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Fachada de prédio da Júlio será restaurada

08 de fevereiro de 2013 4

O prédio onde até recentemente funcionava a Loja Pioneira, na esquina da Avenida Júlio com Rua Marechal Floriano, será restaurado, com a preservação da fachada histórica. Na esquina, funcionou a primeira revenda da Ford em Caxias do Sul e, depois, a Garagem Modelo (foto do meio, acima), como identificam os dois letreiros nas fachadas de ambas as vias.
A edificação, datada dos anos 1930, tem a sua estrutura comprometida, mas o Comphac (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural) solicitou a preservação da fachada. O projeto de recuperação é dos arquitetos Carla Todescato e Leonardo Bernardi.
A demolição, como mostra a foto atual (no alto), dá bem a ideia da extensão que terá a fachada restaurada. Do lado da Júlio, ela vai até onde hoje existe o painel da Loja Pioneira – os painéis laterais, aliás, escondem os dois letreiros históricos onde há a inscrição “Garage Modelo”. O restante da edificação, até o prédio seguinte da Júlio, precisará ser demolido.
Com o comprometimento da estrutura, foi necessário um novo projeto. O prédio abrigará, além do pavimento histórico no térreo, mais dois andares, com vidro e estrutura metálica em aço, como mostra o croqui.
No lado da Avenida Júlio, haverá duas lojas pequenas e uma maior. Na Marechal Floriano, acesso às salas comerciais que funcionarão nos dois andares e à garagem, que ficará no subsolo.
Inicialmente, o proprietário do prédio, Euclides Smiderle, encaminhou à prefeitura o pedido de demolição, conta Carla. A solicitação foi para o Comphac, que constatou ter o prédio mais de 50 anos, embora ele não fosse tombado. Então o conselho chamou o proprietário e seu engenheiro para uma conversa.
– Foi feito um trabalho de conscientização. Quando ele viu o projeto, não teve dúvidas – informa Carla.
A arquiteta destaca que Smiderle tem por hobby colecionar carros antigos. Essa sua vinculação com os carros e o aproveitamento histórico da edificação, ligada a uma revenda e a uma garagem, a ser valorizado pela restauração, facilitaram a aceitação da proposta de preservação da fachada.
Quando o prédio é tombado, o dono recebe em troca índices construtivos. Não é a situação do prédio de Smiderle. Neste caso, o que o proprietário ganha é na valorização da edificação.
– Futuramente, ele terá um prédio de maior valor agregado – diz Carla.

(Foto superior: Juan Barbosa)
(Foto do meio: Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, Divulgação)
(Croqui: Reprodução)

Velho Mazurka

03 de janeiro de 2013 0

Morreu o Mazurka.
De tempos em tempos, somos tomados desses sobressaltos. Alguém, lá dos escaninhos da memória, um nome que nos era habitual em outras épocas, mas que foi ficando lá no depósito, empoeirado, depois esquecido, de repente é resgatado pela notícia da morte, a remexer em quinquilharias e fantasmas adormecidos.
Pois morreu o Mazurka, reducionismo tipicamente brasileiro para Mazurkiewicz, o nome inteiro de um goleiro excepcional, uruguaio, do qual se tinha notícias naquela época. Era goleiro do Penharol, depois veio para o Atlético de Minas. Era goleiro da Seleção Uruguaia. No Penharol, jogava no mesmo time de Figueroa, o zagueiro chileno do Inter que se tornou lenda por aqui. Sinal de que Figueroa, daqui a pouco, é bom ficar ligado… Era contemporâneo de Pelé, o Mazurka. O Rei, aliás, já virou os 70. E por falar em rei, Roberto Carlos também já transpôs este marco cronológico. Daqui a pouco nós, que éramos só um pouco mais jovens, também estamos nessa de avançar no tempo, bem além do quebra-mar…
Mazurka, Mazurka, que sinal de que estamos ficando velhos…
Mazurka, aliás, está envolvido como um dos protagonistas de um lance genial, o drible de corpo de Pelé no México na semifinal da Copa de 70. Pelé, que, logo depois, não fez o gol. Imagem eternizada, ainda que fosse uma época de poucas imagens. Que eu lembre, só houve dois ângulos dessa jogada magistral: um geral, de cima, outro lateral, que mais ou menos assume o ângulo de Pelé ao chutar para fora, já sem goleiro. Lance que acompanhei passo a passo na tevê, coração na boca, em preto e branco, e cujo replay só foi possível conferir bons minutos depois.
Somos contemporâneos de uma época de duas imagens, apenas. Hoje são quem sabe umas 20 câmeras, ou mais, em um jogo de futebol, atentas ao campo, à torcida, a todos os detalhes. Em breve, haverá outras até agora impensadas, e mais outras e outras, e compartilhamentos instantâneos de todas as formas.
O tempo avança, implacável. É o duro recado.

Surpreenda, prefeito

03 de janeiro de 2013 1

As primeiras declarações logo depois de eleito foram entusiasmantes. O prefeito Alceu diagnosticou: Caxias do Sul trabalha demais, tem carro demais, vive em função do carro, e precisa tornar-se mais humana. Acertou na mosca. É isso mesmo.
Só que a declaração carrega uma série de árduos compromissos. Não é tão simples, há consequências incisivas. Primeiro, a simples cogitação de suprimir ipês na Avenida Rio Branco para reduzir calçadas e alargar a rua torna-se a partir de agora inimaginável. Segundo, o novo prefeito deve chamar para si e fazer concluir no menor tempo possível a passarela da BR-116, no bairro São Ciro, alternativa na qual o prefeito Sartori, que sai, não acredita na eficácia. E, por causa disso, a obra se arrasta em uma morosidade sem precedentes. É a passarela uma medida preventiva, pontual é verdade, mas que será preciosa para alunos, idosos e trabalhadores. Terceiro, o novo prefeito deve ordenar a sua equipe que cuide muito bem das calçadas defeituosas e faça surgir as inexistentes, em especial perto de escolas. Quarto, passa a ser válido cogitar mais espaço para pedestres no centro da cidade. Será uma grata surpresa se o novo prefeito reiterar o compromisso com essas questões práticas de seu pronunciamento.
Faria melhor ainda o prefeito Alceu se estendesse sua defesa de uma cidade mais humana a outros aspectos importantes. Poda de árvores, por exemplo. Que em seu governo não mais se repita a mutilação vista nas ruas recentemente. E, muito importante, para não cair no esquecimento: que o novo prefeito cobre transparência imediata, com as imagens das câmeras da Praça Dante, sobre a morte de uma centena de pombos. Esclarecer esse assunto é respeitar a comunidade. Deixar pra lá é enviar recado a quem fez – se assim foi – de que pode fazer de novo.
São assuntos que muitos consideram de menor importância diante da necessidade de pronto-atendimentos, menos espera no Postão, mais creches, melhor educação. Mas eles são essenciais para que se avance na direção de uma cidade mais humana, como se prontificou Alceu.
Surpreenda, prefeito. A cidade ganhará, e muito. E certamente começará a ter outra cara, necessidade que o senhor tão bem diagnosticou. Vá em frente, e boa sorte!

O jeito Sartori de ser

29 de dezembro de 2012 1

O prefeito José Ivo Sartori é um gringo espontâneo. Essa característica até é aproveitada pelos entendidos em marketing político, sem que o prefeito faça questão de se valer desse subproduto de seu estilo pessoal. É o seu jeito. Sartori também é completamente avesso aos holofotes além da conta. Enquanto houver contato direto com a comunidade, tudo bem. Além disso, ele se refugia. E fica quieto no seu canto. Muitas vezes, quieto até mesmo quando precisava falar. A comunidade quis e precisava ouvi-lo em muitos momentos. Greve dos médicos, por exemplo. Mas ele ficou quieto. Também é de seu estilo transferir tarefas e responsabilidades para sua equipe. É uma forma de valorizá-la.
O PMDB, por exemplo. Esperou por uma orientação de Sartori para saber o que fazer na eleição. Sartori deixou rolar e diz até hoje que esperou o PMDB se definir. O esquema tradicional da política
não compreende nem encaixa o jeito Sartori de ser. Mas o que Sartori diz, que não interferiu nas decisões do PMDB, é a pura verdade. Ele pode até deixar de dizer. Se falou, no entanto, é bom conselho acreditar.
Sartori foi fiel ao seu jeitão ao longo dos oito anos inteirinhos de governo. Foi um tocador de obras, indiscutivelmente. Fez muito. Sequer a oposição negará essa evidência. Mas sua principal obra, ele não se cansa de repetir, são as pessoas, o social. Ele se entusiasma e fala com orgulho sempre que pode que o social abocanha mais da metade do orçamento do município.
“Do ponto de vista múltiplo”, como ele diz, considera a intervenção feita no acesso ao Fátima Baixo “a melhor do nosso governo”. Claro que valoriza os esforços da técnica e da engenharia, mas está pensando nas famílias que foram retiradas do valão e levadas para o Victório Trez. Lá,tiveram a chance de recomeçar a vida.
Mas a “menina dos olhos” de Sartori, aquela que considera a “obra” que mais o gratificou, é a regularização dos terrenos e o certificado de propriedade para os moradores do Jardelino Ramos, do São Vicente e do Euzébio Beltrão de Queiroz. Seus olhos brilham.
- Ah, isso não tem preço, quando a gente vê nos olhos das pessoas… Quando a pessoa recebia, percebia que era dona do seu lugar, que ela podia fazer financiamento na Caixa para melhorar a casa dela, que ela podia ir atrás do Banco do Povo. É outra vida… – emociona-se.
Um pecado de Sartori, que se junta ao seu refúgio por vezes excessivo, foi não valorizar muito alguns temas cruciais do cotidiano. Os considera quase inevitáveis, como se estivéssemos condenados a conviver com eles. Logo se dá conta do que diz e quer desfazer a má impressão. BR-116? São mortes do trânsito, como em qualquer lugar. O Tega vermelho? Não há muito a fazer, a população terá de se conscientizar. Vandalismo na Lagoa do Rizzo? Falta gente para cuidar, consertar. Corte de árvores? Assim é para a cidade crescer. Pichação, inclusive na sua casa? O que fazer, é assim que ele traduz a dificuldade de reter um guarda na frente de cada prédio.
Assim foi Sartori. Um administrador de muitas obras, um prefeito que priorizou o social e, acima de tudo, um gringo espontâneo, fiel ao seu jeito de ser. Jeitão que ajudou tantas vezes e que, em outras, também atrapalhou.

'Não há dia em que não encontre ex-alunos'

26 de dezembro de 2012 2

A Matemática levou Maria do Carmo de Mello Dall’Onder, 67 anos, a pensar em fazer vestibular, mas foram as artes e o conselho de uma estudante de teatro que a seduziram. Hoje, é professora de Arte do Instituto Estadual de Educação Cristóvão de Mendoza. Ela começou lecionando no Colégio do Carmo e, em 1989, ingressou na rede pública. Iniciou na Escola Província de Mendoza, onde foi diretora. Sua grande realização ocorre no contato com os estudantes (foto acima).
– São eles os protagonistas. Sempre estimulei o potencial deles, para que possam aproveitar a arte maravilhosa, linda, dos deuses, nesta vida impregnada de valores. Não há dia em que eu não encontre com ex-estudantes – emociona-se.
Em 33 anos de docência. Maria do Carmo soma experiência, defesa da educação e das artes e amizades de colegas e de alunos.
– Não admito que uma pessoa não tenha seu direito garantido. Atualmente, desenvolvemos o projeto Resgatando e Potencializando Valores. Os alunos entrevistaram 215 pessoas sobre diversos temas e fiz a transposição didática envolvendo as informações colhidas e diferentes conteúdos.
A iniciativa cativou os estudantes. Até um blog foi idealizado. É o www.resgatandoepotencializandovalores.blogspot.com.br. Amanda de Faria Fontana, 13 anos, que acaba de passar da 7ª para a 8ª série, está entusiasmada.
– A professora ajuda a gente a conhecer valores e a se relacionar melhor com as pessoas. Fizemos as entrevistas para saber o que estão pensando sobre bullying, bulimia, cuidados dos animais. Percebi que o respeito é o valor que sustenta todos os demais – opina a aluna. (Texto: Cania Espeiorin)

(Foto: Roni Rigon)

Se fosse em Portugal...

21 de dezembro de 2012 0

Se fosse em Portugal, seria motivo de eterna gozação por parte dos brasileiros.
Levamos aproximadamente duas décadas enredados com a capciosa utilização do argumento de que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo para obter evidências que comprovassem a embriaguez ao volante.
Os motoristas irresponsáveis deitaram e rolaram esse tempo todo. Quem quisesse, não soprava o bafômetro.
Em dezembro de 2012, no entanto, fez-se a luz.
Valem outros tipos de provas, como gravações ou depoimentos de testemunhas. Se o motorista, mesmo assim, quiser alegar que não bebeu, e que as provas são forjadas, distorcidas ou mera retaliação de uma testemunha que não vai com a sua cara, ora, é bem simples: ele que sopre o bafômetro e prove que não bebeu.
E levamos cerca de 2 décadas para produzir essa pequena inversão do ônus da prova…
Como foi que não se pensou nisso antes?

Debate inteditado

20 de dezembro de 2012 3

O espaço do debate parece interditado em Caxias. Como se fosse um privilegiado espaço público, mas inacessível à população. E uma cidade precisa de debate, de muito debate sobre seus assuntos, suas questões. Debate é bom, com educação e nível, o que também precisa ser alvo de aprendizado. Até por isso debate é bom: exercita a educação e o nível e permite identificar quem não os tem.
Em Caxias, o espaço de debate está majoritariamente interditado, e corremos o risco de perder a prática de debater. Aliás, já perdemos um pouco. O ingresso do PCdoB no governo foi mais uma pá de cal. O PCdoB agora é governo. Portanto, tem comprometimento, a não ser pela postura independente de um de seus futuros vereadores. Mas o partido, esse não irá debater, pois está compromissado em fazer passar o que for do interesse do governo. É uma perda a mais. O debate se restringe, se empobrece, e quem mais perde é a cidade.
O drama maior é a consequência para o debate sobre os assuntos da cidade. Já era difícil na Câmara atual, com 17 vereadores. Mas ainda havia certo equilíbrio de forças e um debate mínimo. Isso quando não descambava para a baixaria e a grosseria praticadas por determinados vereadores, tendo por alvo o colega Daniel Guerra, pelo simples fato de que este se atrevia a discordar. Com 23, a partir de fevereiro de 2013, tende a ficar pior, pois a correlação de forças se desequilibrou, e rolos-compressores são péssimos. Aqui, no Estado, no país.
Mas não é só nos espaços tradicionais da política que o debate está interditado. Experimente tentar debater aqui entre nós sobre direitos humanos, política carcerária, recuperação do apenado, Estatuto do Desarmamento, PT e antiPT, Gre-Nal e antiGre-Nal… Vislumbre só! A contundência, para empregar uma palavra conciliadora e moderada, é tamanha que manda a prudência evitar tais temas, uma vez que não haverá avanço, e o risco do tom belicoso é garantido. O debate está de tal forma interditado que direitos humanos, por aqui, virou palavrão.
Está faltando outra postura diante da diferença. Mais respeitosa, cordial e serena. Ela é vital, e talvez seja nossa maior urgência. Pois a cidade precisa de debate, como do ar para respirar.

Recém-formada

20 de dezembro de 2012 0

Uma motorista recém-habilitada, certamente preocupada com seus primeiros quilômetros no trânsito feroz de uma cidade como Caxias do Sul, não teve dúvidas e tratou logo de avisar sobre sua condição.
Ela aplicou na traseira do carro uma inscrição adesivada que diz: “Atenção – Recém habilitada – Tenha calma”.
O flagrante do jornalista André Fiedler foi obtido nesta quarta-feira pela manhã na Rua Moreira César.
É provável que não surta muito efeito, diante da pressa dos motoristas. Mas avisado está.

(Foto: André Fiedler)

A cidade e os pombos

19 de dezembro de 2012 11

Era só o que faltava para Caxias do Sul: ser reconhecida como a cidade onde há extermínio de pombos. Já tem fama de maltratar as árvores. Pegaria supermal. Tomara, no entanto, essa hipótese não se confirme. Tomara. É preciso apurar o que exatamente houve na triste manhã desta quarta-feira, em que 52 pombos amanheceram mortos na Praça Dante Alighieri. Mas a hipótese do extermínio é possível, diante do rumo dos debates já haviados em torno do assunto e do fato de que, até hoje, nunca se soube de tamanha mortandade entre nós.
Pombos fazem parte de imagens turísticas nas praças das principais cidades do mundo desde sempre. Por aqui, aliás, eles até chegaram antes, mas já se pensou em retirá-los da Praça Dante. Está certo que produzem situação a ser administrada pela saúde pública, mas a vida não é razão o tempo todo. Assim fosse, e tudo seria muito chato. Assim como transmitem doenças e encharcam ambientes com suas necessidades, pombos imprimem encantamento ao cotidiano. A todo momento, na Dante mesmo, ou qualquer cidade do mundo, é possível flagrar crianças a perambular perto do chafariz de olhos fixos e atentos a eles, sorriso armado, mãos espalmadas na direção das aves. É só querer ver. O encantamento precisa frequentar a razão em harmonia com a racionalidade das medidas protetivas à saúde pública. Entre elas, limpar bancos cotidianamente e disseminar informações sobre como proceder com as aves.
Ainda bem que há câmeras para esclarecer o que houve e dissipar dúvidas. Desta vez, elas não irão falhar, como falharam antes clamorasamente no caso do pinheirinho incendiado e do menino de 14 anos espancado até a morte na esquina da Bento com a Borges. De resto, exterminar pombos é medida sem sentido para o objetivo final. Outros voltarão, não há como conter a vida. Esses 52 que agora morreram têm a chance de passar à história como mártires, a serem lembrados para que as gerações futuras de pombos sejam bem tratadas pelos caxienses. Mas não só isso. Que sejam um marco de que a cidade precisa estabelecer outra relação também com as árvores, com os animais, com o ser humano, com todo e qualquer sinal de vida.

(Foto: Roni Rigon)

Plano de conservação da Mata Atlântica

19 de dezembro de 2012 2

O fotógrafo Roni Rigon tem acompanhado o avanço da mancha urbana sobre área verde na região do loteamento Villa-Lobos, Santa Corona e Galópolis, na zona sul da cidade
O avanço urbano já abocanhou boa parte da mata de área rural, cenário visível da BR-116. E promete mais.
Tudo isso enquanto o município apresenta seu Plano de Conservação da Mata Atlântica.
O avanço de loteamentos sobre áreas verdes faz parte do plano?

(Foto: Roni Rigon)