Ele tinha apenas 4 aninhos quando começou a brincar com a bola. E ela não era apenas um brinquedo, acabou servindo como instrumento para o futuro.
O tio era técnico de um time chamado Marabu, no Rio de Janeiro, clube onde o pai fazia parte da diretoria. Mas não foi por isso que André Lima teve chance na equipe, onde começou a carreira, veja que ironia, como goleiro.
"Era bom mesmo, tanto no gol quanto na linha, consegui fazer grandes defesas e muitos gols!"
Gostou mais dos gols... e, treze anos depois, aos dezessete de idade, resolveu trocar as quadras pelos gramados. Hoje, o ex-camisa um só quer saber de atordoar os goleiros adversários. Nos últimos 11 jogos como titular do Grêmio marcou 8 gols. Nove se contar os dezessete que disputou, mesmo saindo do banco. Quatro deles, de cabeça.
Matar a saudade das quadras, ajudou o companheiro de Jonas a relembrar os tempos de infância, e serviu pra mostrar que ele ainda usa como arma em campo, as artimanhas do salão.
"O pensamento rápido, a qualidade no último passe, a assistência pros companheiros. O famoso pivô, que a gente chama no futsal!"
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Postado por Débora de Oliveira