Marcos Daniel derrotou Thomaz Bellucci, em três sets, e conquistou a etapa brasileira da Copa Petrobrás.
Por causa da chuva, a final não ocorreu no horário previsto e não foi transmitida pelo Sportv, de modo que não assisti o jogo. De qualquer maneira, o resultado não chega a surpreender, apesar da diferença de ranking.
O gaúcho tem um estilo que obriga o adversário a se movimentar bastante em quadra, pois gosta de abrir ângulos e variar as jogadas. Algo que incomoda o Thomaz, que prefere um jogo mais 'franco', onde ele tenta se impor pela potência dos seus golpes.
Estratégias à parte, Thomaz já havia se mostrado vulnerável e um tanto hesitante na semifinal contra Lindell, enquanto Daniel vinha fazendo uma bela campanha, chegando à final sem perder sets. O título ficou em boas mãos.
Futebol
A última rodada deixou ainda mais claro que a única luta que resta para o futebol gaúcho é a do Grêmio pela quarta vaga na Libertadores. Como já venho dizendo há tempos, o resto é pura ficção.
Mais do que os resultados, o que preocupa a nós, colorados, é ver que os problemas do time se repetem a cada jogo e não são solucionados.
A irregularidade de Renan, a lentidão da defesa, a falta de um jogador veloz do meio pra frente e, principalmente, a insistência com Alecsandro.
Já ficou claro, pelo menos pra mim, que trata-se de um sujeito sério, razoavelmente esclarecido, que com o tempo se tornou um dos líderes e porta vozes do grupo. Mas até que ponto isso justifica sua presença quase inútil em campo?
Foi exatamente por não ousar 'mexer no vespeiro' que Tite e Fossati, bons técnicos, acabaram naufragando. Roth está mostrando que apenas teve mais sorte do que eles.


