cristóvão três casas tiveram queda até de paredes. As famílias tiveram que se abrigar na casa de familiares ou parentes Na linha Santa Lúcia, interior do município, um aposentado também teve a casa destruída e teve que procurar abrigo num vizinho.

-Foi um vento muito forte, a gente não tem confirmação científica mas foi tipo um tornado- avaliou o coordenador da Defesa Civil do Município, Edson de Melo. Na área urbana além do São Cristóvão foram atingidos os bairros Jardim Esperança e Industrial.

Ele destacou que a força do vento oscilou e o estrago foi maior nas casas de construção mais precária. No interior houve destelhamento de galpões, estrebarias e pocilgas.

Dezenas de árvores caíram e outras foram arrancadas com raiz e tudo. Até as antenas de internet e de televisão foram pro chão. –Estou sem internet e sinal de tevê- afirmou o empresário Jandir Sabedot, que registrou os estragos por fotografia. –O vento pegou uma parte da cidade e foi levando tudo- completou.

>> Fotos do Vendaval que destelhou 50 casas em Campo Erê

De acordo com os Bombeiros da cidade o temporal começou por volta das 3 horas. O vendaval durou cerca de 15 minutos. Mas a chuva, que atingiu 100 milímetros o equivalente a metade da média de um mês, foi até às 6 horas da manhã.

Bombeiros e Defesa Civil e outros órgãos do município auxiliaram no atendimento à população. Foram distribuídos oito rolos de lona com 100 metros de comprimento e oito metros de largura cada.

Não houve registro de mortes e feridos no temporal. No entanto algumas pessoas tiveram ferimentos leves tentando arrumar os telhados. A Defesa Civil informou que o município já estava em situação de Emergência devido ao granizo.

Um levantamento das perdas será feito hoje e encaminhado para a Defesa Civil do Estado para tentar auxílio às famílias atingidas.


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