Tubarão

22 nov15:58

Marista Chapecó decide título do estadual sub 13 em Tubarão

O quadrangular final do Campeonato Estadual de Futsal da categoria Sub 13 acontece neste sábado, dia 24 e domingo, 25, em Tubarão. As quatro melhores equipes do estado que chegaram até a final são: Marista/ Superalfa/ Mepar/ Discfone, Figueirense, Avaí e Tubarão.

A equipe chapecoense, que está com quatro pontos na classificação, viaja na madrugada do sábado para o sul do estado. Os atletas: Fernando, Pinhal, Catatau, JP, Lucas, Eduardo, Luiz, Conte, Guilherme, Péricles e José estão a disposição do professor Somensi para a partida. O único desfalque é Souza, que passou por cirurgia recentemente.

- Tudo pode acontecer nos jogos finais, por isso temos que redobrar a atenção dentro de quadra – disse o técnico do Marista Rodrigo Somensi.


Classificação parcial:

Figueirense – 6 pontos

Marista – 4 pontos

Avaí – 4 pontos

Tubarão – 3 pontos


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30 jul12:08

Chapecoense Futsal venceu Tubarão esegue na vice liderança da divisão especial

Jogando em casa, no ginásio do Sesc, a Chapecoense Futsal venceu na noite do sábado, dia 28 de julho, a equipe da ADU/Tubarão por 2 a 1. Com a vitória a equipe segue na vice liderança da Divisão Especial.

Segundo a Assessoria da equipe, o primeiro tempo foi de muita marcação e poucas chances de gols para as duas equipes. A Chapecoense jogando em casa atacava um pouco mais no início do jogo. Aos 04’30” Barbosa recebeu a bola e bateu forte sem chances para o goleiro Nilton. Esse foi o primeiro gol dele depois do retorno as quadras.

Ainda no primeiro tempo Tubarão perdeu uma grande chance de empatar em uma cobrança ensaiada de falta, porém a bola não entrou. O primeiro tempo terminou em 1 a 0.

Na segunda etapa o adversário tentou atacar mais, a Chapecoense com a vantagem de 1 a 0 marcava e apostava no contra ataque. O jogo seguia no controle do Verdão até que aos 31’14” em um erro de ataque dos Oestinos o adversário roubou a bola e Marco Antônio marcou para o Tubarão.

Após o gol de empate, Agnaldo, técnico da Chapecoense, chamou a atenção da equipe que começou a marcar mais. Aos 35’55” Barbosa roubou a bola e partiu em contra ataque com muita velocidade, o adversário ainda tentou fazer a falta mas o atleta Chapecoense não caiu e conseguiu marcar o segundo gol na partida.

Na sequencia Tubarão apostou no goleiro linha, mas sem conseguir o gol de empate e a partida terminou Chapecoense 2 x 1 Tubarão.

- Estou muito feliz por marcar os dois gols, comentei no treino da manhã que estava confiante que iria marcar neste jogo e consegui fazer dois – disse o pivô Barbosa.

Com a vitória a equipe segue na vice liderança da competição, agora com sete pontos em três jogos.

- Enfrentamos três equipes da liga nacional e não perdemos para nenhuma delas – disse o presidente Diógenes Lang. Ele destacou também o bom desempenho da equipe na competição.

A Chapecoense esta invicta a quase três meses, a última derrota foi na partida para Videira pela Copa Santa Catarina no dia 8 de maio. O próximo compromisso será no sábado, dia 4 de agosto, contra Blumenau, lanterna da competição. A partida será no ginásio do Sesc as 19 horas. A entrada será um 1 kg de alimento.


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23 jul13:29

Tubarão é pescado no rio Uruguai

Marielise Ferreira | marielise.ferreira@zerohora.com.br

Uma história que tem tudo para ser conto de pescador está assombrando a população de Marcelino Ramos, no norte do Estado. Um filhote de tubarão que teria sido pescado nas águas do rio Uruguai, já foi identificado como espécie marinha e intriga especialistas.

Pescador há mais de 30 anos, Adão Krug, 42 anos, conta que pescava no lago formado pela Usina Hidrelétrica Itá, no rio Uruguai, quando teve a rede rasgada por dois peixes grandes, com largas barbatanas. Ao recolher a rede, os peixes maiores haviam fugido, mas envolta na malha estava um filhote, já sem vida. Com 33 centímetros, o formato do peixe chamou a atenção. Acostumado a pescar jundiás e traíras, Krug, que jamais esteve no litoral do Estado, nunca tinha visto peixe parecido.

— Limpei ele e coloquei no freezer, então pensei em levar pro pessoal do Ibama dar uma olhada — conta.

Em Marcelino Ramos, o peixe rodou de mão em mão e acabou no freezer de outro pescador, Osvaldir de Souza, 59 anos, o Carioca, que se encarregou de mostrar o peixe a especialistas. Logo a casa dele virou ponto de visitas para pessoas do bairro e curiosos, loucos para ver o tubarão. O vizinho Paulo Dávila, 43 anos, engrossou o caldo da história, lembrando que nunca teve tanta rede furada.

— Tem pescador colocando a rede fora, de tão estragada, furada por estes bichos — conta Dávila.

— E as palometas que tinha aos montes, desapareceram, pra mim alguém soltou tubarão no lago para comer as piranhas — acrescenta o aposentado Miguel Pereira, 52 anos.

Como quem conta um ponto aumenta um ponto, Souza, conhecido como Carioca pelos amigos, assumiu ele próprio haver pescado o filhote de tubarão. Mas segundo ele o bicho estava vivo, se debateu bastante para se livrar e só foi pego na rede porque enroscou os dentes na malha.

— E tem outras pessoas que já viram iguais a estes nadando no rio, mas bem maiores — conta.

História de pescador ou não, o tubarão existe. E do freezer do Carioca, se transformou em fotografias enviadas a vários biólogos e especialistas, que concordam na identificação do peixe como o tubarão da espécie Rhizoprionodon lalandii, conhecido popularmente como tubarão frango.

Natural da costa leste da América do Sul, ele habita águas costeiras rasas, de fundo arenoso ou lodoso e é encontrado desde o Panamá até o litoral catarinense e gaúcho. A espécie se alimenta de peixes como anchovas e sardinhas, ou camarões e lulas e atinge até 77 cm de comprimento, sem oferecer risco ao homem, já que não é espécie violenta.

Mas o que mais intriga os pesquisadores, é como o tubarão marinho veio parar no rio Uruguai.

— Esta espécie não sobrevive por mais de uma hora em água doce, e mesmo que pensássemos na hipótese da migração, ele teria que entrar pelo Rio do Prata, vencer o salto do Yucumã e todas as barragens instaladas no Rio Uruguai — conta o biólogo Jorge Marinho, do museu da Universidade Regional Integrada em Erechim.

Depois de visitar as áreas em que os pescadores afirmam ter visto tubarões, Marinho levou o espécime pescado e pretende realizar exame de DNA. Mas desde cedo tranquiliza a população e turistas de que, mesmo que alguém tenha soltado no rio mais peixes da mesma espécie, eles não sobrevivem na água doce e portanto não oferecem qualquer risco.


ZERO HORA



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