Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Filmes da Lume em Porto Alegre

12 de outubro de 2011 3

Em cartaz desde sexta-feira na Sala Eduardo Hirtz da Cinemateca Paulo Amorim (aquela cuja programação foi assumida pela Associação dos Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul, a Accirs, em julho passado), a Mostra Lume Filmes segue com seis longas da produtora e distribuidora maranhense até o dia 27 deste mês. Dá uma olhada aqui na capa do Segundo Caderno que apresenta a mostra como um todo, e, abaixo, na lista dos filmes exibidos. Lembrando que os três mais vistos nas duas primeiras semanas voltam a partir do dia 21, quando começa a terceira e última semana da programação.

Exibições até esta quinta-feira:
>>> Hiroshima – Um Musical Silencioso (Uruguai, 80min). Primeiro longa solo do diretor Pablo Stoll, 37 anos, o mesmo de Whisky e 25 Watts (assinados em parceria com Juan Pablo Rebella, que morreu em 2006, aos 32 anos), tem estreia no Instituto NT marcada para esta sexta-feira. Praticamente sem diálogos e com muita música (rock contemporêneo), acompanha um dia na vida de um jovem (o irmão do diretor, Juan Andrés Stoll) que tem uma banda de rock e trabalha numa padaria.
>>> O Moinho e a Cruz (Suécia/Polônia, 97min). Dirigido por Lech Majewski, estrelado por Rutger Hauer e Charlotte Rampling, foi principal vencedor do 1º Festival Internacional Lume, realizado este ano em São Luís, batendo o favorito, a obra-prima As Tentações de Santo Antônio, do estoniano Veiko Õunpuu. Trata-se de um filme-pintura que, com muitos efeitos especiais, propõe a recriação da pintura A Procissão para o Calvário (1654), de Pieter Brugel, a partir de imagens que emulam o ambiente das telas do artista.
>>> Tudo que Amo (Polônia, 95min). Vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Sundance do ano passado, o filme do diretor Jacek Borcuch aborda a amizade de quatro jovens que decidem formar uma banda de punk rock num momento de eclosão de protesto de trabalhadores por toda a Polônia.

Exibições a partir desta sexta:
>>> Triângulo Amoroso (Alemanha, 119min). Mais recente filme do cultuado diretor alemão Tom Tykwer (de Corra Lola Corra, Trama Internacional, Perfume e Paraíso), narra o curioso caso de um casal na faixa dos 40 anos: sem que o parceiro saiba, cada um deles começa a se relacionar com o mesmo homem. É o primeiro filme que Tykwer realiza na Alemanha após uma breve passagem por Hollywood, onde dirigiu atores como Clive Owen e Dustin Hoffman.
>>> Tudo Ficará Bem (Dinamarca, 90min). Já exibido em Porto Alegre, este thriller do diretor Christoffer Boe (de Allegro e Reconstrução de um Amor) é um suspense sobre um roteirista que, em busca de uma nova história, descobre fotografias reveladoras de práticas de tortura realizadas pelo clandestinamente a mando de autoridades oficiais de seu país. Único dos seis títulos da programação já exibido em circuito em Porto Alegre (também no Instituto NT).
>>> Branco como a Neve (Turquia, 82min). Representante da produção turca contemporânea, que tem chamado a atenção em festivais internacionais, este drama de estreia do diretor Selim Gunes é centrado na figura de um menino de nove anos que precisa trabalhar às margens de uma estrada para ajudar a sua família.

Triângulo Amoroso, de Tom Tykwer

Comentários (3)

  • Eduardo diz: 15 de outubro de 2011

    O filme Triângulo Amoroso apresentado na CCMQ é uma cópia para uso promocional, aparece escrito na tela nos primeiros minutos do filme. O logo da produtora fica o tempo todo no canto da tela. O pior é que o tamanho da imagem é bem menor que a tela – ocupa pouco mais que a metade superior – e a legenda, fora da imagem, na borda inferior da tela. Não entendi em que sentido a Lume Filmes é distribuidora do filme, se o arquivo exibido não serve para fim comercial. O filme deve ser bom, está em uma sala de cinema de rua, com ingresso a dez reais… qual o objetivo, afastar o público?

  • Fábio diz: 11 de novembro de 2011

    Olha, eu sou amante e colecionador de filmes(quase 1000 entre VHS, DVDs e BDs) e quando um amigo me apresentou à Lume que eu não conhecia, fiquei entusiasmado com a qualidade do catálogo, mas minha primeira experiência não foi boa. Comprei o estupendo “A Conversação” (com Gene Hackman) e a qualidade da imagem é sofrível pra dizer o mínimo, “pixelada”, muito parecida com aquelas imagens de filmes baixados da internet. Contatei a Lume e expus minha insatisfação, e fui contatado de volta por um dos donos (cujo nome infelizmente me foge agora) que foi gentil na resposta e justificou que era o único master disponível e que se preferiu lançar com a imagem ruim à não lançar o filme. Discutível sem dúvida, mas o fato é que R$39,90 por um DVD (mídia já superada; embora eu acredite q no Brasil ainda terá vida longa por uma série de razões, não dá pra ignorar que já se compra BD 1080p por R$29,90 e até R$19,90…) com uma imagem muito ruim como aquela é coisa q eu não recomendo. E agora o relato do Eduardo parece apontar para a confirmação de que apesar do catálogo maravilhoso, a Lume está pecando na qualide final do produto… Tomara q eu esteja enganado..

Envie seu Comentário