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Casa Rosa machucada

16 de agosto de 2012 23

Avançam as obras de construção de duas torres de 19 pavimentos no entorno da Casa Rosa, que foi propriedade da Família Eberle.
Foi necessário o corte drástico do terreno bem rente à edificação, o que produziu a demolição de parte da escadaria. A casa, já vizinha de outro edifício ao fundo, está sem espaço para respirar. O engenheiro responsável pela obra, Paulo Corrêa, tranquiliza:
* O corte rente à fachada está conforme a licença obtida e não causa risco à edificação.
* A escada terá duas laterais, e serão mantidos o estilo e tamanho.
* Será preservado o estilo em alvenaria, telhado, fachada e calefação. A intenção é restaurar a Casa Rosa conservando os traços e modernizando as instalações, como a elétrica.
* Com a conclusão do empreendimento, prevista para 2015, a casa funcionará como espaço de lazer aos moradores, destinado a recepções e eventos.
Por ora, no entanto, a casa está machucada. E vai ficar aprisionada. E o cenário tão característico se foi.

(Foto: Roni Rigon)

A poda caxiense

15 de agosto de 2012 7

O resultado das podas em Caxias é sempre como a dos ligustros da foto acima, na Rua Alfredo Chaves: as árvores ficam desgalhadas, as ruas, peladas.
A poda é recurso usual, a cada ano. Mas chama atenção o fato de que as árvores em Porto Alegre, por exemplo, independentemente da época do ano, têm a generosa cobertura vegetal das ruas preservada. A técnica, ou a política, de conservação das árvores é diferente, aqui e lá.
Aliás, nesta época, a poda está pegando para valer nas ruas de Caxias.

(Foto: Roni Rigon)

Campo dos Bugres, térreo - CEP 95012-500

15 de agosto de 2012 2

Em uma época em que tanto se fala em viadutos, em que se avizinha a eleição, com candidatos prometendo viadutos em pontos críticos da malha viária da cidade para desafogar o fluxo de veículos – sempre eles –, é bom deslocar um pouco o foco.
Um morador de rua tem adotado há pelo menos 10 dias o Viaduto Campo dos Bugres, no principal acesso a Caxias, como endereço fixo. Ele já acumulou alguns apetrechos, como o indispensável colchão. Poderia ser assim o endereço: Avenida Ruben Bento Alves, Perimetral Norte, Viaduto Campo dos Bugres, térreo – CEP 95012-500. O flagrante é do jornalista Elizeu Evangelista.
Caxias do Sul não chega a ter moradores de viaduto. Esporadicamente, outros viadutos da cidade servem de proteção para uma noite maldormida. Esse morador do Campo dos Bugres é o primeiro de forma mais fixa.
Mas Caxias tem moradores de rua, sim. Está longe da gravidade que assola Porto Alegre, por exemplo, mas é bom que os candidatos definam e divulguem suas políticas para essa situação que atinge centralmente a cidadania e a dignidade.

(Foto: Elizeu Evangelista)

Quando tem ciclofaixa?

14 de agosto de 2012 0

Há boa margem para confusão quanto ao funcionamento da ciclofaixa. O blog recebeu foto de carro circulando pela espaço e de ciclista fora dele neste domingo (foto inferior, acima).
Era assim mesmo. O domingo que passou não tinha previsão de funcionamento da ciclofaixa, que só ocorre nos primeiros e terceiros domingos de cada mês.
Mas, como se vê pelo envio da foto, há desinformação sobre os dias liberados às bicicletas. Há relatos de que, neste mesmo domingo, ciclistas tentaram usar a ciclofaixa sem saber que ela não estava aberta para utilização.
Seria muito prudente informar bem, com placas mais claras, para não deixar dúvidas, para evitar utilização em dia não-previsto, em especial em domingo não-previsto, o que pode ser fator de risco de acidente. Há quatro placas como a da foto superior, instaladas na Perimetral Norte, mas elas não são claras o suficiente sobre os domingos sem uso.
Não custa quase nada detalhar os dias exatos, previne e é sinal de zelo e cuidado.
Uma dúvida permanece: por que a ciclofaixa não está aberta às bicicletas todos os domingos?

Fotos: Maicon Damasceno (superior) e Rafaela Castilhos/Divulgação (inferior)

Simplesmente terrível

14 de agosto de 2012 0

As fotos acima não deixam dúvidas e são reveladoras do comportamento de uma parcela significativa das pessoas que passam pela Rota do Sol em direção ao Litoral e no retorno: o pessoal come seus salgadinhos e bebe seu energético ou seu refrigerante e joga os restos pela janela.
Simplesmente terrível. Zelo com o meio ambiente, nenhum.
Pela observação do fotógrafo Roni Rigon, até Tainhas, as margens da Rota estão pontilhadas de lixo jogado fora.

(Fotos: Roni Rigon)

Mãe e mão amiga da Ruben Bento Alves

14 de agosto de 2012 0

A dona de casa Elisandra de Almeida Pereira, 38 anos, é uma mãe-mão-amiga para a Escola Municipal Ruben Bento Alves, no Vila Ipê. Sua aproximação com o colégio começou por causa da filha, Milene Pereira Lima, sete anos, que resistia em ir para a aula no 1º ano. Elisandra decidiu, então, acompanhá-la à porta da escola até que se adaptasse.
Hoje, Milene pouco enxerga a mãe pelos corredores de tão acostumada que está. Mas, agora, é a mãe que faz questão de levá-la todo dia e, de lambuja, se coloca à disposição da direção e dos professores no que precisar.
– Procuro cuidar das crianças na entrada, pela manhã. Auxilio no refeitório, nos passeios e no mais que a escola necessitar. Estou acompanhando não só os meus filhos, mas o desenvolvimento das crianças. Os pais devem, sim, ajudar o colégio, pois é uma grande contribuição que a gente faz. Sinto-me feliz por colaborar. Quando não venho, parece que falta algo – revela Elisandra (ao centro na foto).
Além de Milene, a dona de casa, que também reside no Vila Ipê, tem outro filho no Ruben: é Denis Pereira Lima, 15, da 8ª série.
A presença de Elisandra já virou familiar. A vice-diretora da manhã, Bibiana Calixto Argenta, considera importante que os alunos vejam que tem alguém da comunidade auxiliando a zelar por eles.
– A Elisandra é nossa parceira. Costumamos dizer a ela para falar quando não se sentir à vontade em fazer algo, afinal, não podemos abusar de nossa parceira, mas ela sempre está disponível – percebe Bibiana, agradecida.
(Colaborou Vania Espeiorin)

(Foto: Simone Alves da Silva, Divulgação)

Lixo em curva crítica é reincidente no São Ciro

09 de agosto de 2012 0

Assim não é possível, o serviço público precisa ter o mínimo de eficiência e responsabilidade, o que não está ocorrendo no trato com a coleta de lixo na Avenida Senador Alberto Pasqualini, no bairro São Ciro. Em 13 de julho, há menos de um mês, a moradora Maria de Fátima Conte alertava para o perigo que era a reunião de volumes que antecipa a coleta seletiva em uma curva sem calçada da avenida, ao lado de um poste e de uma escola. A situação obrigava alunos e pedestres a se deslocar sobre a via movimentada (foto inferior).
A Codeca foi alertada, e a informação era de que os volumes não estavam sendo mais reunidos no ponto crítico.
Pois agora a situação voltou a se repetir, de forma imprudente e perigosa. Maria de Fatima envia nova foto (a superior), desta quarta-feira, para comprovar o problema. Os volumes de lixo reunidos para a coleta seletiva voltaram a ser deixados exatamente no mesmo lugar.
Pobres pedestres do São Ciro e da Avenida Alberto Pasqualini!
Além de terem de caminhar sobre o asfalto por causa do lixo, a van ao fundo estaciona sobre a calçada.
Quem vai colocar ordem na casa?

(Fotos: Maria de Fatima Conte, Divulgação)

Agora é o Dal Bó todo sujo

08 de agosto de 2012 5

Há empresas de Caxias do Sul que não se cansam de poluir os mananciais da cidade. Entendem que os riachos são extensão da propriedade de cada um e jogam neles os restos que produzem.
Depois do Tega que ficou vermelho, agora dejetos industriais foram lançados diretamente no Arroio Dal Bó, no bairro São José. Na terça-feira à tarde, a água ficou como mostra a foto acima, enviada por Juliana de Souza Dartora: turva, com espuma e um cheiro desagradável.
O trecho poluído fica ao fundo da Rua Beethoven, ao lado de uma pracinha, no percurso que passa pelas ruas Evaristo de Antoni, Hugo Luciano Ronca e Luiz Fachin. Logo à frente, na altura da Casa de Pedra, o Dal Bó encontra o Tega.
Desse jeito, vai ser difícil devolver os arroios de Caxias limpos à população, Parte dos moradores não deixa.
Quem perceber um arroio poluído deve denunciar à Secretaria do Meio Ambiente pelo telefone (54) 9929.4992.

(Foto: Juliana Souza Dartora, Divulgação)

Se a moda pega...

07 de agosto de 2012 2

O leitor Cleber Schniedger de Azeredo obteve o flagrante acima às 2 da tarde de hoje, na Os Dezoito do Forte, entre Marquês do Herval e Dr. Montaury. Está certo que, à direita da rua, tem corredor de ônibus, mas não pode: há regras para estacionar. Que se procure o primeiro espaço disponível, é a orientação que deve valer para todos.
Se a moda pega…

(Foto: Cleber Schniedger de Azeredo, Divulgação)

Viatura está dentro da lei

07 de agosto de 2012 0

Um leitor viu a cena dos fiscais de trânsito, os amarelinhos, estacionado em vaga com sinalização de proibido estacionar, na Avenida Júlio de Castilhos, entre as ruas Vereador Mário Pezzi e Andrade Neves, e enviou a foto
– Os fiscais estacionaram e foram multar quem está estacionado no meio dos canteiros da avenida. Aí um dos condutores disse: “Antes, você tire a viatura do local proibido.” Mas o fiscal respondeu: “Eu posso, pois eu sou autoridade”.
O mesmo leitor, que tem a identidade preservada, relata que a fiscalização ficou parada por cerca de 30 minutos e multou “uns quantos”.
Mas a viatura pode estacionar onde estacionou. A fiscalização goza de livre parada quando em serviço e operação, desde que sinalizado com a luz apropriada, o que era o caso, conforme não deixa dúvida a foto.
Livre parada, portanto. É o que prevê a lei.
Fica como sugestão, no entanto: é bom manter relações harmônicas e respeitosas com a população, sem afrontas ou conflitos gratuitos, para fortalecer a credibilidade de órgãos como a fiscalização de trânsito, não é mesmo?