Violência

21 mai15:33

Teatro sobre o combate a exploração sexual infantil em São Lourenço do Oeste

A Secretaria do Desenvolvimento Social através do CREAS e em parceria com a Secretaria de Educação, Saúde, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e Conselho Tutelar realizou nos dias 17 e 18 de maio apresentações de peças teatrais direcionadas para criança e adolescentes lourencianos. O objetivo foi refletir sobre o dia 18 de maio, que é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes.

No dia 17, foi apresentada a peça teatral pelo grupo de teatro Thespis de Francisco Beltrão/PR, com o nome Réu do Silêncio, direcionada para o público adolescente, mostrando algumas consequências na vida de uma pessoa que sofreu violência ainda quando criança e também algumas formas de identificar quando o abuso está acontecendo.

Foram exibidas quatro sessões durante o dia, contando com a participação de 1.145 adolescentes pertencentes a rede municipal de ensino.

No dia 18 de maio foi apresentada a peça teatral pelo grupo de teatro “É bom ser Criança” com a Cia da Gaia de Chapecó, que abordou sobre os direitos e deveres da criança, questões sobre preconceito, como conhecer o nosso corpo, tudo isso mesclando músicas, brincadeiras e interagindo com o público infantil. Está peça teatral foi direcionada a crianças com faixa etária entre seis e 11 anos.

Também foram apresentadas quatro sessões durante o dia, obtendo a participação de 1.360 crianças.

Ao final de cada sessão a equipe da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Social entregou um folder informativo sobre o tema em questão, sendo que na capa do folder continha uma flor, que é símbolo da infância e ao mesmo tempo demonstra a fragilidade das crianças e adolescentes frente ao abuso e exploração sexual.

Ainda dando continuidade as atividades a serem realizadas para o combate do abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes, a Secretaria promove no dia 24 de maio, no Auditório da ACISLO, a partir das 8h30, capacitação para a Rede de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente.


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21 mai15:29

Chapecó sedia ciclo de debates para combater violência contra a mulher

A Bancada Feminina da Assembleia Legislativa de Santa Catarina juntamente com o Ministério Público realiza neste mês audiências públicas em sete regiões do estado, com o objetivo de debater o enfrentamento à violência contra a mulher.

Na segunda-feira, dia 21, Chapecó sedia uma das audiências públicas, no auditório da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), antigo Colégio Bom Pastor. A deputada Luciane Carminatti coordena nesta tarde a audiência de Chapecó. Segundo ela, estes encontros são importantes no sentido de debater a situação por região sobre a violência contra a mulher.

- Vamos fazer um levantamento dos índices de violência em cada região e encaminhar propostas para se concretizar as políticas públicas para mulheres – disse.


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21 mai11:04

CREAS de São Miguel do Oeste intensifica ações de Enfrentamento à Violência, Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) esteve na sexta-feira, dia 18 de Maio, na Rua do Calçadão, realizando a II Campanha de Enfrentamento à Violência, ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

De acordo com a Psicóloga do CREAS, Andressa Filippini, a data foi instituída no ano de 1973 quando em Vitória, no Espírito Santo, um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”.

Segundo Andressa, esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade que foi raptada, drogada e estuprada, morta e carbonizada por jovens de classe média alta daquela cidade que prescreveu impune.

- Diante desse crime hediondo ocorrido, o CREAS apóia essa campanha no intuito de mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar dessa luta – destaca.

A psicóloga ressalta que em São Miguel do Oeste existem muitos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes que passam despercebidos.

- Temos várias situações de violência sexual em nosso município, são crianças e adolescentes passando por esse tipo de situação todos os dias e muitas vezes não é feito nada por falta de conhecimento e medo por parte das pessoas em denunciar – disse.

Denúncias podem ser realizadas no Creas ou pelo telefone (49) 3622-8284.


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17 mai15:22

Dia Nacional Contra a Violência e Exploração Sexual

O dia 18 de maio é o “Dia Nacional Contra a Violência e Exploração Sexual”. E a Prefeitura de Xaxim através das secretarias de Assistência Social, Educação e Cultura, Mulher, Juventude e Terceira Idade realizam uma ação na sexta-feira. Deve ser realizada panfletagem, informações, apresentações artísticas, pintura de rosto, e muitas outras atividades. O evento acontece na Praça Frei Bruno durante todo o dia.

A presidente do Fórum Contra a Violência e Exploração Infanto Juvenil, Silvia Morás Piana disse que é fundamental que não somente as entidades se organizem, mas que toda a comunidade xaxiense também participe.

- Infelizmente muitas pessoas, e na maioria delas crianças e adolescentes continuam sendo vítimas de violência e exploração sexual. Por isso precisamos fazer com que nossa população tenha conhecimento, denuncie e nos ajude a combater – disse Silvia.


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09 abr15:24

Celesc promove ação de combate à violência sexual nas rodovias

Nessa terça-feira, dia 10, às 14h, a Celesc promove o programa “Na mão certa” e realiza a aplicação dos adesivos da campanha de combate à exploração sexual infanto-juvenil nas rodovias nos mais de mil veículos que compõem a frota. A Regional de Chapecó, que atua em 32 municípios deve adesivar os 50 veículos. – Vamos iniciar nesta terça-feira o trabalho de adesivar os veículos da regional – disse o superintendente Valentin Guisi.

A adesivagem acontece em todas as Agências Regionais distribuídas pelo Estado. Durante a tarde será realizada também uma palestra com o inspetor da Polícia Rodoviária, Luiz Graziano, que será transmitida por videoconferência.

A iniciativa faz parte das ações de responsabilidade social alinhadas com o Programa que visa conscientizar a população para o enfrentamento mais eficaz de um problema que aflige, cada vez mais, a sociedade brasileira.

A violência sexual contra crianças e adolescentes é uma das mais graves violações de direitos e se caracteriza pelo abuso e/ou exploração do corpo e da sexualidade, seja pela força ou outra forma de coação, que prejudica o seu desenvolvimento físico, psicológico e social.

No último levantamento realizado pelo Departamento da Polícia Rodoviária Federal, em conjunto com a Childhood Brasil e a Organização Internacional do Trabalho, sobre os pontos vulneráveis à exploração sexual em rodovias brasileiras, concluiu-se que na região Sul existam, no biênio 2009 – 2010, 399 pontos. Destes, 216 foram considerados críticos. A BR 101, ligação litorânea Sul – Sudeste – Nordeste, abrigava 187 pontos. Em Santa Catarina, há 28 pontos considerados críticos.


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14 dez12:20

Senado aprova lei que garante cirurgia plástica para mulheres vítimas de violência

Mulheres vítimas de violência poderão fazer cirurgia plástica, sem custos, para reparar sequelas ou lesões causadas pela agressão. É o que prevê o projeto de lei aprovado nesta quinta-feira, no Senado, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

A matéria foi aprovada em caráter terminativo e agora pode seguir para sanção presidencial. De acordo com a Agência Senado, a realização das cirurgias será responsabilidade dos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), sejam próprios, contratados ou conveniados.

No momento em que receberem as mulheres vítimas de violência, hospitais e centros de saúde pública deverão informá-las sobre a possibilidade de acesso gratuito à cirurgia plástica. Para isso, será necessário apresentar o registro oficial da ocorrência da agressão.

Emenda apresentada ao texto prevê ainda que o responsável por hospital ou posto de saúde que não observar a regra poderá receber multa de dez vezes o valor de sua remuneração mensal, perder a função pública e ficar proibido de receber incentivos fiscais por quatro anos.

Segundo a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), relatora do projeto, o direito à reparação, por sequelas de violência contra a mulher, já está garantido na Lei Orgânica da Saúde, mas precisava de lei específica porque, em geral, costuma ser ignorado pelos gestores públicos.

Muitas unidades de saúde enxergam o procedimento como supérfluo por envolver questões de cunho estético, de acordo com a senadora.

AGÊNCIA BRASIL



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28 nov19:11

Segurança e Prevenção a Violência nas Escolas

O Projeto Segurança e Prevenção a Violência nas Escolas, iniciado em julho de 2011, tem o objetivo de orientar professores, funcionários, pais e alunos das escolas da rede Municipal e estadual de Chapecó. Apresentando alternativas voltadas à prevenção da violência nas escolas, a fim de contribuir para a construção de uma sociedade mais humana, justa e solidária.

A violência é, infelizmente, uma prática que vem sendo disseminada em todas as esferas sociais, inclusive nas instituições de ensino, seja na rede pública ou privada. Dentre as variáveis que levam ao aumento da violência na sociedade brasileira estão à desigualdade social, o enfraquecimento de conteúdos culturais, éticos e morais, a família desestruturada, as diferenças culturais, maus tratos e uma ausência de cultura de paz nos sistemas de relações sociais.

Segundo o soldado Marcelo Wundervald, diante das inúmeras ocorrências envolvendo violência nas escolas, o projeto busca executar as seguintes atividades:

- Incentivar o debate sobre o tema “violência nas escolas”, visando à busca de estratégias e ações voltadas a minimizar a violência na escola;

- Orientar a cerca de questões de segurança, objetivando a prevenção de delitos no âmbito escolar;

- Orientar sobre qual o procedimento a ser adotado em caso de violência nas escolas;

- Resgatar junto aos alunos adolescentes valores morais e éticos voltados ao convívio social;

- Resgatar junto aos pais dos alunos a responsabilidade da família sobre a formação e educaçã0o destes adolescentes;

Encerrado no mês de novembro, o Projeto de Segurança e prevenção a violência nas escolas alavancou os debates críticos entre Policia Militar e adolescentes. Tomando a frente e representando a Policia Militar, o soldado Marcelo Wundervald protagonizou as palestras envolvendo a todos através de uma linguagem simples, mas rica em informações através das experiências de mais de 13 anos como policial. – É preciso falar na mesma frequência dos jovens, na mesma faixa vibratória, para que palestrante e publico estejam sintonizados na mesma linguagem – disse o Soldado.

Foi de grande valia e ótimos resultados a recepção nos colégios, sempre após as palestras eu era rodeado por adolescentes para agradecer, esclarecer duvidas particulares, e para saber como fazia para entrar na Policia Militar.

- Para o que vem pretendemos dar continuidade a este projeto – completou Marcelo.


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23 nov15:42

Vigília e Fórum pedem fim da violência contra a mulher

O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher – CMDM está prestando apoio aos dois eventos que vão tratar sobre a violência contra a mulher em Chapecó. Nesta quinta-feira, dia 24, serão realizados protestos e debates para chamar a atenção e conscientizar a sociedade sobre o tema.

- Queremos mostrar a triste realidade vivida pela mulher que sofre agressão – disse a presidente do conselho Izelda Oro.

A 3ª Vigília pelo fim da Violência contra a Mulher tem como slogan “Por mim, por nós, pelas outras!”. O evento será realizado na praça Coronel Bertaso das 17 às 22 horas. Neste período serão feitas encenações e apresentadas manifestações, sempre protestando contra o volumoso número de casos de violência contra a mulher.

Mesmo que o assunto tenha viés incontestável de seriedade, os organizadores querem fazer um evento criativo, alegre e animado. Para isso pedem que sejam levadas velas coloridas (serão usadas à noite), com protetor de garrafa pet, pipas coloridas e cartazes. Quem estiver disposto poderá fazer apresentações musicais com violão, usar apito e outros instrumentos, sinônimo de agito.

A organização é da UBM – União Brasileira de Mulheres, núcleo Chapecó e realização da AMB – Articulação de Mulheres Brasileira, Grupo Fogueira, Movimento das Mulheres Camponesas, OAB, Comissão da Mulher Advogada e entidades que compõem o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.

Já no dia 29, a subseção da OAB de Chapecó promove o Fórum de Debates. Será realizado na sala Ely Camargo, no Centro de Eventos e Cultura Plínio Arlindo De Nes, a partir das 19 horas. O evento tem como tema “A violência contra a mulher e a implementação de políticas públicas para a efetivação da Lei Maria da Penha”. Serão debatedoras a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres Iriny Lopes e a Secretária Geral Adjunta da OAB Seccional Santa Catarina Elidia Tridapalli.


Realidade que choca

Em Chapecó é registrada uma média de oito ocorrências por dia ou uma cada a cada três horas. No entanto, a nível nacional os números chocam: a cada 15 segundo uma mulher sofre algum tipo de violência. – Muitas agredidas calam e outras, mesmo com registro, acabam deixando seus agressores impunes porque o medo de serem vitimas de novos ataques se sobrepõe – disse Izelda.

Para mudar essa realidade o CMDM está propondo a criação da Secretaria Municipal de Políticas para a Mulher e do Centro de Referência de Atendimento a Mulher – CRAM.

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22 set14:52

Alerta para violência sexual infantojuvenil

Dia 24 de setembro é o Dia Estadual de Combate à Violência e à Exploração Sexual Infanto-Juvenil. Com o objetivo de alertar a população sobre esse crime, 16 adolescentes de Guatambu vão visitar residências, comércio e escolas nesta sexta-feira. Eles fazem a entrega de panfletos e falam sobre a importância da denúncia contra os agressores.

Para a coordenadora do Programa Sócio Educativo no município, Luciane de Castro, a ideia é alertar a população. – As pessoas devem denunciar os casos. Tem gente que pensa que só acontece com os outros, mas pode acontecer na sua família. Por isso a orientação e o diálogo são importantes – disse.

Denúncias anônimas podem ser feitas gratuitamente pelo telefone 100. O conselho tutelar também deve ser avisado.


Disque denúncia-estadual

Atualmente, as denúncias são feitas através de um serviço nacional, o Disque 100, sediado em Brasília, que recebe as denúncias e depois repassa os casos para o Estado. O problema, segundo a coordenadora do CIJ, promotora de Justiça Priscilla Linhares Albino, é a demora no repasse das informações. – Existem casos que levam até três meses para chegar ao conhecimento do Ministério Público, o que permite que a criança ou o adolescente fique sujeito à continuidade da violência – disse.

Como resposta à esta questão, o MPSC sugeriu ao Legislativo Estadual a criação do Serviço Disque-Denúncia de Violência Infantojuvenil no Estado de Santa Catarina, já convertida em projeto de lei que tramita na ALESC. O serviço proposto consiste num sistema de registro e apuração de denúncias de caráter preventivo e de ocorrências de violência praticadas contra crianças e jovens.


Fonte: MPSC


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