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Pedágio urbano, você concorda?

10 de janeiro de 2012 56

Os municípios poderão cobrar pedágio para diminuir o trânsito de automóveis em regiões urbanas congestionadas. Como no caso de Caxias do Sul da Rua Dr. Montaury da foto acima. E outras vias, que o congestionamento no centro da cidade não dá sinais de que vai acabar. Isso porque, só em 11 meses de 2011, 15 mil veículos foram jogados nas ruas de Caxias, e outros tantos virão. Não tem jeito, as cidades vão entupir.
Por isso, surge a autorização para a cobrança de pedágio urbano, que já é lei, sancionada pela presidente Dilma Rousseff agora, dia 4 de janeiro. A receita gerada deve ser destinada obrigatoriamente ao transporte coletivo, como a concessão de subsídio público à tarifa, diz a lei.
Mas calma: pedágio urbano não está nos planos de Caxias, ao menos por enquanto. As medidas restritivas ao tráfego, porém, são inexoráveis, inevitáveis. Já é assim em grandes cidades da Europa, onde vigora o pedágio urbano e os centros ficam mais abertos às pessoas. E São Paulo implantou o rodízio de placas.
Certamente se argumentará que o transporte coletivo precisa funcionar, e a tese é correta, mas também se pode deixar o carro a algumas quadras do núcleo duro do Centro e caminhar um pouco. Alguém lembrará que falta tempo, na vida moderna, para essas distensões cotidianas, mas isso é questão de hábito e comportamento. Quem quiser que corra sempre.
Mais cedo ou mais tarde, Caxias precisará restringir pra valer o tráfego de veículos na região central. Talvez ainda não seja agora, mas se viesse uma medida mais forte, como rodízio ou pedágio, ajudaria a tornar a cidade mais humana, devolvendo o centro às pessoas e abrindo espaço para os ônibus. E será preciso realçar. Não ficaria proibido trafegar no Centro, mas precisaria pagar pedágio.
Você topa? Ou entende que aí já é demais?

(Foto: Porthus Junior, Banco de Dados)

Você também pode votar na enquete:
 Você concorda com a cobrança de pedágio urbano para desestimular o tráfego de veículos em áreas centrais?

Ambiente quase nenhum

10 de janeiro de 2012 9

Não se trata de material de publicidade, mas sim da criação de um ambiente. O material de publicidade da Festa da Uva começou a aparecer (foto acima), ainda que tímida e tardiamente, mas distribuir fôlderes e colar cartazes é simples, o básico e o mínimo.
Criar o ambiente é outra coisa, bem mais importante, essencial, capaz de revelar o interesse, o entusiasmo e a vocação da cidade para fazer uma festa. E Caxias não tem ambiente de Festa da Uva, pouco mais de um mês antes.
Criar ambiente significa motivar as pessoas, os moradores, a comunidade. Por meio de atividades que multipliquem a festa, que a levem a bairros e localidades, que a façam preencher ruas e espaços, que fortaleçam sua identidade, que envolvam os moradores, que divulguem pretensões e propósitos, que familiarizem a cidade com o que vai acontecer, que façam dos moradores protagonistas, que os motivem a participar, a se entusiasmar, a se apaixonar.
Isso praticamente não existe, neste momento, e é um momento já muito próximo da Festa.
É revelador.

(Foto: Maicon Damasceno)

O milagre de uma foto

08 de janeiro de 2012 24

A sequência de fotos deste post mostra o milagre que consegue um pouco só de atenção.
A menina da foto acima, da qual não se apurou o nome nem onde mora, aguardava ao lado de familiares pelo atendimento de algum deles no Pronto-Atendimento 24 Horas, o Postão, na quinta-feira, final de tarde.
Estava chorosa, um tanto sem paradeiro, com lágrimas a escorrer pela face, quando bateu no vidro e chamou a atenção do fotógrafo Ricardo Wolffenbüttel, do lado de fora do Postão, que trabalhava e fora até lá para conferir um informação.
Na sequência de imagens abaixo, veja o que aconteceu assim que Ricardo demonstrou interesse e fez a primeira foto, após o toc-toc da menina no vidro.

'Chuva, e não falta de manutenção'

06 de janeiro de 2012 1

Em resposta ao alerta da moradora do loteamento Saint Ettiene sobre a situação da ciclovia e quanto à manutenção da Rua Atílio Andreazza, a Codeca enviou esclarecimento ao blog informando que está programado para a próxima semana a roçada e limpeza da rua. Consequente, será feita a remoção da terra que foi trazida “pela chuva, e não por falta de manutenção como cita a moradora no Blog do Ciro”, diz a nota.
No que diz respeito ao estacionamento de carros em lugares indevidos, a Codeca pede à moradora que faça denúncia pelo telefone 118, para a Fiscalização do Trânsito. A Codeca lembra que solicitações de serviço ou irregularidades devem ser avisadas pelo telefone Alô Codeca – (54) 3224 8000.

E a manutenção da Atílio?

06 de janeiro de 2012 5

Uma moradora do loteamento Saint Ettiene faz um alerta à prefeitura: é bom cuidar da manutenção da Rua Atílio Andreazza. A observação é fruto de suas caminhadas pela via, agora que está em período de férias. Com a pavimentação recentemente concluída, em outubro de 2011, depois de décadas de reivindicação, três meses depois a Atílio Andreazza dá sinais de deterioração.
Em especial no que se refere à ciclovia, as condições de manutenção não são as melhores, como mostra a foto acima, enviada pela nutricionista Anita Castro. Além disso, o espaço está sendo usado por motoristas para estacionar veículos. Anita envia fotos que comprovam a situação. O resultado é que a ciclovia praticamente não tem utilização.
A moradora do Saint Ettiene revela que também há pedras se soltando e chega a sugerir o trânsito de caminhões na via. Medida polêmica, porque a Atília encurta caminho e devem ser evitadas exclusões, mas que precisa ser ponderada pelo ângulo do custo/benefício, em busca de soluções alternativas, se ficar configurada essa como uma das causas de uma progressiva deterioração da pavimentação.

(Foto: Anita Castro, Divulgação)

Juntos, agora e logo ali

05 de janeiro de 2012 6

A confirmação de Edio Elói Frizzo (PSB) para a Secretaria de Obras e Serviços Públicos, praticamente sela a permanência do PSB na barca da base aliada para as eleições de outubro.
Frizzo, que sempre foi um colaborador eloquente e contundente do atual governo na Câmara, ainda conta, para a consolidação desse propósito, com a parceria do secretário do Planejamento, Paulo Dahmer, e do presidente do PSB caxiense, Adriano Boff.
Na foto, o prefeito José Ivo Sartori (PMDB) cumprimenta o socialista na posse dos novos secretários, quarta-feira, na prefeitura.
Frizzo chegou a alinhavar uma costura com Assis Melo, do PCdoB, projetando a parceria entre os dois partidos para 2012. Mas torna-se irreversível a continuidade dos socialistas ao lado do prefeito José Ivo Sartori (PMDB) e da candidatura que vier a apoiar.

(Foto: Luiz Chaves, Divulgação)

A agonia de um casarão

05 de janeiro de 2012 15

Primeiro foi o abandono do espaço. O casarão verde de traços arquitetônicos revestidos de valor histórico, na esquina da Dr. Montaury com a Bento, passou então a ser utilizado por usuários de crack.
Logo depois, materializou-se com placas de Vende-se a cobiça da especulação imobiliária, que logicamente sempre houve. Um terreno naquela esquina vale milhares e milhares de reais. Talvez até mais. O casarão está à venda. Na verdade, o terreno.
Agora, na noite de terça-feira, um ônibus que estava parado e fechado na Dr. Montaury, estranhamente, teve os freios liberados por um desconhecido que se empoleirou em uma das janelas do coletivo, que então desceu, atravessou a Bento e bateu em um poste e no muro do casarão, derrubando-o (foto acima). Uma versão no mínimo fantasiosa.
O casarão parece condenado a desaparecer. Tudo conspira.

(Foto: Brigada Militar, Divulgação)

O sonho de Geni e seu recado

04 de janeiro de 2012 1

A entrevista da presidente da Câmara, Geni Peteffi (PMDB), ao Pioneiro, em que delcara o sonho de ser prefeita, surge como um componente a mais no ambiente eleitoral. Em que Alceu Barbosa Velho (PDT), à esquerda e um tanto taciturno na foto, é o nome mais forte da base aliada do governo colocado para concorrer.
A declaração de Geni é importante, em especial quando revela que poderia concorrer, sim, na próxima eleição. Seria uma alternativa a mais para o governo, razão por que se entende que não foi uma declaração favorável a Alceu.
Geni, apesar de ser uma figura pouco popular para alguns setores, é movida, em parte, pela lógica do amor e ódio. Como é uma personagem política polêmica e contundente, há os que a detestam e os que a valorizam. Some-se a isso o suporte do PMDB e do prefeito José Ivo Sartori, poderia até se viabilizar dentro do PMDB e eleitoralmente, além de ser um nome pronto.
Porém, falta a Geni a viabilidade prática: ela tornou-se presidente da Câmara. Nessas condições, é muito difícil todo um rearranjo, uma engenharia político-administrativa para que venha a concorrer a prefeito.
Mas a declaração remexe, sim, no cenário eleitoral atualmente colocado. E funciona, ainda, como um recado ao PDT: yes, o PMDB pode ter candidata.

(Foto: Luiz Chaves, Divulgação)

2.023 visitas em 2011

03 de janeiro de 2012 4

O Sistema Marrecas recebeu 2.023 visitas em 2011. Entre elas, a do bispo diocesano Dom Alessandro Ruffinoni, na foto, ao lado do prefeito José Ivo Sartori (PMDB).
Como o blog tem dito, nuna cantes na história uma obra foi tão visitada. Mas ainda não há previsão para a formação do lago, por conta da suspensão do corte de mais de 6 mil araucárias.

(Foto: Luiz Chaves, Divulgação)

A escolha de Frizzo

03 de janeiro de 2012 0

Há uma questão eleitoral central nessa escolha de Edio Elói Frizzo, do PSB, para o secretariado de José Ivo Sartori (PMDB). Frizzo foi confirmado nesta terça-feira secretário de Obras e Serviços Públicos.
Se quiser ser candidato, o socialista deve deixar o secretariado no início de abril. Seria pouco tempo na secretaria, pouco mais de três meses.
Não que Frizzo não queira concorrer. Quer sim. A vereador ou algo mais, como chegou a costurar ele mesmo em conversas com Assis Melo (PCdoB). Mas, na escolha de Sartori, parece lógico estar incluída uma definição de mais longo prazo, até o final do governo. Nesse caso, Frizzo será a principal ponta de lança dentro do PSB para manter o partido na base aliada. Não só ele, o secretário do Planejamento, Paulo Dahmer, também, mas especialmente Frizzo será ponta de lança.
O PSB tem sua importância, eleitoral, representativa e simbólica. Mantê-lo ao lado, para o governo, significa um partido a menos e, o que tem uma importância relevante, uma fissura a menos.
Aliás, a permanência do PSB na base aliada é a inclinação preferencial do partido, que fica fortalecida com a confirmação de Frizzo como secretário de Obras.