Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

A poda está arrasadora

24 de agosto de 2012 3

A devastação está pegando nas ruas de Caxias do Sul, em todos os quadrantes. A poda está sendo arrasadora. As ruas estão sendo despidas da cobertura vegetal dos ligustros. Na foto acima, o novo cenário na Os Dezoito do Forte, próximo ao Camelódromo.
O blog já mostrou a poda no mesmo estilo na Alfredo Chaves, perto da prefeitura, na frente da Casa Rosa. Nesta sexta, a coluna foi informada que a poda prosseguiu na mesma rua, na direção do Panazzolo. A poda também já depenou ligustros na Bento Gonçalves, na Olavo Bilac, em Lourdes, e assim vamos.E as ruas vão ficando peladas, peladas… A Secretaria do Meio Ambiente deve ter certeza do que está fazendo.

(Foto: Roni Rigon)

Ex-pinheiro na curva da Visconde

24 de agosto de 2012 0

O ex-pinheiro da foto acima, cujo diâmetro do tronco dá uma boa ideia acerca de sua idade, tombou em combate em um terreno ao lado da pracinha existente na chamada Curva da Visconde, isto é, onde a Visconde de Pelotas faz a curva, perto da Escola Maguary e da agência do INSS.
Agora o tronco será todo picotado para transporte.
Mais uma araucária que se vai nesta cidade de ruas tão peladas.

(Foto: Maicon Damasceno)

Lá vai a cidade, sobre a colônia

24 de agosto de 2012 0

Lá vai a cidade, avançando sobre a colônia.
A foto acima mostra a expansão urbana na região do loteamento Monte Carmelo, que se originou a partir de uma invasão, na zona sul de Caxias. Mas não são apenas as invasões.
O avanço sobre a zona rural que a foto mostra é um loteamento particular. Toda essa expansão gera dificuldades à administração pública para a oferta de serviços e de infraestrutura e também ao planejamento da cidade, além de prejuízos ambientais.
É um dos problemas mais sérios a desafiar os administradores.

(Foto: Rubem Pires Junior, Divulgação)

Dormitório atrás da Câmara

22 de agosto de 2012 4

Enquanto a eleição para prefeito e renovação do Legislativo se avizinha, três meninos seguem seu cotidiano dormindo sob a laje existente na parte posterior do prédio da Câmara – onde fica o estacionamento traseiro, para os vereadores -, no barranco que delimita o Parque dos Macaquinhos (foto abaixo).
O espaço onde os adolescentes se abrigam é uma espécie de esconderijo protegido, uma reentrância do terreno de difícil visualização, com acesso dificultado, mas que pode ocorrer pela Avenida Vindima, a via lateral do parque.
tima Souza, que enviou a foto acima:
- Era por volta de 9h30min (de sexta-feira passada), tinha três meninos. Atrás da coluna tinha um guardando o colchão, em meio ao lixo espalhado. E mais adiante, onde seria a guarita dos guardas, onde é o estacionamento da prefeitura (na frente da Câmara), havia vários rapazes já consumindo bebidas. É lastimável a situação que eu vi.
No esconderijo, que é ocupado há pelo menos mais de um ano, há restos de comida, edredons e papelão espalhados.

(Foto: Homero Marconi Penteado, Divulgação)

A opinião de Ciro Fabres - A BR caxiense

21 de agosto de 2012 6


21 de agosto de 2012

O acidente com morte na BR-116, nesta terça-feira, deu-se no trecho não-duplicado, de cerca de 3 km, entre o Planalto e a Avenida São Leopoldo. Essa demanda é de anos, mas nunca avança um milímetro. No meio-tempo, estabeleceu-se o impasse sobre a quem pertence a BR, e aí é que nada andou mesmo. Nem uma prosaica passarela.
Momentaneamente, as ações sobre a BR são vistas no âmbito da municipalização da rodovia, com o governo federal assumindo o investimento no chamado Contorno Sul, do Campus 8 da UCS até a Rota do Sol. Projeto esse que está em fase embrionária, a depender de contatos políticos que desentravem pelo menos a intenção.
Enquanto isso, na véspera, o ministro dos Transportes, Paulo Passos, e o governador Tarso Genro assinaram ordem para a duplicação da BR-116 entre Guaíba e Pelotas e do contorno de Pelotas, na região sul do Estado.
O que chama atenção é a falta de iniciativas, esse tempo todo, em relação à BR-116, trecho mais crítico do trânsito caxiense, e a timidez dos movimentos em curso. Recentemente, o prefeito José Ivo Sartori (PMDB) foi apresentar o projeto do Contorno Sul a Tarso. Está tudo muito longe quando o assunto é BR. Mas os acidentes fatais, esses são bem presentes.

Comunidade escolar de mãos dadas

21 de agosto de 2012 1

As mãos de familiares, educadores e alunos das turmas de 3º ano juntaram-se em sinal de interação na Escola Municipal Arnaldo Ballvê, no bairro Santa Lúcia. Para promover a presença da comunidade na escola, os pais foram convidados a vivenciar oficinas com os filhos e seus colegas. Assim, deram sentido ao projeto De Mãos Dadas.
– As crianças passam uma vida toda na escola, e, às vezes, os pais nem conhecem os amigos delas. Nessa atividade de inclusão, houve essa chance – explica a coordenadora pedagógica do turno da tarde, Carla Griebeler Turra.
As oficinas e palestras focaram na psicologia; na informática, com as crianças gravando mensagens; e no estímulo à leitura. A culminância foi emocionante (foto acima): pais, mães, avós e responsáveis desenharam as mãos dos alunos e refletiram sobre o que fazer com as imagens. Um painel nasceu estampando um coletivo apelo de paz.
– Nas outras oportunidades, os pais vinham à escola mais para assistir. Desta vez, ajudaram a construir os trabalhos. Essa presença da família no ambiente escolar faz a diferença – destaca a diretora Marta Catarina Sebbem.
A cabeleireira Leila Lavoratti foi apanhada de surpresa. O filho Augusto Arthur Lavoratti, oito anos, fez mistério.
– A ideia foi diferente, bonita, participativa. Deveriam estender para as outras séries – sugere Leila.
– Foi legal e divertido. A mãe pôde conhecer outros pais e meus colegas – relata Augusto.
(Colaborou: Vania Espeiorin)

(Foto: Marta Catarina Sebbem, Divulgação)

Porta aberta para um problemão

20 de agosto de 2012 16

Será preciso amarrar bem melhor o funcionamento da ciclofaixa na Perimetral Norte nos dois domingos por mês em que ela está em operação, aberta aos ciclistas. Nem é bom pensar em uma acidente ou algo pior, mas a porta está aberta para isso.
No domingo pela manhã, em que a ciclofaixa estava em operação, a van da foto não quis saber: o motorista dividiu o espaço com os ciclistas sem constrangimento.
- Em poucos minutos, presenciamos dois abusos de motoristas. Meia hora antes (do caso da van) outro veículo insistiu em permanecer por longo tempo na faixa. Tentou inclusive fazer retorno onde é exclusivo para ciclistas, entrando em discussão com um ciclista indignado – testemunha João Vicente Cardoso Faria, que enviou a foto acima.
Os abusos são exceções, mas é preciso fortalecer a convivência entre veículos e bicicletas.

(Foto: João Vicente Cardoso Faria, Divulgação)

A opinião de Ciro Fabres - Primeiro, o básico

20 de agosto de 2012 0

20 de agosto de 2012

A valorização do professor é o ponto. Semana passada, o blog defendeu aumento da remuneração como medida essencial para a educação pública. Ela está dentro de uma política mais ampla, de valorização do professor.
Por conta dos índices do Ideb, já se gastou papel suficiente para uma Bíblia para apontar caminhos. Fala-se de melhor capacitação, implementação de currículos mais atraentes, meritocracia e cobrança do professor. Todas propostas corretas, em tese. O blog não discorda delas. Mas são desconectadas da realidade. Falta a elas o fundamento, a base sólida sobre a qual serem aplicadas, que é a valorização do professor. Sem essa base, nada feito, por impraticável.
A escola pública está em frangalhos em seu dia-a-dia. Há acúmulo de tarefas e de responsabilidades, deficiências impressionantes de estrutura e pessoal, professores que faltam, contratados que só recebem quatro meses depois, não há servidores para a limpeza, docentes que cumprem dupla ou tripla jornada para suprir a sobrevivência.
É injusto falar em cobrança, em meritocracia, exigir aulas mais criativas sem o básico, o mínimo do mínimo. Claro que o professor herói até irá um pouco além. Mas a cobrança só será justa depois que a sociedade e os governos oferecerem o mínimo.

A opinião de Ciro Fabres - Sirenes ligadas

17 de agosto de 2012 5

17 de agosto de 2012

Instalou-se na cidade um debate que não se imaginava sobre a atitude da Brigada de fazer passar viaturas com sirenes ligadas, de tempos em tempos, próximo à capela onde era velado o assaltante Julianinho, morto em confronto dias atrás. O comandante do 12º BPM veio a público manifestar-se, mas não desmentiu a prática.
Se assim foi, a Brigada tem mais o que fazer. A Brigada está na linha de frente. Certamente tem relações conflituosas o bastante com os delinquentes, e é nesse contexto que os desdobramentos de operações policiais se esparramam sobre a sequência da atividade diária do policiamento. Nunca se deve desprezar o contexto. Mas a Brigada tem de superar essa armadilha. Deve afastar essa espécie de revanchismo de suas preocupações. A vida que siga. Se foi torta em alguns casos, mesmo assim há o direito sagrado dos familiares de velar por ela com um pouco de sossego, que não houve em vida. É preciso haver pausa e espaço para esse entendimento existencial sobre as coisas e acontecimentos.
É preciso desarmar essa bomba do conflito, que só faz crescer. Já basta a ação criminosa de alguns, a gerar insegurança e confrontos. Os órgãos de segurança não precisam adicionar componentes provocativos.

Outro caso de 'poda exemplar'

17 de agosto de 2012 4

Mais um caso exemplar de poda em Caxias do Sul. As três árvores ficam na UCS, em frente ao Cetel (Centro de Teledifusão), no canteiro central da Avenida Francisco Getúlio Vargas.
Mais um pouco e a poda seria feita no talo.
A observação e o registro do flagrante são do estudante de Jornalismo André Fiedler.