A Fúria deu adeus ao "quase" em Copas. A equipe de Vicente Del Bosque dominou os 90 minutos diante de uma irreconhecível Alemanha. Os contra-ataques rápidos, o domínio de Khedira, Schweinsteiger e Özil no meio-campo e o oportunismo de Klose no ataque não existiram. A seleção de Joachim Löw ficou presa na marcação e foi envolvida pelo toque de bola adversário. A Espanha foi à final e com méritos.
A decisão contra a Holanda tem tudo para ser um confronto ofensivo e de vários gols. Eu gostaria que a Laranja fosse campeã pelo conjunto da obra: duas finais de Mundial na década de 70 e uma revolução tática que impressiona até hoje. No entanto, os espanhóis mostram competência suficiente para adiar esse sonho por pelo menos oito anos. Sim, porque eu não cogito que outra seleção seja campeão em 2014...
Em tempo: Qual será a previsão do polvo Paul para domingo?
Postado por Ana Acker








