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Posts com a tag "estreias"

Tim na telona

29 de outubro de 2014 0

Nesta quinta-feira, estreia nos cinemas o filme “Tim Maia”, cinebiografia do cantor carioca de voz marcante. Eu assisti e gostei muito..

Crédito: Downtown Filmes

Crédito: Downtown Filmes

Dá voz para o Tim

Tim Maia passou boa parte da carreira pedindo por ela nos palcos (“dá voz, dá voz”). Agora, ganha um filme inteiro para exibi-la, em prosa e verso.

Baseada no livro de Nelson Motta – Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia – a cinebiografia que chega aos cinemas hoje retrata primeiro a fúria. Numa espécie de prólogo da história, a infância e adolescência do cantor carioca são retratadas em preto e branco. Ainda na pele de Tião (apelido para Sebastião), ele dá uma demonstração do instinto quase primitivo ao voar furioso para cima de um colega de banda, logo na primeira vez em que sobe num palco. A cena congela para dar um pulo na história e ganhar as cores de um palco profissional, com Tim Maia já envolto em seu folclórico terno de lamê e reclamando do som. Entre um Tim e o outro, há um mundo de histórias e um longa competente de Mauro Lima (de Meu Nome não é Johnny).

As 2h20min do filme vão fazendo sentido à medida que a história se desenrola. Além de contemplar todos os principais movimentos da vida de Tim Maia – a fase Jovem Guarda com o The Sputniks (ao lado de um Roberto Carlos tão pé rapado quanto ele); a ida a Nova York, as prisões, o sucesso, a fase Racional, as drogas – os roteiristas procuraram respiros para que o espectador se aproximasse de detalhes. Vemos um Tim entristecido por ser um “mulato sem vez”, um Tim que desdenhou os baluartes da bossa nova (“é muito acorde!”) e um Tim que preparava receitas cura-ressaca misturando ingredientes dos mais esdrúxulos no liquidificador.

Dois atores dividem-se no papel principal. Robson Nunes (que havia interpretado o cantor no programa Por Toda a Minha Vida) é o Tim Maia jovem, mais inocente, que fazia a “gentileza” de dar fim em salgados adormecidos nas lancherias da Tijuca. Esse garoto viu o amigo Roberto Carlos (vivido por um George Sauma meio caricato, mas tem como ser diferente em se tratando do Rei?) despontar em carreira solo, enquanto ele seguia amargando tempos difíceis.
Quando Tim Maia aparece mais velho, a história fica mais intensa. Babu Santana está visivelmente entregue ao papel – a caracterização é surpreendente – com destaque para a recriação do linguajar típico do malandro (“pausa para o baurete”) e para as cenas mais dramáticas de abandono.

Na pele de Fábio (personagem real), Cauã Reymond condensa as funções de narrador da história e a de representar na telona os trocentos amigos que passaram por situações desvairadas ao lado de Tim Maia. Alinne Moraes, como Janaína, é quem assume as paixões do cantor de coração oscilante entre a doçura e a violência. A música, claro, é um ponto forte do filme, e Babu Santana não decepciona – apesar de muitas vozes usadas serem as originais de Tim, escolha sempre acertada em se tratando de um dos timbres mais emblemáticos do Brasil.

Dois filmes para o feriadão

01 de maio de 2014 0

Oi gente, duas dicas de filmes para o feriadão. No Cinépolis e GNC, estreou o nacional Getúlio, com Tony Ramos arrebentando num thriller político denso e dramático. Lá na Sala de Cinema Ulysses Geremia, até domingo, fica em cartaz o belíssimo Ela.

Vou compartilhar aqui textos que fiz sobre esses filmes. Espero que vocês queiram ir para o cinema correndo, hehe.

Crédito: Sony Pictures

Crédito: Sony Pictures

O mundo ainda será lindo

Que “apaixonar-se é uma forma socialmente aceitável de insanidade”, todo mundo já desconfiava, mas ao ser absorvido pela trama do filme Ela, estreia desta quinta na Sala de Cinema Ulysses Geremia, a imersão no mundo das relações humanas fica muito mais profunda. O espectador se dá conta, inclusive, que elas podem transcender o dito aspecto “humano”.

É que a trama escrita e dirigida por Spike Jonze se passa num futuro aparentemente próximo e mostra o nascimento de uma paixão entre um homem recém-divorciado e um sistema operacional com inteligência artificial. Se você leu essa sinopse sem saber nada mais sobre o filme, é bom avisar, entretanto, que não se trata de um drama sobre tecnologia, com carros voadores, ciborgues ou algo assim. É um filme sobre a louca e complexa capacidade de sentir.

Theodore é um homem solitário que está enfrentando uma separação. Os olhos limpidamente verdes de Joaquin Phoenix vivenciam essa melancolia de forma impressionante – o ator foi injustamente esquecido pela academia este ano. Na primeira cena do filme, o rosto marcante do personagem (que ganhou ainda um bigode meio indie) toma a tela inteira. Ele narra uma declaração de amor: “antes, eu vivia minha vida como se soubesse de tudo, de repente eu vi uma luz que me despertou, essa luz era você”. Logo o espectador entende que o personagem exerce a poética profissão de escrever cartas, num tempo em que este é mais um serviço vendido. Não se trata de uma simples técnica, ou somente um talento, entende-se logo que Theodore tem olhar apurado para as coisas do coração.

Se a propaganda de um produto prometesse responder perguntas como “quem é você? O que você pode ser? Aonde vai? O que está lá fora? Quais são as possibilidades?”, eu também ia querer comprar, seja lá o que fosse. É assim que Theodore adquire Samantha, o sistema operacional que tanto ele como o espectador vai conhecer somente por meio da doce e rouca voz de Scarlett Johansson. Ela vasculha toda a existência virtual (e-mails, trabalhos, etc) do dono e passa a travar com ele diálogos cada vez mais profundos, cheios de descobertas para ambos.

A melhor amiga de Theodore, Amy (vivida de forma apaixonante por Amy Adams), também engata uma relação amigável com um sistema operacional e, aos poucos, o mundo todo parece caminhar pela rua interagindo com suas próprias “Samanthas”. Assusta um pouco porque parece perfeitamente possível acontecer fora da ficção. O futuro criado por Jonze ainda tem muitos tons pastéis, linhas geométricas, prédios enormes e temíveis calças masculinas de cintura alta. As pessoas andam apressadas e geralmente sozinhas. Mas a frieza inerente à abordagem das relações pessoais no futuro ganha tons coloridos.

A história de Theodore e Samantha vai além da normalmente cilada cinematográfica do homem apaixonado por uma máquina. Eles passam a ser os olhos do mundo um para o outro e, se não podem ter uma fotografia, materializam-se em melodia (preste muita atenção na ótima trilha do filme, basicamente assinada pela banda Arcade Fire).

O roteiro de Jonze (vencedor do Oscar) capta a essência de uma paixão de maneira bem pouco usual. Não há afetações, nem grandes reviravoltas, a história se desenvolve com a naturalidade das próprias relações amorosas que vão crescendo até sentirmos que mudaram algo em nós.

Crédito: Copacabana Filmes

Crédito: Copacabana Filmes

 

19 dias antes do fim

O suicídio mais emblemático da história da política brasileira é o desfecho premeditado do longa Getúlio, que estreia em Caxias do Sul hoje (veja sessões na página 2). Mas entrar no cinema sabendo o final do filme, neste caso, não significa sair da sala sem surpreender-se.

Em sua primeira incursão pela ficção, ainda que baseando a trama em personagens e histórias reais, João Jardim entrega ao espectador um filme denso e cheio de facetas desconhecidas dos últimos 19 dias de vida do então presidente Getúlio Vargas (Tony Ramos), em 1954.

Getúlio é um thriller político, com rumos que mudam a cada reunião a portas fechadas no interior do Palácio do Catete (onde a maior parte das gravações foi realizada). São tantos personagens importantes que o diretor resolveu utilizar o recurso da legenda com identificação de nomes e cargos a cada vez que cada um deles aparece pela primeira vez na telona. A trama se desenvolve a partir de um atentado sofrido pelo jornalista Carlos Lacerda (Alexandre Borges), o maior inimigo público de Getúlio, e que resulta na morte de um de seus capangas. O presidente é acusado de ser o mandante do crime e uma crise se instaura. A situação piora quando graves denúncias de corrupção vêm à tona. Dentro e fora do palácio, Getúlio é pressionado a renunciar.

A câmera está sempre posicionada de forma a colocar o espectador dentro da história. A cada discussão entre personagens que percorrem os longos corredores do Palácio do Catete, dá para se sentir caminhando atrás deles, escutando as conversas que dariam rumo à história política da época. Com o apoio do roteiro de George Moura, a história que corria o risco de se tornar cansativa com tantas idas e vindas estratégicas ganha o respiro das relações pessoais intensas, inclusive familiares. O filme joga luz sobre personagens como Alzira Vargas (Drica Moraes, em bela atuação), braço direito de Getúlio e elo central em emocionantes cenas de cumplicidade entre pai e filha.

O filme transcorre enquanto um homem toma a decisão de se matar, e a fotografia transfere essa melancolia colocando o espectador em ambientes sombrios, com pouca luz natural (eram momentos de se manter janelas e cortinas fechadas). Em muitas cenas, é possível se sentir parte da consciência de Getúlio, ainda que silenciosamente. Tony Ramos confere uma emoção natural ao semblante do presidente. Muito longe do homem forte que entoava discursos cheios de certezas, é no momento de dúvida e consternação que o ator foca seu delicado trabalho de interpretação.

Outro trunfo do filme é a capacidade de fazer refletir sobre um assunto pouco usual na cinematografia brasileira. Quando Getúlio diz “quase nunca, no meu governo, me pediram algo para o país, sempre para alguém”, a sensação é a de que os bastidores políticos, infelizmente, não mudaram muito.
 

Mudança no dia das estreias

22 de fevereiro de 2014 0

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E vocês viram esta? A Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (Fenec) comunicou que os os filmes passarão a estrear no Brasil às quintas-feiras, e não mais às sextas, como vinha acontecendo há bastante tempo. A mudança deve entrar em vigor logo ali, a partir do dia 13 de março.

A ideia é que a quinta se torne um dia de grandes procuras nas bilheterias brasileiras. Confessso que achei um pouco estranho, mas talvez possa dar uma movimentada nas salas. Entretanto, se a Fenec encontrasse subsídios para diminuir um pouco os altos valores de ingressos os resultados poderiam ser ainda mais satisfatórios.

O modelo de estreias nas sextas é copiado dos Estados Unidos. Com a mudança, alguns filmes poderão estrear por aqui antes de chegarem aos cinemas norte-americanos.

O nacional Alemão faz parte da leva de filmes que inaugurará as estreias nas quintas. Aproveito para compartilhar o trailer dele com vocês. A trama é sobre a ocupação no Morrro do Alemão e parace eletrizante.

15 de janeiro de 2014 0
Crédito: Playarte Pictures

Crédito: Playarte Pictures

Tô sentindo um cheirinho de roubada com relação a esse novo Frankenstein, previsto para chegar a Caxias nesta sexta. Eu adoro o personagem, mas acho que a modernização da história, baseada na HQ I, Frankenstein, não vai me agradar. O filme dirigido por Stuart Beattie tem Aaron Eckhart no papel do monstrengo, que agora atende pelo nome de Adam. Curti a obscuridade dos cenários que aparecem no trailer, mas os dilemas clássicos do personagem parecem ter mudado bastante.

Cheguei a comentar aqui que o talentoso Guillermo Del Toro também trabalhava numa versão do monstro de Mary Shelley para o cinema, mas, sinceramente, não encontrei novas notícias sobre esse projeto. Além disso, a Fox também prepara um filme com Frankenstein, desta vez sob direção de Shawn Levy (Uma Noite no Museu). O que mais virá por aí?

Que venham logo

14 de janeiro de 2014 4
Estou louca para conferir Josh Brolin na versão americana de 'Oldboy', com previsão de estreia para março

Estou louca para conferir Josh Brolin na versão americana de ‘Oldboy’, com previsão de estreia para março

O ano ainda está no início e, como de costume, os sites especializados em cinema estão adiantando as estreias que 2014 reservará para nós. Eu selecionei alguns títulos pelos quais estou mais curiosa (mas é claro que muito outros surgirão ainda)…

Janeiro
Apesar de já ter estreado nas capitais, Ninfomaníaca – Parte 1 ainda não chegou aqui por Caxias do Sul e, depois de tanto alarde, é impossível acalmar as expectativas com relação ao novo de Lars von Trier. Ambos premiados no Globo de Ouro, O Lobo de Wall Street e Trapaça têm estreia prevista para o dia 24. Estou mais animada com Trapaça, porque simplesmente pirei com o trailer… Ah, também estou curiosíssima sobre Quando Eu Era Vivo, aquele filme de suspense com a Sandy no elenco, que deve chegar no dia 31.

Fevereiro
Este mês terá muita coisa boa, como Ela (previsão para o dia 7), o novo do Spike Jonze com Joaquin Phoenix de protagonista. Philomena também deve chegar no dia 7, com a excepcional Judi Dench no elenco. Pouco antes do Oscar, onde é provável que leve alguns prêmios, 12 Anos de Escravidão chega no dia 28. Mas os que mais quero ver são Inside Llewin Davis – Balada de um Homem Comum, dos irmãos Coen, cuja data de estreia em fevereiro ainda não está definida, e Clube de Compras Dallas, previsto para o dia 21.

Março
A sequência do filme 300 deve chegar no dia 7. Eu curti o primeiro, apesar dos clichês, mas estou com um pressentimento de que A Ascensão do Império poderá decepcionar. Vamos conferir. Bem, Ninfomaníaca – Parte 2 também deve chegar em março, porém sem data definida. Ah, este mês deve reservar ainda a estreia da versão americana de Oldboy, obra-prima do coreano Park Chan-wook.

Maio
Godzilla em nova forma deve chegar no dia 16. Tomara que surpreenda não só pelos efeitos grandiosos.

Novembro

Que atire a primeira pedra quem não está curioso por Debi & Lóide 2, previsto para o dia 14.

Dezembro
O Hobbit: Lá e de Volta Outra Vez tem previsão para o dia 19. Me animei bastante com o segundo filme da franquia (havia me decepcionado com o primeiro) e estou novamente ansiosa para ver como Peter Jackson e seus roteiristas vão dar conta do desfecho da história.

Saindo, chegando ou esperando

19 de dezembro de 2013 4
Crédito: Vitrine Filmes

Crédito: Vitrine Filmes

Gente, se agilizem. O último longa de Wooddy Allen, Blue Jasmine, vai sair de cartaz do Cinépolis a partir desta sexta, depois de apenas uma semaninha da estreia por aqui. No GNC, permanecerá somente numa sessão em horário um tanto sem-vergonha, às 21h45min.

Nas estreias previstas para o final de semana em todo Brasil, o filme estrelado pela musa do Porta dos Fundos (e da rede de supermercados Pão de Açúcar), Clarice Falcão, ficou de fora em Caxias. Eu estou com certa curiosidade para ver o tal Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida, principalmente para conferir o que o cineasta novato Matheus Souza conseguiu fazer com cera de R$ 20 mil no orçamento.

Bem, mas sobre o que, de fato, VAI estrear temos o fofo Minhocas (só no GNC). Trata-se do primeiro longa brasileiro filmado inteiramente em stop motion. A temática é um pouco infantil, mas parece estar valendo a pena acompanhar os sobrinhos ao cinema, hehe.

'Tatuagem' em Caxias

25 de novembro de 2013 0
Crédito: Imovision

Crédito: Imovision

Tenho elogiado seguidamente a programação da Sala de Cinema Ulysses Geremia e terei de me repetir agora. Recebo com muita felicidade a notícia de que Caxias exibirá o premiado filme Tatuagem, a partir desta quinta. Sei do empenho da Unidade de Cinema e Vídeo para trazer o longa de Hilton Lacerda, que estreou na sexta-feira passada em Porto Alegre. Agilidade e empenho para disponibilizar aos caxienses um dos mais comentados títulos nacionais de 2013. Parabéns ao Conrado Heoli, coordenador da unidade, e sua equipe.

Entre os principais prêmios que Tatuagem recebeu este ano, está o de Melhor Filme e Melhor Ator (Irandhir Santos) no Festival de Gramado, e Melhor Filme (voto popular), Prêmio Especial do Júri (ficção) e Melhor Ator (Jesuíta Barbosa) no Festival do Rio. O longa é a primeira incursão de Hilton Lacerda na direção de ficção — antes ele havia dirigido Cartola – Música Para os Olhos. O pernambucano ainda trabalhou como roteirista em títulos bem importantes do cinema nacional como Baile Perfumado (que a Mostra de Cinema Brasileiro exibiu por aqui no último final de semana, por coincidência), Amarelo Manga, A Festa da Menina Morta, Febre do Rato, etc.

A trama acompanha o romance entre o libertário Clécio Wanderley (Irandhir Santos), líder de uma trupe teatral, e o inexperiente Fininha (Jesuíta Barbosa), que é militar. A trama se passa em Recife, no ano de 1978, mas acredito que história (ah, o amor que nos arrebata apesar de qualquer contexto negativo) perpassa qualquer delimitação de tempo. O próprio diretor disse:

— O filme tem que ser contemporâneo em suas discussões.

As sessões ocorrem de 28 de novembro a 1º de dezembro, nas quinta e sextas, às 19h30min, e nos sábados e domingos, às 20h. Compareçam!

Já havia publicado o trailer aqui, mas vale de novo né…

Na espera por 'Os Suspeitos'

08 de novembro de 2013 0
Crédito: Paris Filmes

Crédito: Paris Filmes

Parabéns à Sala de Cinema Ulysses Geremia que tem disponibilizado tanto filme bom em Caxias do Sul. Programação de qualidade merece sempre ser aplaudida. E atentem para a estreia da semana que vem: Os Suspeitos, novo filme do canadense Denis Villeneuve (também diretor do ótimo Incêndios, indicado ao Oscar).

O elenco é potente, tem Hugh Jackman, Jake Gyllenhaal, Viola Davis, Maria Bello, Terrence Howard, Melissa Leo e Paul Dano. A trama dramática mostra dois casais de amigos que se veem desesperados depois que as filhas pequenas de ambos desaparecem. Um detetive prende um suspeito, mas precisa soltá-lo por causa da ausência de provas. É quando um dos pais, convencido de que o suspeito é mesmo culpado, resolve sequestrá-lo para tentar descobrir onde está sua filha.

A estreia é na próxima quinta. Antes disso, não deixem de ir à Sala de Cinema conferir Eu, Anna, outra ótima pedida em cartaz até domingo.

Europeu no cinemão

24 de outubro de 2013 1
Crédito: H2O Films

Crédito: H2O Films

Ok, eu não tenho muitas informações sobre o filme, mas tenho que compartilhar com vocês um aspecto que me animou com relação a Salvo – Uma História de Amor e Máfia. Comentava com o amigo e também blogueiro de cinema Saulo José Leite a “novidade” de ver um filme fora do eixo “comum” de blockbusters ganhar espaço num dos principais cinemas de Caxias. Isso não acontece muito por aqui né.. Salvo é uma coprodução entre Itália e França e entra em cartaz no Cinépolis a partir desta sexta.

Pelo que li a respeito o filme é bem sensorial, até porque acompanha a história de uma mulher cega que volta a enxergar após um assassino da máfia, o tal Salvo do título, matar seu irmão. Os diretores Fabio Grassadonia e Antonio Piazz já haviam mostrado uma prévia do trabalho com o curta Rita, de 2009. No drama, uma menina cega de 10 anos presencia um assassinato.

Aqui embaixo tem um trechinho deste curta e o trailer de Salvo. Falando do longa, só não curti muito esta trilha aí, mas a fotografia parece interessante. Pelo jeito, são os efeitos sonoros que surpreendem mais. De qualquer forma, tomara que venham mais filmes europeus para os cinemões de Caxias.

Jack e estreias

05 de setembro de 2013 8

Ainda estou digerindo a notícia da aposentadoria do senhor Jack Nicholson. Entendo o ator, da mesma forma que fico extremamente triste em saber que não mais seremos brindados com suas atuações belíssimas. Resta para nós, estudar o talento desse grande artista e voltar os olhos aos clássicos, ao que nos deixou de mais valioso. E, claro, torcer para que ele mude de ideia assim que um grande roteiro surgir em suas mãos.

Aqui, um vídeo que está no Youtube com 10 atuações inesquecíveis de Jack:

Outra coisa, essa semana será de estreias interessantes nos cinemas de Caxias. GNC e Cinépolis recebem, a partir desta sexta, pelo menos dois filmes que estou a fim de ver. De Jobs eu já tinha falado aqui, lembram? Estou torcendo para ser desta vez, na pele de Steve Jobs, que o bonitinho Ashton Kutcher vai me surpreender.

Também tem o novo filme da Sofia Coppola. Ouvi muitas críticas ao tal The Bling Ring e confesso que a sinopse não me animou muito. Inspirado em fatos reais, o longa aborda o universo de jovens fúteis e deslumbrados que invadem casas de gente famosa como Paris Hilton. Bom, mas vale ver qual é né…