Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Portas giratórias no San Pelegrino

08 de maio de 2012 2

O San Pelegrino Shopping Mall está instalando portas giratórias. O objetivo é trazer mais conforto e segurança aos visitantes e clientes.
Localizadas na entrada principal, na Avenida Rio Branco, e com três metros de diâmetro, elas vão garantir a manutenção do conforto térmico no hall de entrada.
Com o grande fluxo de visitantes, a porta automática de antes não permitia manter o ambiente aquecido e trazia desconforto para quem frequentava o café do primeiro piso.

(Foto: Roni Rigon)

Boa convivência, respeito e cuidado na Luiz Antunes

08 de maio de 2012 4

Quem visita a Escola Municipal de Ensino Fundamental Luiz Antunes, no bairro Jardim América, sai impressionado com a limpeza e conservação da estrutura física da escola. Esse é apenas um dos resultados do projeto Convivência na Diversidade – Crescer na Diferença Respeitando Individualidades.
A escola fica entre os bairros 1º de Maio e São Vicente. Durante três anos, as atividades estiveram focadas dentro do mesmo projeto. Até o ano passado, as turmas desenvolveram adesivos, etiquetas, marcadores de página, sempre com foco na convivência, no respeito. E havia intercâmbio entre as turmas e nas turmas, com exposição dos trabalhos dos alunos e suas mensagens e a sensibilização das crianças para a proposta.
Os sinais do projeto ainda estão bem presentes. Cartazes prosseguem espalhados pelas paredes semeando orientações para a boa convivência: “Elogie um colega em vez de criticá-lo (foto)”, “A escola é seu patrimônio. Ajude a preservá-la”, “Respeite seus colegas para ser respeitado”, “Cultive boas amizades” são alguns. Mais do que os cartazes, o resultado prático permanece: o respeito, o bom entendimento, a escola bem cuidada.
– Nos sentimos muito felizes porque eles (alunos) têm uma boa identificação com a escola, também no sentido de não depredar – testemunha Maria Elizabeth de Lima Franzosi, que é diretora da escola desde o início deste ano.

(Foto: Ricardo Wolffenbüttel)

Mais uma casa que se vai

07 de maio de 2012 1

Mais uma casa se vai. A próxima a ceder espaço para a expansão imobiliária é esta simpática residência, na esquina das ruas Do Guia Lopes e Bento Gonçalves, no centro de Caxias do Sul. A área já está toda cercada por tapumes.
A cidade cresce, mas fica menos encantada.

Para deixar a cidade mais bonita

07 de maio de 2012 3

Uma bela iniciativa para deixar a cidade mais bonita no bairro Santa Catarina. Uma casa de lanches que funciona na Rua Jacob Luchesi aproveitou o paredão lateral e o ofereceu ao artista Fábio Panone Lopes, que fez o grafite da foto, em simbiose com a funcionária, com o suco na mão.
Enquanto tantos picham sem graça, outros preferem grafitar e tornam a cidade mais agradável. O registro é da fotógrafa Daniela Xu.

(Foto: Daniela Xu)

Dez meses depois

04 de maio de 2012 2

A placa que anuncia a construção da passarela no bairro São Ciro, sobre a BR-116, é cruel. Tratada como “investimento do governo federal”, a placa anuncia a ordem de início em 29 de junho de 2011, data em que foram confirmados recursos no valor de R$ 299 mil, obtidos por meio de emenda parlamentar da deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB). Dez meses depois, a obra, que tem contrapartida do município, ainda está no papel.

(Foto: Roni Rigon)

Avança a restauração da Estação

03 de maio de 2012 1

Iniciaram-se as obras de restauração do antigo prédio da Oficina de Locomotivas da Estação Férrea.
É uma grande notícia.
Aos poucos, bem aos pouquinhos, porque tudo que diz respeito à Rede Ferroviária anda lentamente, a restauração vai avançando. Sinal de que é preservada a memória do trem, o que era obrigatório da parte da cidade, por tudo o que o trem fez a ela.
Segundo o secretário da Cultura, Antonio Feldmann, o trabalho começou com a remoção do que restou do telhado, a limpeza e a retirada de estruturas comprometidas.
A área da Estação Férrea foi cedida ao município por 20 anos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
A restauração completa a primeira etapa da revitalização do espaço. O orçamento é de R$ 670 mil, e o prazo de execução, de seis meses.

(Foto: Antonio Carlos Lorenzett, Divulgação)

Comunidade faz mais um protesto na BR

02 de maio de 2012 0

A passarela do São Ciro, sobre a BR-116, já tem uma demora de três anos e meio. Até a passarela ficar pronta, deve chegar a quatro. Tamanha demora deixa a comunidade escaldada. É muito tempo.
Para que sejamos exatos quanto a responsabilidades: governo federal e governo estadual se meteram em um imbroglio jurídicos sobre a quem cabiam as ações na BR. O famoso jogo de empurra. E, só nessa brincadeira, perderam-se perto de dois anos. Enquanto isso, pedestres morriam atropelados. E a prefeitura, a quem cabe zelar pelo trânsito nos limites do município, pois eram caxienses que estavam morrendo, não demonstrava vontade em desatar o nó, em tomar iniciativa para agilizar a prosaica passarela.
A mesma prefeitura, por meio do secretário Edson Néspolo, garante que, enfim, as obras físicas da estrutura começam esta semana. É ver para crer.
Mas as comunidades ao redor da BR, especialmente as escolares, atingidas em cheio com mortes de alunos e colegas por atropelamento, já cansaram de esperar. E, na manhã desta quarta-feira, os estudantes da Érico Veríssimo, da Melvin Jones e da Assis Mariani foram à BR e trancaram a pista (foto). É compreensível.
Será um aprendizado para os estudantes a compreensão de que um protesto não será o melhor protesto quando tranca a rodovia inteira, como foi nesta quarta. Mas os milhares de moradores que precisa atravessar a BR já foram maltratados demais.

(Foto: Roni Rigon)

Ambientes

02 de maio de 2012 0

Construímos nossos ambientes, direcionamos a fisionomia deles pela finalidade de cada um. Há para todos os gostos, estilos, propósitos, levezas, intensidades. Há ambientes propícios ao suave entretenimento, ao lazer mais reservado, ao trabalho, à descontração, ao encontro, à serenidade, até mesmo às safadezas em geral. Há outros que concentram grande carga emocional.
Igrejas, por exemplo. Igrejas enfeixam alto poder concentrador de devoção, compenetração, espiritualidade. Esse ambiente circula intenso no ar. Não pela edificação em si, mas pelas pessoas, que igrejas são as pessoas. Dos templos tradicionais, derivaram acomodações em garagens, pavilhões, até mesmo porões, em especial quando se trata de igrejas dissidentes, que o ser humano é mestre em dissidências, até mesmo na religião. Basta um fiel de alguma iniciativa ou pouca persistência não gostar da marca imprimida aos rumos de uma igreja e pronto, ele vai criar a sua. Mesmo assim, também nessas a devoção está presente, e o ambiente se enche de energia espiritual. Há os céticos por completo a essas coisas da transcendência, mas basta alguma sensibilidade para perceber esse envolvimento no ar, que, de resto, parte das expressões das pessoas.
Havia um culto religioso em um ambiente assim, no porão de uma modesta edificação no Belo Horizonte. Culto religioso é ambiente de altíssima compenetração. Repleto de preocupações, temores, humanidades, inseguranças, que assim são as pessoas, mas também repleto das seguranças da fé. Uma igreja dissidente se instalou ali, no Belo Horizonte, e as expressões estavam em curso, quando explodiu outro comportamento tipicamente humano, a vingança materializada, a raiva, a violência, as mortes, os assassinatos de um casal, dezenas de tiros, armas descarregadas em meio ao culto naquele espaço restrito, no domingo agora.
Estabeleceu-se ali esse encontro surpreendente de humanidades dilacerantes e contraditórias. Não vi, não testemunhei, mas bem posso imaginar a densidade e a tensão do ambiente no porão, no templo improvisado na periferia da cidade. Turbilhão dramático de humanidades, foi o que se viu no Belo Horizonte. Choro, desespero e drama a interromper as fortes intenções da devoção. Assim é o ser humano, para o bem, mas também para o mal, com suas dolorosas consequências.

Pintou sujeira na Praça Dante

02 de maio de 2012 17

A falta de educação dos frequentadores da Praça Dante Alighieri deixou seu rastro no início do feriado de ontem. Pela manhã, ao redor de um dos bancos, na face da Rua Sinimbu, havia sacolas de mercado abandonadas e seis garrafas de cerveja vazia deixadas na calçada e sobre a grama.
É um péssimo exemplo.
O flagrante é do fotógrafo Roni Rigon.
Não foi por falta de lixeiras ou de contêineres para o lixo seletivo que os restos de uma bebedeira foram abandonados na Praça Dante, deixando a sujeira à solta no ambiente urbano.
Quem fez era adulto o suficiente para tomar cerveja e não consegue caminhar até a lixeira mais próxima para contribuir com uma cidade limpa.
Não falta quem critique a sujeira das pombas na Praça Dante e defenda seu afastamento da área. Mas as pessoas ajudam a degradar a praça.
O que falta é educação. Será preciso um choque de bons costumes. No entanto, o que prevalece é a cultura do “não dá nada” e a falta de contribuição com a cidade.
O vereador Alaor de Oliveira (PMDB) assinou projeto, transformado em lei, que institui a Semana Municipal de Conscientização aos Bons Costumes. É hora de dar consequência e prática para uma semana como essa.

(Foto: Roni Rigon)

Sem barulho, Trevão está quase pronto

01 de maio de 2012 6

Aos poucos, sem muito barulho, o famoso Trevão está reformulado, na saída para Flores da Cunha. É uma novela perto do fim. A prefeitura chamou para si a tarefa, que era do Daer e, por extensão, da concessionária, e reformulou o complicadíssimo entroncamento. Obteve até autorização da Câmara para fazer obra que era de competência do Estado.
O Trevão ainda não está pronto. Falta muito trabalho de finalização. Mas já tem as vias delineadas e a rotatória está implantada. Ela é importante.
– Terminou a história de a rodovia passar direto. Resolveu (a rotatória, que aparece na foto acima) razoavelmente a questão do perigo provocado pela travessia de caminhões que tinham de fazer a conversão – avalia Carlos Roberto Noll, que é diretor-geral da Secretaria de Trânsito, Transporte e Mobilidade.

(Foto: Roni Rigon)