Transportes

31 jul09:43

Caminhoneiros impedem passagem de veículos de carga em SC

[Atualizado 10h26]

Apesar da decisão da Justiça Federal no sábado, caminhoneiros seguem com manifestações nesta terça-feira em Santa Catarina. A BR-282 tem bloqueios parciais em Maravilha, Catanduvas e São Miguel do Oeste. A BR-158 tem interdição parcial em Cunha Porã. Em Dionísio Cerqueira o protesto ocorre na BR-163. Já em Chapecó, os manifestantes interromperam parte da BR-480 durante a manhã desta terça.

Os protestos integram movimento nacional dos caminhoneiros. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), nos locais das manifestações havia lentidão e formação de filas por volta das 8h.

Em Maravilha, no Extremo-Oeste, o protesto na BR-282 começou na manhã de segunda-feira e até as 8h desta terça a situação permanecia a mesma. Enquanto caminhões de carga são parados na altura do km 605, ambulâncias, veículos de passeio e ônibus tinham passagem permitida.

Situação semelhante ocorre em Catanduvas, no Meio-Oeste. A manifestação ocorre no km 406,5 da BR-282. Na mesma rodovia, há acúmulo de veículos de carga nas imediações do trevo de Jaborá. Ainda na BR-282, caminhoneiros também protestam no km 645 em São Miguel do Oeste.



BR 163 em Dionísio Cerqueira (27/07/12).



Na BR-158, em Cunha Porã, no Extremo-Oeste, o trânsito começou a ser parcialmente bloqueado por caminhoneiros por volta das 10h15min de segunda. Até as 8h10min desta terça-feira o protesto seguia na rodovia, conforme a PRF. Enquanto isso em Dionísio Cerqueira, na fronteira com a Argentina e divisa com o Paraná, o protesto ocorre no km 121 da BR-163.

Outra rodovia que seguia com bloqueios até por volta das 8h15min desta terça era a BR-480, onde manifestantes interrompem parcialmente o trânsito no km 123,7, em Chapecó, no Oeste. Na atualização da PRF por volta das 9h30min, o trecho já havia sido liberado.

Em dois pontos, segundo a PRF, protestos foram encerrados. No km 505 da BR-282 em Xanxerê; e no km 90 da BR-153 em Concórdia.

Protestos em rodovias estaduais

Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), estradas estaduais também registram protestos de caminhoneiros. Até por volta das 8h20min, a SC-454 seguia com bloqueio parcial em Água Doce, no Meio-Oeste. Já em Abelardo Luz, houve manifestação na SC-467, mas foi encerrada, conforme a PMRv.

>> Veja no mapa a região dos protestos


Motivo dos protestos

Os caminhoneiros reivindicam a revisão das normas e regras estabelecidas pela Agência Nacional doe Transporte Terrestre (ANTT). Elas incluem o cumprimento de intervalo de 30 minutos a cada quatro horas ao volante. A categoria também quer reduções no preço do óleo diesel e aumento da segurança nas estradas. A falta de pontos seguros para descanso nas estradas, o que facilitaria o roubo de cargas e a violência contra os motoristas é outra justificativa para o protesto.

As manifestações em Santa Catarina fazem parte de movimento nacional dos caminhoneiros. A categoria quer revisar a a Lei 12.619/2012, que entrou vigor na sexta-feira, dia 27, e regulamenta a profissão dos motoristas de transporte rodoviário interestadual. De acordo com proposta, depois de quatro horas de trabalho, os motoristas têm direito a 30 minutos de descanso. Eles ainda podem fazer uma hora de intervalo para as refeições e a cada 24h de trabalho devem descansar outras onze horas.

No sábado, dia 28, a Justiça Federal proibiu os caminhoneiros de bloquearem as rodovias federais em Santa Catarina. A multa para o descumprimento foi estipulada de R$ 100 mil. A justificativa é que as manifestações propostas pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro impedem o trânsito livre e seguro nas BRs, ou seja, interferindo no direito do cidadão de ir e vir.

O Movimento União Brasil Caminhoneiro alega que algumas normas são impossíveis de cumprir. A ANTT informa que mantém a negociação com a categoria.


DIÁRIO CATARINENSE



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12 jul18:01

Termina greve dos trabalhadores no transporte de valores

Na manhã desta sexta-feira, dia 13, os trabalhadores no transporte de valores em Santa Catarina voltam ao trabalho.  A Justiça do Trabalho determinou reajuste de 4,88% no julgamento do dissídio coletivo dos transportadores de valores, parados desde 2 de julho. O valor corresponde ao Índice de Nacional de Preços aos Consumidor (INPC) e será aplicado também ao vale-alimentação. A Justiça ordenou ainda o pagamento dos dias parados ao confirmar que o movimento é legal.

A última medida foi a aplicação de uma multa de R$ 4 mil ao sindicato das empresas de transporte de valores por litigância de má-fé. Na prática, significa que foram enviados dados incorretos ao Judiciário.

Uma das novidades é que o pessoal da escolta armada também será abrangido pela Convenção, fazendo jus ao mesmo piso dos motoristas que conduzem os carros-forte. Outra inovação foi a criação de um adicional de quebra de caixa de 20% sobre o salário, que consiste numa espécie de seguro pago ao trabalhador que lida diretamente com dinheiro. Isso ocorre porque as empresas costumam deduzir, do salário do trabalhador, eventuais diferenças a menor constatadas no movimento diário.

>> Já falta dinheiro nos caixas eletrônicos

A indenização por risco de vida também passa a ser paga ao pessoal de escolta armada, além dos vigilantes de guarita, vigilantes chefe de equipe, vigilantes-motoristas e vigilantes de carro-forte. O percentual continua o mesmo, de 30%. Em relação ao convênio médico, ficam mantidos os termos da convenção firmada no ano passado, ou seja, os trabalhadores deverão arcar com 50% e as empresas com outros 50%, com direito a um dependente.

Os desembargadores também determinaram que as empresas registrem a jornada do trabalho dos empregados ocupantes de função comissionada. Na convenção anterior, elas estavam dispensadas de fazer isso.


Conquista política

Para o advogado do Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores (Sintravasc), que representa os trabalhadores do setor, a categoria obteve uma importante conquista política quanto à questão do pagamento dos dias parados.

- A tendência de nosso TRT, em greves, é não pagar dias parados. Mas nesse caso, os desembargadores constataram a flagrante a intransigência dos patrões, inclusive condenando as empresas à condenação por litigância de má-fé – disse Walter Beirith Freitas.

O desembargador Jorge Luiz Volpato, revisor do dissídio, e a presidente do TRT-SC, Gisele Pereira Alexandrino, conclamaram as partes a buscarem um entendimento nas próximas ocasiões.

- Um acordo construído pelas próprias partes é sempre melhor que uma decisão judicial imposta – lembrou a presidente.

Cabe recurso da decisão do TRT-SC.


Com informações do TRT-SC


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12 jul07:51

Justiça do Trabalho julga nesta quinta o dissídio de greve dos transportadores de valores

A greve dos transportadores de valores está próxima de um final. A Justiça do trabalho marcou para esta quinta-feira o julgamento do dissídio coletivo.

Na quarta-feira, dia 11, a desembargadora do TRT-SC Viviane Colucci, relatora do dissídio coletivo que trata da greve no setor de guarda e transporte de valores em Santa Catarina, decidiu não estabelecer uma frota mínima de carros-forte em circulação.

Ela rejeitou o pedido de liminar feito pelas empresas do setor, que solicitavam a manutenção de 50% dos veículos e do pessoal para a execução do trabalho durante a greve e confirmou a legalidade da paralisação.

A desembargadora disse que, ao contrário do que alegavam as empresas, é que a guarda e o transporte de valores não se enquadram como atividades essenciais. Um segundo argumento utilizado pela magistrada para não conceder a liminar diz respeito à própria natureza dos pedidos urgentes.

As decisões liminares, segundo ela, só devem ser concedidas quando o fato puder causar dano irreparável ou de difícil reparação. Com a impossibilidade do acordo, está confirmado para quinta-feira, às 13h30min, o julgamento do dissídio pela Seção Especializada 1 do Tribunal, que reúne oito desembargadores.


DIÁRIO CATARINENSE

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06 jul12:41

Já falta dinheiro nos caixas eletrônicos

Juliano Zanotelli e Caroline Passos

juliano.zanotelli@rbsonline.com.br | caroline.passos@diario.com.br

Em pleno período de pagamento dos trabalhadores e beneficiários do INSS, agências e caixas eletrônicos de Santa Catarina estão com falta de cédulas disponíveis para saque.

O dinheiro disponível neste momento já é proveniente de depósito realizado pelos próprios clientes. As cidades de Florianópolis, Criciúma e Chapecó são as mais prejudicadas, onde o último abastecimento nos caixas eletrônicos aconteceu no domingo passado, dia 1º. O problema deve seguir pelo menos até a próxima segunda-feira, dia 9.

O motivo é a greve dos trabalhadores das empresas de transporte de valores. O Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores (Sintravasc) estima que 1,3 mil funcionários estão de braços cruzados em Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Itajaí, Joinville e Chapecó. Trabalhadores de Tubarão, Joaçaba e Lages, por outro lado, retornaram ao trabalho na quarta-feira.

Com a falta de abastecimento de cédulas, algumas agências limitaram os valores máximos de saque ou mesmo retiraram de operação alguns terminais de autoatendimento. Orientadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), várias agências estão tentando minimizar o problema abastecendo guichês de caixa e terminais com os valores depositados pelos próprios clientes.


Responsabilidade é dos bancos, diz órgão de defesa

A Febraban, por nota, afirmou que a responsabilidade pela falta de dinheiro não pode ser imputada aos bancos em função da legislação vigente (Lei 7.102/83), que define que o transporte de numerário só pode ser efetuado por empresas de transporte de valores.

Já o presidente do Instituto de Defesa do Consumidor Bancário (IBDConB), Luciano Duarte Peres, contesta a posição da entidade e ressalta que, mesmo com a greve, a normalidade do serviço é de responsabilidade dos bancos.

— É responsabilidade dos bancos manter os caixas eletrônicos abastecidos. Em casos como este, eles têm a obrigação de dar alternativas aos clientes e orientar da melhor forma para não gerar prejuízos ao consumidor. Os consumidores lesados devem procurar o Procon, Banco Central e até abrir uma demanda no judiciário, dependendo do prejuízo gerado — diz.

A orientação do especialista ao consumidor que não conseguir sacar o dinheiro é que imprima um comprovante de que esteve no local tentando retirar a quantia desejada e, com o papel em mãos, procure os órgãos responsáveis.


Dicas para driblar o desabastecimento

A falta de cédulas nos bancos está sendo causada pela greve dos transportadores de valores, no entanto os bancos continuam abertos e com serviços funcionando. O pagamento de contas continua sendo processado normalmente nos bancos e meios eletrônicos (autoatendimento, internet e telefone).

O consumidor que se sentir prejudicado pela falta de dinheiro nos terminais deve imprimir um comprovante e, com o papel em mãos, procurar Procon e Banco Central para reclamar seus direitos.

Sem dinheiro nos bancos, consumidores podem recorrer aos correspondentes casas lotéricas (da Caixa) e Correios (do Banco do Brasil). Nos caixas de supermercado é possível pagar algumas faturas com cartão de débito.

No caso de um débito que não possa ser pago com boleto, cheque ou transferência direta entre contas-corrente, especialistas aconselham negociar prorrogação do prazo para pagamento até que o serviço bancário normalize.


Fonte: Febraban


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05 jul12:55

Alguns bancos de SC limitam saque em caixas eletrônicos

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Alguns bancos de Santa Catarina limitaram para R$ 300 o valor para saque nos caixas eletrônicos. A medida seria para garantir que não falte dinheiro, ainda mais neste período do mês, quando as pessoas recebem salários e benefícios do INSS.

Em Chapecó, alguns terminais de autoatendimento da Caixa Econômica Federal estão fora de operação.

- O nível de dinheiro dentro das agências vai baixando com o passar dos dias – disse o assessor de imprensa da Caixa em Chapecó, Lauro Hennemann. Ele disse ainda que o dinheiro que circula neste momento é proveniente de depósito realizado pelos clientes.

Na Grande Florianópolis um cartaz na entrada das agências da Caixa orienta que clientes realizem transferências de valores e procurem as lotéricas para efetuar saques maiores, pois foi estipulado um limite de saque, no valor de R$ 1 mil por cliente, na boca do caixa. Já o Banco do Brasil reduziu o saque máximo pela metade de R$ 1 mil para R$ 500. Outras instituições do estado também reduziram os valores de saque.

As agências não são abastecidas desde o domingo, dia 1º de julho, porém as empresas estão tomando medidas para que o dinheiro circule nos bancos.

A greve dos trabalhadores em transportes de valores em Santa Catarina iniciou na segunda-feira, dia 2. Segundo o Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores de Santa Catarina (Sintravasc), cerca de 1,3 mil funcionários estão de braços cruzados em Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Itajaí, Joinville e Chapecó. Funcionários de Tubarão, Joaçaba e Lages retornaram ao trabalho na quarta-feira.


Trabalhadores seguem paralisados em frente a empresa em Chapecó.


Ainda na quarta-feira foi realizada uma audiência em Florianópolis, com o Sintravasc e o Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de Santa Catarina (Sindesp/SC).

O presidente do Sintravasc, Vilson Soares dos Santos, disse que as empresas não apresentaram uma nova proposta e por isso a greve continua.

- Foi oferecido apenas 4% de reajuste, enquanto a nossa reivindicação é um aumento de 14,88%, vale alimentação nas férias e plano de saúde integral – disse. Conforme o sindicato a remuneração inicial dos funcionários é de R$ 1.085,72 em Santa Catarina enquanto no Paraná é de R$ 1.465,78.

Uma audiência de conciliação está marcada para as 14 horas, na segunda-feira, dia 9 de julho na 2ª Vara de Trabalho em Itajaí.

De acordo com a advogada do Sindesp, Thais Pazin, caso os sindicatos não entrem em acordo será encaminhado um dissídio coletivo e a Justiça do Trabalho que irá decidir quais reivindicações, tanto dos empregados, como das empresas serão atendidas.


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04 jul22:39

Greve de trabalhadores de transportes de valores leva a falta de dinheiro em caixas eletrônicos em SC

Todo dia 5 é data de as pessoas receberem os salários e benefícios do INSS. Mas com a greve dos funcionários das empresas de transporte de valor pode ficar complicado colocar o dinheiro no bolso porque as agências não são abastecidas desde o último domingo e pode faltar cédula nos caixas eletrônicos.

O Banco do Brasil reduziu o saque máximo pela metade — de R$ 1 mil para R$ 500. Em Chapecó, alguns terminais de autoatendimento da Caixa Econômica estão fora de operação. O sindicato dos funcionários em carro forte (Sintravasc) informa que o limite de saque na instituição foi fixado em R$ 300.

O presidente do Sintravasc, Vilson Soares dos Santos, afirma que 80% dos profissionais aderiram à paralisação e o movimento é forte em Blumenau, Chapecó, Criciúma, Florianópolis e Itajaí. Nesta quinta-feira, serão realizadas assembleias em várias cidades catarinenses e se a decisão for encerrar a greve o retorno ao trabalho é imediato.  A greve iniciou na segunda-feira, dia 2 de julho.

— Mas a tendência é de continuidade do movimento porque os patrões não melhoraram a proposta, afirma Vilson.

O presidente do Sintravasc diz que foi oferecido 4% de reajuste, enquanto a reivindicação é aumento de 14,88%, de 10% no vale alimentação e plano de saúde integral. A remuneração inicial é de R$ 1.085, conforme o sindicato.

O Ministério Público do Trabalho tenta mediar uma negociação e pediu a suspensão do movimento porque o sindicato das empresas de transportes de valores (Sindesp/SC), prometeu uma contraproposta. A resposta vem na assembleia desta quinta-feira.


DIÁRIO CATARINENSE



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19 jun11:10

Ministro anuncia, em Chapecó, editais para projetos de ferrovias

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Dois projetos de linhas ferroviárias para Santa Catarina foram anunciados ontem pelo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, que esteve ontem na Associação Comercial de Chapecó, palestrando no seminário “Ferrovias e Desenvolvimento Regional”. Passos anunciou que foi publicado ontem no Diário Oficial da União um edital para o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental da Ferrovia Norte Sul, ligando Chapecó com o Rio Grande do Sul e o Centro Oeste do país. O primeiro lote, de 650 quilômetros, será de Panorama-SP a Chapecó. O segundo lote, de 550 quilômetros, ligará Chapecó ao porto de Rio Grande-RS. Os estudos servirão de base para a licitação do projeto.

Passos disse que, em 60 dias, serão lançados o edital para o projeto de ferrovia Leste/Oeste em Santa Catarina, para o trecho entre o Porto de Itajaí e Chapecó. A obra terá 400 quilômetros.

O Ministério tem R$ 100 milhões para investir em estudos e projetos no Sul do País, até 2025. A meta nesse período é aplicar R$ 33 bilhões no Sul do pais, em ferrovias. No país o investimento será de 200 bilhões, para aumentar em 12,5 mil quilômetros a malha ferroviária. O objetivo é ampliar em 10% a participação das ferrovias na matriz de transportes do país.

O presidente da Frente Parlamentar das Ferrovias do Congresso Nacional, Pedro Uczai, disse que a região Sul deve ser beneficiada com 1,6 mil quilômetros de malha ferroviária. Ele afirmou que este meio de transporte é mais caro na implantação mas depois tem menor custo de transporte, manutenção e menos impacto ambiental.

Para o presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster, as ferrovias são uma necessidade para que Santa Catarina não perca as agroindústrias. Ele afirmou que a Ferrovia Norte Sul é fundamental para baratear o custo de milho, já que Santa Catarina tem déficit de dois milhões de toneladas do produto.

O ministro Paulo Passos anunciou ainda que as obras de pista da duplicação da BR 101 devem ser concluídas até o final do ano, restando outras obras como a ponte de Laguna a Imaruí, que já começou, e a execução do Túnel do Morro dos Cavalos e do Morro do Formigueiro. Este túnel terá nova licitação. Ele também afirmou que o novo acesso rodoviário de Florianópolis será está previsto no Plano de Aceleração do Crescimento.

Até julho devem estar prontos os projetos dos lotes de duplicação de 70 quilômetros da BR 470, entre Navegantes e Indaial, para licitação. O presidente da Associação Comercial de Chapecó, Maurício Zolet, entregou ao ministro apoiando as ferrovias e solicitando readequação da BR 282.


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18 jun10:29

Ministro dos Transportes participa do Seminário “Ferrovias e Desenvolvimento Regional” em Chapecó

O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, estará em Chapecó, nesta segunda-feira, para participar do seminário “Ferrovias e Desenvolvimento Regional”, promovido pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e pela Frente Parlamentar das Ferrovias do Congresso Nacional, presidida pelo deputado federal Pedro Uczai.

A visita estava programada para esta sexta-feira, mas o ministro cancelou em razão de convocação da presidente Dilma Rousseff. O evento será desenvolvido das 14 às 17 horas na cantina do centro empresarial CESEC e reunirá lideranças políticas e empresariais dos quatro estados que compõem o Conselho de Desenvolvimento do Sul (CODESUL) – Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul.

O presidente da ACIC Maurício Zolet enfatiza que a presença do ministro dos Transportes é de alta relevância para o empresariado. Observou que o desenvolvimento do oeste de Santa Catarina vem sendo estrangulado pelas deficiências infraestruturais.

Citando pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Zolet mostra que a necessidade de investimentos em ferrovias no País é de pelo menos R$ 151 bilhões de reais nos próximos anos, de acordo os projetos ferroviários sugeridos no Plano CNT de Transporte e Logística 2011. No ano passado foram investidos apenas R$ 3 bilhões de reais nesse modal.

Atualmente, o sistema ferroviário brasileiro é composto por 30.051 quilômetros de extensão em 12 malhas concedidas, sendo que 11 delas são operadas pela iniciativa privada.

Para Santa Catarina estão previstos três projetos ferroviários no PAC1 e PAC2: a Ferrovia da Integração, de Itajaí a Dionísio Cerqueira, Litorânea e a Norte/Sul.


Programa

São parceiros do Seminário “Ferrovias e Desenvolvimento Regional” as frentes parlamentares das ferrovias dos quatro estados, as Associações de Municípios e entidades empresariais e industriais.

A programação consiste de abertura às 14 horas, seguida da palestra “Ferrovias e o Desenvolvimento do país” pelo ministro Paulo Sérgio Passos dos Transportes às 14h30, exposições de representantes de entidades às 15h30 e encaminhamentos finais às 16h30.

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13 jun15:07

Ministro dos Transportes participa de Seminário em Chapecó nesta segunda-feira, dia 18

O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, estará em Chapecó, na segunda-feira, dia 18 de junho, para participar do seminário “Ferrovias e Desenvolvimento Regional”, promovido pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e pela Frente Parlamentar das Ferrovias do Congresso Nacional, presidida pelo deputado federal Pedro Uczai.

Essa visita estava programada para esta sexta-feira, mas o ministro cancelou em razão de convocação da presidente Dilma Rousseff. O evento será desenvolvido das 14 às 17 horas na cantina do centro empresarial CESEC e reunirá lideranças políticas e empresariais dos quatro estados que compõem o Conselho de Desenvolvimento do Sul (CODESUL) – Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul.

O presidente da ACIC Maurício Zolet enfatiza que a presença do ministro dos Transportes é de alta relevância para o empresariado. Observou que o desenvolvimento do oeste de Santa Catarina vem sendo estrangulado pelas deficiências infraestruturais.

Citando pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Zolet mostra que a necessidade de investimentos em ferrovias no País é de pelo menos R$ 151 bilhões de reais nos próximos anos, de acordo os projetos ferroviários sugeridos no Plano CNT de Transporte e Logística 2011. No ano passado foram investidos apenas R$ 3 bilhões de reais nesse modal.

Atualmente, o sistema ferroviário brasileiro é composto por 30.051 quilômetros de extensão em 12 malhas concedidas, sendo que 11 delas são operadas pela iniciativa privada.

Para Santa Catarina estão previstos três projetos ferroviários no PAC1 e PAC2: a Ferrovia da Integração, de Itajaí a Dionísio Cerqueira, Litorânea e a Norte/Sul.


Programa

São parceiros do Seminário “Ferrovias e Desenvolvimento Regional” as frentes parlamentares das ferrovias dos quatro estados, as Associações de Municípios e entidades empresariais e industriais.

A programação consiste de abertura às 14 horas, seguida da palestra “Ferrovias e o Desenvolvimento do país” pelo ministro Paulo Sérgio Passos dos Transportes às 14h30, exposições de representantes de entidades às 15h30 e encaminhamentos finais às 16h30.


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08 dez09:55

Promessa de R$ 171 milhões para melhorias na BR 282

Juliano Zanotelli | julianozanotelli@rbsonline.com.br

Uma licitação no valor de R$ 171 milhões em obras de melhorias na BR 282 deve ser lançada em janeiro de 2012. A promessa é do Ministro dos Transportes, Paulo Passos, que ontem teve uma reunião com a comitiva catarinense de empresários e lideranças políticas, em Brasília. Durante o encontro foi apresentado um estudo da Fiesc que aponta obras de terceira faixa, acessos a cidades, melhoria da pista, sinalização e contratação de policiais rodoviários, com custos estimados em R$ 320 milhões.

A reunião teve resultados positivos segundo avaliação do deputado federal Celso Maldaner, que viabilizou a audiência. A licitação das obras entrará no “Programa de contratação, restauração e manutenção por resultados de rodovias federais” (Crema)

A fase atual é de finalização dos projetos. Eles contemplam apenas metade dos 665 quilômetros da BR 282, no trecho de Campos Novos até Paraíso, na fronteira com a Argentina. De acordo com o ministro as obras compreendem acessos, acostamentos e recuperação para melhorar a operacionalidade e a segurança da rodovia.

Para a comitiva de empresários catarinenses, que acompanhou o encontro, as reivindicações estão dando resultado. – Fomos bem recebidos pelo Ministro e acredito que em breve teremos mais boas notícias – disse o presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó, João Stakonski.

Estudo recente da Fiesc mostra que alguns trechos da rodovia já estão em fase de esgotamento. Estima-se que somente a cadeia industrial instalada na região Oeste, que abrange o transporte de carne e insumos, movimenta cerca de 1,1 mil carretas de 30 toneladas por dia. Estatísticas da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de janeiro de 2007 a julho de 2011 apontam a ocorrência de uma média de seis acidentes diários e uma morte a cada três dias no local da ocorrência.




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