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'O PMDB não pretende ser vice'

25 de novembro de 2011 1

A presidente do PMDB caxiense e líder do governo na Câmara, vereadora Geni Peteffi, pela primeira vez deu uma declaração indicando que o PMDB poderá ter candidato a prefeito. Foi nesta quinta-feira, à Rádio Caxias.
- Hoje, o PMDB não pretende ser vice de ninguém – destacou ela.
A declaração é bem contextualizada. Neste momento. Resta ver se Geni está jogando para acalmar a torcida ou revela uma nova intenção, uma reviravolta no comportamento recente da sigla.
A tendência é pela primeira alternativa. É muito difícil ao PMDB, a essa altura, oferecer um nome com densidade eleitora.
Há quem tente se credenciar, mas falta esse retrospecto que garanta condições de competitividade.

Coleta privada do lixo

24 de novembro de 2011 0

Não é rara a cena de caminhões de coleta de lixo que passam pelas ruas, mas não são da Codeca. São coletores mecanizados do lixo seletivo. Eles levam vantagem em relação aos catadores que não dispõe de estrutura para bancar um veículo, a não ser as tradicionais carroças puxadas por pessoas pelas ruas.
O morador Otávio Valente Ruivo flagrou um desses caminhões privados fazendo a coleta na Rua Do Guia Lopes em uma noite desta semana.
– Passou com um motorista, dois homens na caçamba arrumando o lixo e outros dois descendo para pegar o lixo, bem rápido. O caminhão anda com as luzes apagadas, aos gritos de “bora, bora!” – relata Ruivo, que enviou a foto acima.
Quer dizer: coleta privada do lixo e já bem estruturada.
O diretor-presidente da Codeca, Adiló Didomenico, diz que a situação é normal.
- É comum, eles se antecipam em nossa rota dos bairros. Descobre e passam um pouco na frente. Não tem como impedir as pessoas de recolher o material. Às vezes, invertemos a rota, mas não tem como fazer muita alteração, porque pode haver prejuízo no depósito do lixo nos contêineres, pois as pessoas estão habituadas com o horário de coleta. Mas esses coletores com caminhões se dedicam à coleta do papelão, enquanto os carrinheiros (que empurram carrinhos) preferem garrafas pet e latas de alumínio – avalia Adiló.

A frase da quinta-feira

24 de novembro de 2011 1

NADA PROGRESSISTA
“Dilma Rousseff, pare de mentir. Se gosta de homossexual, assume. Se o teu negócio é amor com homossexual, assuma”
JAIR BOLSONARO
, deputado federal do PP-RJ, dito progressista, portanto, ao abordar mais uma vez o tema do combate à homofobia, em discurso nesta quinta-feira, no plenário da Câmara

Rua some na polvadeira

24 de novembro de 2011 0

A rua que quase some na polvadeira na foto acima é a José Arlindo Fadanelli, no bairro Esplanada. Quem envia a foto para mostrar a situação causada pela falta de pavimentação é a moradora Isabel Cristina Hollas, que é professora.
- Gostaria de expressar minha total indignação com o descaso com a rua onde moro. Está intransitável. Quando o tempo está seco, a poeira praticamente impede a visão dos motoristas. Quando está chovendo, vira um lamaças, onde carros ficam atolados.
Segundo Isabel, já há recurso aprovado pelo Orçamento Comunitário para pavimentação e a comunidade se mobiliza pela melhoria. Mesmo assim, a pavimentação não chega.
A José Arlindo Fadanelli é uma importante via de ligação entre a estrada da antiga Pedreira Guerra e o bairro Kayser, com grande fluxo de automóveis, ônibus e caminhões.

(Foto: Isabel Cristina Hollas, Divulgação)

Assis na CIC

23 de novembro de 2011 3

O deputado federal Assis Melo (PCdoB) esteve na CIC nesta quarta-feira à noite. Foi até a entidade que representa os oponentes de tantos enfrentamentos seus como líder sindical, como o do ano passado, nos portões do Grupo Randon, para ouvir as demandas da classe empresarial caxiense.
Os tempos são outros e civilizados e a convivência foi cordial. As relações de classe, por vezes, são tensas e podem descambar para conflitos, mas a cordialidade, como a deste encontro na CIC, pode e deve contribuir para a superação de impasses.
O presidente da entidade, Milton Corlatti (à direita na foto), reforçou a necessidade de uma reforma trabalhista. Já o presidente do Simecs, Getúlio Fonseca, manifestou preocupação com a NR-12, norma que estabelece regras rígidas que obrigam o empregador a adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos. Os impactos da crise internacional foram abordados. Os empresários sugerem a flexibilização das relações entre patrões e empregados como medida anticrise.
– Quanto às leis trabalhistas, sou muito sincero. Não está aí o nosso problema, mas estamos abertos ao diálogo – disse Assis.

(Foto: Roberto Carlos Dias, Divulgação)

A frase da quarta-feira

23 de novembro de 2011 2

BRIGA FEIA
“É prematura a antecipação do debate eleitoral. As administrações que se sucederam deram grandes contribuições. (…) Vai acontecer uma guerra de bugios. E isso não interessa à população de Caxias do Sul”
EDIO ELÓI FRIZZO
(PSB), vereador, sobre a antecipação do debate eleitoral, na tribuna da Câmara

A cidade que funciona (versão atualizada)

22 de novembro de 2011 7

Lamento, mas caminho em outra direção. Então fico vendo coisas até pouco tempo incogitáveis, que apontam para uma vida mais triste, mais feia, mais cinza, menos encantada. E tentam me convencer de que assim é melhor, porque a cidade tem de funcionar. Como se uma cidade funcionar significasse tão somente chegar mais rápido do ponto A ao ponto B, desprezando-se o encanto de viver em um ambiente urbano mais agradável, bonito e acolhedor para seus moradores.
Mario Quintana, entre tantas, cunhou uma frase-poema maravilhosa: “O caminho mais agradável entre dois pontos é a curva.” E certamente endossaria o poeta que esse caminho fosse colorido, ladeado por plátanos, ipês e jacarandás. Pois meses atrás tentaram me convencer do contrário justo porque a cidade tem de funcionar, e os carros precisam chegar mais rápidos ao shopping, ao custo de calçadas mais estreitas e da subtração da cor dos ipês na Avenida Rio Branco. Não vingou, mas nova investida não está descartada.
Agora há pouco queriam derrubar um jacarandá que ainda floresce na Bento porque estaria velho demais. Árvores continuam sendo derrubadas por motivos os mais diversificados e fúteis, desde maior visibilidade para o letreiro da loja até a calha que entope e a sujeira na rua. Os motoristas deixam seus carros sobre as calçadas e querem me convencer de que mal não há, porque é “só um pouquinho, e francamente, não seja tão chato assim”. As ruas sucumbem a uma fiação desoladora e a placas de publicidade, que maltratam o visual sem dó nem piedade. Agora colocaram quatro pistas de veículos em movimento na Sinimbu. Nas horas calmas, parece que foi uma descoberta e tanto, nas horas de pico é que se vê o estrago. A cidade ruge, ficou mais feroz.
Pois tentam me submeter a uma série de convencimentos. E casualmente todos eles apontam para uma cidade mais feia, menos colorida, menos alegre, menos sujeita à contemplação e ao convívio das pessoas. Ah, mas será uma cidade que funciona, e como funciona: afinal, os carros chegarão mais rápido do ponto A ao ponto B.
Quintana se remexe no túmulo. Lamento, mas é para o outro lado que vou. Outro jeito de cidade é possível.

Risco e tranqueira na Sinimbu

22 de novembro de 2011 1

O restauração do asfalto na Rua Sinimbu, a partir da Andrade Neves, agora já avançando em direção à Treze de Maio, vem produzindo problemas graves.
Como o asfalto foi raspado, formaram-se degraus (foto acima) que surpreendem motociclistas desavisados, que não sabem da realização dos serviços. Os acidentes têm se repetido e, como envolvem motos, há sério risco de lesão ou consequência mais grave. Deve-se ressaltar, no entanto, que o risco de acidente ficará grandemente minimizado, mesmo com a existência dos degraus, se a velocidade praticada estiver dentro de níveis adequados.
Outro problema grave dos trabalhos de restauração é a tranqueira geral em Lourdes.
Diante das constatações, fica evidente que a condução da obra não tem ocorrido na forma e no horário mais adequado.

A frase da terça-feira

22 de novembro de 2011 0

MESMA TRINCHEIRA
(Alceu) Barbosa (Velho) não é o candidato certo (da base de governo) para o PMDB. O candidato dos sonhos do (José Ivo) Sartori é o (Edson) Néspolo”
AFFONSO DE ABREU, integrante do diretório municipal do PDT, em entrevista ao Canal 14

Começou o tiroteio

22 de novembro de 2011 3

O debate eleitoral antecipou-se no município a partir do discurso do deputado federal Gilberto Pepe Vargas (PT) em encontro do partido no final de semana que o confirmou como pré-candidato à prefeitura em 2012. Pepe abordou a situação do município e ganhou resposta do secretário de Cultura Antonio Feldmann (PMDB) na edição de terça-feira do Pioneiro, na coluna Mirante. Feldmann classificou Pepe de “desatualizado”. Foi o que bastou para o debate eleitoral incendiar a primeira sessão da Câmara pós-encontro do PT. Confira a seguir o debate que, desde já, tornou-se áspero entre governo e oposição.
“Vamos ter um pouco de respeito com o que está acontecendo.” Ari Dallegrave (PMDB)
“As pessoas que levam as informações a ele (Pepe Vargas) estão levando as informações distorcidas. O deputado Pepe está muito mal assessorado.” Geni Peteffi (PMDB, líder do governo na Câmara)
“Isso é o início do debate, mas não dá para ficar quieto, não dá para ficar calado.” Geni Peteffi “Encaminhe (vereadora Geni) a ele (Pepe Vargas) o relatório das obras para que saiba o que está sendo feito e não fale tanta bobagem.” Ari Dallegrave
“Quem é desatualizado é o secretário Antonio Feldmann.” Rodrigo Beltrão (PT, líder da bancada)
“Eu vou chamar de molecagem o que o secretário Feldmann fez.” Rodrigo Beltrão
“Hoje, o que a gente vê são muitas ações recreativas da Secretaria de Segurança.” Denise Pessôa (PT) “Acusaram o golpe.” Ana Corso (PT)