Quando vejo as atuações como as do atacante Ricardo Oliveira, do São Paulo, confiro a diferença dos atletas que ficam no país e os que são "exportados". Percebo os jogadores que sobram para os torcedores brasileiros admirarem nos estádios. Os bons, como o atacante são-paulino, vão para a Europa e ficam para cá as rapas do tacho (claro, com algumas exceções).
Imagine se o Brasil fosse a Espanha: você consegue desenhar um time com todos os bons jogadores que, por exemplo, foram formados na dupla Gre-Nal e hoje estão na Europa ou até mesmo na Ásia? Fica o desafio. Mande a sua escalação.
Postado por Cíntia Hohmann







