Destaque desta quarta-feira no site oficial da Fifa, o meia do Inter Andrés D'Alessandro falou sobre os Jogos Olímpicos - ele foi medalha de ouro com a Argentina em Atenas _, River Plate, seleção argentina e, claro, Inter. Entre as principais declarações, está o desejo de conquistar o Brasileirão pelo clube gaúcho.
– O Campeonato Brasileiro, nos últimos anos, se tornou uma batalha incrível: antes do início são dez ou 12 equipes lutando pelo título, equipes realmente grandes, com obrigação constante de vitórias. Nesse sentido, o Brasileirão é diferente da maioria das ligas do mundo. Talvez a única que se aproxime, nesse sentido, seja a argentina.
Abaixo, outras respostas do craque colorado. Leia mais no site da Fifa:
Entre esses talentos que você tem acompanhado está o Neymar. Para você, que viu de perto o desenvolvimento de Lionel Messi, como o santista se compara com o melhor do mundo?
O Messi está completamente fora de qualquer grupo. Para mim, é, de longe, o melhor do mundo. Um degrau abaixo vem o Cristiano Ronaldo. O mais incrível do Messi é que não só tem sido espetacular como o tem sido há anos. Manter esse nível por tanto tempo é algo fora de série. E é justamente isso que também tem me chamado a atenção no Neymar: já faz algum tempo que ele se mantém num nível altíssimo e, apesar de cada vez chamar mais atenção dos marcadores, está cada dia jogando melhor; sempre mostrando mais e mais e nunca deixando de e divertir jogando futebol, o que não é nada fácil. Em algum momento, ele precisará dar o passo rumo à Europa, mas seu progresso até aqui tem sido impecável.
Você viveu na pela essa mudança de continente. O que há de mais complicado?
O Neymar tem uma vantagem em comparação com o meu caso que é o fato de as pessoas já o conhecerem internacionalmente. Então, ele já deve ir para uma grande equipe e, a princípio, já chegar para jogar, como titular. Claro que é um futebol diferente do daqui, mas com isso tenho certeza que alguém talentoso como ele se acostuma. O que acho realmente difícil é se adaptar a uma nova vida: um novo idioma, outra cultura, outro dia a dia. O mais complicado, ao mudar de país, é se sentir bem.



























