Vacinação

22 ago14:07

Tire dúvidas sobre a campanha de vacinação infantil e saiba se seu filho precisa receber todas as doses

Aline Rebequi | aline.rebequi@diario.com.br

Postos de saúde do país estarão mobilizados até sexta-feira para colocar em dia a carteira de vacinação de todas as crianças menores de cinco anos (4 anos 11 meses e 29 dias). Quem não está com atrasos, não precisa se vacinar novamente mesmo com as duas pequenas mudanças na campanha.

Nesta multivacinação, a vacina contra paralisia infantil, que antes era dada só em gotinhas, passa a ser injetável. São duas doses que devem ser tomadas aos dois meses e aos quatro meses de vida. A partir dos seis meses até os cinco anos, as doses continuaram sendo dadas em gotinhas.

Outra mudança importante é a inclusão da vacina Pentavalente, que vai substituir duas vacinas: a tetravalente — que protege contra a difteria, coqueluche, tétano e um dos tipos de meningite — e a vacina contra hepatite B, o que significa uma picada a menos nas crianças.

Quem não conseguir levar o filho em um posto de saúde até sexta-feira, pode procurar o local fora do prazo que as vacinas continuarão disponíveis.

— É muito importante que o pai ou a mãe leve a criança ao posto de vacinação mais próximo porque o profissional de saúde irá ajudar na identificação de quais vacinas estão faltando na caderneta — diz a gerente de imunização da Secretaria Estadual da Saúde, Luciana Amorim.


Tira-dúvidas

Quem precisa se vacinar?

Crianças menores de 5 anos (4 anos 11 meses e 29 dias) e que não estejam com a carteira de vacinação em dia.


O que meu filho vai tomar?

Estarão disponíveis todas as vacinas do calendário básico de vacinação da criança como: BCG, Hepatite B, Pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), Rotavírus, Pneumocócica 10 valente, Meningocócica C conjugada, Febre amarela, Tríplice viral e DTP. A criança irá ser vacinada com aquela que não está atualizada na carteira podendo ser uma, duas ou mais vacinas.


O que mudou do ano passado para 2012?

Foram incluídas duas vacinas com uma nova forma de aplicação, as duas injetáveis. A pentavalente que reúne em uma única aplicação a proteção de duas vacinas distintas já existentes (contra a hepatite B e a tetravalente que protege contra difteria, tétano, coqueluche) e a vacina poliomielite inativada, a que protege contra paralisia infantil e que antes era dada só em gotinhas.


Se meu filho tem a carteira de vacinação em dia, preciso ir ao posto vacinar por conta destas duas novas vacinas?

Não. Se a carteira estiver em dia seu filho está protegido.


Por que trocaram a gotinha pela injeção?

Porque o Brasil já está se preparando para a utilização apenas da vacina inativada quando houver a erradicação da poliomielite no mundo, momento em que será recomendado apenas o uso da vacina injetável.


Mas se meu filho tomou as gotinhas este ano, precisa tomar a injeção?

Depende de cada caso, da idade dele e da dose que ele tomou, por isso, a orientação é para ir ao posto e checar se há necessidade.

Eu não encontrei a carteira de vacinação do meu filho, e agora o que devo fazer?

Deve ir ao posto onde fez a última vacina, lá deverá ter uma segunda via. Se o posto for muito longe ou até mesmo em outra cidade, deve ir em qualquer posto e pedir uma solicitação de segunda via da carteira.


Mas e se nenhum posto encontrar a segunda via?

Neste caso, leve seu filho a qualquer posto de saúde que as equipes irão avaliar a idade dele e vacinar da mesma forma.


É arriscado vacinar de novo se ele tomou a vacina e eu não lembro?

Não. A equipe de saúde irá vaciná-lo com as doses que forem seguras para a criança


O que pode acontecer com meu filho se a carteira dele não estiver em dia?

Ele não será considerado uma criança vacinada. Há vacinas que só protegem com mais eficácia se a criança tomou todas as doses. A A criança fica desprotegida contra muitas doenças frequentes na infância como rotavírus (que causa diarreias e vômitos), hepatite B, meningite, paralisia infantil entre tantas outras.


Meu filho tem mais de cinco anos e eu não lembro se ele tomou todas as vacinas, o que devo fazer agora?

A campanha é voltada para as crianças menores de cinco anos. No entanto, você pode levar seu filho ao posto. Lá deverão ser feitas todas as tentativas de resgatar onde esta criança tem registradas doses anteriores. Caso não haja comprovação anterior, ela deverá receber todas as vacinas atribuídas a sua faixa etária.


Essas vacinas são 100% eficazes?

Não. Nenhum imunizante é 100% eficaz.


Meu filho vomitou logo depois que tomou a vacina, devo voltar ao posto para vacinar de novo?

Se foi injeção não há necessidade, ele continua protegido. Se foi gotinha e se faz poucas horas ele vai precisar tomar de novo.


Ouvi dizer que quanto mais fortes as reações, mais protegida a criança está. É verdade?

Não. A eficácia não está relacionada à intensidade de sinais como febre, inchaço e dor no local da aplicação. Uma das características das vacinas mais modernas, aliás, é justamente oferecer maior proteção com o mínimo de efeitos colaterais.


Também ouvi dizer que a primeira dose é sempre a mais importante e que o reforço é apenas uma segurança a mais. É verdade?

Mentira. Quando se pede o reforço é porque, no intervalo entre uma aplicação e outra, o número de anticorpos tende a despencar. A cada dose o contato com o vírus ou com a bactéria da vacina aumenta as defesas do organismo até elas chegarem ao ponto ideal.


O que é normal meu filho sentir depois da aplicação destas vacinas?

Tudo depende da vacina. Mas, de uma modo geral, cerca de 30% das crianças ficam com o local avermelhado, doído, às vezes, endurecido, podem ter febre entre 38ºC e 39ºC, em raros casos podem ter convulsão e podem chorar bastante no dia. Mas na maioria dos casos, cerca de 70% delas, não apresentam estes sintomas.


Posso dar um remédio para dor ou febre para meu filho um pouquinho antes ou logo depois da vacina para ele não sentir nada?

Sem orientação médica não. O correto é ele tomar a vacina e se der muita reação retornar ao posto e pedir orientação sobre o que ele deve tomar, muitas crianças são alérgicas a alguns remédios e os pais nem sabem.

É verdade que as vacinas pagas em clínicas particulares não dão reações para as crianças?

Em parte. Elas têm um composto que podem diminuir as reações, mas mesmo pagas, dependendo da criança, ela pode ter reações.


Há como saber que reações meu filho terá e o que devo fazer para diminuí-las?

Não há como saber e os pais não devem fazer nada sem a orientação de um médico.


Se eu resolver pagar uma vacina em clínica particular posso utilizar a mesma carteira de vacinação e voltar a vacinar no posto?

Sim, não há necessidade de outra carteira e é possível utilizar o público e o privado com a mesma.


Fontes: Ministério da Saúde e Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC


HORA DE SANTA CATARINA


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22 ago07:41

Campanha de multivacinação de crianças com até cinco anos se encerra sexta-feira

Aline Rebequi | aline.rebequi@diario.com.br

Até sexta-feira os postos de saúde do país estarão mobilizados para colocar em dia a carteira de vacinação de todas as crianças menores de cinco anos (4 anos 11 meses e 29 dias). Quem não está com atrasos, não precisa se vacinar novamente mesmo com as duas pequenas mudanças na campanha.

Nesta multivacinação, a vacina contra paralisia infantil, que antes era dada só em gotinhas, passa a ser injetável. São duas doses que devem ser tomadas aos dois meses e aos quatro meses de vida. A partir dos seis meses até os cinco anos, as doses continuaram sendo dadas em gotinhas.

Outra mudança importante é a inclusão da vacina Pentavalente, que vai substituir duas vacinas: a tetravalente — que protege contra a disenteria, coqueluche, tétano e um dos tipos de meningite — e a vacina contra hepatite B, o que significa uma picada a menos nas crianças.

Quem não conseguir levar o filho em um posto de saúde até sexta-feira, pode procurar o local fora do prazo que as vacinas continuarão disponíveis.

— É muito importante que o pai ou a mãe leve a criança ao posto de vacinação mais próximo porque o profissional de saúde irá ajudar na identificação de quais vacinas estão faltando na caderneta — diz a gerente de imunização da Secretaria Estadual da Saúde, Luciana Amorim.


Tira dúvidas

Quem precisa se vacinar?

Crianças menores de 5 anos (4 anos 11 meses e 29 dias) e que não estejam com a carteira de vacinação em dia.


O que meu filho vai tomar?

Estarão disponíveis todas as vacinas do calendário básico de vacinação da criança como: BCG, Hepatite B, Pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), Rotavírus, Pneumocócica 10 valente, Meningocócica C conjugada, Febre amarela, Tríplice viral e DTP. A criança irá ser vacinada com aquela que não está atualizada na carteira podendo ser uma, duas ou mais vacinas.


O que mudou do ano passado para 2012?

Foram incluídas duas vacinas com uma nova forma de aplicação, as duas injetáveis. A pentavalente que reúne em uma única aplicação a proteção de duas vacinas distintas já existentes (contra a hepatite B e a tetravalente que protege contra difteria, tétano, coqueluche) e a vacina poliomielite inativada, a que protege contra paralisia infantil e que antes era dada só em gotinhas.


Se meu filho tem a carteira de vacinação em dia, preciso ir ao posto vacinar por conta destas duas novas vacinas?

Não. Se a carteira estiver em dia seu filho está protegido.


Por que trocaram a gotinha pela injeção?

Porque o Brasil já está se preparando para a utilização apenas da vacina inativada quando houver a erradicação da poliomielite no mundo, momento em que será recomendado apenas o uso da vacina injetável.


Mas se meu filho tomou as gotinhas este ano, precisa tomar a injeção?

Depende de cada caso, da idade dele e da dose que ele tomou, por isso, a orientação é para ir ao posto e checar se há necessidade.


Eu não encontrei a carteira de vacinação do meu filho, e agora o que devo fazer?

Deve ir ao posto onde fez a última vacina, lá deverá ter uma segunda via. Se o posto for muito longe ou até mesmo em outra cidade, deve ir em qualquer posto e pedir uma solicitação de segunda via da carteira.


Mas e se nenhum posto encontrar a segunda via?

Neste caso, leve seu filho a qualquer posto de saúde que as equipes irão avaliar a idade dele e vacinar da mesma forma.


É arriscado vacinar de novo se ele tomou a vacina e eu não lembro?

Não. A equipe de saúde irá vaciná-lo com as doses que forem seguras para a criança


O que pode acontecer com meu filho se a carteira dele não estiver em dia?

Ele não será considerado uma criança vacinada. Há vacinas que só protegem com mais eficácia se a criança tomou todas as doses. A A criança fica desprotegida contra muitas doenças frequentes na infância como rotavírus (que causa diarreias e vômitos), hepatite B, meningite, paralisia infantil entre tantas outras.


Meu filho tem mais de cinco anos e eu não lembro se ele tomou todas as vacinas, o que devo fazer agora?

A campanha é voltada para as crianças menores de cinco anos. No entanto, você pode levar seu filho ao posto. Lá deverão ser feitas todas as tentativas de resgatar onde esta criança tem registradas doses anteriores. Caso não haja comprovação anterior, ela deverá receber todas as vacinas atribuídas a sua faixa etária.


Essas vacinas são 100% eficazes?

Não. Nenhum imunizante é 100% eficaz.

Meu filho vomitou logo depois que tomou a vacina, devo voltar ao posto para vacinar de novo?

Se foi injeção não há necessidade, ele continua protegido. Se foi gotinha e se faz poucas horas ele vai precisar tomar de novo.


Ouvi dizer que quanto mais fortes as reações, mais protegida a criança está. É verdade?

Não. A eficácia não está relacionada à intensidade de sinais como febre, inchaço e dor no local da aplicação. Uma das características das vacinas mais modernas, aliás, é justamente oferecer maior proteção com o mínimo de efeitos colaterais.


Também ouvi dizer que a primeira dose é sempre a mais importante e que o reforço é apenas uma segurança a mais. É verdade?

Mentira. Quando se pede o reforço é porque, no intervalo entre uma aplicação e outra, o número de anticorpos tende a despencar. A cada dose o contato com o vírus ou com a bactéria da vacina aumenta as defesas do organismo até elas chegarem ao ponto ideal.


O que é normal meu filho sentir depois da aplicação destas vacinas?

Tudo depende da vacina. Mas, de uma modo geral, cerca de 30% das crianças ficam com o local avermelhado, doído, às vezes, endurecido, podem ter febre entre 38ºC e 39ºC, em raros casos podem ter convulsão e podem chorar bastante no dia. Mas na maioria dos casos, cerca de 70% delas, não apresentam estes sintomas.


Posso dar um remédio para dor ou febre para meu filho um pouquinho antes ou logo depois da vacina para ele não sentir nada?

Sem orientação médica não. O correto é ele tomar a vacina e se der muita reação retornar ao posto e pedir orientação sobre o que ele deve tomar, muitas crianças são alérgicas a alguns remédios e os pais nem sabem.


É verdade que as vacinas pagas em clínicas particulares não dão reações para as crianças?

Em parte. Elas têm um composto que podem diminuir as reações, mas mesmo pagas, dependendo da criança, ela pode ter reações.


Há como saber que reações meu filho terá e o que devo fazer para diminuí-las?

Não há como saber e os pais não devem fazer nada sem a orientação de um médico.


Se eu resolver pagar uma vacina em clínica particular posso utilizar a mesma carteira de vacinação e voltar a vacinar no posto?

Sim, não há necessidade de outra carteira e é possível utilizar o público e o privado com a mesma.


Fontes: Ministério da Saúde e Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC

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07 ago15:01

Campanha Nacional para atualizar a carteirinha de vacinação de crianças menores de 5 anos inicia no dia 18 de agosto

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A Campanha Nacional de Multivacinação está programada para iniciar no dia 18 de agosto e objetiva a atualização das carteirinhas de vacinação. Os pais podem levar os filhos nos Postos de Saúde, até a sexta-feira, dia 24 de agosto. Neste ano a campanha terá um prazo menor e duas novas vacinas.

Segundo a coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Chapecó, Paula Senna da Silva, todas as vacinas serão ofertadas para crianças menores de 5 anos.

- Esta estratégia visa diminuir o risco de transmissão de enfermidades imunopreveníveis e reduzir as taxas de abandono do esquema vacinal – disse.

Nesta campanha também serão oferecidas mais duas novas vacinas: a vacina injetável contra a poliomielite preparada com o vírus inativado (VIP) e a pentavalente contra difteria, tétano, coqueluche, influenza e hepatite B.

Em Chapecó cerca 120 profissionais da saúde participam de um treinamento para o novo calendário vacinal. Serão quatro encontros, o primeiro foi realizado no dia 1º de agosto.


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13 jun11:14

Vacina injetável será introduzida na Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite deste ano

Começa neste sábado, em todo país, a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite. Até o dia 6 de julho, crianças com até cinco anos incompletos devem tomar a primeira dose da vacina. Em Santa Catarina a campanha iniciou na segunda-feira, dia 11.

A novidade no combate à pólio introduzida neste ano é a vacina injetável com vírus inativado. Já usada em outros países que erradicaram a doença, a nova vacina será aplicada a partir do segundo semestre nas crianças que estiverem começando o calendário básico de vacinação. As doses devem ser aplicadas aos dois e aos quatro meses de idade.

De acordo com a recomendação da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), os países das Américas devem continuar aplicando a vacina oral com o vírus atenuado, até que ocorra a eliminação mundial da poliomielite.

Também conhecida como paralisia infantil, a doença é considerada erradicada no país desde o início dos anos 1990. O último caso registrado no Brasil foi em 1989 e no continente americano em 1991, no Peru. Em 1994, a Opas certificou a erradicação da pólio na região.

De acordo com o Ministério da Saúde, o vírus da doença ainda circula em 25 países da África e do Sudeste asiático, com os últimos surtos registrados, até 2009, na Nigéria, no Congo, em Myanmar, no Niger, Camboja e na Indonésia. A poliomielite é considerada endêmica na Nigéria, Índia, no Paquistão e Afeganistão.

Outra novidade na campanha de 2012 será na segunda fase, quando ocorre a Campanha Nacional de Multivacinação: em agosto, todas as crianças nessa faixa etária devem voltar aos postos levando o cartão de vacinação, para que a criança receba as doses de qualquer vacina que esteja em atraso.

A campanha de vacinação foi lançada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, em coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira.


AGÊNCIA BRASIL



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12 jun08:05

Inicia campanha de vacinação contra a poliomielite em SC

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite (Paralisia Infantil) iniciou ontem em Santa Catarina com a meta de vacinar 411.967 crianças de 0 a 5 anos. A estimativa é da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado (Dive).

De acordo com a enfermeira responsável pela vacinação da regional de Chapecó, Iracema Azzolini, neste ano será realizada uma etapa única de vacinação em gotinhas. Iracema destaca ainda que a imunização não será mais realizada dentro das escolas.

A intenção é que os pais ou responsáveis procurem os postos de saúde, local adequado para a vacinação. – É importante que eles levem a caderneta de vacinas da criança para atualização – disse Iracema. A imunização não apresenta qualquer efeito colateral.

Neste ano, o objetivo é atender 25.767 crianças nos 37 municípios da região Oeste. Em Chapecó devem ser imunizadas 12.900 crianças, já no Norte, em Joinville, a meta é mesma do ano passado, 35.579 crianças.

Na cidade do Oeste, as 26 unidades de saúde da cidade atendem de segunda à sexta-feira das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h.

A poliomielite é uma doença infecto-contagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida e de início súbito. Conforme o Ministério da Saúde, o último caso de pólio foi registrado em 1989.

A campanha, que seguiria até o dia 29 de junho, foi prorrogada para o dia 7 de julho.


Dia D

O sábado dia 16 de junho é o Dia D de vacinação. Nesta data o atendimento nas unidades de saúde em todo estado será das 8h até as 17h.


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11 jun10:16

Começa nesta segunda-feira a campanha nacional de vacinação contra a poliomielite

Inicia nesta segunda-feira a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como Paralisia Infantil. Em Chapecó, a meta é imunizar 12.900 mil crianças menores de cinco anos.

Até o dia 22 de junho, as unidades de saúde da cidade estarão atendendo das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h.

O Dia D de vacinação será sábado, dia 16, quando o atendimento nas unidades será das 8h até as 17h.

Segundo a secretária da saúde, Jeane Mohr de Oliveira, esse ano não haverá vacinação nas escolas.

– A intenção é que os pais ou responsáveis procurem os postos de saúde e levem a carteira de vacina da criança para atualização – disse.


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01 jun15:52

Ipuaçu atinge a meta de vacinação contra a gripe

A campanha nacional de vacinação encerra nesta sexta-feira, mas Ipuaçu já atingiu a meta. O Ministério da Saúde orienta que 80% do público alvo seja vacinado.

No município a maior porcentagem foi das crianças que chegou a 95%, idosos atingiram 81% e indígenas 89%. A meta de vacinação para as gestantes também foi alcançada segundo a enfermeira da Unidade de Saúde do Centro, Ana Claudia Boiani.

- Com esses dados da Secretaria não alcançaríamos a meta, mas com os nossos dados, atingimos o que orienta o Ministério – explicou Ana.


Vacinação Polio

O Secretário Municipal de Saúde, José Leonir, lembra que no dia 16 de junho inicia a Campanha de Vacinação contra a pólio para crianças de zero à cinco anos e também a segunda dose de vacinação contra a gripe para as crianças.


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01 jun14:44

Passa de 7,5 mil o número de pessoas vacinadas contra a Influenza na Regional de Dionísio Cerqueira

A campanha de vacinação contra a Gripe Influenza já vacinou 7.520 pessoas nos municípios de Anchieta, Guarujá do Sul, Dionísio Cerqueira, Palma Sola, Princesa e São José do Cedro. A meta estipulada pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo Ministério da Saúde é vacinar 8.374 pessoas nestes seis municípios.

Conforme a gerente de Saúde da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira, Eila Labres, os números apresentados pelas secretarias municipais de saúde são muito bons.

Eila detalha que Palma Sola atingiu 86,1% do público-alvo; São José do Cedro vacinou 94,1%; Princesa 101,4%; Dionísio Cerqueira vacinou 82,5%; em Guarujá do Sul o número de vacinados chega a 94,8% e em Anchieta já foram 91,8% da meta estipulada.

- Com os resultados apresentados até esta quinta-feira, dia 31, a média de pessoas vacinadas nos seis municípios é 89,8%. Ainda restam 854 pessoas para serem imunizadas – disse Eila.


A campanha em SC

Neste ano, além dos idosos com 60 anos e mais, trabalhadores de saúde, povos indígenas, crianças entre seis meses a menores de dois anos e as gestantes, a vacinação foi aplicada para a população prisional. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde a expectativa é imunizar 930.185 pessoas, sendo que a meta estadual é atingir no mínimo 80% da população-alvo nos 295 municípios.


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01 jun13:58

Vacinação em Guarujá do Sul atingiu 93% dos idosos

Secretaria de Saúde de Guarujá do Sul já atingiu 93% da meta de imunização em idosos contra a Gripe A (H1N1). A informação é da responsável pela sala de vacinas no município, Ilse da Rosa. Segundo ela os números atualizados nesta manhã apontam que o município superou bastante a meta estipulada pelo Ministério da Saúde e Secretaria de Estado da Saúde.

Os dados mostram que 93% dos idosos já foram imunizados, assim como 116% das crianças; 130% das gestantes e 100% dos profissionais da saúde.

>> Campanha nacional de vacinação termina nesta sexta-feira

A responsável pela sala de vacinas pontua que esta sexta-feira é o último dia para a vacinação. De acordo com ela, a pasta pretende buscar os idosos que ainda não fizeram a vacina. Ilse da Rosa enfatiza que os profissionais estão satisfeitos com os números, pois houve grande empenho por parte da secretaria de saúde.


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31 mai14:29

Campanha nacional de vacinação termina nesta sexta-feira

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pediu hoje (31) que os grupos considerados prioritários na vacinação contra a gripe procurem os postos de saúde até amanhã (1º), quando acaba a campanha nacional de imunização contra a doença.

A meta do governo é proteger 24,1 milhões de pessoas com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 2 anos, gestantes, trabalhadores de saúde e indígenas, totalizando 80% do público-alvo.

— Podemos discutir caso a caso, alguns estados específicos que possam não ter atingido a meta, mas o fundamental é que as pessoas se vacinem até o dia 1º de junho porque, quando se toma a vacina, demora de dez a 15 dias para se estar totalmente protegido contra a gripe. Portanto, se vacinar nesta data permite que você esteja protegido no momento em que o inverno é mais rigoroso e em que a transmissão da gripe aumenta — explicou.

>> Em Abelardo Luz 96,95% da população foi imunizada contra a Gripe

>> Em Xaxim já foram imunizados 3,1 mil pessoas

Após participar de entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Padilha lembrou que a decisão tomada pelo ministério em 2011 de ampliar os grupos prioritários ajudou a reduzir em 66% os óbitos e em 44% os casos graves de gripe no país.

— É uma vacina que é segura, que protege as pessoas que mais precisam, que são os grupos prioritários, e que ajuda a cortar a cadeia de transmissão para o resto da população — afirmou o ministro.


AGÊNCIA BRASIL



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