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Estratégia de cinema: entre charlies e hashtags

01 de junho de 2015 0

Quando não tem grandes astros ou, no caso do Brasil, o selo da Globo Filmes, a publicidade e o alcance de um filme podem ser comprometidos. A não ser que a produção conte com uma bela estratégia de marketing, o que, em tempos de redes sociais, não precisa nem mesmo de orçamento no projeto.

É o caso de A Forca, terror que tem previsão de estreia em julho. Sem atores conhecidos (apesar de seu diretor ser Jason Blum, de Atividade Paranormal e Uma Noite de Crime), a produção causou comoção mundial ao difundir na internet a brincadeira ‘Charlie Charlie’. Durante três dias, o jogo dos lápis chegou tão longe (e foi levada tão a sério) que até a Polícia Militar foi chamada a uma escola de Manaus para conter o caos.

charlie e a forca
Outro exemplo é do brasileiro Metanóia, que, com a hashtag #espalheEsperança, criou uma campanha que a fez chegar a 63 salas, incluindo Joinville e Blumenau na última quinta-feira. É um fenômeno parecido ao de Helena, documentário lançado em 2013 e que, a partir da criação de eventos no Facebook, conseguiu que cinemas de cidades menores — que jamais receberiam filmes independentes e/ou alternativos — o tivessem em cartaz por pelo menos uma semana.

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