
Depois de equilibrar-se na corda bamba com a vitória sobre o Cerro, pela Libertadores, Fossati voltou a balançar no cargo. A permanência do treinador depende da classificação do Inter às quartas de final da competição. Se cair fora contra o Banfield, quinta-feira, o uruguaio retorna a Montevidéu.
– Não tenho ciência disso. Ninguém do clube me falou. Se a cada jogo que eu não ganhar ficar na corda bamba, então é preferível cair fora logo – defendeu-se o técnico.
Antes disso, porém, o Inter tem uma missão um tanto ingrata neste domingo. Vencer o Grêmio no Olímpico, com dois gols de diferença acima do 3 a 1, tornou-se quase impossível.
No discurso, os colorados tentam demonstrar um pingo de motivação para o clássico. Mas as fisionomias no Beira-Rio denunciam que será muito difícil mudar o endereço do caneco.
Desprezando o restrospecto do rival dentro de casa, Fossati permitiu-se até a uma ironia para justificar a possibilidade de o Inter vencer no Olímpico:
– Não sei qual a maior dificuldade de jogar lá. Deve ser a viagem de 10 quadras.
Neste domingo, o uruguaio pisará pela primeira vez no caldeirão azul.
Postado por Christiane Matos








