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Posts de setembro 2009

A burguesia ferve

22 de setembro de 2009 0

Marcello Mastroianni segue sem rumo em

A Sala P.F. Gastal da Usina do Gasômetro se torna ponto de encontro dos cinefilos a partir desta terça-feira,com o início da mostra que tem como tema os efeitos transformadores da revolução burguesa na sociedade contemporânea. São clássicos assinados por mestres como Chaplin, Visconti, Pasolini, Antonioni, Fellini, Buñel,Fassbinder, David Lean, Joseph Losey e Woody Allen, entre outros.
A mostra O Discreto Charme da Burguesia, em cartaz até 8 de novembro, é complementada pela exposição de trabalhos do fotógrafo e designer inglês Cecil Beaton, na Galeria Lunara (também na Usina), a partir de sexta-feira. Ganhador de três Oscar pela direção de arte e figurino nos filmes My Fair Lady (1964) e Gigi (1958), Beaton fotografou modelos, celebridades e personagens do jet-set internacional. As obras foram cedidas pela casa de leilões britânica Sotheby`s, detentora do espólio do artista.
O recorte oferecido pela caprichada seleção de 18 filmes se destaca pelas múltiplas visões lançadas sobre a burguesia em diferentes épocas, que vão do olhar irônico à crítica cáustica, dos dilemas morais, psicológicos e comportamentais aos questionamentos existenciais.

Confira AQUI a programação completa, com títulos, sinopses e dias e horários das sessões.

Postado por Marcelo Perrone

Salve Geral deve estrear em outubro

18 de setembro de 2009 0

A notícia é do início desta tarde: Salve Geral (foto) é o filme escolhido para representar o Brasil na corrida do Oscar 2010.

O longa do carioca Sérgio Rezende, 58 anos e também diretor de O Homem da Capa Preta (1986) e Zuzu Angel (2006), entre outros, entra em cartaz hoje em um único cinema do país, localizado em Taubaté (SP). Isso apenas para preencher o requisito de ter estreado antes do prazo e assim poder concorrer à indicação – artifício antes usado por diversos outros longas, entre eles Abril Despedaçado (de Walter Salles, 2001) e o próprio Tropa de Elite (de José Padilha, 2007).

A estreia de verdade estava prevista para o dia 2 de outubro, com entre 150 e 200 cópias espalhadas por todo o país. “Estava” porque, agora, tem tudo para ser incrementada, ou seja, ganhar ainda mais cópias e talvez mais prazo para que se possa organizar melhor a campanha de lançamento e conseguir mais espaço nas salas brasileiras. Mas deve ocorrer ainda em outubro, até para não ficar tão distante da notícia divulgada hoje.

 

Sérgio Rezende é um realizador de obra irregular. Seus filmes mais pretensiosos talvez não sejam os seus melhores. Entre 1999 e 2000, por exemplo, ele dirigiu e roteirizou um longa ambicioso, Mauá, o Imperador e o Rei, e outro cuja produção pode, sem qualquer demérito, muito pelo contrário, ser chamada de “menor”: Quase Nada. Alcançou resultado melhor com o segundo, a despeito da diferença de tempo, esforço e dinheiro investido em ambos.

Uma comparação entre Guerra de Canudos (1997), um filme “maior”, e Lamarca (1994), realizado com menos recursos e todas as dificuldades decorrentes da fase mais obscura da produção nacional, após o fim da Embrafilme durante o governo Fernando Collor, proporciona conclusão semelhante.

Salve Geral (2009), que ainda tem o subtítulo O Dia em que São Paulo Parou, é inspirado nos ataques de uma facção criminosa contra policiais nas ruas e dentro do sistema penitenciário realizados em um mesmo dia de maio de 2006. O longa fala de como a tragédia coletiva acabou refletida em um drama pessoal: o da viúva de classe média Lúcia (Andreia Beltrão), uma professora de piano que tenta a todo custo tirar seu filho de 18 anos da cadeia. Ele havia sido preso por se envolver num incidente que resultou em uma morte.

Quer dizer: lá vamos nós de novo exportar a violência urbana das nossas grandes cidades. O que, a bem da verdade, significa que nossos filmes não estão deslocados da nossa realidade – e isso é bom. Vamos ver se, como alguns dos outros títulos recentes, Salve Geral é um bom filme – e se de fato tem alguma chance de disputar a estatueta.

Segue o trailer:

Postado por Daniel Feix

Um fenômeno chamado cinema uruguaio

16 de setembro de 2009 4

O Segundo Caderno desta quinta-feira fala de Gigante, o premiado filme uruguaio dirigido pelo argentino Adrián Biniez, que estreia nesta sexta em Porto Alegre.

Pois a gente promete lá no jornal e cumpre aqui no blog: segue, abaixo, a listinha de alguns dos principais longas uruguaios desta década, que inclui este pequeno grande filme sobre a paixão de um segurança (Horacio Camandule) pela faxineira (Leonor Svarcas) de um supermercado de Montevidéu.

Dá para entender como um país menos populoso e mais pobre que o Rio Grande do Sul - e sem um Prêmio RGE e mecanismos de renúncia fiscal - consegue acertar sempre nos filmes que lança? Apesar de produzir pouco, e sem muitos recursos, consegue nos presentear com trabalhos tão precisos do ponto de vista técnico e do uso dos elementos da linguagem cinematográfica?

Recomendo todos:

25 Watts (2001)

Filme que apresentou às plateias o trabalho da dupla de diretores e roteiristas Juan Pablo Rebella e Pablo Stoll, e também do ator Daniel Hendler (depois reconhecido nos filmes do argentino Daniel Burman), conta um dia atribulado da rotina caótica de três jovens pela periferia de Montevidéu (o filme também é protagonizado por Jorge Temponi e Alfonso Tort). Exibido no Festival de Gramado, ganhou prêmios nas mostras de Roterdan, Lima, Havana, Valencia e Bogotá.

 

Coração de Fogo (2002)

Melhor longa latino-americano pelos júris oficial e popular no Festival de Gramado, eleito melhor longa estrangeiro no Goya (o Oscar espanhol), também fez sucesso nas salas porto-alegrenses. Escrito e dirigido por Diego Arsuaga, conta a história de um professor, um garoto e dois velhos trabalhadores da companhia estatal ferroviária (os veteranos, grandes atores Hector Alterio e Federico Luppi) que juntos resolvem sequestrar o trem que havia sido vendido para servir de cenário para um filme de Hollywood.

 

Whisky (2004)

O mais premiado dos longas uruguaios desta década (Cannes, Goya, Guadalajara, Tóquio, Huelva etc.) marca a volta dos diretores de 25 Watts, agora abordando o dia a dia de um senhor dono de uma fábrica de meias (Andrés Pazos) que tem sua pacata rotina alterada pela visita de um irmão bem-sucedido que mora no Brasil (Jorge Bolani). Para demonstrar que sua vida não está de todo ruim, ele convence uma funcionária (Mirella Pascual) a se passar por sua namorada.

 

O Banheiro do Papa (2007)

Coprodução entre Uruguai e Brasil e direção de Enrique Fernández e César Charlone, recupera, lembrando os grandes filmes neorrealistas italianos, a tragicômica história da passagem do papa João Paulo II pela pequena cidade de Melo (URU), na fronteira com Aceguá (RS). A comunidade inteira se prepara para recebê-lo, e faturar com quem viajar para vê-lo (o protagonista é um homem, interpretado por César Troncoso, que resolve construir um banheiro público nas redondezas). Foi premiado, além de Gramado, na Mostra Internacional de São Paulo e no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, o nosso Oscar.

 

Gigante (2009)

Dirigido pelo argentino Adrián Biniez, levou o Urso de Prata, além do Prêmio Alfred Bauer pela inovação artística e do troféu de melhor longa de diretor estreante no Festival de Berlim. A história é a da paixão de Jara (Horacio Camandule), o doce mas problemático segurança de um supermercado da periferia de Montevidéu, por Julia (Leonor Svarcas), a faxineira do estabelecimento. Com ares de comédia romântica, o filme teve o roteiro e a interpretação do protagonista reconhecidos também pelos júris oficial e da crítica em Gramado.

 

Hiroshima (2009)

Pablo Stoll perdeu a companhia de Juan Pablo Rebella, que morreu precocemente suicidando-se em 2006, por isso tocou sozinho o roteiro e a direção de seu terceiro longa, que é apenas o segundo título de ficção a ser finalizado este ano no Uruguai. O filme, que gerou grande expectativa da crítica internacional, vai contar a vida de um jovem que dribla seus problemas de expressão por meio da música, montando uma banda de rock da qual vira vocalista (o título seria uma referência ao nome do grupo musical, pelo que apurei). Ainda não há data prevista para a estreia, nem mesmo no país de origem.

Também, muito infelizmente, não encontrei trailers disponíveis deste filme.

Postado por Daniel Feix

Dirty Dancing

15 de setembro de 2009 0

Falando no Patrick Swayze, lembrei deste antológico esquete do Saturday Night Live (está em um dos volumes dos melhores momentos do programa que saíram em DVD por aqui). É a primeira parte do quadro em que ator dançarino tem como parceiro de cena o gordinho doidaço Chris Farley (que morreu de overdose de cocaína em 1997).

Não achei a versão completa com o áudio original, mas dá uma boa amostra que o espírito era tirar onda com o talento pé-de-valsa de Swayze. R.I.P.

 

Postado por Marcelo Perrone

Boas ideias. E só.

14 de setembro de 2009 0

Algumas ideias são tão boas, tão boas, mas tão boas, que se esgotam nelas mesmas. Não podem ser levadas adiante, entendem? Ou pelo menos assim deveria acontecer, como prova o norueguês Død snø _ ou Dead Snow, em inglês _ que pela graça de um algum deus nórdico jamais chegará por essas plagas tropicais. E eu explico porque, de antemão me desculpando se pareci um tanto entusiasmado aqui neste post.

É um lixo, entrego já, para não deixar dúvidas. E teria como ser diferente um filme que trata de zumbis nazistas na neve? Por deus, eu pensei que sim! Só que depois de ver o desastre que é Dead Snow, entendi que não dava pra fazer algo que prestasse com um premissa dessas. Ela, por si só, é legal demais. Imagino a empolgação do sujeito que teve o insight:

_ Caras, tive uma sacada genial: que tal um filme sobre zumbis nazistas barbarizando geral na neve? Nem Hollywood pensou nisso ainda! Seremos famosos, seremos ricos, vamos finalmente desencavar o pé desse bloco de gelo e tostar nossas carcaças branquelas em Malibu!

No que todos concordaram, foi só o tempo de elencar todos os cacoetes de filmes B de horror gore adolescente norte-americano das últimas três décadas. Ao invés de assassinos mascarados/deformados, zumbis nazistas. Em vez de um bosque ou cidadezinha do interior, uma montanha nevada. Atores ridículos de ruins. Pelo menos uma deprimente cena de sexo entre uma morte e outra. Diálogos sem nenhuma relevância. Efeitos visuais que fariam Ed Wood concorrer ao Oscar. E uma história tão consistente quanto o crânio de um… zumbi.

Eu pergunto novamente: tinha como não ser assim? Me digam, dá pra fazer um filme minimamente interessante com essa ideia? Eu achei que sim. Azar o meu.

Ah, outra coisa: os caras ainda fazem propaganda enganosa. Tá vendo o cartaz ai de baixo? Ele mostra o comandante dos zumbis, um tal de Coronel Herzog, decapitado. Só que é mentira, o cara segue mandando bronca até o final, ninguém nem encosta nele e… Ops! Acho que contei o final.

Postado por Gustavo Brigatti

Tropa de Elite no futebol sueco

12 de setembro de 2009 7

A torcida do Grêmio adaptou o rock Bebendo Vinho, do Wander Wildner. A do Flamengo, o tal do tema da vitória do Ayrton Senna.

Na Argentina, ouvem-se nos estádios de futebol versões de músicas de Fito Paez, das bandas Turf e Attaque 77, até o Ilariê da Xuxa.

Já na Suécia (!) e na Holanda (!) uma das músicas adaptadas pelo público do futebol é o funk carioca (!) Rap das Armas. Não sabe qual é? Se você viu o filme Tropa de Elite e apertar play ali abaixo, vai lembrar na hora.

O longa de José Padilha ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim em 2008 – o que o ajudou a garantir uma carreira internacional bem interessante. Daí que suecos e holandeses (e quantos mais?) o assistiram, gostaram da música e a levaram aos estádios. É o cinema brasileiro na fita, mano.

Este vídeo, sensacional, é da torcida de um clube chamado Djurgarden, de Estocolmo:

Postado por Daniel Feix

Em cartaz na Polônia

08 de setembro de 2009 0

Pôster de
Esse link para o site do The Guardian mostra uma exposição em Londres com cartazes de filmes conhecidos criados por artistas poloneses. São pôsteres que, na maioria dos casos, subvertem o conceito visual original de forma mais ou menos radical, sublinhando o tom sombrio e expressionista dos tempos da Cortina de Ferro.

Postado por Marcelo Perrone

Fronteiras diluídas

04 de setembro de 2009 0

Já se falou, aqui neste blog, aqui neste jornal e em outros espaços, que o CineEsquemanovo (CEN) – Festival de Cinema de Porto Alegre tem demonstrado bem claramente o estreitamento das relações entre o cinema e as artes visuais. Isso graças a uma linha curatorial arejada, que privilegia propostas estéticas diferenciadas.

É bem fácil de entender essa aproximação: a ideia original do CEN sempre foi olhar todos os suportes de realização cinematográfica sem preconceitos, o que naturalmente abriu espaço para o vídeo, que por suas próprias limitações plásticas impõe em forma de desafio aos cineastas uma certa inventividade formal – usar uma daquelas câmeras de vídeo digital para fazer um filme ”novela das oito” não rola, né?

O caminho, assim, fica aberto para filmes sejam classificados como videoarte – e vice-versa. Não à toa, diversos trabalhos já exibidos no CEN - e inclusive premiados com os principais troféus do festival – também percorreram o circuito de arte. Que por sua vez também vive um momento de expansão, já tendo incorporado a própria linguagem do cinema em parte de sua produção.

Um exemplo bem palpável de como essas fronteiras andam diluídas: um dos melhores, se não o melhor filme exibido em Porto Alegre este ano, que motivou o Segundo Caderno aqui da ZH a fazer uma capa sobre ele, apesar de só ter passado em duas ou três sessões numa mostra especial da Sala P.F. Gastal da Usina do Gasômetro, foi Hunger. Primeiro – assim chamado – filme do artista plástico inglês Steve McQueen, esse trabalho perturbador é centrado na figura de um ativista do IRA preso na Irlanda do Norte na década de 1980. Ganhou o Camera d`Or, troféu concedido ao melhor longa da mostra de diretores estreantes, no Festival de Cannes de 2008. Não é pouca coisa, muito pelo contrário.

Pois aqui no Sul – e este é o objetivo deste post - o CineEsquemaNovo já se tornou mais que um exemplo desses intercâmbios entre as linguagens, por assim dizer. Tornou-se, na verdade, a principal vitrine para quem trabalha com esse intercâmbio – entre aquelas vitrines do circuito cinematográfico.

E, veja você a coincidência, na semana em que o festival porto-alegrense anunciou os títulos concorrentes da edição 2009, que será realizado de 17 a 24 de outubro, foi aberta na cidade uma – ao que tudo indica interessantíssima – mostra coletiva de vídeo intitulada Infiltração.

É, como já disse, uma mostra de vídeo. Ou, se levarmos em conta as classificações tradicionais, uma mostra de artes visuais. Mas que apresenta entre seus trabalhos selecionados vídeos – ou seriam curtas, ou os dois? – de vários videomakers – ou seriam cineastas, ou artistas visuais? - que são figuras carimbadas da programação do CEN.

O Gustavo Spolidoro, cineasta e curador do festival, foi quem alertou: nada menos que oito realizadores presentes em Infiltração têm alguma relação com o CEN. Aí vai um copy + paste da lista que ele enviou:

Luiz Roque: parceiro desde o primeiro CEN, criador do troféu do festival;
Cris Lenhardt: já teve filmes concorrendo no CEN e tem este ano seu curta Sentinela na mostra competitiva;
Kika Nicolela: participou de três edições do festival, sendo premiada no primeiro CEN;
Marcelo Gobatto: fez sessão paralela no CEN 2007;
Dirnei Prates: participou de três festivais e foi premiado em um;
Nelton Pellenz: participou de uma edição e foi premiado;
Marcellvs: participou de dois CEN e num deles levou o premio principal, de melhor curta do evento;
Lucas Bambozzi: teve trabalhos em mostras especiais do festival.

Vou usar aqui a mesma frase que usei acima ao falar do Steve McQueen: não é pouca coisa, muito pelo contrário.

Abaixo, um trailer de Hunger - a dica é que há mais coisa desse filme nos YouTubes da vida – e, em seguida, o serviço dos dois eventos, a mostra Infiltração e o CEN 2009.

 

Infiltração

Mostra coletiva de videoarte realizada em quatro espaços de Porto Alegre: Galeria do Dmae (de segunda a sexta, das 8h às 17h30min), porão do Paço Municipal (de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 18h, e no sábado, das 13h às 17h), Centro Municipal de Cultura (diariamente, das 9h às 21h) e Usina do Gasômetro (de terça a domingo, das 10h às 21h). Até 11 de setembro, dia em que serão exibidos todos os filmes no Gasômetro.

CineEsquemaNovo – Festival de Cinema de Porto Alegre

De 17 a 24 de outubro, em três salas de cinema do centro da cidade: Sala P.F. Gastal da Usina do Gasômetro, Cine Santander e CineBancários, além de mostras paralelas e universitárias em outras regiões. Mostras competitivas com 22 curtas brasileiros e estrangeiros e quatro longas nacionais selecionados entre quase 800 títulos inscritos.

Postado por Daniel Feix

Avatar Day no bunker

01 de setembro de 2009 0

A cena abaixo, do grande filme alemão A Queda! – As Últimas Horas de Hitler, já foi bastante usada para tirar onda de times que caíram para a segunda divisão, para pegar no pé do Celso Roth…

A mais nova vítima sacaneada no bunker do Fuhrer é o diretor James Cameron, que apresenta em dezembro o seu esperado Avatar, 12 anos depois do sucesso de Titanic. Realizado em 3D, com tecnologia e equipamentos especialmente desenvolvidos por Cameron ao longos desses anos todos, Avatar vem sendo apontado como o divisor de águas que pode, finalmente, justificar essa retomada do 3D como esperança de manter o público nas salas dos cinemas. De fato, os relatos de quem já viu cenas dessa aventura de ficção científica em 3D são impressionantes, no quesito impacto sensorial.

Mas tem gente achando que esse hype todo é exagerado. E essa piada tem a ver com o “Avatar Day”, evento que Cameron promoveu há poucos dias para exibir trechos do filme em salas de todo o mundo equipadas com o sistema de projeção Imax – que potencializa  ainda mais o deslumbre visual.

No chilique diante de seu Estado-Maior (com legendas em inglês), Hitler solta os cachorros em Cameron por frustrar sua expectativa com Avatar, avacalha o desconhecido ator e suspira resignado na esperança de que ao menos o videogame de Avatar seja bom.

Postado por Marcelo Perrone