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Da Mostra de SP

02 de novembro de 2013 0
Imagem de 'Lições de Harmonia'

Imagem de ‘Lições de Harmonia’

Estou atrasada, mas ainda vale compartilhar aqui com vocês os premiados do júri da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Vou colocar os trailers que encontrei de cada obra. Nenhum deles tem legenda em português, mas dá para ter uma ideia de fotografia, luz, personagens, etc, nestas pequenas amostras.

Então, o vencedor na ficção foi Lições de Harmonia (Harmony Lessons), de Emir Baigazin, numa coprodução ente Cazaquistão, França e Alemanha. O longa conta a história de Aslan, um menino de 13 anos que vive em um vilarejo perigoso no Cazaquistão. Ele decide agir contra Bolat, o líder da gangue da escola.

A menção honrosa dentro da ficção ficou com o mexicano La Jaula de Oro, de Diego Quemada-Díez. O drama segue as aventuras de dois adolescentes que buscam cruzar a fronteira mexicana para encontrar uma vida melhor nos Estados Unidos.

O melhor documentário é da África do Sul. Plano para a Paz (Plot for Peace) é de Carlos Agulló e Mandy Jacobson e narra fatos sobre o Apartheid.

A menção honrosa dentro do documentário foi para Eu Vou Ser Assassinado (I Will Be Murdered), coprodução entre Espanha e Reino Unido dirigida por Justin Webster.  O filme tenta desvendar a história de Rodrigo Rosenberg, um rico advogado, que foi morto a tiros. Porém, ele tinha certeza de que ia morrer e, dia antes, gravou um vídeo onde acusava o presidente Álvaro Colom Caballeros de seu futuro assassinato.

Veja os outros premiados

Prêmio do público
Melhor filme brasileiro de ficção:
Até que a Sbórnia nos separe, de Otto Guerra e Ennio Torresan Jr.
Melhor documentário brasileiro: Outro sertão, de Adriana Jacobsen e Soraia Vilela
Melhor filme estrangeiro de ficção: Pais e filhos, de Hirokazu Kore-Eda
Melhor documentário estrangeiro: Planos para a paz, de Carlos Agulló e Mandy Jacobson

Prêmio Leon Cakoff Ettore Scola e Hector Babenco pelo conjunto de suas obras

Prêmio da crítica
Melhor filme:
La jaula de oro, de Diego Quemada-Díez
Menção honrosa: Lições de harmonia, de Emir Baigazin, e O militante, de Manolo Nieto

Prêmio da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema)
Melhor filme brasileiro:
Riocorrente, de Paulo Sacramento

Prêmio da Juventude
Melhor filme estrangeiro:
Vai, Eddy!, de Gert Embrechts
Melhor filme brasileiro: O menino e o mundo, de Alê Abreu

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