Valdir Cobalchini

01 ago11:44

Obras do acesso à BR 282 serão reiniciadas

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O secretário de Infraestrutura de SC, Valdir Cobalchini, anunciou nesta manhã em Chapecó o reinício das obras de duplicação da BR 480, conhecido como Acesso Plínio Arlindo de Nes, que faz ligação com a BR 282. A obra ficou parada uma semana para alguns reajustes como readequação de redes de água, telefonia e energia, além das desapropriações.

– Como não podemos interromper o fluxo de veículos para resolver essas questões tivemos que fazer alguns ajustes – disse.

Nesta quarta-feira funcionários da empresa vencedora do edital devem voltar ao trabalho no viaduto, localizado no trevo da BR 282. Já as obras na duplicação iniciam na próxima semana. Cobalchini disse ainda que o pagamento, por parte do Governo do Estado,da empresa vencedora do edital está em dia e que as obras devem ser concluídas em 2013.



O secretário de Infraestrutura de SC, Valdir Cobalchini e o secretário da SDR de Chapecó Eldimar Jagnow.



- Não estamos com nenhum atraso – disse o secretário.

Na coletiva de imprensa o secretário falou também sobre o Pacto por SC que irá revitalizar duas rodovias do Oeste. Na SC 283, que liga Chapecó à Águas de Chapecó, devem ser investidos R$ 6 milhões na revitalização de 40 quilômetros, já na SC 480, rodovia que liga Chapecó com o Rio Grande do Sul, vão ser investidos R$ 29 milhões na restauração completa da pista de 20 quilômetros.

- As obras devem iniciar ainda neste ano após o edital apontar a empresa vencedora da licitação – disse o secretário. Cobalchini disse que a revitalização na SC 480 deve ser concluída em 2014, já as obras na SC 283, ainda em 2013.


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08 mai07:53

Aeroporto de Chapecó terá novo terminal

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Além da reforma da pista, que está em andamento, o aeroporto Serafim Enoss Bertaso, de Chapecó, deverá receber um novo terminal de passageiros. Em audiência pública sobre o aeroporto realizada ontem no Hotel Lang, o prefeito José Cláudio Caramori e o secretário de Infraestrutura do Estado, Valdir Cobalchini, anunciaram que o Governo do Estado vai priorizar investimentos na melhoria do aeroporto, com recursos da compensação pelas perdas da Resolução 72, que unifica em 4% a alíquota de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços em Produtos Importados.

Caramori disse que a obra vai custar cerca de R$ 80 milhões. Cobalchini afirmou que investimentos de R$ 44 milhões já estavam previstos mesmo antes da compensação do ICMS. A previsão é de ainda em 2012 assinar os convênios entre o Estado, Prefeitura e Governo Federal, para dar início ao processo licitatório.

O projeto, elaborado pela Prosul, já está com os governos do Estado e Federal. De acordo com o engenheiro civil Robson Sebastiany, o projeto prevê pátio para seis aeronaves de grande porte, 12 hangares particulares, terminal de passageiros de 2,5 mil metros quadrados e capacidade para 503 passageiros/hora, terminal de cargas de mil metros quadrados, aumento da pista de 2.563 metros para 2.940 metros, pista de taxiamento de 1.500, torre de controle, dois conectores ligando o avião ao terminal e estacionamento para 250 carros.

Sebastiany disse que o novo aeroporto poderá receber até Boeing 767 300, com capacidade para 320 passageiros. Antes da interdição, o aeroporto recebia aviões até 142 lugares.

A construção de um novo terminal é uma das exigências da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O diretor de operações da Anac, Carlos Eduardo Pellegrino, que esteve ontem na audiência pública, disse que, para a ampliação de voos em Chapecó é necessário adequações em seguranças e a retirada de obstáculos numa área de 150 metros da pista.

Atualmente essa recomendação não é cumprida. Pellegrino disse que a reforma da pista, que está em andamento, vai permitir a retomada dos voos, suspensos completamente desde que dia 21 de abril, na mesma situação anterior a primeiro de março, quando houve uma interdição parcial, restringindo operações a aeronaves com menos de 72 passageiros. O Governo do Estado investiu R$ 9 milhões e a Prefeitura mais R$ 2 milhões para a reforma, que deve ser concluída até 5 de julho.

Após o término da obra a Anac ainda precisa aprovar a reforma. Mas, segundo o diretor, isso é rápido.

A deputada estadual Luciane Carminatti (PT), uma das proponentes da audiência, disse que ficou claro a necessidade da interdição em virtude das más condições da pista do aeroporto. Ela destacou a necessidade de uma gestão mais profissional do aeroporto, que é administrado pelo município. De 2010 para 2011 o movimento aumentou 26%, passando de 198 mil passageiros para 250 mil. Antes da interdição eram oito voos diários.


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