O Caracas deitou e rolou em casa no jogo de volta diante do Deportivo Cuenca pelas oitavas da Libertadores. Aplicou 4 a 0 no adversário e nem de perto lembrou o jogo da ida em que perdeu por 2 a 1. Aliás, há algum tempo o Cuenca não consegue vencer na Venezuela e isso surgiu novamente como entrave.
O Caracas garantiu o placar elástico, mas não um show de bola para ser destaque na rodada das oitavas. Então o que explica o placar? A fragilidade em que o Cuenca foi armado pelo seu treinador, principalmente no meio, sem retenção de bola. Rentería, número 7 dos venezuelanos, foi um dos destaques. Rápido, controla bem os ataques do Caracas.
Se o Grêmio passar pelo San Martín, terá pela frente um time um pouco mais qualificado que a equipe peruana e que cresce em seu estádio. Mas nada extraordinário. Aliás, o Caracas foi o pior primeiro colocado entre os campeões de chave na primeira fase da Libertadores.
Sport x Palmeiras
Nelsinho Baptista armou bem sua equipe, conseguiu parar o Palmeiras, mas faltou um ponto. O time ainda carece de uma experiência em momentos decisivos de Libertadores e figuras que possam assumir para si a responsabilidade nas penalidades, por exemplo. Marcos, goleiro do Palmeiras, soube extamente aceitar esse papel no jogo e também nas cobranças de pênalti. Mas acredito que essa passagem pela Libertadores vai ser de extrema importância no futuro do Sport.
Postado por Cíntia Barlem