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Posts de março 2010

Coisa de Gordo - 473

27 de março de 2010 5

473 – CÁQUI

Já usei deste espaço para confessar, vexado, minha paixão por essa fruta que ora se acomoda nas prateleiras dos Supermercados. Falo do cáqui. Sim, sei que apenas em terras gaúchas se coloca a sílaba tônica no início. No resto do país é caqui, com o tom forte do “i”.

Cáqui-chocolate, cáqui mole, cáqui maduro…todos são deliciosos. Em nossas caminhadas aeróbicas, passamos sempre por um pé de cáqui o qual eu vigio o ano todo. Na primavera e verão, apenas o observo, ali inerte, gestando a maravilha que o frio trará. Fim do verão chegando, começo a observar os frutos verdes que se anunciam. Dia desses percebi que eles já estavam amarelando, amadurecendo. Assim, agora a caminhada tem um novo atrativo. Cobiçar aquele pé de cáqui alheio, na vã esperança que o dono da casa um dia se apresente e me ofereça um balaio cheio da tenra fruta. Ou ainda melhor que isso. Que me ceda uma espécie de “green-card”, um crachá que me permita servir-me da árvore quando bem entender. Já pensou? No fim da caminhada poder parar ao lado da árvore e, entre ansioso e esfomeado, escolher um ou dois para degustação. Ah, o cáqui do vizinho… Que delicioso deve ser. E como será impossível provar. Sequer imagino quem more naquela casa e muito menos aventurar-me-ei em bater-lhe à porta com pedido tão prosaico. Resta-me, portanto, esse “amor platônico” àquele caquizeiro.

Gosto de todas as variedades, já o disse, mas a que mais de seduz é o CÁQUI RAMA FORTE, aquele de cor forte, alaranjada, e que é mole, se desmancha no comer. Adoro este tipo de cáqui. Quando o encontro no Supermercado ou na fruteira, tomo de uma bandeja daquelas de plástico e levo alguns para casa. Nos dias seguintes dedico-me ao saborear a doce fruta, ato que dispensa talher ou outra coisa similar. Um cáqui rama forte é firme sem ser duro e é mole sem ser despencado. Pode-se comê-lo quase como se se beijasse uma pessoa. Basta que se lhe pressionem nossos lábios sobre a superfície colorida e ele se entrega a nós. Não precisa ser mordido. Não precisa ser mastigado. Aliás, mastigar um cáqui desses é pecado similar ao mastigar das hóstias nas igrejas. Não se morde o corpo de Cristo – dizem os católicos. Não se morde um rama forte, digo eu.

A consistência dessa fruta é uma coisa ímpar. Você o abocanha delicadamente, pode fechar os olhos nessa hora, todos vão entender, e simplesmente o absorve para dentro de si. Você o engloba, o possui, você o fagocita – se é que os biologistas não se ofendem com o uso de tal expressão. Os segundos se passam e você percebe que já está quase terminando a fruta. Ela como que sumiu-lhe boca adentro.

Num gesto de total dependência ao prazer do paladar, você volve os olhos na direção da bandeja para ver se há outro por ali. Antes que alguém se aperceba você já terá dado de mão na segunda fruta e logo estará repetindo o ritual citado antes.

As fotos ilustram o que estou escrevendo.

O verão passou. O outono se apresentou. E com ele começaram a aparecer as coisas boas da estação. O cáqui é quase que um abre-alas do frio e seus prazeres.

Caia de boca.

Silvano – apaixonado por uma árvore? Cadê o gardenal?

Crédito das fotos: Silvano Marques

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Coisa de Gordo - 472

19 de março de 2010 1

472 – GLAUCO E O SANTO DAIME

Cara, que tragédia! Escrevi sobre o SANTO DAIME esses tempos, recebi comentários elogiosos e outros contrapondo minhas pequenas idéias. Aí, num lance de trágica coincidência, acontece essa tragédia na qual um cara matou o Glauco e seu filho.

Falo assim – “o Glauco” – com uma certa intimidade até, porque nossa geração bebeu dessa fonte maravilhosa que era a Revista Chiclete com Banana e tudo que decorreu dela. O Angeli e suas criações geniais abriram espaço ao GERALDÃO, criação do Glauco. E a Folha de São Paulo o publicava oficialmente.

Gente, de Deus, ele criou o Geraldão, o personagem das inúmeras perninhas e dos infinitos bracinhos. Um cigarro numa mão, um copo na outra, um lápis na outra, um aspirador de pó….enfim. O Geraldão que depois viraria Revista.

E aí vieram os outros, Dona Marta, Casal Neuras, Zé do Apocalipse, Edmar Bregmam, Doy Jorge, Zé Malária, Geraldinho…e outros mais.

Mataram o Glauco. Mataram com ele um pedaço de nosso passado lúdico, nossa formação cultural, nosso humor descompromissado.

E para piorar o meu preconceito, o bandido confesso era usuário do Daime!! Certo, certo, o próprio Glauco fundou uma igreja para isso, ou seja, abriu caminho para sua própria morte.

Diante de tal violência, de tal desvario, fica até constrangedor falar mal do Daime agora. Perdeu a graça. Foi demais. O ato de violência abarca todas as possíveis palavras de crítica que eu pudesse tecer.

Mataram o Glauco.

Fruto dessa violência que nos rodeia aqui e ali, fruto dessa sociedade narcotizada na qual vivemos (levante a mão aí quem nunca usou fluoxetina, rivotril, tegretol ou lexotan), fruto dessa geração de zumbis medicalizados que andam pelas ruas, fruto do hedonismo que nos rodeia no qual só admitimos prazer e nenhuma frustração…..o Glauco morreu.

Com ele morre também o Geraldão e morrem todos os outros personagens da “família”. Com ele morremos um pouquinho todos nós.

Mataram o Glauco.

Senhor……”dai-me” forças para suportar um tempo como este.

Silvano – de luto cultural

Crédito da charge: retirada do site da GLOBO.COM

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Oscar da Vergonha

13 de março de 2010 4

Que vergonha! Darem o Oscar de melhor Filme e Melhor Direção (Kathryn Bigelow) a este filmequinho chamado GUERRA AO TERROR foi um disparate. Tiramos na locadora para ver e a decepção se confirmou. Aliás, a coisa já começa por aí. O filme sequer fora lançado em nosso meio nos cinemas. Passou direto para as locadoras e vai estar na Sky em breve. Na minha singela e tosca opinião eu o colocaria na Sessão da Tarde da Globo. É apenas mais um filme de guerra, historinhas aqui, tiros acolá, não diz a que veio, não aprofunda nada.

Fiquei admirado de este filme ter uma mulher na direção. Nós que nos deliciamos com os filmes da Lina Wertmüller na juventude, com os da Tizuka Yamazaki, entre outras, esperávamos um pouco mais de sensibilidade, de emoção.

E dizer que não deram o Oscar de filme para o AVATAR, filmaço do James Cameron, verdadeira aula de arte, de emoção, de inovação, de linguagens e tons diferentes. Prova disso tem sido o sucesso estrondoso dele mundo afora, com recordes de bilheteria. Mas a Academia preferiu ignorar isso. Indicou este coisa chamada Guerra ao Terror.

O irônico é que no cartaz lá da locadora (que reproduzo aqui ao lado) tem uma chamada: “Um filme que deveria render, no mínimo, uma indicação ao Oscar, pelas fortes interpretações”. Rá, rá, rá..essa foi boa. Nem os caras da divulgação acreditavam.

E também não deram o Oscar de Melhor Filme para o excelente filme do Quentin Tarentino, BASTARDOS INGLÓRIOS, esse sim um filmaço de guerrra. E que de lambuja ainda nos vinga contra a crueldade do Hitler. Pois igualmente a Academia preferiu igonorar isso.

Se quiser ver, não se dê ao trabalho de ir ao cinema. Espere uns meses que a Globo deve estar colocando ele na Sessão da Tarde, como citei antes. Se não puder esperar, atravesse a rua e pegue na sua locadora, e nem se apresse que garanto que não vai ter fila para ver.

Depois não diga que não avisei.

Nota: 6,0

Silvano – “viúva” do Tarentino e do Cameron

Ficha Técnica:

título original:The Hurt Locker

gênero:Drama (prá quem decide assistir)

duração:02 hs 11 min (que saco, dá um sono e não acaba nunca..)

ano de lançamento:2009

direção: Kathryn Bigelow (grande coisa..)

Crédito da foto: Reprodução do Cartaz do Filme

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Coisa de Gordo - 471

13 de março de 2010 2

471 – SUSHI A MIL

Já descrevi aqui meu mais sincero apreço pelo consumo do SUSHI e seus congêneres. Adepto confesso que sou dessa iguaria japonesa, volta meia dedico-me ao seu degustar, descobrindo aqui e ali coisas que antes não sabia.

Nem todos gostam de sushi, nas minhas mais estreitas relações tenho gente que verdadeiramente detesta comer os tais bolinho de arroz. O que é uma pena. Desde que me iniciei nesta arte tenho colhido frutos os mais interessantes. É uma comida saudável. É saborosa. É agradável. É diferente de nosso hábito ocidental. E creio que no somatório das coisas acaba engordando menos.

Vi na TV uma matéria sobre obesidade na qual os caras comentavam que no Japão o índice de obesidade na população é extremamente baixo se comparado com outros países. Parece que lá a taxa de obesos se situa em torno dos 6% da população. Os americanos e brasileiros são bem mais gordos que isso. Na tal matéria eles contavam que os cidadãos japoneses são medidos anualmente, ou seja, eles têm suas barrigas medidas todo ano e aí estabeleceram índices para homem e mulher. Quem estiver acima do estabelecido…se lascou! Nada de castigo direto, mas o governo avisa o plano de saúde do cara. Aí, ó, Unimed, o teu cliente está gordo!! Cuidado, ele vai te dar prejuízo. Esses japoneses.

Bem, mas voltemos ao que interessa. Maiores comedores de sushi na face da Terra, os “japa” são paradoxalmente mais magros. Como entender isso? O negócio é feito de arroz!!

Bem, mas aí começam as qualidades do Sushi. É um alimento saudável, que contrabalança sabores e texturas. Cores e tons. E que não nos leva ao exagero das massas italianas nem aos desvarios do churrasco gaúcho. Talvez isso explique o porte físico nipônico, portanto.

Uma amiga me levou a degustar uma coisa chamada HOT FILADÉLFIA, um sushi frito! Ora, você sabe como é feito o sushi. Coloca-se uma folha de alga estendida, sobre a qual entram o arroz, as especiarias, as coisinhas coloridas e tudo o mais. Ela é enrolada e este rolinho depois é fatiado, dando os sushis. O que os caras bolaram? Eles pegam o tal rolinho e antes de cortar, fritam ele. Depois de frito ele é então fatiado e vem crocante ao deleite do apreciador. Os sushi-man criaram diferenciais em torno disso. Há uma vertente desse Hot Filadélfia que recebe uma espécie de calda doce ao redor. O resultado é impressionante, delicioso, um sabor entre doce e salgado. Comemos então em dois locais distintos.

Um deles foi Garopaba-SC, no H2O Sushi Bar, na rua João Orestes de Araújo, 893. Ali na avenida principal, perto da Mormai, à direita de quem desce, está o agradável local. Pedem-se os sushis variados naquele prato grande chamado “combinado”, aonde vêm algumas variedades do prato. Nesse local em especial o Filadélfia vinha mais adocicado. Delicioso.

O outro local foi em Gravataí-RS no HOKKAIDO. Fomos a convite de amigos que nos brindaram com a noite imperdível. Fica na Avenida Dorival Cândido Luz de Oliveira, 1037. Para quem conhece a região, é na RS-030 que leva a Cachoeirinha e depois a Porto Alegre. Confira o link no Hagah:

(http://www.hagah.com.br/restaurantes/jsp/default.jsp?regionId=1&action=detail&uf=1&local=28&locale=C28&ingrid=120214 ).

Ambiente agradável, atendimento atencioso. A conta no final gira em torno dos 30,00 reais por pessoa. Ali o Hot Filadélfia não era tão adocicado, mas nem por isso menos gostoso. Perceba na foto do início do texto a camada externa de cada sushi, mais crocante, mais dourada.

Eles servem os combinados nessa bela escadaria ali da foto, uma delícia visual e gustativa. Nos degraus os sushis, lá no alto o sashimi, e assim por diante a gente vai descobrindo e se refestelando na comida japonesa.

Enfim, esta é uma arte culinária que oferece nuances intermináveis, novidades marcantes, variedades estonteantes. Estou engatinhando em conhecimento, mas no que tange à adoração…já sou fá de carteirinha.

A exemplo de texto anterior, parafraseio o Neruda de uma forma meio torta para dizer…confesso que sushi!

Silvano – o impossível

Crédito das fotos: Silvano Marques

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Coisa de Gordo - 470

05 de março de 2010 0

470 – PRIMEIRO AS DAMAS

Somos de uma geração para a qual HUMOR era sinônimo de Trapalhões, Renato Aragão, Jô Soares e Chico Anísio. O resto era o resto.

Ao redor desses citados gravitavam os “stair actors” – ator escada – aqueles secundários que preparavam a piada para o principal dar o arremate. Dedé Santana, Agildo Ribeiro e outros tantos.

Durante décadas esse monopólio de humor se manteve, em que pesem os shows que os humoristas faziam Brasil afora. Então a gente via o Jô Soares na TV durante a semana e no sábado ele vinha a Porto Alegre fazer um show do tipo “stand up”. Que algumas pessoas iam assitir. Não todas. E nem ele atingia a grande massa.

Na cultura americana o “stand up” é um clássico, há vários exemplos de atores, comediantes, egressos justamente daí. O meu favorito é o Jerry Seinfeld, mas há inúmeros outros que partindo ali, do banquinho num pequeno palco, chegaram aos ápices da popularidade.

Mais recentemente isso tem invadido o Brasil e sua cultura local, de tal sorte que aqui e ali têm pipocado pessoas ou grupos que tentam trilhar esse caminho. Já falamos dos Melhores do Mundo. Do Rafinha Bastos, do Marco Luke, do Terça Insana, entre tantos.

Numa iniciativa mais bagual, mas nem por isso menos efetiva, surgiu uma dupla formada pelos ótimos CRIS PEREIRA e LUCAS KRUG. Eles compõem o show de nome PRIMEIRO AS DAMAS, onde vão se revezando nas suas apresentações. No início eram três, mas agora são dois caras.

Pessoalmente não os vejo como um “stand up” puro, ou seja, na verdade eles vêm ao palco para interpretar personagens e situações. Mas no cartaz da peça está lá escrito: “Stand Up Comedy”.

Movidos por alguns incentivos, alguns patrocínios e sabe-se lá mais o quê, os caras aportaram aqui em Santo Antônio para um delicioso show nesta quarta passada.

Num ritmo ágil, com um domínio de palco e de público perfeito, eles desfilaram suas atuações impecáveis e arrancaram risos fartos da platéia local.

Nessa performance vieram os seguintes personagens: o Radialista Rodsom dos Anjos, Frederico o Nerd, o Guardador de Carros, o Seu Cuca (véio desbocado), o Jorge da Borracharia e o Gaúcho Fagundes.

O mais conhecido deles acho que é esse do Jorge da Borracharia. Basta dar uma conferida no YOU TUBE para ver a apresentação e seus milhares de acessos. Ano passado festejaram mais de 500 mil acessos.

O show foi impressionante, alegre, leve, descontraído, recheado de palavrões e escatologia (não leve crianças) e nos mostra que não é necessária uma grande produção para se fazer um show de humor legal. São apenas eles dois, intercalados, fazendo seus tipos em cena. Nunca contracenam.

Não há mudanças no cenário, que é apenas uma espécie de banner que fica atrás deles. Tudo se dá ao redor do microfone onde eles falam. O que quero dizer é que é tudo muito simples, singelo, mas nem por isso menos engraçado. Aí se ressalta o talento grandioso desses dois atores, munidos de uma bela presença de palco, de um permanente domínio de público (como citei) que nos levaram a uma noite arrasadora.

Como dizemos aqui no sul; – Baita show!

Tentei ver na internet a agenda de shows e coisas relacionadas, mas não achei. Mas fique atento. E na hora de entrar no teatro, já sabe…Primeiro as Damas.

Silvano – o impossível

Crédito da foto: reprodução a partir do Cartaz do show

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Distrito 9

05 de março de 2010 2

Tem uns filmes de ficção científica que nos sensibilizam mais, e isso é algo digno de nota, pois neste campo a diversidade é infinita. Ora, justamente por ser ficção científica, o diretor pode “chutar” prá cima do espectador qualquer coisa que queira, de naves que voam na velocidade da luz até princesas com tentáculos.

Lembro nitidamente quando assisti ao primeiro ALIEN que tive alguns insights nesse sentido. Poucos haverão de lembrar, mas dentro da nave (Nostromu) havia uma pequena luta de classes, na qual o “Negão” e um outro operário reclamavam do salário e das condições de trabalho. Fecha parêntesis.

Este filme de nome DISTRITO 9 é dos mais interessantes. A história é pitoresca. Uma nave espacial estaciona sobre Johanesburgo, na África do Sul, e fica ali inerte. Os humanos a invadem e dentro encontram uma legião de ETs miseráveis e famintos. Assim, eles são retirados da nave e acomodados num favelão ao lado da cidade, ao qual dão o nome de Distrito 9.

Os ETs passam a constituir então uma casta nova, uma camada de miseráveis a mais no entorno da cidade.

Aí entra o personagem MIKUS VAN DE MERV, um funcionário do governo encarregado de coordenar o despejo da bicharada ali daquele local, para um local mais distante.

O personagem Mikus é por demais canastrão, sendo um constrangimento para seus colegas do governo, para o povo nas ruas, até mesmo para os alienígenas. E acaba constrangendo a nós também, os espectadores. O cara aparece e a gente já torce o nariz.

Aí o roteiro magistral nos pega pele perna e nos joga ao chão. O tal Mikus faz a crucial travessia moral, indo de um lado a outro da mesma situação. Aquilo que se convencionou chamar de empatia. Vivenciar aquilo que a gente faz os outros vivenciarem.

Todos os comentários na imprensa aludem à tal metáfora entre os ETs e os negros diante do apartheid. Pode ser, pode ser. Mas o filme ousa e vai além disso. Ele transcende as fronteiras Sul-africanas e se transborda diante da consciência de qualquer cidadão do mundo. Aos poucos a gente vai percebendo o quão difícil é distinguir mocinhos de bandidos.

Tem uns diálogos malucos, a uma certa altura alguém diz que uma equipe dos Direitos Humanos estavam lá querendo proteger os ETs, ao que alguém pensaria: – Mas eles não são humanos!

Mais não falo para não tirar a graça. Se é que você AINDA não viu o filme.

Divertimento garantido. Já está nos DVDs da locadora.

Nota: 9,0

Imperdível

Silvano – nas nuvens

Ficha Técnica:

título original: District 9

gênero:Ficção Científica

duração:01 hs 52 min

ano de lançamento:2009

direção: Neill Blomkamp

roteiro:Neill Blomkamp e Terri Tatchell

Crédito da foto: reprodução do cartaz do filme

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