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Posts de novembro 2015

Cinema na Estação nesta sexta

20 de novembro de 2015 0
Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

Nesta sexta tem mais uma edição do projeto Cinema na Estação, com a exibição do filme Salada Russa em Paris (1994), às 19h30min, lá na Biblioteca da Estação. Dirigida por Yuri Mamin, a produção russa acompanha uma dupla de amigos que descobre uma misteriosa janela num apartamento de São Petesburgo. A janela os leva até os telhados de Paris.

A sessão é gratuita. Apareçam!

Para ter "Beira-Mar" em Caxias

19 de novembro de 2015 0
Crédito: Avante Filmes

Crédito: Avante Filmes

Tá rolando uma mobilização bem legal dos espectadores da Sala de Cinema Ulysses Geremia, em Caxias. A galera montou uma página no Facebook para reivindicar a estreia por aqui do longa Beira-Mar, dirigido pela dupla Filipe Matzembacher e Marcio Reolon. O filme foi rodado no litoral gaúcho e fala sobre a descoberta do amor na adolescência, além de abordar questões de gênero.

Uma mobilização bem parecida com essa aconteceu em 2014, e ajudou a garantir a vinda do longa Hoje Eu Quero Voltar Sozinho à sala Ulysses Geremia. Coincidência ou não, os dois filmes têm temáticas bem parecidas.

Bom, para ajudar a engordar o coro a favor da vinda do longa para cá, basta procurar a página “Queremos Beira-Mar em Caxias do Sul” no Face. A coordenação da sala avisa que está tentando garantir não só sessão, mas a vinda dos atores e diretores para comentar o longa por aqui. Estamos na torcida!

Ciclo de cinema na Casa das Etnias

19 de novembro de 2015 0

O ponto de cultura Casa das Etnias, em Caxias, está organizando um ciclo de cinema bem legal entre a segunda e a quinta da semana que vem. A ideia é comemorar o aniversário de 140 anos de imigração italiana, mas não somente:

– O ano de 1875 também marca a chegada dos poloneses e suíços no Rio Grande do Sul – acrescenta Iraci Marin, coordenador da Casa das Etnias.

Os filmes foram sugeridos pelo próprio ponto de cultura, com a ideia de representar cada etnia com um bom título.

– Nossa função é dar essa contrapartida cultural à população – diz Marin.

Todas sessões começam às 20h30min, com entrada franca. O espaço fica na Av. Independência, 2.542 (atrás do Fórum). Outras informações sobre o ciclo no site casadasetnias.com.br.

PROGRAME-SE

Segunda: ‘Katyn’ (2007), da Polônia
Terça: ‘A Riviera Não é Aqui’ (2010), da França
Quarta: ‘Pergunte-me se Estou Feliz’ (2000), da Itália
Quinta: ‘O Tambor’ (1979 – foto abaixo), da Alemanha

Foto do filme O Tambor, que venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1980

Foto do filme O Tambor, que venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1980

Noite de Zé do Caixão

13 de novembro de 2015 0
Crédito: Ana Ottoni, Divulgação

Crédito: Ana Ottoni, Divulgação

Para um Brasil que não se liga em cinema ou cultura pop, Zé do Caixão pode ser só aquele cara estranho de unhas compridas. Mas uma produção televisiva que estreia nesta adequada sexta-feira 13) promete revelar muito mais sobre o icônico personagem da cinematografia brasileira e sobre o homem por baixo da capa preta: José Mojica Marins.

A série Zé do Caixão é uma produção do canal pago Space e vai contar com seis episódios — sempre às 22h30min. O roteiro é baseado na biografia Maldito – A Vida e o Cinema de José Mojica Marins, dos jornalistas André Barcinski e Ivan Finotti (por causa da série, o livro ganhou uma belíssima edição de luxo da editora DarkSide Books).

O espetacular Matheus Nachtergaele foi o escolhido para dar vida a Zé do Caixão, sob a direção de Vitor Mafra, ambos grandes fãs da filmografia do cara. Confira abaixo, a entrevista que Mafra concedeu à coluna.

A série carrega o papel importante de tentar expandir a imagem do artista José Mojica Marins para além do estereótipo. Como você colocou isso em prática?
Mafra
: Mojica vai muito além do Zé do Caixão que as pessoas conhecem, é um cineasta genial e incrivelmente prolífico. Dirigiu mais de 30 filmes, algo que já seria admirável por si só. Em sua filmografia, obras-primas do terror e do fantástico andam lado a lado com westerns e pornochanchadas. A gama de estéticas que Mojica percorreu em seus filmes é imensa, tudo isso sendo um autodidata cujo pai administrava um cinema de bairro. Lá Mojica entrou em contato com o cinema americano do pós-guerra e também aprendeu uma coisa muito importante: sacar o gosto do público. A série conta as desventuras do cineasta durante a filmagem de seis filmes célebres de sua carreira. E como Mojica passou grande parte de sua vida filmando, poderemos, assim, compreendê-lo melhor como pessoa.

Qual foi a principal dificuldade em transportar para a tevê o universo completamente maldito das produções assinadas pelo Zé?
Uma coisa crucial foi a reprodução das cenas dos filmes de Mojica. Tivemos uma preocupação de ter o máximo de exatidão possível, mas mesmo assim quis deixar a minha marca. Foi como tentar samplear o cinema de Mojica para reapresentá-lo de uma forma remixada para as novas gerações. Minha ideia é seduzir o espectador para que ele procure os filmes originais.

Qual foi a contribuição de Matheus Nachtergaele ao trabalho?
Imensa. Acho que o Matheus sempre foi apaixonado por esse projeto e o encheu de detalhes, de camadas sem fim. Da imitação perfeita da coreografia corporal e da fala até nuances extremamente sutis da psique de Mojica. Foi incrível dirigir o Matheus; além da incrível qualidade, é um ator disponível e muito generoso.

Que qualidades de José Mojica Marins como diretor te inspiram?
Além de ser muito criativo, ele tem crença infinita nas possibilidades da linguagem cinematográfica. Para ser mais claro, na força da montagem, na manipulação do som, nos enquadramentos pungentes. Mojica é um artífice do cinema, com todas as forças. Isso qualquer diretor deve admirar, não tem como…

Depp está demais em "Aliança do Crime"

11 de novembro de 2015 2
Crédito:  Warner, Divulgação

Crédito: Warner, Divulgação

É quase um fetiche para o espectador a possibilidade de ver seus atores preferidos em bons filmes de gângster. Johnny Depp já deu canjas aos fãs do subgênero — como em Donnie Brasco (1997) e Inimigos Públicos (2009) — mas nenhuma de forma tão peculiar, esteticamente falando, como em Aliança do Crime. O longa estreia nos cinemas de Caxias nesta quinta.

Não é novidade que Depp tem certo carinho por personagens de aparência um tanto bizarra, mas desta vez o ator investe pesado no quesito “figuras estranhas” encarnando o mafioso Jimmy “Whitey” Bulger, personagem real que fez história no crime organizado de Boston entre as décadas de 1970 e 1980. É quase como se o semblante doido de Willy Wonka tivesse se misturado à frieza de Sweeney Todd — acrescido ainda de um par de terríveis olhos azuis, de uma careca de respeito, e de um dentinho amarelo que “abrilhanta” o sorriso. Certamente, você nunca viu Johny Depp assim.

A performance do protagonista é o ponto alto do filme orquestrado pelo diretor Scott Cooper (de Coração Louco). Até uma possível indicação ao Oscar se desenha ao ator a partir da mutação no visual (a Academia adora!) e, claro, do minucioso trabalho de interpretação. O Bulger de Depp tem um jeito compassado de falar que contrasta diretamente com sua natureza extremamente violenta. Num momento ele pode estar discursando sobre amendoins, e no outro pode estar esmagando sua cabeça exatamente como um. Mas há algo que diferencia o personagem dos gângsters mais conhecidos do cinema: ao longo da trama, ele vai ficando cada vez mais sombrio.

Além da ótima dupla de protagonistas, o elenco tem ainda boas entregas de Kevin Bacon, Corey Stoll e Peter Sarsgaard. O roteiro, baseado no livro de uma dupla de repórteres do jornal Boston Globe, trabalha bem com os diálogos, revelando os bastidores de uma aliança improvável entre o FBI e o criminoso Jimmy Bulger. Daí entra o papel fundamental do investigador da polícia John Connelly (vivido com talento por Joel Edgerton). Os dois são amigos de infância e Connelly propõe uma troca de favores a Bulger: o contraventor fornece detalhes sobre os negócios de um mafioso italiano que a polícia deseja prender, enquanto fica protegido no papel de informante. A comunhão sai do controle e acaba se convertendo em violência desenfreada pelas ruas de Boston.

Termos como honra e lealdade são muito presentes na trama, que vai ficando mais séria do meio para o fim. Dá até para sentir falta dos momentos de escape cômico, como os hilários ensinamentos de Bulger para o filho criança (“se ninguém ver, não aconteceu”). A trilha é um pouco “scorsesiana” — tem títulos como Slave, do Rolling Stones —, mas é utilizada com moderação. Parece que o diretor prefere dar um tom mais sóbrio ao longa, preocupando-se também em não glamourizar (muito) o uso da violência na telona. Em Aliança do Crime, a história é bem contada e a direção de atores é muito competente, mas há mais espaço para tensão do que para as tradicionais tiradas divertidas dos filmes do estilo. Escolha corajosa do diretor.

Doc sobre Caio na TV

07 de novembro de 2015 0
Crédito: Besouro Filmes

Crédito: Besouro Filmes

Neste sábado, o ótimo documentário Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes ganha espaço no canal pago Prime Box Brazil. O filme, dirigido por Cacá Nazario e Bruno Polidoro, lança olha poético sobre a vida e obra do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu. A sessão será às 20h.

Aqui tem um textinho que escrevi na época do lançamento da produção em Caxias, em abril do ano passado.

Através de Caio

“Eu ia como sempre sair caminhando sem saber aonde ir, sem saber onde parar, onde pôr as mãos os olhos”.
O trecho de um dos textos de Caio Fernando Abreu que surge na tela em algum momento do documentário Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes tem muito a ver com a própria estética da produção, em cartaz hoje, amanhã e quarta, na Sala de Cinema Ulysses Geremia, em Caxias. A câmera passeia por paisagens tranquilas ou bagunçadas, onde há paz em luzes brilhantes, tormento em céus cinzentos ou dúvida em densas escuridões. É como se ela agora tomasse o lugar dos olhos de Caio, e o espectador passasse a experimentar o mundo com ele. O filme dirigido por Cacá Nazario e Bruno Polidoro revela um enfoque sensível e poético sobre a obra do escritor gaúcho, morto em 1996.

– Não é um filme sobre o Caio, ou para o Caio, é um filme através do Caio – argumenta Polidoro, caxiense também responsável pela direção de fotografia do documentário.

Para colocar a ideia em prática, a dupla esteve em lugares como Paris, Londres, Berlim, Amsterdã, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Santiago (terra natal do escritor). Nessas cidades, Nazario e Polidoro caminharam com a câmera na mão para dar ao filme um olhar inquieto, em movimento, ainda que por vezes contemplativo. Os passeios estéticos se completam com o objeto que mais poderia falar sobre Caio Fernando Abreu: sua própria obra.

– Os textos vão sempre projetando para frente. É como se a obra do Caio fosse um mapa. Eu, que trabalho com direção de fotografia, vejo que os textos pensam cenários, propõem desenhos de luz. Foram muito estimulantes para mim – revela Polidoro, lembrando do trecho “ acendes o abajur do canto da sala depois de apagar a luz mais forte”, no conto Natureza Viva.

O roteiro foi dividido em sete momentos, ou sete ondas, que conduzem 74min. Estão presentes a onda da solidão, do espanto, do amor, da melancolia, do transbordamento, do irremediável e para além dos muros. Há poucos depoimentos na produção, mas há muita palavra. Amigos e familiares do escritor usam a proximidade com a história de Caio para conferir mais emoção aos textos e cartas que leem. Entre os escolhidos estão gente como Adriana Calcanhotto, Maria Adelaide Amaral, Marcos Breda, Grace Gianoukas, Reinaldo Moraes e Luciano Alabarse. Há ainda a participação de tradutores do escritor, provando que Caio é sempre Caio, ainda que em alemão ou francês.

A diversidade de vozes do filme versa sobre a universalidade da literatura tão íntima praticada pelo escritor.

– É como se ele escrevesse individualmente para cada um dos leitores – lembra Polidoro.

Muito mais do que simples homenagem ao escritor, Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes se transformou em mais um lugar para Caio Fernando Abreu viver. No filme, a escritora Maria Adelaide Amaral revela que, para Caio, “um novo lugar era sempre uma nova possibilidade de afeto”.

Programação de volta ao UCS Cinema

06 de novembro de 2015 0
Crédito: Warner Bros.

Crédito: Warner Bros.

Parece que a UCS resolveu novamente colocar o UCS Cinema para funcionar, depois que o projeto idealizado por Robinson Cabral lotou a sala em fevereiro e foi abortado um mês depois. No material de divulgação do projeto, a UCS afirma que as sessões são possíveis pela concessão da Licença Guarda Chuva concedida pela Motion Picture Licensin Corporation (MPLC Brasil) — exatamente a mesma licença que Cabral possuía.

Bem, de uma forma ou de outra, fico feliz que as sessões voltem a acontecer. Segue a programação para novembro (com filmes sendo exibidos sempre aos sábados). A entrada é franca.

Programação

Dia 7 de Novembro
* 15: Carrossel (2015), 98min, comédia
Classificação: livre

* 18h: Os Infiltrados (2006 – na foto), 151min, mistério
Classificação:18 anos

Dia 14 de Novembro
* 15h: Operação Big Hero (2014), 105min, aventura
Classificação: livre

* 18h: Bastardos Inglórios (2009), 153min, drama
Classificação: 14 anos

Dia 21 de Novembro
* 15h: Toy Story 3 (2010), 103min, animação
Classificação: livre

* 18h: O Lobo de Wall Street (2013), 189min, drama
Classificação: 16 anos

Dia 28 de Novembro
* 15h: Valente (2012), 100min, animação
Classificação: livre

* 18h: Um Sonho de Liberdade (1994), 142min, drama
Classificação: 16 anos

 

Cinema italiano

05 de novembro de 2015 0
Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

Apesar de todo contexto de requinte e sofisticação que envolve o universo dos vinhos, há também nele um aspecto bem mundano: o prazer de embriagar-se. Não quer dizer que os personagens do longa italiano O Vinho Perfeito – que ganha sessão comentada nesta quinta, na Sala de Cinema Ulysses Geremia – desfilem bêbados em cena, mas sim que o roteiro se parece, em muitos momentos, com um delírio inebriante. O longa propõe se a contar a história de Giovanni Cuttin (Vincenzo Amato), um pacato e submisso bancário que vê sua vida mudar após o contato com um misterioso professor, uma misteriosa mulher e, claro, deliciosos vinhos.

– É imperdível para quem é aficionado pelo mundo do vinho, sem falar na linda fotografia que nos transporta para o coração da região vitivinícola onde o filme foi rodado – aponta Luís Henrique Zanini, sommelier de Bento que comentará o filme.

Definido pelo diretor Ferdinando Vicentini Orgnani como uma mistura de noir e comédia, o filme carrega ainda algumas referências ao mito de Fausto. Apesar do trânsito um pouco confuso entre humor e suspense, o longa provavelmente ganhará a simpatia daqueles que se interessam pelo contexto da enologia.

– Além de sua história instigante, o filme descortina o universo inebriante do vinho não só do norte da Itália, mas dos grandes rótulos do mundo. Mas a grande sacada é o poder sobrenatural conferido ao vinho – comenta Zanini.

8½ Festa do Cinema Italiano: por falar em cinema italiano e vinhos, no sábado, a partir das 6h, a Sala de Cinema recebe pela primeira vez essa mostra criada justamente para dar vazão à produção audiovisual italiana e ajudar o público a entender a cultura do país por meio do cinema. A iniciativa tem patrocínio da Cooperativa Nova Aliança e vai exibir o documentário As Encostas do Vinho (2010), do premiado diretor Ermanno Olmi (Árvore dos Tamancos); e a ficção Zoran, Meu Sobrinho Herdado (2013, foto acima) – premiada na Semana Internacional da Crítica do Festival de Veneza –, de Matteo Oleotto.

Programe-se

Nesta quinta: sessão comentada de O Vinho Perfeito (trailer acima), às 19h30min. Ingressos a R$ 10 e R$ 5 (meia). Sessões também sexta,às 19h30min; e sábado e domingo, às 20h
Sábado: 8½ Festa do Cinema Italiano, com sessões de As Encostas do Vinho, às 16h; e Zoran, Meu Sobrinho Herdado, às 18h. Entrada franca para o primeiro filme e R$ 5 para o segundo ❚ Onde: Sala de Cinema Ulysses Geremia

Premiado no CineSerra

05 de novembro de 2015 0
Crédito: Mateus Luedke Pinto, divulgação

Crédito: Mateus Luedke Pinto, divulgação

Com menos de três minutos de duração, o curta Menu arrebatou os jurados do festival CineSerra e levou quatro importantes prêmios no âmbito regional: melhor filme de ficção, roteiro, ator (para Jean Carlo Dal’Aalba) e direção de arte (Carine Panigaz). A produção é uma parceria entre o diretor Filipe Mello e o roteirista Quim Douglas Dalberto. A dupla se conheceu depois de comandar alguns encontros de cinema.

– A conclusão destes encontros foi o coletivo A+O. Ficamos tão pilhados em fazer cinema que estamos fazendo há três anos – explica o diretor.

O filme foi gravado em 2014, mas só ficou pronto este ano. A locação tinha de ser especial, já que a produção brinca com o universo dos filmes de western.

– A ideia inicial para a locação era o interior de Vila Oliva, mas acabamos mudando para o centro de Cazuza Ferreira. Pensamos muito antes de decidir, pois sabíamos que isto seria essencial para trazermos a estética necessária – conta o diretor.

Veja o curta aqui

Bons filmes na Mostra Sala de Arquitetos

05 de novembro de 2015 0
Crédito: Imagem Filmes

Crédito: Imagem Filmes

Com o sugestivo tema Qual o filme da sua vida?, a 16ª Mostra Sala de Arquitetos colocou profissionais da área para pensar ambientes inspirados numa lista cheia de filmes bons. Daí surgiu a ideia de disponibilizar também alguns desses filmes para os visitantes da mostra. Formatou-se assim uma programação bem legal – aliás, com a curadoria do programador da sala Ulysses Geremia, Conrado Heoli –, que fica disponível até 13 de dezembro.

O cinema montado lá na mostra tem exibições às terças, às 19h45min, e aos sábados, às 16h – neste, por exemplo, tem Mesmo Se Nada Der Certo (foto), longa super bonitinho com Keira Knightley e Mark Ruffalo no elenco. Aos domingos, sempre às 18h, rolam as sessões infantis. Também serão mostrados trabalhos premiados nas três edições do CineSerra.

Os ingressos para visitar a mostra e acessar o cinema custam R$ 20 (estudantes e idosos pagam meia). A exposição fica no Maia Mixed Use (Guerino Sanvitto, 704, Villaggio Iguatemi).

Confira a lista completa

07/nov: Sessão CineSerra – Premiados 2013 – Parte 1, das 14h30 às 16h
Sessão MESMO SE NADA DER CERTO, às 16h
08/nov Sessão O MUNDO DOS PEQUENINOS, às 18h
10/nov Sessão CineSerra – Premiados 2013 – Parte 2, das 18h30 às 19h45
Sessão FERRUGEM E OSSO, às 19h45
14/nov Sessão CineSerra – Premiados 2013 Parte 2, das 14h30 às 16h
Sessão SETE DIAS COM MARILYN, às 16h
15/nov Sessão FROZEN, às 18h
17/nov Sessão CineSerra – Premiados 2014 Parte 1, das 18h30 às 19h45
Sessão DRIVE, às 19h45
21/nov Sessão CineSerra – Premiados 2014 Parte 1, das 14h30 às 16h
Sessão ERA UMA VEZ EM NOVA YORK, às 16h
22/nov Sessão PONYO: UMA AMIZADE QUE VEIO DO MAR, das 18h às 20h
24/nov Sessão CineSerra – Premiados 2014 Parte 2, das 18h30 às 19h45
Sessão SOB A PELE, às 19h45
28/nov Sessão CineSerra – Premiados 2014 Parte 2, das 14h30 às 16h
Sessão A PARTIDA, às 16h
29/nov Sessão UMA AVENTURA LEGO, às 18h
01/dez Sessão CineSerra – Premiados 2015 Parte 1, das 18h30 às 19h45
Sessão MOMMY, às 19h45
05/dez Sessão CineSerra – Premiados 2015 Parte 1, das 14h30 às 16h
Sessão MOONRISE KINGDOM, às 16h as 18h
06/dez Sessão A BELA E A FERA, às 18h
08/dez Sessão CineSerra – Premiados 2015 Parte 2, das 18h30 às 19h45
Sessão EX MACHINA, às 19h45
12/dez Sessão CineSerra – Premiados 2015 Parte 2, das 14h30 às 16h
Sessão AS SESSÕES, às 16h