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Posts de dezembro 2009

Saia de férias. Mas volte!

30 de dezembro de 2009 0

O feriadão de final de ano está chegando e, nessa hora, todo mundo quer mais é aproveitar a folga e sair da cidade. Pra quem vai pegar a estrada rumo ao merecido descanso, fica o alerta: vamos ter cuidado no trânsito!

A Zero Hora de hoje publicou uma reportagem muito legal com depoimentos de quatro socorristas que já presenciaram graves acidentes. Eu li e me impressionei… A matéria está publicada também no Portal Social: http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/portal-social/19,0,2763190,Licoes-de-Socorro-O-alerta-de-quem-ve-a-morte-nas-estradas.html

Essa semana também recebi por e-mail um vídeo daqueles que te fazem ficar arrepiado. É realmente chocante e, infelizmente, bem real. Vale a pena assistir (mesmo que não seja até o fim) e recomendar para os motoristas de plantão.

Está dado o recado! Aproveite esse Réveillon com responsabilidade e comece 2010 com muita alegria.

Postado por Cândida Hansen

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Marcha pela Paz e a Não-Violência

28 de dezembro de 2009 0

Matéria bacana publicada no site Planeta Sustentável. Vale a pena ler:

Acabar com os arsenais nucleares, retirar imediatamente as tropas que se estabelecem em países invadidos, em todo o mundo, e reduzir progressivamente todas as formas de violência – sejam elas físicas, psicológicas ou ambientais. Foi com essa missão em mente que cerca de 50 pessoas percorreram 160 mil km por todos os continentes do planeta, na Marcha Mundial pela Paz e Não-Violência.

Promovida pela organização global Mundo sem Guerras, a ação teve início no dia 2 de outubro – propositalmente, data em que se comemora o Dia Internacional da Não-Violência –, em Wellington, na Nova Zelândia. A ideia era percorrer, em três meses, mais de 100 países, disseminando mensagens de amor, a partir de uma série de evento culturais. E foi exatamente o que aconteceu.

Depois de chamar a atenção nos cinco continentes, com eventos esportivos, culturais e educativos, a Marcha Mundial pela Paz e Não Violência completará seu percurso na data prevista, dia 2 de janeiro, no Parque Punta de Vacas, na Argentina. Na ocasião, o ‘grupo de marchadores’ será recepcionado por uma multidão para realizar o Ato Final do movimento, que será seguido por um festival musical para celebrar a paz.

Para saber mais sobre as manifestações que a Marcha realizou nesses três meses, inclusive no Brasil, clique aqui.

Postado por Cândida Hansen

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Números nada festivos

23 de dezembro de 2009 0


Hoje é antevéspera de Natal e o clima de festa já toma conta das pessoas. Aqui na Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho não é diferente: são doações de brinquedos chegando, planos o feriado, cards de “Boas Festas” na caixa de entrada do e-mail.

Mas, justo hoje, encontrei uma pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública sobre violência e juventude no Brasil e aquela sensação de “volte pra realidade” chegou imediatamente… Os números são nada festivos:

* A estimativa é que de cada mil jovens brasileiros, cinco morrerão antes de completarem 24 anos

* 31% dos jovens entrevistados admitem ter facilidade para a obtenção de armas de fogo

* 88% declaram já ter visto corpos de pessoas assassinadas

* 8% afirmaram que pessoas próximas a eles foram vítimas de homicídios

* Jovens de 18 a 24 anos que não realizam funções remuneradas e não estudam formam o grupo no qual o Índice de Vulnerabilidade Junevil (IVJ) apresenta o patamar mais elevado.

São números, apenas números, mas deveriam ser capazes de sensibilizar toda a sociedade. O problema é que a gente só se sensibiliza efetivamente quando se depara com essa realidade pessoalmente, quando conhece o problema de frente. Daí, na maioria dos casos, é tarde demais.

Portanto, aproveitando esse espírito natalino e festivo que está no ar, ou simplesmente porque você não concorda com a realidade que esses números revelam, ajude a construir um mundo melhor, que valorize a vida. Seja como for, da forma que você achar mais justa ou correta, colabore. Afinal, fazer o bem é sempre bom.

E Feliz Natal para você!

Veja pesquisa completa em: http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatoriodefavelas/noticias/mostraNoticia.php?id_content=703


 

Postado por Cândida Hansen

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Descartes natalinos

21 de dezembro de 2009 0

Estes dias que antecedem o Natal sempre vêm repletos de campanhas e iniciativas solidárias. É a época do ano que mais vemos as pessoas engajadas pelo bem dos outros. E como Natal pede presente, a maioria dessas ações buscam arrecadar brinquedos para as crianças que não ganhariam nada do Papai Noel.

É aí que, na minha opinião, vem um problema: as pessoas confundem doação com descarte. Muitos encontram nesse momento a oportunidade perfeita para se desfazer daquela montanha de brinquedos e entulhos que têm em casa e ainda ficar com a sensação de ter feito o bem (e com muito mais espaço na despensa!).

Dar aos pobres aquilo que é pobre.

Doar não é livrar-se do que não tem mais utilidade para si. Só porque uma criança é pobre não significa que ela não mereça um brinquedo novo, bonito, moderno. Melhor um brinquedo velho que nenhum? Não sei, pode até ser, mas acredito que devemos tratar as pessoas da forma como queremos ser tratados. E, para mim, isso também significa doar presentes novos e bonitos neste Natal.

 

Postado por Cândida Hansen

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Racismo ou preconceito racial?

14 de dezembro de 2009 2

Li na revista Vida Sustentável uma entrevista com o ator, escritor e produtor cultural Haroldo Costa sobre racismo e preconceito. Ele afirma que, aqui no Brasil, não existe racismo, mas sim, preconceito racial (que é bem mais leve, segundo ele). Você concorda? Leia e opine!

Por que ainda há tanto racismo no Brasil?
Eu não diria que há racismo, mas preconceito racial. O racismo é um corte mais violento, é o apartheid: preto de um lado, branco de outro; preto não presta, branco é bom. O preconceito racial é mais leve, pode ser mudado, porque, como diz a palavra, é um conceito feito antes. Ao ver uma pessoa negra, outra já pensa: esse aí deve ser… E, quando descobre que é um advogado, artista, jogador de futebol, uma pessoa de bem simplesmente, muda o conceito. Ainda existe no Brasil. O negro entra em um local, não é esperado que esteja lá, e essa situação cria em algumas pessoas certa apreensão pela diferença. Isso vai pouco a pouco sendo diluído, mas permanecem bolsões de preconceito.

Mudou a essência do preconceito ou continua a mesma coisa?
Não mudou. A maneira de acabar, se é que pode ser extinto algum dia, porque faz parte do gênero humano, vai ser à medida que o negro estiver mais nas peças publicitárias de grande visibilidade, nos programas de televisão. Tudo isso vai inserindo o negro na sociedade. Essa inserção é feita através da educação e da cultura.

Que atitudes do dia a dia são racistas ou preconceituosas e as pessoas nem percebem?
A chamada “entrada de serviço” é um emblema disso. Em muitos edifícios, o porteiro vê uma pessoa negra e indica logo a entrada de serviço. Em geral, o porteiro também é preto. Mas é uma atitude que faz parte do dia a dia dele, porque o síndico falou que não pode entrar, que babá não pode cair na piscina…

Como se explica o racismo de negros contra brancos e entre negros?
É histórico. Na África, quando uma tribo ou uma nação vencia outra, os prisioneiros eram mortos ou vendidos, senão tinham que alimentá-los. Esse preconceito não é comum, mas existe influenciado pela maneira como a sociedade trata, ou tratava, os negros. Antes, só se via negro na televisão ou no jornal como um marginal que roubou, matou, morreu ou foi preso. Não tinham uma referência, ou elas eram inatingíveis, como Pelé. A publicidade é uma grande chave. Se num comercial um preto calça um tênis, o adolescente se enxerga ali. Agora, se só vê louro calçando tênis, vai achar que não é para ele. É uma comparação rasteira, só para se ter ideia de como o ideal de consumo pode desviar o comportamento de uma pessoa.

Por que o sistema de cotas nas universidades para negros provoca resistência?
Porque as pessoas acham que as cotas são um prêmio, que basta pegar dez adolescentes e jogar na universidade. Não é assim. As cotas existem como uma reserva para um grupo de pessoas que não têm facilidade de acesso. Mas só entram as que fazem vestibular, que estudam, não é uma escolha aleatória. A PUC no Rio de Janeiro já adotava as cotas através do Educafro, vestibular inventado pelo frei David, dizendo que é uma contribuição à cidadania dar oportunidade a negros e carentes de entrarem na universidade. E muitos fizeram um belíssimo curso, saíram e foram ajudar o Educafro de volta. Então, as cotas são um fator de progresso.

Leia a entrevista na íntegra em www.vidasimples.abril.com.br

Postado por Cândida Hansen

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Por um acordo de verdade

11 de dezembro de 2009 0

A Campanha Tictactictac está promovendo uma vigília mundial em prol de um “acordo de verdade” em Copenhage. Amanhã, diversos eventos acontecerão simultaneamente por todo o mundo, e o Brasil é um dos países com mais eventos cadastrados! Confira:

“Na 12ª hora do 12º dia do 12º mês, milhões de pessoas ao redor do globo estarão unidas para pressionar as autoridades que estão em Copenhague por um Acordo que valha de verdade! Escolhemos duas ações simbólicas: velas para uma vigília em prol da vida humana no planeta e muros que serão pintados com mensagens das populações clamando por decisões efetivas para caminhar rumo às condições climáticas mais aceitáveis!”

Acesse http://www.tictactictac.org.br e saiba mais.

Postado por Cândida Hansen

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Venha ser Papai Noel

08 de dezembro de 2009 0

A campanha Papai Noel dos Correios é uma das iniciativas natalinas que eu mais simpatizo. Ir até alguma agência e ler as cartas das crianças é emocionante. Dá pra passar horas lá! 

Os pedidos variam entre brinquedos (muitas vezes caros, é verdade) até uma simples peça de roupa. Tem para todo tipo de bolso. Mas, infelizmente, das 18 mil cartas que chegaram apenas a Porto Alegre, 11 mil ainda esperam a chegada do seu Papai Noel.

A Zero Hora publicou hoje dez cartinhas que mostram bem a importância desse trabalho. São lindas! Clique aqui e confira.

Postado por Cândida Hansen

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Navegue como um portador de deficiência

03 de dezembro de 2009 0

Encontrei esse post do Blog Pense WWW aqui do ClicRBS e não resisti em trazê-lo para cá.

Hoje é o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, e o objetivo da data é gerar discussões e alternativas a respeito da acessibilidade. Pensando nisso, a W3C Brasil decidiu fazer três simulações de como pessoas com diferentes tipos de deficiências navegam na internet:

1Navegue como um deficiente visual

2Navegue como uma pessoa com mobiliade reduzida

3Navegue como uma pessoa que possui baixa visão

No topo de cada página você encontrara dicas de como navegar. Experimente!

Postado por Cândida Hansen

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