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Praças e a Mobilidade Urbana

06 de novembro de 2014 0

Caminhando pelo centro de Floripa, passei pelo Parque da Luz e Praça XV e por ruas exclusivas para pedestres (apesar de volta e meia ter uns carros fortes que literalmente te empurram para fora do caminho!?), fui pensando em como as praças e áreas verdes são fundamentais para a Mobilidade Urbana.

foto,floripamanha.org Praças são mais um elo da Mobilidade Urbana.
Como assim?

Praças são áreas verdes com mobiliário urbano, como por exemplo  quadras  poliesportivas, bancos, quiosques, jardins, brinquedos, paraciclos e bicicletários,  equipamentos de ginástica, enfim convívio social e lazer.
Como diz  a placa da foto  “Praça da Comunidade“, assim a  população tem  áreas de lazer perto de suas residências  contribuindo positivamente  com a mobilidade, fundamental  dentro dos  “aglomerados” de  edifícios e casas, conferindo assim  espaços para as pessoas e  ajudando nos “microclimas” da urbe.
Este elo se dá pela possibilidade da comunidade ter uma área de lazer próximo de suas residências e evitando longos deslocamentos para este fim.

Ir ao trabalho, ir ao cinema, ir ao supermercado, ir a praia, ir a outros locais, são os outros elos!
Todos juntos priorizando o transporte ativo (pedestres e ciclistas), o transporte de massa e os demais, vão “formar” a Mobilidade Urbana.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente os Parques e Áreas Verdes são:

“Parque urbano é uma área verde com função ecológica, estética e de lazer, no entanto, com uma extensão maior que as praças e jardins públicos.

De acordo com o Art. 8º, § 1º, da Resolução CONAMA Nº 369/2006, considera-se área verde de domínio público “o espaço de domínio público que desempenhe função ecológica, paisagística e recreativa, propiciando a melhoria da qualidade estética, funcional e ambiental da cidade, sendo dotado de vegetação e espaços livres de impermeabilização”.

As áreas verdes urbanas são consideradas como o conjunto de áreas intraurbanas que apresentam cobertura vegetal, arbórea (nativa e introduzida), arbustiva ou rasteira (gramíneas) e que contribuem de modo significativo para a qualidade de vida e o equilíbrio ambiental nas cidades. Essas áreas verdes estão presentes numa enorme variedade de situações: em áreas públicas; em áreas de preservação permanente (APP); nos canteiros centrais; nas praças, parques, florestas e unidades de conservação (UC) urbanas; nos jardins institucionais; e nos terrenos públicos não edificados.”

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