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Posts de junho 2015

"Consertam-se Gaitas" em Gramado

30 de junho de 2015 0
Crédito: Maísa Marson, Divulgação

Crédito: Maísa Marson, Divulgação

O curta Consertam-se Gaitas é o representante da Serra no Prêmio Assembleia Legislativa – Mostra Gaúcha de Curtas que ocorre dentro do Festival de Gramado 2015. O documentário, dirigido por Ana Cris Paulus, Boca Migotto e Felipe Gue Martini, mostra as histórias de cinco amigos que comandam a Arcari Conserto de Acordeões, em Bento. O trabalho, mantém viva uma tradição “gaiteira” na cidade, que já já foi sede da uma fábrica de acordeões Todeschini. A realização é do Núcleo Audiovisual Cenecista, Epifania e Som de Cinema.

Os concorrentes foram divulgados na manhã desta terça — dá uma olhada na lista completa aqui embaixo. O 43º Festival de Cinema de Gramado ocorre entre 7 a 15 de agosto.

PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA – MOSTRA GAÚCHA DE CURTAS

“Arte da Loucura”, de Karine Emerich e Mirela Kruel (Porto Alegre)
“Atrás da Sombra”, de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes (Porto Alegre)
“Bruxa de Fábrica”, de Jonas Costa (São Leopoldo)
“Consertam-se Gaitas”, de Ana Cris Paulus, Boca Migotto e Felipe Gue Martini (Bento Gonçalves)
“Da Vida Só Espero a Morte”, de Júlia Ramos (Porto Alegre)
“De Que Lado Me Olhas”, de Carolina de Azevedo e Elena Sassi (São Leopoldo)
“Kaali”, de Gabriel Motta Ferreira (Porto Alegre)
“Nes Pas Projeter”, de Cristian Verardi (Porto Alegre)
“O Corpo”, de Lucas Cassales (Porto Alegre)
“O Sonho, o Limiar e a Porta que Metamorfoseia”, de Gustavo Spolidoro (Porto Alegre)
“Pele de Concreto”, de Daniel de Bem (Porto Alegre)
“Plano”, de Virginia Simone, Carlos Dias e Matheus Walter
“Quanto Mais Suicida, Menos Suicida”, de Maurício Canterle Gonçalves (Santa Maria)
“Rito Sumário”, de Alexandre Derlam (Porto Alegre)

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS BRASILEIROS
“Bá”, de Leandro Tadashi (SP)
“Como São Cruéis os Pássaros da Alvorada”, de João Toledo (MG)
“Dá Licença de Contar”, de Pedro Serrano (SP)
“Enquanto o Sangue Coloria a Noite, Eu Olhava as Estrelas”, de Felipe Arrojo Poroger (SP)
“Haram”, de Max Gaggino (BA)
“Heroi”, de Pedro Figueiredo (SP)
“Macapá”, de Marcos Ponts (MA)
“Miss & Grubs”, de Camila Kamimura e Jonas Brandão (SP)
“Muro”, de Eliane Scardovelli (SP)
“O Corpo”, de Lucas Cassales (RS)
“O Teto Sobre Nós”, de Bruno Carboni (RS)
“Quando Parei de Me Preocupar Com Canalhas”, de Tiago Vieira (SP/GO)
“S2”, de Bruno Bini (MT)
“Sêo Inácio (ou O Cinema Imaginário)”, de Helio Ronyvon (RN)
“Virgindade”, de Chico Lacerda (PE)

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS BRASILEIROS
“Ausência”, de Chico Teixeira (SP)
“Introdução à Música do Sangue”, de Luiz Carlos Lacerda (RJ)
“O Fim e os Meios”, de Murilo Salles (RJ)
“O Outro Lado do Paraíso”, de André Ristum (DF)
“O Último Cine Drive-In”, de Iberê Carvalho (DF)
“Ponto Zero”, de José Pedro Goulart (RS)
“Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert (SP)
“Um Homem Só”, de Cláudia Jouvin (RJ)

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS ESTRANGEIROS
“Ella”, de Libia Stella Gómez (Colômbia)
“En La Estancia”, de Carlos Armella (México)
“La Salada”, de Juan Martin Hsu (Argentina)
“Ochentaisiete”, de Anahi Hoeneisen e Daniel Andrade (Equador)
“Presos”, de Esteban Ramírez Jímenez (Costa Rica)
“Venecia”, de Kiki Alvarez (Cuba)
“Zanahoria”, de Enrique Buchichio (Uruguai)

 

 

Criando um dinossauro

28 de junho de 2015 2
Crédito: Universal

Crédito: Universal

Uma das coisas que mais me impressionou positivamente em Jurassic World foi justamente a aparência dos dinossauros na telona. Eu estava com medo de que os bichos ficassem muito artificiais sob grandiosos efeitos de computação gráfica. Mas não, talvez seja exatamente o reencontro com os dinos o melhor atrativo do filme, já que o resto não é lá grande coisa.

Aqui embaixo tem um vídeo que mostra um pouco a forma bem manual com que um dos dinossauros foi criado para o filme. Depois, o meu texto sobre Jurassic World, que arrecadou meio bilhão de dólares somente no fim de semana de estreia .

De volta ao passado

Já se foram 22 anos desde o primeiro Jurassic Park, mas parece que os humanos (pelos menos os retratados no cinema) não entenderam mesmo que essa coisa de ficar controlando a natureza em laboratório com o simples intuito de gerar lucro nunca termina bem. A fórmula está batida, mas o quarto longa da franquia parece não se preocupar muito com isso. Se o roteiro de Jurassic World — O Mundo dos Dinossauros não é grandes coisas, pelo menos os bichanos que o espectador vai reencontrar na telona parecem ser fruto de um trabalho apurado. O diretor Colin Trevorrow usou na medida os recursos técnicos que tinha à disposição, justamente para tentar manter a organicidade e o charme natural (literalmente) dos dinos. Funcionou.

A história se passa no parque Jurassic World, que agora recebe visitantes na Costa Rica sob o comando de um milionário fanfarrão. Tudo parece estar sob controle por lá, com dinossauros de todas as espécies sendo exibidos ao público como se fosse uma grande Walt Disney pré-histórica. A maior parte dos bichos está vivendo sob certo adestramento. Até os tão temidos velociraptors são tratados como se fossem cães bravos pelo durão Owen Grady (papel de Chris Pratt) — o herói do novo longa que, apesar de competente, não possui a metade do carisma do velho Dr. Alan Grant (Sam Neill).

Os investidores do parque acreditam que o público precisa de novidade, por isso os cientistas do lugar criam uma nova fêmea assustadoramente gigante, albina e inteligente (por essa última parte eles meio que não esperavam). O bicho se solta no parque lotado e começa a devorar tudo que há pela frente. Mesmo com milhares de pessoas em perigo, a ruiva chatinha Claire Dearing (Bryce Dallas Howard), uma espécie de gerente do Jurassic, vai se preocupar somente com seus dois sobrinhos americanos perdidos no lugar.

O sobrinho mais novo, Gray (Ty Simpkins), é fofíssimo e apaixonado pelo universo dos dinossauros, e seu irmão mais velho, Zach (Nick Robinson), é adolescente e… acho que não precisamos dizer mais nada. Rola uma espécie de draminha familiar meio clichê entre eles que não acrescenta nada à história. Para compensar, temos o simpático funcionário do parque Lowery Cruthers (Jake Johnson), responsável por momentos bem divertidos do filme — o personagem tem tudo para ganhar mais espaço no próximo Jurassic, que provavelmente existirá.

Boa parte do longa de duas horas acompanha Owen e Claire na busca desesperada pelos garotos enquanto o novo dino (batizado com o esquisito nome de Indominus Rex) mata tudo como se fosse um mutante sedento por sangue — na verdade, é mais ou menos isso que ele é mesmo. Há várias mortes, o que pode explicar a classificação indicativa de 12 anos. Também estão presentes aqueles takes clássicos da franquia, como a pata do dino pisando forte no chão, a carona do bicho farejando as pessoas, os dentes afiados chegando muito perto da tela, etc. As cenas de ação ganham mais fôlego na parte derradeira da história, quando o pessoal do parque decide colocar outras espécies para lutar com Indominus. Só a partir daí é que alguns dinossauros parecem conquistar de fato a simpatia do espectador, algo primordial na franquia.

Steven Spielberg, que inaugurou a marca Jurassic Park em 1993, assinou como produtor do novo longa. A história atual traz poucas referências aos filmes anteriores, mas uma delas surge no final de forma arrebatadora, um acerto na história. O roteiro de Jurassic World não conseguiu reciclar o ineditismo do começo, mas o zelo estético com relação aos dinossauros faz o ingresso valer a pena.

Eles chegaram!

25 de junho de 2015 0

E aí, pessoal? Conferi a grande estreia “animada” do ano, o longa Minions. Dá uma olhada…

Crédito: Universal

Crédito: Universal

Invasão amarela

Ninguém entende o que eles falam e, mesmo assim, as criaturinhas amarelas ajudantes do vilão Gru conquistaram multidões nos dois filmes da série Meu Malvado Favorito, lançados em 2010 e 2013. O sucesso foi tanto que o filme solo dos divertidos bichinhos virou simplesmente a animação mais esperada deste ano.

Em Minions – que chega aos cinemas de Caxias e Bento nesta quinta –, os diretores Pierre Coffin e Kyle Balda (os mesmos de Meu Malvado…) não ousam na fórmula, mas continuam certeiros ao misturar bom humor e “fofurice” — só não pague mais caro para ver em 3D, vai fazer pouquíssima diferença.

O início do filme ganha um narrador para explicar um pouco quem são e de onde vêm os simpáticos minions. Não que isso faça muita diferença, afinal, a gente quer mesmo é ouvir eles dizendo “ba-na-na” — o que ocorre ainda nos minutos iniciais e será repetido muitas vezes durante os 90 minutos de sessão. O narrador conta sobre a incansável busca dos minions por um vilão, ou melhor, um chefe.

A abertura do filme mostra alguns dos antigos escolhidos pelos minions, que já puderam ser vistos antes num dos trailers do longa. De dinossauro a Conde Drácula, os amarelinhos sempre acabavam dando uma forcinha para que seus chefes partissem desta para uma melhor, de jeitos tão desastrosos quanto divertidos.

Sem um vilão para seguir, os minions acabam deprimidos vivendo numa caverna gelada. Até que um deles, Kevin, se torna líder e resolve partir em busca de um novo amo, arrastando consigo o “músico” tranquilão Stuart e o abobalhadinho mais amável da temporada, Bob (ele é como se fosse um minion criança, deu para entender o grau de fofura, né?).

O trio vai parar nos EUA dos anos 1960, cheio de hippies, manifestações, etc. Depois de um passeio por uma convenção de vilões na Flórida, os minions chegam na Inglaterra — país de origem de Gru, seria coincidência?

Ambientar a principal história do filme em solo inglês é provavelmente o maior acerto dos roteiristas, mas talvez só os adultos achem isso. É que é simplesmente demais ver a rainha ser chamada de “Bete” enquanto bebe todas num bar, assim como é muito legal ver os ingleses tomando seu inabalável chá enquanto o mundo está praticamente terminando lá fora, e principalmente, é saboroso acompanhar as peripécias dos minions ao som do melhor que o rock inglês já nos ofereceu (Stones, Kinks, Beatles, Who).

A missão do trio de minions é bem “simples”: roubar a coroa da rainha e entregá-la a sua mais nova chefe: Scarlet Overkill. É claro que vai ter muita confusão, tanto no Palácio de Buckingham como nas ruas cheia de carros de época e pessoas distintas.

Dá para sentir um pouco de falta dos outros minions, que ficam meio esquecidos enquanto apenas Kevin, Stuart e Bob protagonizam a história. Mas o carisma do trio compensa.

A história traz referências interessantes à década em que é ambientada. Na mansão da vilã Scarlet, por exemplo, há alguns objetos valiosos roubados por ela, como um quadro de Andy Warhol e uma guitarra de Jimi Hendrix (o “violeiro” Stuart pira com ela). As referências a outros tempos também garantem uma versão dublada muito mais divertida que a original.

Por meio da voz de Adriana Esteves (trabalho bem competente, vale dizer), Scarlet fala várias expressões da nossa língua que caíram em desuso com o tempo, como “joia”, ou “prafrentex”. Ah, durante o filme dá para ouvir ainda um sensacional “comigo não, violão”.

Minions foge um pouco da maioria dos filmes infantis por não mostrar uma grande “lição da história”. O principal legado do longa é mesmo despertar a paixão dos humanos por criaturinhas amarelas e atrapalhadas. Além disso, assim como a série da qual se origina, o filme reforça uma nova configuração dos vilões: tudo bem ser mau, mas tem que ser muito divertido, engraçado e, de preferência, fofo.

Jennifer Aniston como você nunca viu

25 de junho de 2015 0

Estreia nesta quinta, em Caxias, o filme Cake – Uma Razão para Viver. Escrevi sobre ele aqui embaixo…

Crédito: Califórnia Filmes

Crédito: Califórnia Filmes

As dores de Claire

As cicatrizes da protagonista de Cake – Uma Razão para Viver servem de metáfora direta ao que o roteiro do longa propõe. Elas são o sinal mais óbvio de que até mesmo a pele aberta em feridas se regenera, nunca porém sem deixar marcas. Na produção que estreia nesta quinta na Sala de Cinema Ulysses Geremia, o espectador adentra um labirinto entre a dor física (explicitada por um corpo frágil e cambaleante) e a dor na alma (transformada em raiva e egoísmo). O cenário não é dos mais agradáveis, mas Claire (Jennifer Aniston) não pretende pular etapas, pelo contrário, vai vivenciar essas dores de forma arrebatadora, e quase insistente.

Dirigido pelo pouco conhecido Daniel Barnz, o filme parte de um novo ponto de instabilidade na já endurecida rotina de Claire. Recuperando-se de um grave acidente — do qual o espectador não obtém muitas informações ao longo da trama —, a moça rica frequenta um grupo de autoajuda. Quando uma de suas colegas se suicida, ela fica obcecada e vai procurar a família da morta. A primeira impressão que temos sobre Claire é de que ela não está muito disposta a ultrapassar a barreira da dor e, além de cultivar suas cicatrizes com muito afinco, tende a ir de encontro aos problemas. Mas aí está a magia das histórias de cinema: a depressão do viúvo Roy (papel de Sam Worthington) se parece com a de Claire, e uma amizade surge amparada nesse mórbido contexto.

Reconhecida como a eterna Rachel (da também eterna série Friends) e por papéis em comédias românticas açucaradas, Jennifer Aniston abriu as portas da redenção artística depois do trabalho em Cake. Visualmente, a atriz está quase irreconhecível exibindo cabelos escuros e um rosto totalmente entregue ao sofrimento da personagem (maquiagem entrou em cena somente para caracterizar as cicatrizes). A atuação de Aniston transita por momentos de fúria desenfreada e de melancolia íntima — ela mostra talento em ambos —, mas contém ainda boas doses de um humor ácido irresistível.

Mesmo cultivando certa solidão, Claire tem ao seu lado a imbatível empregada Silvana (vivida pela ótima Adriana Barraza). Ela será a responsável pelos momentos mais divertidos do filme _ sim, a dor também reserva momentos hilários. Se Claire é dramática, o roteirista Patrick Tobin dá a ela uma melhor amiga mexicana (toma!). Preste atenção na cena em que Silvana encontra a “patroa” deitada nos trilhos de um trem: primeiro, Aniston dá show de drama contido, depois, Barraza dá show de drama verbalizado em momento “almodóvariano”. O flerte de Claire com a morte, aliás, também é tratado de forma interessante no filme, acrescentando certa leveza à dureza da situação.

Muitas cenas de Cake se passam dentro do carro de Claire, onde ela é sempre transportada deitada por conta do corpo debilitado. O ponto de vista “torto” da moça resulta em belas cenas das ruas em movimento. O ângulo pelo qual ela encara a vida, aliás, também vai servir de metáfora para o impactante fim do filme.

O filme entra cartaz nesta quinta e permanece até o dia 5 de julho, com sessões às quintas e sextas, às 19h30min, e aos sábados e domingos, às 20h, na Sala de Cinema Ulysses Geremia (Rua Luiz Antunes, 312). Ingressos custam R$ 4 (estudantes e idosos) e R$ 8. A classificação é 14 anos.

Dentro de um filme de assassino

25 de junho de 2015 0
Crédito: Reprodução

Crédito: Reprodução

A gente avisa do outro da tela “não vai aí”, mas os personagens dos filmes de serial killer nunca nos escutam. Isso ficou no passado. Para badalar a estreia da série televisiva Scream (baseada na famosa franquia cinematográfica aqui chamada de Pânico), a MTV americana criou um game interativo onde você pode escolher as ações do protagonista. Tipo, escondendo-se do assassino no armário, você acharia mais adequado ligar para sua mãe ou para o 911?

A série estreia semana que vem nos EUA, mas dá para treinar os instintos – além de curtir um sangue – com o jogo.

Jogue aqui

 

Documentário discute maioridade penal

23 de junho de 2015 0

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O cineclube Cine como le gusta tem promovido boas sessões em Caxias, geralmente trazendo à cidade documentários sobre temas atuais e polêmicos. Um exemplo do que estou falando poderá ser conferido nesta quarta-feira, na Sala de Cinema Ulysses Geremia.

A atração da vez é o documentário Sem Pena, dirigido por Eugenio Puppo, que discute a questão da maioridade penal no Brasil ao fazer um panorama sobre a situação carcerária, o acúmulo de trabalho no Poder Judiciário, etc. O filme traz depoimentos de juízes, promotores, advogados e especialistas do sistema de justiça criminal.

A sessão começa Às 19h30min e tem entrada franca.

Mais um da Serra

18 de junho de 2015 0
Crédito: Fabio Rebelo, Divulgação

Crédito: Fabio Rebelo, Divulgação

Estou bem curiosa sobre o filme que Jorge Furtado rodou recentemente tendo a Serra Gaúcha como um dos cenários (ele já esteve por aqui em outras produções como a série Decamerão e o longa Saneamento Básico). O novo trabalho, batizado de Real Beleza, teve várias diárias em Garibaldi e estreia neste sábado, em Fortaleza. O longa está competindo no 25º Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema.

A história acompanha o fotógrafo João (Vladimir Brichta), que procura candidatas a modelo em cidades do interior gaúcho. Ele conhece a bela Maria (Vitória Strada) e acaba se envolvendo com a mãe dela, Anita (Adriana Esteves). João quer levar as duas embora, mas precisa lidar com o pai da menina, Pedro (Francisco Cuoco).

O filme deve chegar aos cinemas convencionais em 6 de agosto.

Demais este trailer

17 de junho de 2015 0
Crédito: Universal Pictures

Crédito: Universal Pictures

Recém saiu do forno este trailer super divertido da animação Pets – A Vida Secreta dos Bichos. O longa é dirigido por Yarrow Cheney e Chris Renaud (de Meu Malvado Favorito e Meu Malvado Favorito 2) e a estreia está prevista para o ano que vem. O roteiro mostra o que os “monstrinhos” que criamos em casa fazem quando estamos fora.

Vejam até o fim, vale a pena, hahaha.

Curtas selecionados pra Gramado

16 de junho de 2015 0

Já começam a pipocar os selecionados para a 43ª edição do Festival de Cinema de Gramado. Nesta terça, foram divulgadas as 15 produções que integram a Mostra Competitiva de Curtas Brasileiros. Temos dois gaúchos na lista (confira todos os nomes abaixo).

O festival ocorre de 7 a 15 de agosto.

Bá, de Leandro Tadashi (SP)
Como São Cruéis os Pássaros da Alvorada, de João Toledo (SP)
Dá Licença de Contar, de Pedro Serrano (SP)
Enquanto o Sangue Coloria a Noite, Eu Olhava as Estrelas, de Felipe Arrojo Poroger (SP)
Haram, de Max Gaggino (BA)
Heroi, de Pedro Figueiredo (SP)
Macapá, de Marcos Ponts (MA)
Miss & Grubs, de Camila Kamimura e Jonas Brandão (SP)
Muro, de Eliane Scardovelli (SP)
O Corpo, de Lucas Cassales (RS)
O Teto Sobre Nós, de Bruno Carboni (RS)
Quando Parei de Me Preocupar Com Canalhas, de Tiago Vieira (SP)
S2, de Bruno Bini (MT)
Sêo Inácio (ou O Cinema Imaginário), de Helio Ronyvon (RN)
Virgindade, de Chico Lacerda (PE)

Reflexões sobre o talian

15 de junho de 2015 0
Crédito: Geni Onzi

Crédito: Geni Onzi

Caxias poderá ver o documentário Brasil Talian nesta quarta-feira, às 19h30min, na Sala de Cinema Ulysses Geremia. A sessão tem entrada franca e integra as comemorações dos 140 anos de imigração italiana no RS.

O filme, dirigido por André Costantin, propõe uma reflexão sobre o dialeto reconhecido recentemente como Referência Cultural Brasileira pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Financiado via Lei Rouanet, o projeto teve início em 2011, com produção de Fernando Roveda. O documentário transcende os testemunhos confessionais, propondo um mosaico de amplas reflexões sobre a língua que chegou ao Brasil junto com os imigrante italianos, mas acabou se distanciando das gerações mais novas.

O doc foi gravado em colônias de Flores da Cunha, Nova Pádua, Antônio Prado, e também no Espírito Santo — primeiro destino dos italianos no Brasil. A equipe ainda foi até a Itália, captando cenas em Veneza, Trento, Genova e Vicenza.