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Posts na categoria "cinema gaúcho"

Semana para discutir o cinema gaúcho

25 de março de 2014 0

Desde que o 27 de março foi instituído o Dia do Cinema Gaúcho, não passa um ano sem programações especiais para marcar a data. Nos últimos tempos, a efeméride incorporou aquele cheiro de algo novo que está no ar na produção cinematográfica local. Há mais longas sendo finalizados, em quantidade e variedade, e já não faltam mais filmes com uma cara mais contemporânea, a exemplo dos títulos citados três posts abaixo, Castanha e Beira-Mar. Dois outros projetos podem ser descobertos esta semana pelos porto-alegrenses: o documentário Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes, que Bruno Polidoro e Cacá Nazario dedicam a Caio Fernando Abreu (estreia na sexta-feira no Cine Santander e será debatido no sábado na mesma sala) e o ensaístico Terraqueos, de Frederico Ruas (filme composto da colagem de imagens de domínio público pescadas na internet que terá sessão de lançamento na Sala P.F. Gastal nesta quarta).

Além da estreia de Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes e da sessão (única) de lançamento de Terraqueos, há uma mostra para marcar a data montada pela P.F. Gastal e pela APTC (Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do RS). Entre quinta e domingo, serão exibidos 28 curtas ou longas recentes produzidos no Rio Grande do Sul. Nas noites de sexta, sábado e domingo, a sala da Usina do Gasômetro vai sediar três debates sobre a produção local: O RS e o Exterior (sexta, às 20h30min), Fora do Fora do Eixo (sábado, às 20h30min) e Perspectivas (domingo, às 20h30min). Bom momento para discussão, não apenas sobre mecanismos de fomento, mas também sobre aspectos estéticos. Ainda que a perspectiva oferecida pelas novas produções seja de renovação (no início de 2014, havia mais de 20 longas em finalização no RS; dê uma olhada nesta matéria aqui), pode-se dizer que o cinema local precisa, e muito, de arejamento.

Jorge Furtado fala de jornalismo no documentário "O Mercado de Notícias". "Beleza" também vem aí

23 de março de 2014 0

Saiu o trailer de O Mercado de Notícias, documentário de Jorge Furtado. É o primeiro dos dois novos longas-metragens do cineasta gaúcho, a ser lançado ainda em 2014 (o outro é o drama Beleza). Trata-se, basicamente, de um filme sobre jornalismo – hoje e ontem. Mais sobre o projeto nesta matéria aqui (e, aqui, matéria sobre Beleza e entrevista com o diretor). Ao trailer:

Depois de Berlim, Castanha vai a Copenhague, Nova York, Buenos Aires e Hong Kong

20 de março de 2014 0

Bom gancho para reativar este blog cinéfilo: falar de Castanha, o primeiro longa de Davi Pretto e da Tokyo Filmes, recentemente apresentado no Festival de Berlim. E, mais do que isso, talvez o principal cartão de visitas (carta de intenções?) da geração que está trazendo uma energia renovadora, essencialmente contemporânea, ao cinema produzido no Rio Grande do Sul.

“Talvez o principal cartão de visitas” porque, em primeiro lugar, ainda não assisti a Castanha. Segundo: há outros projetos anunciados para breve que chamam muito a atenção, como Beira-Mar, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, da Avante Filmes, selecionado para o Cine En Construcción, a ser realizado em Toulouse, na França. A presença do Marcio e do Filipe neste laboratório pode ser um indício de que seu filme vá seguir os passos de Castanha e construir uma carreira em grandes festivais internacionais. Quem sabe?

Mas Castanha: depois de Berlim, Davi Pretto vai apresentar o filme no Hong Kong International Film Festival, e também na seção Competencia Internacional do Bafici, de Buenos Aires, no Art of the Real, em Nova York, e na principal mostra cinematográfica da Dinamarca, o CPH PIX, de Copenhague. Isso tudo apenas em abril.

No Brasil? Bom, melhor aguardar. A mim parece uma oportunidade de o cinema gaúcho de longa-metragem fazer algo que talvez (de novo o “talvez”, agora porque a memória falha) nunca tenha feito antes: disputar os troféus Redentor no Festival do Rio, hoje uma das mais valorizadas vitrines do cinema nacional.

O certo é que o pessoal da Tokyo pretende lançar Castanha comercialmente já no segundo semestre. A distribuição está garantida. No Brasil, na Alemanha, na Áustria e também na Suíça. Avante!

Veja o teaser/trailer abaixo e clique aqui para ler a reportagem da capa do Segundo Caderno de ZH, publicada durante as filmagens, em junho do ano passado:

O humor do Prata e a resistência cinéfila

23 de outubro de 2012 1

A histórica Cinemateca Uruguaia, de muitas lembranças para gerações mais antigas de cinéfilos gaúchos, ganhou um pequeno grande filme em sua homenagem. Dirigido por Federico Veiroj (corroteirista de 25 Watts e Whisky, ambos de Juan Pablo Rebella e Pablo Stoll) e protagonizado por Jorge Jellinek (crítico de Montevidéu) e Manuel Martínez Carril (ex- diretor da Cinemateca), A Vida Útil estreia nesta terça-feira no CineBancários.

É a primeira produção de fora do Brasil a chegar à Capital trazida pela distribuidora Vitrine Filmes, que tem oxigenado o circuito alternativo com os bons longas da nova geração brasileira. E é, em essência, um teste à emoção dos amantes do cinema – impossível não ficar comovido depois dos 66 minutos de projeção, tamanha afetividade com que a pacata rotina da instituição é recriada pelo jovem (de 35 anos) Veiroj.

Carril, figura carimbada do Festival de Gramado, interpreta a si próprio. Jellinek encarna o personagem principal, um funcionário da Cinemateca que passa os dias entre o trabalho burocrático em sua sede e a apresentação do programa de rádio usado para divulgar a sua programação.

Logo o espectador é levado a notar, por meio do esvaziamento das atividades da instituição e da melancolia do cotidiano retratado, a decadência do lugar. Parece que ainda estamos na década de 1950, impressão reforçada por opções estéticas que remetem a filmes daquele tempo, a exemplo da trilha sonora e da fotografia em preto e branco.

A situação reflete a crise da cinefilia contemporânea, em que as salas do chamado circuito alternativo, ou de arte, lutam para manter suas portas abertas e atrair a atenção do público. Mas A Vida Útil só é bem-sucedido (e muito!) por conta da maneira com que vislumbra esta crise: o grande lance do projeto é o humor contido em seu olhar, humor este que, muito longe do deboche, apresenta- se como uma forma distanciada e, por isso, madura de auto-observação. É mais ou menos o tipo de autoironia visto não apenas em Whisky ( 2004), mas em alguma parte dos títulos argentinos que cativaram tantos espectadores brasileiros nos últimos anos. Um tipo de ironia do qual o cinema nacional raramente faz uso, até porque ele tem mais a ver com a identidade dos países do Prata do que com a do Brasil.

A Vida Útil fica em cartaz em três sessões diárias pelo menos até 8 de novembro. Para os cinéfilos, é imperdível.

Histórica e resistente Cinemateca
Fundada em 1952, em Montevidéu, a Cinemateca Uruguaia foi o oásis dos cinéfilos gaúchos que lá conseguiam ver filmes proibidos ou mutilados pela censura no Brasil nos anos 1970. Seu precioso acervo conta com cerca de 12 mil títulos. A instituição atua na área de preservação, formação (mantém uma escola de cinema) e difusão (opera quatro salas de exibição). Organiza ainda um festival internacional que, em 2013, realizará sua 31ª edição.

Reflexões sobre o 40º Festival de Gramado

20 de agosto de 2012 4

Este artigo abaixo é a versão ampliada e reunida, como fora pensada originalmente, dos dois textos que saíram na página central do Segundo Caderno de ZH desta segunda-feira. Bem ampliada, como você pode ler a seguir. Na sequência, a lista completa dos premiados ganha rápidos comentários, algo que não saiu nem no jornal, nem no seu site.

Produzida em pouco tempo e com um grande corte de recursos, a festiva 40ª edição de Gramado ficará marcada por duas voltas por cima: a do próprio festival, que ainda pena para pagar dívidas de 2011, e a da mostra competitiva de longas nacionais, que pela primeira vez em muitos anos foi melhor do que a dos filmes latino-americanos.

Será lembrada também pela primeira exibição no Brasil de O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho (o grande filme do evento), pela inconsistência de todas as produções vindas de fora do país (à exceção de Artigas, La Redota) e, também, por uma mudança no foco das atenções: com poucas celebridades na cidade, em Gramado 2012 falou-se mais de cinema do que dos desfiles sobre o tapete vermelho.

Com um misto de satisfação e alívio, os organizadores circulavam entre o Palácio dos Festivais e o QG do evento comemorando a perspectiva de continuidade de seu projeto – que foi implantado às pressas, pouco mais de três meses antes de seu início, quando uma intervenção federal bloqueou as suas contas a fim de regularizar as dívidas da 39ª edição. Ainda que dependa do resultado das eleições municipais para seguir tocando o festival (a coordenadora-geral Rosa Helena Volk acumula o cargo de secretária da Cultura de Gramado), a equipe já se permite planejar a 41ª edição.

“Temos contratos fechados para dois anos. Quem estiver à frente do festival no ano que vem terá tempo e tranquilidade para trabalhar e não precisará sair do zero em janeiro”, disse Rosa Helena, horas antes da cerimônia de entrega dos Kikitos.

Algo a ser discutido pelos organizadores em 2013, e que é fundamental para definir o perfil de Gramado, é a presença de artistas de televisão na Serra. A escassez desta edição se deveu principalmente ao aperto financeiro, mas nem por isso diminuiu o festival. O que é preciso saber é se o exemplo será seguido daqui por diante, se os organizadores estarão dispostos a investir dinheiro público (via leis de renúncia fiscal) em passagens, hospedagem e mordomias a celebridades de pouca ou nenhuma relação com o cinema ou, ainda, se investirão em parcerias com patrocinadores específicos para trazê-los, algo já realizado nas últimas temporadas.

A questão, vital em se tratando de Gramado, só poderá ser respondida quando a nova coordenação tomar a frente do evento. O que pode ser repensado desde já são alguns de seus aspectos curatoriais. Funcionou, por exemplo, o perfil de valorização de uma certa produção independente nacional, com realizadores já conhecidos mas que ainda estão no primeiro ou no segundo longa, como Rubens Rewald (de Super Nada), Matheus Souza (Eu Não Faço a Menor Ideia do que Tô Fazendo da Minha Vida) e Caetano Gotardo (O que se Move), além de Kleber Mendonça Filho (do já citado O Som ao Redor).

É preciso lembrar, aqui, que a divisão da mostra competitiva de longas-metragens em dois braços, um brasileiro e outro latino-americano, foi adotada devido à fragilidade dos títulos nacionais – premiar mais filmes estrangeiros ajudou a levar Gramado, por tantos anos um espelho confiável do bom cinema brasileiro, à sua propalada crise de identidade. Já que o festival parece ter reencontrado o caminho em seu braço doméstico, talvez seja a hora de se pensar em uma reunificação, o que diminuiria a quantidade de prêmios distribuídos (são mais de 30), aumentando o valor de cada Kikito oferecido.

No palco do Palácio dos Festivais, o apresentador Leonardo Machado anunciou a cerimônia de sábado como “a grande noite do cinema brasileiro e latino”. A frase só se tornará uma verdade se Gramado trabalhar no fortalecimento, também, de seu braço internacional. Enquanto os novos longas do mexicano Carlos Reygadas e do uruguaio Pablo Stoll emendam festivais internacionais desde sua première em Cannes, enquanto o Fantaspoa exibe em primeira mão o representante argentino na corrida do Oscar (Aballay, de Fernando Spiner), enquanto o novo Carlos Sorín dá sopa por aí, Gramado apresentou apenas cinco filmes latino-americanos, entre eles os precários Diez Veces Venceremos, vindo da Argentina, e Calafate, Zoológicos Humanos, do Chile. Este é um real desafio do festival serrano: tornar homogêneo, em sua proposta estética e no seu nível de qualidade, o recorte de longas-metragens exibidos.

O júri popular também demonstra ter perdido o sentido em sua fórmula atual – ele é constituído de cinéfilos escolhidos pelos críticos dos principais jornais do país, e não simplesmente pela plateia que assiste às sessões no Palácio dos Festivais. Mais uma vez, a decisão do júri popular de Gramado coincidiu com a do júri da crítica – os dois deram seu prêmio principal a O Som ao Redor. A escolha de ambos se mostrou mais ousada do que a do júri oficial – que preferiu Colegas. Levando-se em conta os princípios de cada categoria, trata-se de uma distorção.

É verdade que esta distorção também se deveu ao perfil do júri oficial, que não continha nenhum crítico em sua formação e acabou se deixando levar pela comoção causada por Colegas. O longa de Kleber Mendonça Filho é muito superior em sua construção narrativa e seu retrato impecável da vida da classe média nas grandes cidades pautada pela insegurança, pela grosseira desigualdade social e pela herança coronelista brasileira. Mesmo o drama cômico nonsense Super Nada e o belo e triste musical O que se Move poderiam ter superado Colegas: são dois filmes muitíssimo interessantes que levaram a mostra nacional de longas-metragens para um nível alto e em sintonia com a melhor produção brasileira contemporânea.

O que mais se discutiu nos bastidores de Gramado 2012 foi a anunciada – e não concretizada – premiação em dinheiro aos vencedores. É fato que oferecer uma bolada ajuda a motivar cineastas e produtores a inscreverem seus filmes. Mas há outros aspectos a serem repensados. De pé depois de uma nova queda, um dos mais tradicionais festivais do continente parece pronto repensá-los.

Longas-metragens brasileiros

Conservador, o júri oficial errou ao não reconhecer O Som ao Redor como melhor filme. Também poderia, em vez de ter escolhido Fernanda Vianna, ter dividido o prêmio de melhor atriz entre as três atrizes-cantoras de O que se Move (as outras duas são Cida Moreira e Andrea Marquee). Além de O que se Move, Super Nada também merecia mais. E Jorge Mautner: o Filho do Holocasto, não merecia tanto, sobretudo o prêmio de melhor roteiro. Os premiados:

Melhor filme: Colegas, de Marcelo Galvão
Melhor direção: Kleber Mendonça Filho, por O Som ao Redor
Melhor ator: Marat Descartes, por Super Nada, de Rubens Rewald
Melhor atriz: Fernanda Vianna, por O que se Move, de Caetano Gotardo
Prêmio especial do júri: Ariel Goldenberg, Breno Viola e Rita Pokk, protagonistas de Colegas
Prêmio da crítica: O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho
Prêmio do júri popular: O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho
Melhor roteiro: Jorge Mautner: O Filho do Holocausto, de Heitor D’Alincourt e Pedro Bial
Melhor fotografia: Jorge Mautner: O Filho do Holocausto
Melhor montagem: Jorge Mautner: O Filho do Holocausto
Melhor direção de arte: Colegas
Melhor som: O Som ao Redor
Melhor trilha sonora: Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!, de Ninho Moraes e Francisco César Filho

Longas-metragens latino-americanos

Artigas, La Redota, de Cesar Charlone, só perdeu os dois Kikitos que poderia perder. É um dos grandes registros audiovisuais do mito do gaúcho e foi disparadamente o melhor filme da mostra latina, até porque os demais decepcionaram – muito embora a fotografia de Leontina e o roteiro de Vinci tenham constituído premiações justas de parte do júri. A lista:

Melhor filme: Artigas, La Redota, de Cesar Charlone (Uruguai)
Melhor direção: Cesar Charlone, por Artigas, La Redota
Melhor ator: Jorge Esmoris, por Artigas, La Redota
Melhor atriz: não foi entregue pelo júri
Prêmio da crítica: Artigas, La Redota
Prêmio do júri popular: Artigas, La Redota
Melhor roteiro: Vinci, de Eduardo del Llano Rodríguez (Cuba)
Melhor fotografia: Leontina, de Boris Peters (Chile)
Menções honrosas: direção de arte e trilha sonora de Artigas, La Redota e trilha sonora de Vinci

Curtas-metragens

Foi uma das melhores mostras de curtas de Gramado em muitos anos. O baiano O Menino do Cinco, com seu retrato sensível do conflito de classes nas grandes cidades a partir da disputa de um menino de rua com outro da classe média pela posse de um cãozinho, era, de fato, o grande filme desta mostra. Mas Di Mello, o Imorrível, merecia mais lembranças. Os prêmios técnicos para o gaúcho Casa Afogada foram todos muito bem concedidos, e só fazem pensar que as produções locais poderiam ter sido mais lembradas na seleção, com curtas como Garry, de Richard Tavares e Bruno Carboni. Acompanhe a listagem completa dos vencedores:

Melhor filme: O Menino do Cinco, de Marcelo de Oliveira e Wallace Nogueira (BA)
Melhor direção: Gilson Vargas, de Casa Afogada (RS)
Melhor ator: Thomas Oliveira e Emanuel de Sena, de O Menino do Cinco (BA)
Melhor atriz: Sabrina Greve, de O Duplo (SP)
Prêmio especial do júri: A Mão que Afaga (SP)
Prêmio da crítica: O Menino do Cinco (BA)
Prêmio do júri popular: O Menino do Cinco (BA)
Melhor roteiro: O Menino do Cinco (BA)
Melhor fotografia: Casa Afogada (RS)
Melhor montagem: Di Mello, o Imorrível (SP)
Melhor direção de arte: Casa Afogada (RS)
Melhor som: Casa Afogada (RS)
Melhor trilha sonora: Funeral à Cigana (SP)
Prêmio Aquisição Canal Brasil: O Menino do Cinco (BA)

Da série Novidades do Cinema Gaúcho

01 de fevereiro de 2012 0

Saiu o trailer do longa Os Monarcas – A Lenda, em produção no Rio Grande do Sul:

De volta a Morro do Céu

03 de novembro de 2011 0

É sempre interessante, às vezes bem pertinente, saber como andam e o que fazem os personagens dos grandes documentários depois que seus filmes foram realizados e exibidos. No caso de Morro do Céu (2009), o ótimo longa gaúcho de Gustavo Spolidoro, a gente pode ter uma provinha do que anda fazendo Bruno Storti, seu protagonista, no vídeo abaixo. O Bruno é o menino de boné branco com aba amarela. O vídeo foi postado no YouTube com o título Método Mais Fácil de Tirar Anel, com um revelador “haha” ao final.

Sorti é um jovem morador da localidade de Morro do Céu, que fica no interior do pequeno município de Cotiporã, na serra gaúcha. Um pouquinho mais sobre o filme você pode ler neste post antigo deste blog. O teaser/trailer do filme está aqui.