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In Memorian

18 de dezembro de 2014 0

Para a edição de sexta-feira, eu fiz um texto apaixonado sobre quem nos deixou em 2014. Mas poucas coisas superam esse tom comovente que Amy Adams adota ao falar sobre o colega Philip Seymour Hoffman, que foi uma das maiores perdas recentes do cinema. Precoce, inusitada e triste. Lipton pontua brilhantemente, como apenas um grande entrevistador conseguiria fazer: “Parece que o teremos para sempre, mas simplesmente não o bastante”.

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