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Posts com a tag "sessão comentada"

Pediu, levou

03 de dezembro de 2015 0
Crédito: Avante Filmes

Crédito: Avante Filmes

Aproveito para retomar o blog após um longo hiato (perdão por isso) para compartilhar uma notícia boa. Depois de muita mobilização nas redes sociais, com uma página criada no FaceBook especialmente solicitando a vinda do longa Beira-Mar para Caxias, o resultado foi positivo. A Sala de Cinema Ulysses Geremia estreia o filme na próxima quinta (dia 10), e terá sessão comentada com a dupla de diretores (Filipe Matzembacher e Marcio Reolon) e de protagonistas (Maurício José Barcellos e Mateus Almada) já na sexta (dia 11). Além disso, os primeiros 30 espectadores que comprarem ingressos para a sessão comentada vão ganhar um cartaz oficial do filme.

Beira-Mar foi gravado no litoral gaúcho e faz um retrato da relação de descobertas entre os amigos Martin e Tomaz. O filme foi premiado no Festival do Rio, Cine em Guadalajara (México) e For Rainbow (Ceará).

As sessões de quinta e sexta começam às 19h30min, na Sala de Cinema Ulysses Geremia. No sábado e domingo, a exibição é às 20h. Ingressos custam R$ 10 e R$ 5. O filme fica em cartaz até o dia 20/12.

Duas opções para sexta

02 de outubro de 2015 0

Fãs de cinema têm duas opções muito boas nesta sexta, infelizmente exatamente no mesmo horário. Lá na Biblioteca da Estação rola mais uma edição do Cinema na Estação, desta vez com o filme A Missão (1986), de Roland Joffé. No longa, Robert De Niro vive Mendoza, mercador de escravos que mata um homem e, para se penitenciar, acaba se tornando padre. Ele se reúne a um padre jesuíta numa expedição até a América do Sul.

Filmaço que ganhou a Palma de Ouro em Cannes em 1986.

A sessão é gratuita.

Já na Sala de Cinema Ulysses Geremia, a tradicional sessão das 19h30min será comentada nesta sexta. O filme da vez é a comédia dramática Samba, dos cineastas Olivier Nakache e Eric Toledano (Intocáveis), com Omar Sy e Charlotte Gainsbourg no elenco. A produção francesa acompanha a história de um senegalês tentando sobreviver na França. O debate fica por conta de Juliana Rossa _ jornalista, professora universitária e pesquisadora sobre a temática dos senegaleses em Caxias do Sul _ e Cheikh Mbacke Gueye _ senegalês que vive há três anos em Caxias (e cinco no Brasil).

Ingressos a R$ 10 e R$ 5 (estudantes e idosos).

Sessão comentada de "Samba"

29 de setembro de 2015 0

O filme Samba, dos diretores Olivier Nakache e Eric Toledano (os mesmos de Intocáveis) é a estreia desta quinta-feira na Sala de Cinema Ulysses Geremia. Como a história acompanha um imigrante senegalês na França, aproximando o espectador de problemáticas que também acompanhamos em Caxias, rolou a ideia de promover uma sessão comentada. Será nesta sexta, após a exibição das 19h30min. Os convidados são Juliana Rossa, jornalista, professora universitária e pesquisadora sobre a temática dos senegaleses em Caxias do Sul, e Cheikh Mbacke Gueye, senegalês que vive há três anos em Caxias (e cinco no Brasil).

A iniciativa é parceria da Unidade de Cinema e Vídeo da prefeitura e do jornal Pioneiro.

Crédito: Califórnia Filmes

Crédito: Califórnia Filmes

Na França ou aqui

Longe do Senegal há 10 anos, um imigrante luta por melhores condições de vida, com a intenção de conseguir um emprego fixo e seguir mandando dinheiro para casa. A sinopse do filme, que estreia nesta quinta-feira na Sala de Cinema Ulysses Geremia, se aproxima muito do cenário caxiense. Porém, apesar do sugestivo e “abrasileirado” título Samba, o longa se passa na França. Se por lá a facilidade dos imigrantes com a língua é bem maior do que aqui — já que a maioria dos senegaleses fala francês devido à colonização sofrida pelo país europeu — outras problemáticas sugeridas na telona se assemelham e muito com o momento vivido em Caxias. Essa identificação imediata com o tema, no entanto, é só um entre os vários motivos que fazem do filme de Olivier Nakache e Eric Toledano (dupla responsável pelo sucesso Intocáveis) uma boa pedida.

Antes que alguém se pergunte de que forma o ritmo genuinamente brasileiro se insere na história, é bom avisar que Samba é apenas o nome do protagonista, vivido pelo ator francês Omar Sy (premiado por sua atuação em Intocáveis). Mesmo sem ninguém tocando pandeiro ou cavaquinho durante o longa, o roteiro dá outros jeitos de referenciar o Brasil, uma das pátrias que mais recebe senegaleses atualmente. Há, por exemplo, o melhor amigo de Samba, que abusa de expressões em português e da “malandragem brasileira” tão vendida no exterior; e há também a trilha sonora que integra um icônico Jorge Ben Jor.

Baseada no romance da escritora Delphine Coulin, a história mostra a relação de Samba com Alice (vivida por Charlotte Gainsbourg, de Ninfomaníaca), voluntária de uma ONG que defende os direitos dos imigrantes em Paris. Enquanto ele se esforça para provar que merece ser aceito como um cidadão legal no país, ela se trata de um colapso de estresse sofrido no emprego anterior. Há contornos de romance na história, mas os encontros sempre tortos da dupla também desenham boa parte dos respiros cômicos do filme.

Ainda que elegendo essa abordagem bem-humorada, o contexto principal de Samba é o da diferença social. O plano-sequência que abre Samba começa num salão, onde dezenas de pessoas festejam um casamento, e continua até a cozinha, onde outras dezenas confeccionam a comida, até parar num jovem alto e negro que lava pratos (ele é Samba). Sugestivamente, o espectador entende que a temática da produção ficará do lado de cá das portas de serviço. Numa das cenas mais emblemáticas do longa, o tio de Samba (seu único parente na França) incentiva o jovem a vestir-se como um europeu, numa estratégia de inserção social. Mas nem embalado no uniforme protocolar dos franceses sérios — “terno e pasta de couro” — Samba vê os olhares de desprezo ao seu redor diminuírem quando entra no metrô.

Logo fica claro que as dificuldade sofridas por um senegalês tentando sobreviver na Europa ultrapassam a questão racial. Existem as burocracias legais do visto, os problemas para conseguir um bom trabalho estando ilegal no país, a dificuldade em criar laços com os nativos, etc. A trajetória de Samba em subempregos dá conta de escancarar essa realidade.

O filme consegue suavizar a dureza de temáticas urgentemente atuais (refugiados, migrações, intolerância, etc.) com um roteiro arejado. Dosar comédia nesse drama dos nossos dias é uma estratégia que funciona para atingir mais público e, claro, para lembrar de uma das características mais emblemáticas dos senegaleses: a alegria.

PROGRAME-SE

O filme fica em cartaz até o dia 11 de outubro, com sessões às quintas e sextas, às 19h30min, e aos sábados e domingos, às 20h. Ingressos custam R$ 5 (estudantes e idosos) e R$ 10.

Cinema italiano

01 de julho de 2015 3
Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

Vai rolar em todas quartas deste mês de julho o Circuito de Cinema Italiano, com sessões comentadas e gratuitas sempre às 19h30min, lá na Sala de Cinema Ulysses Geremia. Hoje tem Teorema (foto), de Pier Paolo Pasolini. Semana que vem, eu e minha amiga jornalista Cíntia Hecher vamos comentar Feios, Sujos e Malvados, de Ettore Scola. Todo mundo convidado para o bate-papo, que vai ser beeem informal.

Confira a programação completa aqui:

1º de julho, 19h30min
TEOREMA, de Pier Paolo Pasolini
1968, 98min, Drama
Convidados: Caetano Fenner (psiquiatra) e Leandro Daros (cineasta)
Um jovem chega misteriosamente e se hospeda na casa de uma família burguesa. Aos poucos, ele vai seduzindo a empregada, a mãe, o filho, a filha e, por último, o pai. Assim como veio, ele parte sem dar mais explicações, deixando um vazio de existência na casa. O que teria mudado com a passagem deste rapaz?

8 de julho, 19h30min
FEIOS, SUJOS E MALVADOS, de Ettore Scola
1976, 115min, Comédia dramática
Convidadas: Cíntia Hecher e Siliane Vieira (jornalistas)
Giacinto mora com a esposa, os dez filhos e vários parentes num barraco de uma favela de Roma. Todos querem roubar o dinheiro que ele ganhou do seguro, por ter perdido um olho quando trabalhava. A situação fica ainda pior quando ele decide levar uma amante para dentro de casa. Vencedor do Prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes.

15 de julho, 19h30min
MORTE EM VENEZA, de Luchino Visconti
1971, 130min, Drama
Convidados: Janete Kriger (fotógrafa) e Lissandro Stallivieri (cineasta)
Baseado na obra de Thomas Mann, conheça a história de Gustav Aschenbach, um compositor que está passando férias no exterior quando vive uma grande e secreta paixão, que iniciaria sua verdadeira destruição. Prêmio Especial de 25º Aniversário do Festival de Cannes.

22 de julho, 19h30min
AS NOITES DE CABÍRIA, de Federico Fellini
Le Notti di Cabiria, 1957 | 117 minutos | Drama
Convidadas: Adriana Antunes e Valquíria Vita (jornalistas)
Cabiria é uma prostituta baixinha e elétrica que vaga nas ruas de Roma, procurando um verdadeiro amor, mas sempre se decepcionando. Após ter tentado tudo, inclusive ajuda divina, ela acha seu pretendente dos sonhos no local e hora mais inapropriados. Mas, seria ele tão perfeito assim?

29 de julho, 19h30min
O CONFORMISTA, de Bernardo Bertolucci
1970, 115min, Drama/Suspense
Convidados: Robinson Cabral (cineasta) e Marcelo Casagrande (ator)
Em 1938, em Roma, Marcello acaba de aceitar um trabalho para Mussollini e flerta com uma bela jovem, o que faz com que ele fique cada vez mais conformista. Marcello resolve viajar a Paris em sua lua de mel e aproveita para cumprir uma missão designada por seus chefes: vigiar um professor que fugiu da Itália assim que os fascistas assumiram o poder no país.

 

Sobre maconha medicinal

27 de maio de 2015 0
Crédito: 3Film

Crédito: 3Film

Pessoal, nesta quarta tem mais uma sessão gratuita lá na Sala de Cinema Ulysses Geremia. Desta vez, a promoção é do cineclube Cine como le gusta e a exibição é do documentário brasileiro Ilegal. Realizada pela paulistana 3Film em parceria com a revista Superinteressante, a produção disserta sobre o uso da cannabis medicinal no Brasil. O projeto nasceu após uma reportagem do jornalista Tarso Araújo para a revista. Depois, ele acabou sendo um dos diretores do filme.

A sessão começa às 19h30min e será sucedida de bate-papo com a pesquisadora na área de Saúde Coletiva Fabiane Motter.

Clássico no São Patrício

13 de abril de 2015 0
Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

Laranja Mecânica (1972) integra a lista daqueles clássicos do cinema que sempre valem a pena rever. Um reencontro com o consumidor de leite mais perturbado da história — Alex (Malcolm McDowell) — pode rolar nesta terça, no São Patrício Bar (Rua Tronca, 1.504). A sessão do filme começa às 20h30min, com entrada franca.

O longa de Stanley Kubrick será discutido por Valter Oliveira e Bianca Sganderlla. Se você ainda não viu, o convite é mais imperdível ainda. Vai lá!

Sessão comentada

04 de outubro de 2014 0
Crédito: Sony Pictures

Crédito: Sony Pictures

Pessoal, tô atrasada né, eu sei, mas ainda dá tempo de convidar todo mundo para a sessão comentada do filme Ela, de Spike Jonze, que vai rolar neste sábado. A sessão está marcada para as 15, na Sala de Cinema Ulysses Geremia. A entrada é franca e, depois do filme, haverá debate com a psicóloga e mestranda em Filosofia Camila Sheifler Lang e o psicólogo e mestre em Psicologia Social e Institucional Rafael Wolski de Oliveira.

A realização é do Diretório Acadêmico de Psicologia da FSG em parceria com a Unidade de Cinema e Vídeo da Secretaria da Cultura. O projeto foi batizado de Insaniam Cinematográfico e está estreando neste sábado.

XXXXXXX

Aqui, um texto que escrevi na época dolançamento de Ela, sem dúvida, um dos meus preferidos dos últimos tempos. Mas já aviso que minhas palavras não está à altura dessa belezura de filme, então, se ainda não viu, dê um jeito de passar pela cinema do Ordovás neste sábado.

O mundo ainda será lindo

Que “apaixonar-se é uma forma socialmente aceitável de insanidade”, todo mundo já desconfiava, mas ao ser absorvido pela trama do filme Ela, a imersão no mundo das relações humanas fica muito mais profunda. O espectador se dá conta, inclusive, que elas podem transcender o dito aspecto “humano”.

É que a trama escrita e dirigida por Spike Jonze se passa num futuro aparentemente próximo e mostra o nascimento de uma paixão entre um homem recém-divorciado e um sistema operacional com inteligência artificial. Se você leu essa sinopse sem saber nada mais sobre o filme, é bom avisar, entretanto, que não se trata de um drama sobre tecnologia, com carros voadores, ciborgues ou algo assim. É um filme sobre a louca e complexa capacidade de sentir.

Theodore é um homem solitário que está enfrentando uma separação. Os olhos limpidamente verdes de Joaquin Phoenix vivenciam essa melancolia de forma impressionante – o ator foi injustamente esquecido pela academia este ano. Na primeira cena do filme, o rosto marcante do personagem (que ganhou ainda um bigode meio indie) toma a tela inteira. Ele narra uma declaração de amor: “antes, eu vivia minha vida como se soubesse de tudo, de repente eu vi uma luz que me despertou, essa luz era você”. Logo o espectador entende que o personagem exerce a poética profissão de escrever cartas, num tempo em que esse é mais um serviço vendido. Não se trata de uma simples técnica, ou somente um talento, entende-se logo que Theodore tem olhar apurado para as coisas do coração.

Se a propaganda de um produto prometesse responder perguntas como “quem é você? O que você pode ser? Aonde vai? O que está lá fora? Quais são as possibilidades?”, eu também ia querer comprar, seja lá o que fosse. É assim que Theodore adquire Samantha, o sistema operacional que tanto ele como o espectador vai conhecer somente por meio da doce e rouca voz de Scarlett Johansson. Ela vasculha toda a existência virtual (e-mails, trabalhos, etc) do dono e passa a travar com ele diálogos cada vez mais profundos, cheios de descobertas para ambos.

A melhor amiga de Theodore, Amy (vivida de forma apaixonante por Amy Adams), também engata uma relação amigável com um sistema operacional e, aos poucos, o mundo todo parece caminhar pela rua interagindo com suas próprias “Samanthas”. Assusta um pouco porque parece perfeitamente possível acontecer fora da ficção. O futuro criado por Jonze ainda tem muitos tons pastéis, linhas geométricas, prédios enormes e temíveis calças masculinas de cintura alta. As pessoas andam apressadas e geralmente sozinhas. Mas a frieza inerente à abordagem das relações pessoais no futuro ganha tons coloridos.

A história de Theodore e Samantha vai além da normalmente cilada cinematográfica do homem apaixonado por uma máquina. Eles passam a ser os olhos do mundo um para o outro e, se não podem ter uma fotografia, materializam-se em melodia (preste muita atenção na ótima trilha do filme, basicamente assinada pela banda Arcade Fire).

O roteiro de Jonze (vencedor do Oscar) capta a essência de uma paixão de maneira bem pouco usual. Não há afetações, nem grandes reviravoltas, a história se desenvolve com a naturalidade das próprias relações amorosas que vão crescendo até sentirmos que mudaram algo em nós.

Sessão comentada neste domingo

01 de junho de 2014 0

Olá, passo para sugerir que todos saiam de casa na noite deste domingo, mesmo com o friozinho que se faz presente, para conferir a sessão comentada do filme Alabama Monroe. Será às 20h, na Sala de Cinema Ulysses Geremia. Primeiro tem a exibição do longa belga e depois bate-papo com a historiadora e documentarista Iliriana Rodrigues e com a atriz Ana Rodrigues.

A programação segue uma iniciativa bem legal da Unidade de Cinema que é levar pessoas de diferentes áreas para comentar os filmes na Sala Ulysses Geremia, todo o último domingo do mês.

Vamos ver 'Philomena' juntos?

26 de abril de 2014 0

philomena_comentada1

Então, pessoal, deixo aqui o convite para me acompanharem lá na Sala de Cinema Ulysses Geremia (Centro de Cultura Ordovás), neste domingo. Estarei junto com o psiquiatra Caetano Fenner comentando o belíssimo filme Philomena (que concorreu ao Oscar em quatro categorias). Vai ser um bate-papo bem informal sobre a tocante história de uma mãe que recebe a ajuda de um jornalista para tentar encontrar o filho do qual foi separada quase 50 anos antes.

O filme começa às 20h e o bate-papo rola depois. Ingressos a R$ 8 e R$ 4 (estudantes e idosos). Apareçam por lá para a gente conversar!

Boas notícias

28 de março de 2014 0
Crédito: Paris Filmes

Crédito: Paris Filmes

Compartilho com vocês duas notícias boas sobre a Sala de Cinema Ulysses Geremia. Começamos pela mais próxima: neste domingo o espaço retoma as tradicionais sessões comentadas. Desta vez, os convidados serão o psiquiatra Caetano Fenner e a jornalista e doutoranda em Letras Adriana Antunes. Eles vão falar sobre o filme Jovem e Bela, que tem sua última exibição às 20h deste domingo. O bate-papo com o público é depois da sessão e os ingressos custam R$ 8 e R$ 4 (idosos e estudantes).

E a outra ótima notícia é com relação à próxima estreia da sala, na quinta. Ignorado pelos cinemas de Caxias, o último filme dos irmãos Coen ficará em cartaz no cinema do Centro de Cultura Ordovás até o dia 13 de abril, com sessões de quinta a domingo. Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum foi indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes e venceu o Grande Prêmio do Júri. A história acompanha a saga do músico Llewyn Davis (Oscar Isaac), que migra de um lugar para o outro na Nova York dos anos 1960, sempre com o violão nas costas.

Todo mundo lá hein..