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Praça do Universitário desbastada

18 de maio de 2012 3

A praça do bairro Universitário, que faz interface com a Rua Botafogo e ladeia o Hospital do Círculo, foi bem desbastada. Dia 14 de maio, sete árvores foram cortadas. Seis delas eram exóticas (quatro ligustros, um eucalipto e um pinus), a outra era nativa, uma capororoca. Sete árvores em uma praça é um corte expressivo.
O pedido partiu de moradores. A praça, que historicamente é um espaço abandonado, atrai gente desocupada, o que preocupa a vizinhança. Então surgiu o pedido para o corte, atendido pela Secretaria do Meio Ambiente. Quatro das árvores ficavam ao lado da parada de ônibus.
Sobrou para as árvores, que nada têm a ver com a insegurança urbana.
Segundo a Semma, houve outras razões para o corte:
* Uma vistoria constatou que o estado fitossanitário (saúde) de algumas das árvores não era dos melhores, com risco de queda.
* Havia um pedido de corte da Secretaria de Trânsito, Transporte e Mobilidade para revitalização do trânsito, com reparos no meio-fio e no abrigo do transporte coletivo.
* As árvores estariam quase chegando nos fios de alta tensão.
A Semma fará a reposição de 55 árvores nativas (de estatura bem menor) em locais apropriados da praça ou dentro do bairro.
(Foto: Roni Rigon)

Novo cenário ao lado do Macaquinhos

18 de maio de 2012 2

Um novo cenário surgiu esta semana na Rua Dr. Montaury, ao lado do Parque dos Macaquinhos, que alteram a fisionomia do espaço:
* O estacionamento paralelo no trecho entre a Antônio Prado e a Tronca.
* Uma terceira via para escoamento do tráfego.
* O asfalto com sinalização horizonta.
A consequência é que a pressa e o burburinho se aproximam do parque.

Publicidade na calçada na Júlio

18 de maio de 2012 1

Na onda da discussão que tomou conta da cidade, sobre publicidade nas fachadas de prédios, um estabelecimento comercial na Avenida Júlio, entre Dr. Montaury e Visconde de Pelotas, divulga promoções por meio de adesivos, um deles de bom tamanho, aplicados nas pedras da calçada. São lajotas, e não pedras portuguesas, como pode parecer.
Adesivos, até certo ponto, facilitam a remoção. Mas a situação é vedada pelo novo regramento da publicidade, recém-aprovado na Câmara. A brecha é o prazo de 18 meses para adequação à nova lei.

(Foto: Roni Rigon)

Sofá na rota turística

18 de maio de 2012 0

Poderia ir muito melhor o turismo na região, não fosse o desleixo. Senão, vejamos:
* Na estrada para Linha 80, em Flores da Cunha, um caminho entre tantos roteiros turísticos, tem sofá abandonado na beira da estrada (ao lado).
* A placa de sinalização que indica a localidade está toda entortada, o que denota completa falta de cuidado com uma região onde essa precaução deveria ser básica.
* Há mais lixo esparramado nos valos laterais à estrada.
E pensar que o interior dos municípios da região é lindo! É um desperdício.

(Foto: Roni Rigon)

Quando estarão limpos os arroios?

16 de maio de 2012 4

Padre Roque Grazziotin exercitou sua porção fotógrafo no final de semana. Quando se dirigia até a fazenda da Pastoral de Apoio ao Toxicômano Nova Aurora, a Patna, em Santa Corona, testemunhou grande formação de espuma no Arroio Pinhal.
– Em alguns pontos, tinha mais de metro (a espessura da espuma), e isso desde a Avenida São Leopoldo – lamentou ele.
Da reportagem desta terça-feira, no Pioneiro, surge uma informação decepcionante. A prefeitura está investindo, com recursos financiados pelo BNDES, no tratamento de esgoto, com impacto que se esperava garantido na limpeza dos arroios. Foram construídas redes coletoras de esgoto, que, se supõe, coleta o esgoto para ser levado até as estações de tratamento.
Mas eis a revelação do diretor-presidente do Samae, Marcus Vinicius Caberlon: além do tratamento, será necessária a fiscalização para evitar que esgoto industrial seja lançado diretamente no Tega, por exemplo. Como é hoje, quando a fiscalização, logicamente, não funciona. Então o Tega seguirá espumando, ou com a coloração avermelhada, ou turva, ou completamente preta.

(Foto: Padre Roque Grazziotin, Divulgação)

... e desfez-se o tapete mágico

15 de maio de 2012 2

Os servidores da Codeca cuidavam, na manhã desta terça-feira, de recolher o tapete de folhas de plátano no Parque dos Macaquinhos.
Não se trata de crítica ao trabalho da Codeca. Mas apenas o registro da exuberância do tapete que se forma com as folhas amareladas que caem e produz um cenário que caracteriza Caxias do Sul. O esmero deles no cumprimento da tarefa, no entanto, priva os passantes e frequentadores do parque dos encantos da estação.
Haverá quem entenda que folhas de plátano caídas sobre o chão e a calçada são só sujeira. Mas caminhar entre elas a rodopiar no chão, nesta época, é magia pura.

(Foto: Roni Rigon)

Tio Breno é fera

15 de maio de 2012 4

No coração de Breno Inácio da Silva, 56 anos, além da família, outra turma ganha espaço: são meninos e meninas do SER Pôr do Sol. Funcionário da Escola Municipal Mansueto Serafini, Tio Breno, como é chamado, dedica horas de sua folga para treinar voluntariamente o time de futsal batizado com o nome do bairro onde mora.
Tudo começou em 2003. Atualmente, são atendidos 80 adolescentes e crianças entre oito e 16 anos. Além dos estudantes do colégio, a comunidade pode participar dos times femininos e masculinos que treinam de segunda a sexta-feira, às 17h30min, e nos sábados pela manhã.
– Minha mulher (a merendeira Maria Teresa da Silva), às vezes, até fica braba comigo. Mas, no final, ela me apoia.
Para a diretora da Mansueto, Vera Bolsoni, ao estimular os alunos à prática do futsal, Tio Breno colabora com toda a comunidade. E o trabalho dele tem influenciado para melhor.
– Uma vez, as torneiras do ginásio viviam abertas e os vidros eram quebrados. Hoje, os estudantes me ajudam a cuidar do prédio, a mantê-lo limpo. Sempre mostro como é importante cuidar do lugar da gente e ter disciplina – descreve.
– Ele (Tio Breno) é fera. Costuma exigir bastante esforço da gente – destaca Angela Michele Vieira Ferreira, 16 anos, da 8ª série e volante no SER Pôr do Sol. (Texto: Vânia Espeiorin)

(Foto: Porthus Junior)

Contraste da cidadania

11 de maio de 2012 1

Quarta-feira, no último dia para regularização do Título de Eleitor, no cartório da Rua Garibaldi, formou-se extensa fila que dobrava a Pinheiro Machado.
Era o interesse pela cidadania, para exercer o direito ao voto em outubro. Que, apesar da obrigatoriedade, não é tão pequeno como sugerem tantos discursos.
Simultaneamente, uma outra manifestação muito pouco cidadã, de desinteresse pela cidadania, flagrada pelo fotógrafo Ricardo Wolffenbüttel: a fileira de garrafas pet e outros resíduos deixados nas muretas dos prédios, sem preocupação em buscar a cesta de lixo mais próxima.

(Foto: Ricardo Wolffenbüttel)

Vai uma limpeza nos bancos?

10 de maio de 2012 0

A prefeitura tem de administrar bem essa questão da sujeira das pombas. Se retirá-las da Praça Dante é uma atitude antipática, ainda que atenta à saúde pública, deixar os bancos do jeito que estão não é possível. A sujeirama é grande. Sentar neles, por conta dos dejetos de aves – não só das pombas, é bom que se diga – é impraticável, especialmente na face da Dante ao lado da Marquês do Herval.
O flagrante acima é de Roni Rigon.
Na face oposta, do lado da Dr. Montaury, o cenário de sujeira não se repete. Isso é uma comprovação de que estão longe de ser as pombas as únicas responsáveis pela sujeira. Por que elas fariam só em um canto da praça? Do lado da Marquês do Herval, onde fica o banco da foto, é só observar: há uma população de outras aves que busca abrigo nas árvores próximas.
De qualquer forma, limpar os bancos e o chão da praça todo dia, evitando que se formem crostas nocivas à saúde tornou-se uma obrigação.
É o mínimo a fazer.

(Foto: Roni Rigon)

O avanço da cidade sobre a área rural

10 de maio de 2012 11

O fotógrafo Roni Rigon registra o flagrante da expansão urbana de Caxias sobre as áreas rurais e o verde. A terraplenagem para a construção de prédios do Minha Casa, Minha Vida se aproxima de parreirais e retira espaço da mata nativa na 5ª Légua, entre a BR-116 e a Estrada do Imigrante. Observe a casa, até há pouco imersa em um pacato cenário rural. Agora tem vizinhança.