Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br
Na tarde desta terça-feira, dia 5, dirigentes dos 20 clubes participantes da Série C do Campeonato Brasileiro estiveram reunidos na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro. Os times mostraram para a entidade que o atraso do início da competição está gerando prejuízos.
O diretor de futebol da Chapecoense, Cadu Gaúcho representou a equipe no encontro e por mensagens de celular informava a diretoria no Oeste.
Segundo ele, tanto a Chapecoense, como os demais clubes, vão esperar até a segunda-feira, dia 11, para definir se entram na justiça contra a Confederação. Na data o presidente da CBF, José Maria Marin, que está com a seleção nos Estados Unidos, volta ao Brasil.
- Uma das promessas é que os jogos iniciem pela quarta rodada. E as partidas que faltam sejam intercalados durante a semana – disse Cadu.
Para o também diretor de futebol, Mauro Stumpf, com a suspensão dos jogos a Chapecoense pode ter que um prejuízo de R$ 400 mil por mês. – São quase R$ 300 mil em salários, mais os encargos e demais custos para manter a estrutura – disse.
Outra preocupação da diretoria é com a troca do gramado, programada para o mês de novembro. – Se a troca atrasar corremos o risco de ficar sem campo para a estreia no Catarinense – disse Mauro.
O primeiro jogo da Chapecoense na C estava marcado para o dia 26 de maio.
Cinco no DM
Mesmo antes da competição iniciar o Departamento Médico do clube segue movimentado. Segundo o fisioterapeuta da equipe, Guilherme Dias Carli, Janderson, Marcos Alexandre, Dema, Galiardo e Vaná estão em tratamento.
– A maioria por lesões musculares, mas nenhuma grave – disse.