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Festival Lume: os vencedores

24 de julho de 2011 0

Charlotte Ramping em O Moinho e a Cruz, filme sobre o pintor Pieter Bruegel

Terminou neste sábado, com a exibição de Estrada para o Nada (Road to Nowhere), mais recente filme do norte-americano Monte Hellman, o 1º Festival Internacional Lume de Cinema. Como voltei a Porto Alegre bem antes do fim do evento, não vi muitos dos filmes em competição. Por isso vou me abster de comentar os premiados. Antes da lista, prefiro chamar a atenção para dois aspectos: 1) na competição nacional, em vez de premiar títulos muitíssimo interessantes mas já bastante badalados e/ou debatidos como Os Residentes e Terra Deu, Terra Come, o júri preferiu laurear dois promissores estreantes em longa-metragem, o paulista Charly Braun, por Além da Estrada, e o gaúcho Fabiano de Souza, por A Última Estrada da Praia; 2) na competição internacional, o genial A Tentação de Santo Antônio (sobre ele leia mais no post abaixo, aqui) foi lembrado na categoria direção, mas o prêmio principal ficou com o polonês O Moinho e a Cruz (The Mill and the Cross), que não vi e cujo trailer você pode conferir ao fim deste post. O Moinho e a Cruz, tanto quanto A Tentação de Santo Antônio, foi muito elogiado no Sundance Festival. Trata-se de uma história sobre o pintor Pieter Bruegel (1525 – 1569) estrelada por Rutger Hauer, Michael York e Charlotte Rampling. Ó:

Competição internacional:
Melhor filme: O Moinho e a Cruz, de Lech Majewski (Polônia/Suécia)
Melhor diretor: Veiko Ounpuu, por A Tentação de Santo Antônio (Estônia)
Contribuição artística: Rio Dooman, de Lu Zhang (Coreia do Sul/China)
Menção honrosa: Abrigo de Dragomir Sholev (Bulgária)
Melhor curta: Rita, de Fábio Grassadonia e Antonio Piazza (Itália)
Contribuição artística em curtas: The Magus, de Jaimz Asundson (Canadá/Alemanha)
Menção honrosa em curtas: Fornos de Carvão, de Piotr Zlotorowicz (Polônia)

Competição nacional:
Melhor filme: Além da Estrada, de Charly Braun
Melhor direção: Fabiano de Souza, por A Última Estrada da Praia
Menção honrosa: Terra Deu, Terra Come, de Rodrigo Siqueira
Melhor curta: Caos, de Fábio Baldo
Menção Honrosa: O Som do Tempo, de Perus Cariry

Mostra olhar crítico:
Melhor filme: Totó, de Peter Schreiner (Áustria)

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