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Para deixar a cidade mais bonita

07 de maio de 2012 3

Uma bela iniciativa para deixar a cidade mais bonita no bairro Santa Catarina. Uma casa de lanches que funciona na Rua Jacob Luchesi aproveitou o paredão lateral e o ofereceu ao artista Fábio Panone Lopes, que fez o grafite da foto, em simbiose com a funcionária, com o suco na mão.
Enquanto tantos picham sem graça, outros preferem grafitar e tornam a cidade mais agradável. O registro é da fotógrafa Daniela Xu.

(Foto: Daniela Xu)

Dez meses depois

04 de maio de 2012 2

A placa que anuncia a construção da passarela no bairro São Ciro, sobre a BR-116, é cruel. Tratada como “investimento do governo federal”, a placa anuncia a ordem de início em 29 de junho de 2011, data em que foram confirmados recursos no valor de R$ 299 mil, obtidos por meio de emenda parlamentar da deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB). Dez meses depois, a obra, que tem contrapartida do município, ainda está no papel.

(Foto: Roni Rigon)

Avança a restauração da Estação

03 de maio de 2012 1

Iniciaram-se as obras de restauração do antigo prédio da Oficina de Locomotivas da Estação Férrea.
É uma grande notícia.
Aos poucos, bem aos pouquinhos, porque tudo que diz respeito à Rede Ferroviária anda lentamente, a restauração vai avançando. Sinal de que é preservada a memória do trem, o que era obrigatório da parte da cidade, por tudo o que o trem fez a ela.
Segundo o secretário da Cultura, Antonio Feldmann, o trabalho começou com a remoção do que restou do telhado, a limpeza e a retirada de estruturas comprometidas.
A área da Estação Férrea foi cedida ao município por 20 anos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
A restauração completa a primeira etapa da revitalização do espaço. O orçamento é de R$ 670 mil, e o prazo de execução, de seis meses.

(Foto: Antonio Carlos Lorenzett, Divulgação)

Comunidade faz mais um protesto na BR

02 de maio de 2012 0

A passarela do São Ciro, sobre a BR-116, já tem uma demora de três anos e meio. Até a passarela ficar pronta, deve chegar a quatro. Tamanha demora deixa a comunidade escaldada. É muito tempo.
Para que sejamos exatos quanto a responsabilidades: governo federal e governo estadual se meteram em um imbroglio jurídicos sobre a quem cabiam as ações na BR. O famoso jogo de empurra. E, só nessa brincadeira, perderam-se perto de dois anos. Enquanto isso, pedestres morriam atropelados. E a prefeitura, a quem cabe zelar pelo trânsito nos limites do município, pois eram caxienses que estavam morrendo, não demonstrava vontade em desatar o nó, em tomar iniciativa para agilizar a prosaica passarela.
A mesma prefeitura, por meio do secretário Edson Néspolo, garante que, enfim, as obras físicas da estrutura começam esta semana. É ver para crer.
Mas as comunidades ao redor da BR, especialmente as escolares, atingidas em cheio com mortes de alunos e colegas por atropelamento, já cansaram de esperar. E, na manhã desta quarta-feira, os estudantes da Érico Veríssimo, da Melvin Jones e da Assis Mariani foram à BR e trancaram a pista (foto). É compreensível.
Será um aprendizado para os estudantes a compreensão de que um protesto não será o melhor protesto quando tranca a rodovia inteira, como foi nesta quarta. Mas os milhares de moradores que precisa atravessar a BR já foram maltratados demais.

(Foto: Roni Rigon)

Ambientes

02 de maio de 2012 0

Construímos nossos ambientes, direcionamos a fisionomia deles pela finalidade de cada um. Há para todos os gostos, estilos, propósitos, levezas, intensidades. Há ambientes propícios ao suave entretenimento, ao lazer mais reservado, ao trabalho, à descontração, ao encontro, à serenidade, até mesmo às safadezas em geral. Há outros que concentram grande carga emocional.
Igrejas, por exemplo. Igrejas enfeixam alto poder concentrador de devoção, compenetração, espiritualidade. Esse ambiente circula intenso no ar. Não pela edificação em si, mas pelas pessoas, que igrejas são as pessoas. Dos templos tradicionais, derivaram acomodações em garagens, pavilhões, até mesmo porões, em especial quando se trata de igrejas dissidentes, que o ser humano é mestre em dissidências, até mesmo na religião. Basta um fiel de alguma iniciativa ou pouca persistência não gostar da marca imprimida aos rumos de uma igreja e pronto, ele vai criar a sua. Mesmo assim, também nessas a devoção está presente, e o ambiente se enche de energia espiritual. Há os céticos por completo a essas coisas da transcendência, mas basta alguma sensibilidade para perceber esse envolvimento no ar, que, de resto, parte das expressões das pessoas.
Havia um culto religioso em um ambiente assim, no porão de uma modesta edificação no Belo Horizonte. Culto religioso é ambiente de altíssima compenetração. Repleto de preocupações, temores, humanidades, inseguranças, que assim são as pessoas, mas também repleto das seguranças da fé. Uma igreja dissidente se instalou ali, no Belo Horizonte, e as expressões estavam em curso, quando explodiu outro comportamento tipicamente humano, a vingança materializada, a raiva, a violência, as mortes, os assassinatos de um casal, dezenas de tiros, armas descarregadas em meio ao culto naquele espaço restrito, no domingo agora.
Estabeleceu-se ali esse encontro surpreendente de humanidades dilacerantes e contraditórias. Não vi, não testemunhei, mas bem posso imaginar a densidade e a tensão do ambiente no porão, no templo improvisado na periferia da cidade. Turbilhão dramático de humanidades, foi o que se viu no Belo Horizonte. Choro, desespero e drama a interromper as fortes intenções da devoção. Assim é o ser humano, para o bem, mas também para o mal, com suas dolorosas consequências.

Pintou sujeira na Praça Dante

02 de maio de 2012 17

A falta de educação dos frequentadores da Praça Dante Alighieri deixou seu rastro no início do feriado de ontem. Pela manhã, ao redor de um dos bancos, na face da Rua Sinimbu, havia sacolas de mercado abandonadas e seis garrafas de cerveja vazia deixadas na calçada e sobre a grama.
É um péssimo exemplo.
O flagrante é do fotógrafo Roni Rigon.
Não foi por falta de lixeiras ou de contêineres para o lixo seletivo que os restos de uma bebedeira foram abandonados na Praça Dante, deixando a sujeira à solta no ambiente urbano.
Quem fez era adulto o suficiente para tomar cerveja e não consegue caminhar até a lixeira mais próxima para contribuir com uma cidade limpa.
Não falta quem critique a sujeira das pombas na Praça Dante e defenda seu afastamento da área. Mas as pessoas ajudam a degradar a praça.
O que falta é educação. Será preciso um choque de bons costumes. No entanto, o que prevalece é a cultura do “não dá nada” e a falta de contribuição com a cidade.
O vereador Alaor de Oliveira (PMDB) assinou projeto, transformado em lei, que institui a Semana Municipal de Conscientização aos Bons Costumes. É hora de dar consequência e prática para uma semana como essa.

(Foto: Roni Rigon)

Sem barulho, Trevão está quase pronto

01 de maio de 2012 6

Aos poucos, sem muito barulho, o famoso Trevão está reformulado, na saída para Flores da Cunha. É uma novela perto do fim. A prefeitura chamou para si a tarefa, que era do Daer e, por extensão, da concessionária, e reformulou o complicadíssimo entroncamento. Obteve até autorização da Câmara para fazer obra que era de competência do Estado.
O Trevão ainda não está pronto. Falta muito trabalho de finalização. Mas já tem as vias delineadas e a rotatória está implantada. Ela é importante.
– Terminou a história de a rodovia passar direto. Resolveu (a rotatória, que aparece na foto acima) razoavelmente a questão do perigo provocado pela travessia de caminhões que tinham de fazer a conversão – avalia Carlos Roberto Noll, que é diretor-geral da Secretaria de Trânsito, Transporte e Mobilidade.

(Foto: Roni Rigon)

UCS terá novo acesso

28 de abril de 2012 2

O título deste post também poderia ser “Era uma vez o Teatro de Lona”. Não ficou nenhum vestígio para contar a história.
Em consequência, vai surgir nos próximos dias uma nova opção de acesso à UCS. A universidade retirou os suportes metálicos e o que restava do Teatro de Lona e abriu-se espaço para a prefeitura fazer a ligação da Rua Jardelino Ramos com a Augusto dos Anjos (a via que aparece bem à direita na foto), no bairro Presidente Vargas. Não ficou rastro do antigo teatro.
Vai ter portaria, para acesso controlado dos veículos. A Jardelino trará da BR-116 até o campus e a Augusto dos Anjos permitirá a saída até a BR.

(Foto: Porthus Junior)

Enfim, atenção a cruzamento crítico

27 de abril de 2012 1

O próximo cruzamento da cidade que receberá sinaleiras e intervenção para disciplinar o trânsito será o da Avenida Alexandre Rizzo com Rua Cristiano Ramos de Oliveira, no bairro Desvio Rizzo. A escolha não poderia ser mais adequada. O entroncamento é crítico (foto acima). A informação é do diretor de sinalização viária da secretaria, Rogério Garcia.
No cruzamento do Rizzo, serão implantadas sinaleiras para veículos. Já está confirmado que o sistema terá três tempos. Poderá haver um quarto, para pedestres.
Outra ação da secretaria nesse cruzamento será disciplinar o trânsito pela demarcação clara das pistas de tráfego, uma vez que os problemas de geometria constatados são considerados sérios. A Alexandre e a Cristiano têm tráfego em duas mãos e, ali, todas as conversões são possíveis. Aos finais de tarde e demais horários de pico, a confusão é total.
A intervenção no Desvio Rizzo já está autorizada. O projeto é que ainda é reavaliado. O material necessário para sinalização e colocação de semáforos já está na secretaria. Segundo Garcia, a ação é para maio.

(Foto: Juan Barbosa)

Quatro anos para uma passarela

27 de abril de 2012 0

Na manhã de quinta-feira, a comunidade da Escola Estadual Érico Veríssimo, no bairro São Ciro, confeccionou cartazes para a mobilização marcada para a próxima quarta-feira, dia 2 de maio, na rodovia, no São Ciro.
Eles querem a implantação da prometida passarela para pedestres no bairro. A iniciativa é do comitê Quanto Vale uma Vida? BR-116 Solução Já.
O pessoal está cansado, escaldado de tanta protelação para instalar uma simples passarela. Mesmo que o secretário de Trânsito, Transporte e Mobilidade, Edson Néspolo, tenha dito a obra física deve começar na semana que vem. Oremos.
Iniciando agora, a conclusão da passarela na BR-116, no bairro São Ciro, talvez esteja pronta até o final do ano. Quatro anos depois da morte do menino Diego Zacchi Carlotto, em 17 de dezembro de 2008, acontecimento que deflagrou a reivindicação de mais segurança na 116.
O ano eleitoral acaba ajudando.
Tradução, que deveria
pulsar em luz de neon: levaremos quatro anos para instalar uma prosaica passarela na BR-116. É o tamanho da ineficiência dos governos.

(Foto: Rafael Bueno, Divulgação)