Vereador

02 mai19:08

Polícia Federal vai atuar no Caso Chiarello

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A Polícia Federal vai atuar nas investigações da morte do vereador Marcelino Chiarello, ocorrida no dia 28 de novembro do ano passado. A informação foi confirmada hoje pelo delegado da Polícia Federal de Chapecó, Oscar Biffi.

Ele afirmou que um despacho do Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi publicado no dia 18 de abril, determinando que a Polícia Federal apure as circunstâncias e causas da morte do vereador.

A delegacia de Chapecó já solicitou os laudos para a Justiça e aguarda o recebimento dos documentos para fazer análise.

De acordo com o deputado federal Pedro Uczai (PT), a decisão do ministro partiu de uma solicitação do Ministério Público, que está dando continuidade ao inquérito da Polícia Civil, que foi inconclusivo.


Instituto Médico Legal de São Paulo entrará nas investigações

O juiz de Direito Jefferson Zanini, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Chapecó, na qual tramita o inquérito policial que apura a morte do vereador Marcelino Chiarello, decidiu buscar uma “terceira opinião” em relação a causa mortis do político e determinou que o Instituto Médico Legal de São Paulo examine as provas e emita seu parecer técnico sobre o caso.

Na decisão, o magistrado esclarece que existem divergências entre o médico legista de Chapecó e seus colegas de Florianópolis, com indicações conflitantes sobre as causas da morte de Marcelino.

A direção do IML paulista havia se colocado à disposição para auxiliar no desfecho do caso. O juiz Zanini, por outro lado, acolheu proposição do Ministério Público para indeferir pleito feito pelo advogado de familiares da vítima no sentido de desconsiderar os pareceres elaborados por peritos do IML catarinense. Segundo o magistrado, os documentos são de interesse da Justiça Criminal.


>> Ato marca cinco meses da morte de Marcelino Chiarello

Comente aqui
27 abr14:45

Ato marca cinco meses da morte de Marcelino Chiarello

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Representantes do Fórum em Defesa da Vida, por Justiça e Democracia, composto por 42 entidades, realizam ato neste sábado, dia 28, a partir das 17h30, em frente Catedral Santo Antonio, na Praça Coronel Bertaso em Chapecó.

O ato marca os cinco meses da morte do vereador Marcelino Chiarello. O parlamentar foi encontrado morto em casa na manhã do dia 28 de novembro de 2011.

>> Junta conclui que Marcelino morreu por enforcamento

>> Peritos do caso Nardoni devem analisar os laudos sobre a morte do vereador Chiarello em Chapecó

>> Entidades pedem que MP aprofunde investigação do Caso Chiarello

Comente aqui
16 mar17:36

Entidades pedem que MP aprofunde investigação do Caso Chiarello

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Cerca de 40 pessoas integrantes do Fórum em Defesa da Vida, Justiça e Democracia estiveram nesta sexta-feira no Fórum de Justiça de Chapecó, para entregar ao Ministério Público um documento pedindo o aprofundamento das investigações.

Uma comissão entregou aos promotores de justiça um documento onde aponta contradições nos laudos da morte do vereador. A vereadora Angela Vitória disse que ficou insatisfeita com o resultado dos laudos do Instituto Geral de Perícias.

Ela contestou a hipótese de que os ferimentos na cabeça do vereador e o sangramento tenham sido causados pelo próprio vereador, ao se debater após ter se enforcado. –É um absurdo pois o sangue não teria como subir- argumentou. Ela também contesta o parecer dos médicos do IGP que indicaram que o segundo sulco no pescoço teria sido causado durante o transporte do corpo.

Para ela o vereador foi agredido, amarrado no pescoço no chão e depois pendurado.

Uma das coordenadoras do Fórum que reúne 52 entidades, Deise Paludo, espera que o Ministério Público trate a questão com muita seriedade. Ela disse que o Fórum das entidades está à disposição para contribuir com a questão.

O Ministério Público recebeu nesta semana o inquérito da Polícia Civil, que foi inconclusivo, não indicando se houve homicídio ou suicídio. O Ministério Público instaurou um Procedimento Investigatório Criminal para dar sequência nas investigações.

O subprocurador geral de Justiça para Assuntos Administrativos, José Galvani Alberton, designou os promotores Jackson Goldoni, Cléber Augusto Hanisch e Benhur Poti Betiolo, para auxiliar no processo.

Goldoni disse que os promotores vão analisar o caso e podem solicitar novas perícias. O Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deve auxiliar na investigação.



Comente aqui
16 mar13:16

Caso Marcelino Chiarello

Representantes do Fórum em Defesa da Vida, por Justiça e Democracia, composto por 42 entidades, fazem manifestação nesta sexta-feira, dia 16, a partir das 13h30, em frente ao Fórum de Chapecó.

O ato acontece durante a reunião dos promotores do Ministério Público, que investigam o caso. O Fórum vai entregar um documento com informações sobre as contradições na investigação da morte do vereador Marcelino Chiarello.

>> Junta conclui que Marcelino morreu por enforcamento

O vereador foi encontrado morto em casa na manhã do dia 22 de novembro de 2011. Peritos que impressionaram o Brasil ao desvendar o assassinato da menina Isabela Nardoni, em SP, devem analisar os laudos do caso.


3 comentários
16 mar09:13

Peritos do caso Nardoni devem analisar os laudos sobre a morte do vereador Chiarello em Chapecó

Os peritos que impressionaram o Brasil ao desvendar o assassinato da menina Isabela Nardoni, em SP, vão analisar os laudos do caso do vereador Marcelino Chiarello, de Chapecó.

Diante das dúvidas que ainda pairam sobre a causa da morte (homicídio ou suicídio), o IGP decidiu enviar um médico legista e um perito criminal com todo o material elaborado até agora para a Superintendência da Polícia Técnica e Científica de São Paulo. Embarcam na próxima semana.

Nesta sexta-feira, o Fórum das Entidades entrega em Chapecó documento aos promotores sobre as contradições da investigação.

Informação foi publicada no blog  Visor é editado pelo jornalista Rafael Martini.

Comente aqui
15 mar18:47

Caso Marcelino Chiarello

Representantes do Fórum em Defesa da Vida, por Justiça e Democracia fazem manifestação nesta sexta-feira, dia 16, a partir das 13h30, em frente ao Fórum de Chapecó.

>> Junta conclui que Marcelino morreu por enforcamento

O ato acontece durante a reunião dos promotores do Ministério Público, que investigam o caso. O Fórum, composto por 42 entidades, entregará um documento com informações sobre as contradições na investigação da morte do vereador Marcelino Chiarello, ocorrida no dia 22 de novembro de 2011.


Comente aqui
10 mar08:48

Protesto em Florianópolis lembra morte do vereador Marcelinho Chiarello

Um protesto lembrou a morte do vereador Marcelino Chiarello (PT), de Chapecó, na tarde desta sexta-feira, na esquina democrática, em Florianópolis. A manifestação contou com a participação de integrantes da executiva municipal do PT na Capital, da Federação Catarinense dos Empregados no Comércio, da Federação das Associações de Moradores de Santa Catarina e da CUT-SC.

De acordo com o vereador Márcio de Souza (PT), que participou do protesto, foram impressos e distribuídos 2 mil panfletos sobre o caso. Souza disse que a manifestação foi bem recepcionada pela população e que as pessoas se solidarizaram com o caso.

>> Junta conclui que Marcelino morreu por enforcamento

Chiarello foi encontrado morto em sua casa em Chapecó há pouco mais de três meses. As teses de homicídio e suicídio estão sendo investigadas pela polícia.

DIÁRIO CATARINENSE



2 comentários
09 mar17:15

Junta conclui que Marcelino morreu por enforcamento

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A junta médica do Instituto Geral de Perícias que analisou os laudos e pareceres da morte do vereador Marcelino Chiarello concluiu que ele morreu por enforcamento. O delegado responsável pelo inquérito, Ronaldo Neckel Moretto, recebeu hoje à tarde o parecer.

Mesmo assim ele não vai concluir o inquérito nem por tese de suicídio, nem por homicídio. – Não vamos emitir juízo de valor por não queremos prejudicar o trabalho do Ministério Público – afirmou Moretto. O Ministério Público já instaurou um procedimento para dar sequência nas investigações.

Moretto afirmou que o parecer dos três médicos peritos do IGP coloca que a causa mais provável do enforcamento é suicídio, mas não exclui completamente o homicídio pois há casos na literatura médica de enforcamento por homicídio.

Ele afirmou que o parecer é contrário a muitos aspectos do primeiro laudo emitido pelo médico legista Antonio de Marco. O parecer exclui a possibilidade de estrangulamento e conclui que a mancha no olho do vereador não foi causada por um soco ou batida e sim por decorrência de um processo natural de pressão sanguínea decorrente do enforcamento. Também indica que a batida na cabeça pode ter ocorrido pelo vereador ter se debatido. Na questão da lesão do nariz não há indicativo de fratura, segundo o parecer do IGP.

Quando a um segundo sulco no pescoço do vereador a conclusão é de que ele teria ocorrido no transporte do corpo até o Instituto Médico Legal.

>> Parecer do IGP é encaminhado para delegado.

>> Polícia não tem suspeito do caso Chiarello.

Moretto lembrou ainda que exames de DNA na fita utilizada para enforcamento e nas manchas de sangue são todas compatíveis com o DNA da vítima. Além disso não foi encontrado sinal de luta no quarto da casa onde ele foi encontrado, nem de arrombamento da casa. Imagens de câmeras de vigilância indicam que ele foi sozinho da escola Pedro Maciel, onde deu aula na manhã de sua morte, até em casa. Duas testemunhas afirmam ter visto o vereador entrar sozinho em casa.

Exames toxicológicos não encontraram nenhum indício de droga ou álcool que poderia ter sido utilizado para sedar o vereador. Moretto afirmou que na segunda-feira vai encaminhar o inquérito para o Ministério Público dar sequência ao trabalho.


6 comentários
07 mar11:16

Caso Marcelinho Chiarello

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Foi encaminhado no final da tarde de ontem, via malote, o parecer da junta médica do Instituto Geral de Perícias (IGP) de Florianópolis sobre as contradições nos laudos sobre a morte do vereador Marcelino Chiarello.

O documento deve chegar hoje no Insituto Geral de Perícias de Chapecó e, em seguida, encaminhado para o delegado responsável pela investigação, Ronaldo Neckel Moretto.


>> Polícia não tem suspeito do caso Chiarello


Ele deve receber o material entre hoje e amanhã. O diretor do IGP, Rodrigo Tasso, disse que o resultado do parecer deve ser divulgado pelo delegado, que foi quem solicitou uma nova avaliação.

O motivo é que há informações divergentes sobre o enforcamento, a lesão no nariz e outra mancha no olho do vereador. O IGP deve marcar uma coletiva para os próximos dias para detalhar os laudos e explicar as contradições.


1 comentário
06 mar08:33

Polícia não tem suspeito do caso Chiarello

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Após 98 dias de investigação a Polícia Civil de Chapecó não encontrou nenhum suspeito da morte do vereador Marcelino Chiarello e, apesar da maioria dos laudos e pareceres do Instituto Geral de Perícias apontarem para um provável suicídio, o delegado Ronaldo Neckel Moretto não fecha a questão.

Moretto disse que restam ainda algumas dúvidas. Ele relatou que o médico Antonio de Marco, que apontou inicialmente a causa da morte como sendo em virtude de asfixia mecânica e traumatismo crânio encefálico, fez depois um laudo pericial indentificando apenas traumatismo craniano como, tendo como causa da morte a asfixia, por estrangulamento e enforcamento.

>> Laudos diferentes sobre caso Chiarello geram desconforto

>> Laudo e investigações reforçam tese de suicídio no caso Marcelino Chiarello

Essa é uma das dúvidas que persiste. –Isso para nós é crucial- afirmou. Outra dúvida é se a mancha no olho foi causada por pancada ou resultado do esforço em caso de enforcamento. A terceira dúvida é se a fratura do nariz era antiga ou recente. Ele aguarda um parecer da junta médica formada pelo Instituto Geral de Perícias que iria analisar os laudos. Essa junta deve concluir o trabalho hoje.

Moretto afirmou que falta só isso para encaminhar o inquérito para o Ministério Público, que vai dar sequência na investigação. Cerca de 10 suspeitos foram investigados e o inquérito já tem mais de 800 laudas. Ele afirmou que há certeza absoluta de que Chiarello foi sozinho da escola até sua casa, onde entrou sozinho, segundo duas testemunhas. Lá encontrou o filho que estava sozinho e mandou ele para a casa da avó. O menino disse que ouviu o pai falar sozinho a palavra polícia mas não que tivesse pedido para chamar a polícia.

Moretto disse que não houve nenhuma ameaça comprovada contra o vereador. Citou que ele ligou às 7h10 para seu assessor, que foi na escola buscar um cheque. Ele recebeu três chamadas enquanto estava na escola, mas não atendeu. As operadoras de telefone não registraram nenhuma chamada no momento. Moretto disse que o aparelho foi encaminhado para o IGP no dia 6 de dezembro e o instituto não periciou a tempo, pois o aparelho tinha configuração que apagava as informações após 30 dias. O diretor do IGP, Rodrigo Tasso, foi procurado ontem para falar sobre o laudo da junta médica e disse que iria se pronunciar hoje.



10 comentários