Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Qual tua melhor lembrança no Beira-Rio?

17 de setembro de 2013 87

image
Fonte: Divulgação/Inter

Não imaginava que cadeiras, simples cadeiras, poderiam despertar alguma emoção.

Isso até surgir a imagem dos primeiros assentos instalados na arquibancada do Beira-Rio, dispostos de modo a formar uma única e suficiente palavra sobre o concreto: “Inter”.

Acredito não existir um só colorado que tenha segurado os batimentos cardíacos ao ver as primeiras cadeiras afixadas no estádio e imaginar as restantes repletas de torcedores apoiando o time a partir do ano que vem.

E não poderia haver melhor hora para começar essa nova etapa da renovação do Beira-Rio, que inclui ainda o desenho das linhas do gramado. Nas últimas semanas de altos e baixos no campo, parte da torcida se divide em apelos por diferentes jogadores para o time titular, em defensores ou detratores de Dunga e de Luigi, em adeptos do Estádio do Vale ou do Estádio Centenário. Colorados mais exaltados chamam outros colorados de corneteiros ou chapas brancas.

Então brota no concreto cinza-claro da arquibancada um lembrete de que muito mais nos aproxima do que nos separa. O Beira-Rio nos une não apenas fisicamente, dando abrigo à torcida em volta do time, mas também como metáfora. O Beira-Rio é unânime. Queira-se escalar Damião ou Scocco, Kleber ou Fabrício, manter Dunga ou trazer de volta o Abel, todos silenciamos boquiabertos diante do estádio vermelho em transformação.

Não conheço colorado que em algum momento tenha desejado abandonar a beira do rio onde Figueroa desferiu sua cabeçada iluminada, Falcão ergueu a taça do tricampeonato brasileiro, Fernandão conduziu o time à primeira Libertadores e de onde partimos para ganhar o mundo. Cada um tem uma recordação afetuosa do nosso estádio marcada fundo na memória.

A minha, curiosamente, não envolve grandes partidas ou conquistas. Lembro de quando meu pai, gremista, foi comigo ao Gigante no final dos duros anos 80 para assistirmos a um jogo lado a lado. Pelo menos naquele domingo, tenho certeza de que torceu em favor do Colorado por mim – ainda que em silêncio.

Em muito pouco tempo, como anuncia o avanço das cadeiras vermelhas, nós colorados voltaremos às arquibancadas do eterno Beira-Rio com nossas camisetas, nossos gritos e nossas bandeiras. Mas também com as nossas lembranças. Qual te marcou mais até hoje?

Comentários (87)

  • luizcolorado diz: 17 de setembro de 2013

    Minha maior emoção:a conquista do primeiro brasileirão, contra o Cruzeiro, em 1975, gol de Figueiroa, Manga extraordinário fechou o gol, mesmo com dedo quebrado.

  • Gigante Vermelho diz: 17 de setembro de 2013

    27/01/92, presente de aniversário de 11 anos foi ir ao meu primeiro jogo no Gigante. De familia gremista, fui levado por um tio colorado doente. Como morávamos no interior, foi uma viagem mágica e uma tarde inesquecível. Naquele jogo, abertura do Brasileiro de 92, mesmo com a derrota em casa para o Bragantino, me marcou na paleta a marca de colorado. Sai de lá dizendo pra mim mesmo: “essa é minha segunda casa” e assim tem sido até os dias de hoje.
    Maior emoção dentro do Gigante, ocorreu em 16/08/06. Após toda a tensão do jogo em si e de toda a “historia de derrotas e humilhações” que sofri em toda a infância por torcer para um time que não conseguia erguer uma taça e via seu co-irmão fazer festa ano após ano. Como disse o Veríssimo, assim como meus amigos colorados, naquele momento vi que eu era um vencedor e todo o sofrimento tinha um propósito. Não consegui gritar… apenas chorar e como chorei. E que venha a nova era do Gigante e que nos traga inúmeras novas alegrias, quero ter o prazer de quando tiver meu filho, levá-lo e poder ver em seus olhos o mesmo brilho que iluminaram os meus.

    Saudações coloradas

  • Marcos Assis diz: 17 de setembro de 2013

    Na verdade são dois momentos, a primeira Libertadores e volta do Mundial com Clemer e o Fernamdao cantando com a torcida, Vamu, vamu INTER!!!!!!

  • leandro colorado diz: 17 de setembro de 2013

    Estive em quase todos os jogos na última década. Sofri, chorei e comemorei muito a guinada que o nosso clube deu neste período, mas, o fato que eu não esqueço de maneira nenhuma é um jogo sem muitos atrativos. Inter x São Caetano em dezembro de 2004. Éramos 5000 torcedores, era vaga prá sulamericana em jogo, tomando um sufoco e aí entra o que não sai da memória, estes torcedores sem excessão cantaram e gritaram por mais de 30 minutos apoiando o time no segundo tempo, e sem esquecer o dilúvio que caia naquele dia. Alí eu vi que alguma coisa ia mudar na nossa história. Um sentimento de união, de amizade que, infelizmente nos últimos tempos tem faltado nos estádios. Eu tinha parado de me manisfestar nos blogs de esporte apesar de continuar acompanhando sempre, voltei Marcelo pois senti que tu é um cara centrado e realista, pena que falta discernimento em alguns para entender que queremos o melhor para o nosso Clube e não simplesmente impor nossa opinião. Agradeço o espaço e termino com uma frase que sempre usava. INTER acima de tudo e de todos.

  • vagner pedroni diz: 17 de setembro de 2013

    Melhor lembrança do Beira-Rio, vitoria do Inter sobre o temido Boca Juniors por 2 x 0 com dois Gols do Grande ALEX! com um futebol que há anos não se vê no inter! e a torcida enlouquecida…

  • Gerônimo Catani diz: 17 de setembro de 2013

    Marcelo, sou um colorado que já viu nosso glorioso INTER ganhar tudo. Eu era piá quando inauguraram o Beira, mas lembro que meu pai foi num dos jogos da inauguração e fala disso até hoje (ele tem 76 anos e seguidamente vai junto com a mãe no estádio, mesmo morando no interior). Estive no Beira na maioria das nossas conquistas, como a inesquecível primeira Libertadores, mas o que mexe comigo, é lembrar de um domingo à tarde, na época das vacas magras, que fomos ao estádio eu, meus dois irmãos, meu pai e meus dois filhos assistir a um jogo do Gauchão conta o Santa Cruz. Meus piás eram pequenos e naquela época a gurizada era quase toda gremista. Os meus, vibraram com aquela vitória e, tenho certeza, perpetuarão o amor da família pelo nosso INTER.
    Parabéns pelos teus comentários. Tu tens toda a razão, somos, antes de tudo, colorados

  • Daniel Bazanella diz: 17 de setembro de 2013

    Parabéns Marcelo, não só pelo post, mas pelo espaço que sempre é brilhante e nos faz pensar sobre a nossa paixão ao Internacional. Não tenho hábito de escrever comentários ou postar pensamentos/opiniões sem rede sociais ou colunas.
    Mas sempre me vejo tentado em comentar aqui no seu/nosso blog.
    Incrível a viajem no tempo que fiz quando li o seu relato sobre a primeira vez no gigante.
    Minha lembrança, ou melhor são na verdade 2 lembranças, que são as seguintes:
    1) ruim e dolorida: Nilson erra o pênalti contra o Olímpia, que faz o 3º gol na sequência, e nos impõem a disputa de pênaltis para ver quem iria a final da LA. Quando Leomir erra vejo diversos homens (digo isso pq eu tinha meus 10 anos) chorando berrando soluçando.
    E eu, muito do humilde, tanto queria ter uma camisa oficial do Inter (sim aquela da APLUB) e não tinha condições financeiras para tal observava aqueles caras desesperados rasgando camisas novas oficiais e jogando nas tradicionais “fogueiras” que eram feitas na arquibancada inferior do Gigante.
    2) a segunda lembrança é boa, nas quartas de final nos classificamos em cima do arqui – rival com um show do Gato Fernandez. Assisti ao jogo na saudosa “coréia”, embaixo da torcida rival, pois, ganhei o ingresso em uma daquelas raspadinhas do Inter que ream a moda na época.
    Imaginem o odor que cheguei em casa, após banhos de urina lançados pelos torcedores do arqui rival. Mas o pior foi quando fizemos nosso gol e fui olhar para cima para tirar uma onda e fui presenteado com uma pilha (daquelas média de rádio) na boca.
    Orgulho de chegar em casa com a boca estourada fedendo a urina e classificado! kkkk

  • regular john diz: 17 de setembro de 2013

    Como moro no interior, fui poucas vezes ao Beira Rio e minha maior lembrança é do primeiro jogo que vi no Gigante – tomamos 4 x 1 do São Paulo de Kaká e cia. – e mesmo sabendo que ia ouvir todo tipo de piadinha no colégio no dia seguinte, me sentia feliz por ser colorado.

    A provação já havia acontecido poucos anos antes, após tomar 4 x 0 do Juventude em casa na semifinal da Copa do Brasil, e após aquele jogo me sentia colorado como nunca. as recompensas pelos anos 90 estavam guardadas pra nós…

  • luiz herique leão diz: 17 de setembro de 2013

    Era 20 de dezembro de 1979, com 10 anos pela mão de meu pai, que era gremistão, ficamos 2 horas na fila do ingresso, esperamos 4 horas os portões abrirem e 3 horas o jogo começar, mas bem abaixo do dentão passei a tarde mais inesquecível de minha vida, obrigado colorado, obrigado meu pai….

  • Gabriel de Souza Cardoso diz: 17 de setembro de 2013

    Minha maior lembrança do nosso querido estádio é a primeira vez em que fui ver um jogo em Porto Alegre. Moro no interior e fui de carro com o meu primo Erich Barros, a namorada dele e a minha irmã Fernanda. Deixamos o carro no Shopping Praia de Belas e fomos para o jogo. Não conseguia parar de pensar em entrar logo no estádio. Não perco um jogo do Inter pelo rádio e tv desde que me lembro de existir. Naquela tarde de Setembro de 2009 o Inter perdeu por 3×2 para o Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro. Alecsandro e Andrezinho marcaram para o Inter. Inacreditávelmente nem senti a derrota pois estava feliz demais por ter realizado um grande sonho de muitos anos.

  • Cristiano Leo Miotto diz: 17 de setembro de 2013

    Minhas maiores emoções sem dúvida, foram as conquistas das Libertadores 2006 e 2010 também teve aquele gre-NAL do século e o gre-NAL do campeonato gaúcho de 97, com gol do Uh Fabiano… “eles” fretaram avião para trazer os selecionáveis… e nos depois de quase eliminado pelo Veranópolis vencemos em casa.
    Porem as emoções do Beira Rio começam na chegada a pé ao estádio, ver a torcida chegando, a festa para o ônibus do time, aquele aquecimento do grito da torcida, o coração batendo mais forte quando chega o momento de entrar no estádio, olhar aquela arquibancada vermelha lotada…
    Que saudade! Volta logo Beira Rio

  • Luis Fernando John diz: 17 de setembro de 2013

    As lembranças são inúmeras, mas um jogo inesquecível foi Inter x Pumas, na Libertadores de 2006. O time saiu perdendo por 2 a 0 e virou para 3 a 2. Naquele jogo saí com a convicção de que a equipe ganharia a Libertadores, pela entrega e união demonstrada pelo grupo. A energia da torcida sinalizava para grandes conquistas, que de fato vieram na sequência.

  • Paulo Brittes diz: 17 de setembro de 2013

    Graças a Deus nasci colorado.!!!!!!
    Varias lembraças,lembro dessa escalação. Gainete- Edson madureira -Pontes -Scala-Jorge Andrade-Carbone-Tovar-Dorinho-Valdomiro -Claudiomiro-Volmir.
    Sou um colorado feliz pois prezenciei todos os titulos do maior time do sul do pais.
    Em GRENAL ninguen perguntava qual o resultado a pergunta era.De quando o Inter ganhou ?

  • marques diz: 17 de setembro de 2013

    lembranças boas são as libertadores
    mas insquecivel… é ver a bola do andrezinho entrando no algulo do bruno quase no fim do jogo contra o flamengo e calar a boca da urubuzada.

  • Tiago Oliveira diz: 17 de setembro de 2013

    Foram tantos momentos… Libertadores 06, retorno do Mundial, Recopa, Sul-Americana, GreNais…

    Mas o momento que mais me emociona foi a semifinal da Libertadores 2010, Inter x SPFC, onde rolou o “Ruas de Fogo”… Ganhamos de 1×0, gol do amuleto Giuliano…

    A chegada do ônibus após passar pela torcida na rua, com sinalizadores, abriu o telão com os jogadores descendo do ônibus e a torcida no estádio entoava o “VAMO VAMO INTEEER”…O Gigante rugia naquela noite…

    E no segundo tempo, D’Ale com a bola próximo a linha de fundo com Miranda na marcação e a torcida gritando: “La Boba, La Boba”… E o D’Ale passou o pé por cima da bola e caixa, por entre as pernas do Miranda… A torcida veio abaixo…

  • gilmar alves bones diz: 17 de setembro de 2013

    vou a estadio desde 68 nos eucaliptus sede copa de 1950 fui a inauguração do beira rio
    a interx cruzeiro 75 inter x corintians 76 vasco 79 grenal do seculo libertadores 2006 2010 contra boca 2×0 estudientes 2008 da para ver que é uma historia desde meus 5 anos hoje prestes a completar 50 anos lembro como se fosse hoje de um inter x cruzeiro 3×2 gol de valdomiro no final onde morreram 2 torcedores um ao meu lado ataque fulminante do coração isto devia ser em 74 ali comecei a entender com 11 anos o que era ser colorado
    abraços a todos que escrevem aqui
    começou a molhar o teclado do computador

  • GILMAR ALVES BONES diz: 17 de setembro de 2013

    vou a estadio desde 68 nos eucaliptus sede copa de 1950 fui a inauguração do beira rio
    a interx cruzeiro 75 inter x corintians 76 vasco 79 grenal do seculo libertadores 2006 2010 contra boca 2×0 estudientes 2008 da para ver que é uma historia desde meus 5 anos hoje prestes a completar 50 anos lembro como se fosse hoje de um inter x cruzeiro 3×2 gol de valdomiro no final onde morreram 2 torcedores um ao meu lado ataque fulminante do coração isto devia ser em 74 ali comecei a entender com 11 anos o que era ser colorado
    abraços a todos que escrevem aqui
    começou a molhar o teclado do computador MUITA HISTORIA

  • Jonas Coloradoooo diz: 17 de setembro de 2013

    Sem dúvida a volta do Mundial!!! Fiquei o dia todo aguardando a chegada dos jogadores no Beira-Rio e quando o Fernandão, Clemer, Iarley e cia chegaram foi uma emoção indescritível!!!!!!
    Claro, também tiveram os títulos que presenciei como Sulamericana, Libertadores, Recopa, mas a chegada do Mundial foi diferente… Foi sensacional!

  • Rohger Castilhos diz: 17 de setembro de 2013

    14/12/1975 – Manga, Nelinho e Bombeiros.

    1 x 0 Para o glorioso da Beira-Rio, contra o Cruzeiro-MG. O resultado do jogo não reflete o que foi a partida, lances fantásticos, eu tinha 12 anos de idade e por acaso, fiquei em uma posição privilegiada para assistir ao jogo. Meu pai deixou para comprar os ingressos antes do jogo, ou seja, cambistas, conseguiu comprar ingressos para a arquibancada superior. Quando conseguimos entrar no estádio, o anel superior já estava literalmente lotado, haviam mais de 90 mil pessoas creio, num empurra empurra ansioso, meu irmão, um pouco mais jovem, ensaiou um choro assustado, logo contido por minha mãe, não menos assustada, mas enfim, pé pós pé, +/- as 12:30 h, conseguimos nos estabelecer no primeiro degrau da arquibancada, atrás do gol do Gigantinho, ou seja, eu estava com sorte e não sabia.
    Depois da espera, do calor, picolé, água, Bombeiros molhando os torcedores, para aliviar o calor, lembro bem disso também, foi divertido, enfim começou o jogo.
    Até hoje eu lembro dos efeitos que Nelinho aplicava a cada falta, que não precisava ser muito próximas a área, melhor cobrador de faltas brasileiro de todos os tempos, impressionante o que aquele cara fez, porém, mais impressionante ainda foram as defesas que o Manga praticou, não só nos chutes do Nelinho, Manga buscou uma bola baixa no canto esquerdo, se não me engano chutada por um jogador chamado Morais, também fez uma impressionante defesa com uma mão só em cobrança de escanteio. Internacional errava gols, Cruzeiro errava mais ainda, foi uma partida tensa do começo ao fim.
    Vejo até hoje a cena, Nelinho chutando de todo o jeito e Manga fazendo defesas espetaculares, sem dúvida foi dos maiores espetáculos que pude presenciar no futebol. N´aquele dia eu tive a oportunidade de assistir ao melhor cobrador de faltas do futebol brasileiro e o goleiro, se não é o melhor de todos os tempos, aquele dia, aquele tempo, n’aquele instante com certeza Manga foi o melhor de todos os tempos. UM espetáculo inesquecível.

  • Inter do Povo diz: 17 de setembro de 2013

    Lembro do grenal do século, desci o Morro Santa Teresa junto com a massa, tinha apenas 9 anos, hoje fico triste em ver um público bem diferente no Estádio e muitos espaços vazios, assim quero que todos tenham lugar no Beira Rio, o Inter é o Clube do POVO! Logo de TODOS!

  • Pedro Costa diz: 17 de setembro de 2013

    Na verdade tenho duas lembranças marcantes do Beira Rio:
    A primeira foi quando Figueroa estreou…mostrou toda a sua qualidade de grande jogador,fiquei de boca aberta,ele era o cara.
    A outra que sempre guardo na memória foi o jogo da Seleção Brasileira x Seleção Gaúcha.O Beira Rio completamente lotado,sem espaço para mais uma pessoa,assiste no anel superior e aquela arquibancada vibrava com colorados e gremistas torcendo pelo mesmo time.Que baita jogo…..
    Pedro Costa
    São José/SC

  • Clóvis diz: 17 de setembro de 2013

    Internacional 2 x 0 LDU – Copa Libertadores 2006 . Acho que colorados que acompanhavam aquela libertadores sabiam q título era algo real. A Torcida, pelo menos eu , não estava cansada de comemorar gauchão como muitos falavam pois humildade sempre foi a maior característica de nossos torcedores .Nada de derrotismo, apenas sabiamos que uma hora nossa estrela brilharia . O inter continua sendo o clube do povo, mesmo que a prepôtencia de alguns tente mostrar o contrário . Aqui no sul o gremio tem a imprensa ao seu lado , logo não podemos nos estressar com tudo que vira manchete nos jornais, vão valorizar suas vitórias. Alguém já imaginou se o Forlan estivesse no grêmio que festa não seria . Vamos valorizar nossos craques, não ir atrás do que esses invejosos soltam, fazer coisa de trocedor de resultado .Com calma vamos chegar no G4 e quem sabe em mais uma final de copa do Brasil, pq o nosso time é Vencedor ! tipo aquela música dos Los Hermanos …

  • Fermando diz: 17 de setembro de 2013

    Momentos únicos no Beira-Rio. A final da Sulamericana com o gol do Nilmar na prorrogação e ele correndo pra torcida (justamente aonde nós estávamos), o jogo contra o Boca em 2009 com o gol de fora da área do Alex. A classificação na Copa do Brasil de 1998 contra o Santos nos pênaltis. E a emoção de entrar no campo e ver o estádio do gramado, casamata, goleira. Isso foi nas eleições de 2008 se não me falha a memória. Ah e o show dos 100 anos do Inter. Além do show do Paul Mccartney. entre outros grande eventos e momentos

  • Ubiratan Teixeira diz: 17 de setembro de 2013

    A primeira vez ninguém esquece. Meu primeiro jogo foi em 1973, num Inter x Botafogo e que perdemos de 1×0, gol do Nilson Dias que viria jogar no Inter anos depois. Mas quando tento lembrar o momento MAIS marcante, me vem à lembrança alguns jogos especiais, como o GreNAL do século em 89, mas também qualquer jogo da década de 70 em que tive o privilégio e a honra de ver os maiores craques da história colorada como FIGUEROA, FALCÃO, CARPEGIANI, MANGA, JAIR, VALDOMIRO, BATISTA e tantos outros. Craques que jogavam contra outros craques no Brasil. Tinha realmente que ser muito bom prá se destacar. Sorte dos colorados que podiam ver vários craques ao mesmo tempo no time. Pude ver o Ruben Paz na década de 80. Ganhar a Copa do Brasil na década 90 e conquistar a América e o Mundo nos anos 2000. É muito difícil escolher o momento mais marcante em meio a tantas glórias, mas acredito que a minha maior emoção como colorado se deu no dia 16 de Agosto de 2006. O DIA SEM FIM. O dia em que o Internacional conquistou a Libertadores da América. Me arrepio de lembrar o que foi aquele 16 de agosto. A dificuldade prá dormir na véspera. A ansiedade durante o dia que não passava. A hora da decisão, lá dentro do Beira-Rio. O choro e a emoção da vitória.
    Dia 16 de Agosto de 2006. Um dia definitivamente SEM FIM na vida de todos os colorados.

  • Francisco diz: 17 de setembro de 2013

    Ótimo tópico, Marcelo! Bom, dentre as lindas lembranças que tenho, como quando eu comecei a ir pro conta própria ao Beira-Rio em 2005 pra não depender mais de carteiras de sócio alheias, e apoiei o Inter da incipiente Popular por meros 5 pila (!), e a festa do Mundial em 2006, onde vi os ídolos agirem como torcedores e a torcida se desculpar do Gabiru…
    A lembrança mais marcante mesmo foi de um jogo muito ruim. Gauchão de… 1995? Não lembro bem. Mas minha primeira vez no Beira-Rio, ao lado do meu pai, claro, quem me passou todo seu Coloradismo e, embora hoje o futebol não seja tão “romântico” como nos anos 70, aquele jogo foi o começo. Acho que era Brasil-Pel, e o Inter, enter outros tinha o Murilo, e acho que o Marcelo, só sei que era braaaabo de ver… sorte que eu sou MUITO COLORADO pra ter aguentado essa década terrível de 90!
    Abraço Marcelo!
    VAMO COLORADO!

  • Francisco diz: 17 de setembro de 2013

    Só pra constar: meu irmão perdeu a “galinha dos ovos de ouro” por preguiça de ir até o Beira-Rio renovar o cartão do Inter do pai, isso ali por 2002, 2001, antes de eu vir morar em Porto Alegre. Portanto, perdi de ir em tantos jogos inesquecíveis que bah.. só de pensar tenho vontade de cortar os pulsos… do meu irmão!!! Desgraçado.

  • ERICH BARROS diz: 17 de setembro de 2013

    Minha grande lembrança do gigante Beira Rio foi na primeira vez que vi um jogo no estádio colorado em Porto Alegre pelo campeonato brasileiro Inter x Cruzeiro. Pois, sou de Pelotas indo de carro com minha namorada Suélen Peres meu primo Gabriel Cardozo sua irmã Fernanda. Não via a hora do jogo começar tarde de sol, acompanho o inter em todos os jogos, brigo pelas vitórias sempre. Naquela setembro de 2009 o Inter perdeu por 3×2 para o Cruzeiro. Tivemos os gols feitos por Alecsandro e Andrezinho marcaram para o Inter. Fiquei sem voz já no treino de aquecimento e incrivel que pareça no momento do empate era só eu gritando vamo,vamo inter e ai saiu o gol que loucura muita emoção..e vamos de novo agora no novo Beira-Rio..

  • renan diz: 17 de setembro de 2013

    Morei em Porto Alegre entre o final de 2005 e o início de 2013. Neste período, procurei sempre acompanhar o Colorado no Gigante, independente da magnitude do jogo, se valia título ou não. Acompanhei jogos dos juniores (onde vi craques como Walter, Taison e Sandro surgirem), amistosos (como a despedida do UHHH Fabiano), jogos da Copa FGF (onde vi o Damião iniciar a sua brilhante passagem pelo Inter), da Libertadores, da Sulamericana, da Copa do Brasil, do Brasileirão e da Recopa. Nunca vi nenhum jogo da Série B no Beira-Rio. Presenciei várias decisões, mas o momento mais marcante de todos foi, sem sombra de dúvidas, a recepção do time no Mundial!!! Que grande dia foi aquele!!! Jamais me esquecerei daquela vibração que tomou conta do Gigante, torcida, jogadores, comissão técnica e diretoria extasiados com o Grande feito!!! Que dia!!!!

  • Francisco diz: 17 de setembro de 2013

    Desculpa, mas preciso comentar mais uma coisa que lembrei:
    show do Sir Paul McCartney e The Wall do Roger Waters é só no Gigante da Beira-Rio!!! Ibeeeeeeeeeeeeeeeee

  • Luis Dal Corso diz: 17 de setembro de 2013

    Sem dúvida nenhuma as melhores lembranças que tenho do Beira-rio são do supertime dos anos 70. Era uma verdadeira máquina de jogar futebol: do incrivel goleiro Manga até o ponta esquerda Lula, uma verdadeira seleção de craques: Figueroa, Falcão, Carpegiani, Valdomiro, Dario, Lula e tantos outros.
    O jogo mais marcante para mim foi a final do brasileirão de 75 contra o Cruzeiro, aquele jogo do gol iluminado do Figueroa. Eu tinha 15 anos na época e desde então não perco uma decisão no Gigante. Estou contando os dias para voltar para a nossa casa.
    Dá-lhe INTERNACIONAL CAMPEÃO DE TUDO!

  • Matheus diz: 17 de setembro de 2013

    GreNal do século!! Ganhei muitos títulos como torcedor colorado, alias, vi e estive presente em quase todos, mas nenhuma emoção foi tão grande como vencer aquele grenal que parecia perdido. Talvez isso me faça ainda mais fã do Abel Braga como treinador, ele ganhou os maiores títulos da história recente colorada, e me deu a maior emoção que senti numa partida de futebol.

  • Jodar diz: 17 de setembro de 2013

    Marcelo:
    Queria muito te parabenizar por teu blog! Tens uma grande facilidade em sintetizar tudo o que penso sobre o nosso querido Inter. Realmente, quando vi a foto das cadeiras na arquibancada senti uma coisa que há muito não sentia pelo colorado: orgulho. Que momento emocionante será a inauguração do novo Beira-Rio! Quanto à lembrança, sem dúvida foi a prmeira vez! Com meu querido pai, na despedida do Figueiroa. Depois, citaria o GreNal do Século, final da copa do Brasil 92, que eu acho que foi o dia em que mais chorei na vida, final do Gauchão 97 e a vitória sobre o Boca, no últimos minutos, gol do Fernandão. Grande abraço e parabéns pelo brilhante texto!

  • Leandro Antunes diz: 17 de setembro de 2013

    Foram dois inesquecíveis momentos dentro do meu, do nosso Gigante da Beira Rio. Aquela partida contra o Palmeiras, com gol do nosso comandante Dunga, de cabeça, atrás do gol do “placar”, extase com aquele gol, depois refletores apagados, sofrimento até o apito final, pq inesquecivel? pois não manchamos nosso “curriculo” de time de 1º divisão, pois quem joga 2ºdona, é time pequeno. O outro, bom, 16/08/06 quando via América pintada de vermelho, gigante tomado de todas emoções, risos, choro, desespero, alegria, um momento que jamais sairá da minha memória. Fernandão primeiro de depois Tinga, adeus tricolinas (SPFC e AFINS) voltem a chorar!!! Volta meu Beira Rio, queremos de novo transformar as arquibancadas em palco de muitos titulos e festas, merecemos!!!

  • Cristiano Finkler diz: 17 de setembro de 2013

    A minha melhor lembrança foi a final da Copa do Brasil de 2009 INTER X Corinthians.
    Os momentos que antecederam a grande final, a massa colorada catando e fazendo o corredor vermelho enquanto a delegação colorada chegava ao estádio, foi de arrepiar. O time entrando em campo e novamente o mar vermelho tomou conta do estadio com os sinalizadores iluminando o que poderia ser uma grande noite para todos nos colorados. Infelizmente não ficamos com o título, mas a festa naquele noite foi digna de título, foi uma grande final.

  • Rodrigo Colorado diz: 17 de setembro de 2013

    A melhor lembrança que tenho do Beira-Rio, excetuando as idas com meu pai no final dos anos 70, foi quando o Inter se sagrou Campeão da Libertadores, em 16 de agosto de 2006. Após 2 horas para entrar no estádio, e assistir a um jogo tenso e inesquecível, cai no choro quando o Juiz apitou o final da partida. Meu pai havia falecido no dia 1º de julho, cerca de 45 dias antes desta partida e, o que eu mais queria naquele momento era dar um abraço no meu pai, pois sou colorado graças a ele.Não pude dar o abraço pessoalmente , mas sei que ele estava lá. vibrando e comemorando junto comigo. Ainda, havia colorados, da idade do meu pai, que também estavam chorando, em um momento lindo e inesquecível. Agradeço ao meu pai por ser colorado. Beira- rio para sempre!!! Por fim, parabéns Marcelo pelo blog, seus comentários e teses são muito bons.

  • Nereu diz: 17 de setembro de 2013

    Cruzada de Valdomiro gol de Figuerôa contra o cruzeiro em 1975, e taça no armário, nunca esqueci daquele momento de alegria e o coração sangrando de emoção. Oito horas da manhã eu esta na fila esperando por aquele momento, Vadomiro, Figuerôa, Manga, mitos que nunca morrerão.

  • vinicius heinz diz: 17 de setembro de 2013

    Todos os momentos para mim são especiais , quando lá estou , me considero o maior , melhor , mais feliz , transbordo alegria para os que me sercam , lá não consigo ficar triste , nem numa derrota , me sinto acolhido , mas um momento inesquecível foi INTER x SANTOS ,chegada do DÁle , passei o tempo todo gritando boas vindas , como se soubesse que se tornaria o MAIOR DE TODOS , e não sei quanto foi o jogo.

  • Matias Caetano diz: 17 de setembro de 2013

    Minha melhor lembrança foi quando tive o privilégio de estar na superior do Beira Rio logo a baixo do relógio, com 6 anos de idade, ao lado de meu Pai e irmão e assisti o salto do nosso eterno Elías Figueroa para a cabeçada do nosso primeiro título brasileiro…até hoje tenho esta cena dentro da minha mente e pulsando em meu coração.
    Foi quando de fato me tornei Colorado…
    Abraço a todos!!!

  • Paulo Nunes de Oliveira diz: 17 de setembro de 2013

    Moro na Paraíba desde 2007, quando fui aprovado no concurso de Juiz do Trabalho. Ainda mantenho minha cadeira no Beira Rio (utilizada, desde então, por parentes, e por mim, qd retorno por alguns dias), que fica ao lado da do meu irmão. Todos nos conhecemos nas cadeiras ao entorno. A minha lembrança não envolve um jogo (nem lembro o jogo daqueloe dia). Na cadeira onde sempre sentava um senhor, muito amigo (de jogo) nosso, estava sentado um cara, tomando um Whisky. Já estava, visivelmente, alcoolizado. Chorava. Lembro que comentamos que, quando o proprietário chegasse, teriamos problema, pois ele não sentava, nunca, em hipótese nenhuma, em outra cadeira. Quase na hora do jogo fomos falar com o cara, para avisar que aquela cadeira tinha dono (para evitar rolo no início do jogo). Ele falou que era o rpoprietário da cadeira do lado, e aquela em que estava sentado era do seu pai, que tinha falecido três dias antes. Falou que costumava assistir aos jogos com o pai, mas que não vinha ao estádio há 20 anos, desde que tinha se mudado para Floripa. Choramos, todos, juntos…

  • Augusto Sant’Anna diz: 17 de setembro de 2013

    Minhas melhores lembranças não estão somente dentro do estádio e sim no seu entorno. Em muitos momentos, em jogos importantes ou não, reunimos os amigos colorados(e até gremistas!) sob as arvores do parque marinha no estacionamento do EPTC ou no estacionamento do parque gigante a beira do guaiba, e faziamos churrasco e muita festa e alegria, tendo sempre o gigante da beira rio ao fundo. O colorados se dirigindo ao estadio, cantando, gritando! Isso gerava um sentimento de orgulho de ser colorado e momentos entre amigos inesquecíveis! Infelizmente com a reforma, não teremos mais. Quem viveu, viveu… Eu jamais esquecerei!

  • João Luiz diz: 17 de setembro de 2013

    Minha maior lembrança era quando acendia o escudo do time em cima do vestiário – antes da entrada do time – nos jogos a noite, principalmente na libertadores 2006. Quando acendia o escudo, começava o hino e acendiam-se sinalizadores. Que tempos! Puts!

  • Beatriz Acunha diz: 17 de setembro de 2013

    minha melhor lembrança do beira rio, foi não so uma mais varias, quando tinha uma pracinha e um campo de futebol ao lado de onde e agora o galpão atualmente, todos os domingos eu e meus irmãos atravessavamos a rua e iamos jogar e brincar na pracinha do beira rio tinhamos um time de futebol de salão tinhamos uma turma que se juntava la todos os domingos para brincar na praça e jogar bola no campinho era muito legal

  • Roberto L. Hausladen diz: 17 de setembro de 2013

    Foram tantos momentos mas aquele Inter 2×1 Atl/Mg em 1976, semifinal do Brasileirão. Gol da vitória, 47m do 2tempo.. O gol do Falcão, talvez o mais bonito de todos. É ver, rever e chorar de alegria!

  • Leonardo Bonapace diz: 17 de setembro de 2013

    Apesar dos meus 28 anos, beirando os 29, pude presenciar várias situações no Gigante da Beira Rio. Conquistas, tristezas, vitórias, derrotas.. Cada uma delas com um sabor diferente. Desde muito novo, meu pai já me ensinou a arte de torcer por este time incrível. Sim, arte. Por que não ser colorado não é uma opção, mas sim uma escolha. Se aprende a gostar do Internacional. Como nasci em 84, peguei uma época em que a recém o co-irmão havia conquistado o mundo (ou seria o torneio de uma marca de carro?), então a probabilidade de tornar-me torcedor deles seria, talvez, muito grande, mesmo com uma família completa de colorados. Mas não. Apaixonei-me desde menino pelo vermelho vivo que o Inter estampava no seu manto sagrado. Cresci acompanhando de perto os jogos, os inúmeros jogadores e treinadores que pela casa-mata passaram. Vi geração atrás de geração. Mas sem dúvida a melhor e maior lembrança que tenho até hoje do nosso estádio é a do título da Copa do Brasil de 92. Lembro-me como se fosse hoje aquele estádio abarrotado de colorados e coloradas amontoados e enlouquecidos com o título. Eu, então um menino de 7 anos, estava lá, no meio de tanta gente, em cima dos antigos bancos de madeira vermelhos das sociais, acompanhado de meu pai, para poder enxergar a cobrança do Célio Silva estufar as redes do adversário. Que jogo !! Que emoção !! Alí aprendi e entendi o quanto é bom ser colorado e percebi que, com o passar dos anos, muitas coisas poderiam acontecer na minha vida, mas uma levaria pra todo sempre: a paixão por esse clube, Sport Club Internacional.

  • Rafael Lampert diz: 17 de setembro de 2013

    Foram várias, incluindo a conquista da Libertadores2010, mas a mais marcante, sem dúvida, foi no gol do Andrezinho contra o Flamengo na Copa do Brasil 2009, os 44 do segundo tempo….. o estádio estava lotado, e eu estava com minha filha que na época tinha 9 anos de idade, estavamos na superior, no lado oposto ao placar, bem em cima da torcida do Flamengo…. ver a emoção da minha filha com os olhos cheios de lágrimas, e com as veias do pescoço saltadas gritando o gol, o estádio inteiro rugindo me parecia estar em silêncio, tamanha minha alegria e orgulho da minha filha Manuela ser colorada de coração. um abraço e D’Ale INTER!

  • Rodrigo diz: 17 de setembro de 2013

    Buenas, meu primeiro jogo no beira-rio nunca esquecerei… eu tinha 6 anos, foi um Inter x São Luis de Ijuí, 2 a 0 pra nós, eu nem queria saber do jogo, fiquei os 90 minutos admirando o estádio, comendo salgadinho e tomando refrigerante. Sou sócio desde a época da camiseta branca que ganhava quando se associava, fiquei um tempo sem pagar, mas em 2004 renovei e nunca mais deixei de pagar. Conheço cada espaço do gigante, já fui até nos camarotes, mas nenhum lugar supera a arquibancada inferior, a popular. Jogo inesquecivel final contra são paulo em 2006. Depois perdi meu pai, meu amigo e fanatico colorado em 2009, e apartir de então os jogos para mim não tem sido mais os mesmos, mas continuo o representando bem nas arqibancadas. Abraço!

  • Luis Dilmar Roggia diz: 17 de setembro de 2013

    Olá!
    Minha maior emoção no beira-rio, foi sem dúvida a decisão da primeira libertadores do colorado,saindo daqui de Santa Catarina e quase indo a loucura antes do fechamento dos portões do beira-rio para não ficar de fora do estádio,ao delírio do gigante lotado cantando o hino do Rio grande e de colorado e dos gols do título. No segundo título da libertadores levei meu filho, na próxima decisão, se Deus me permitir ( e Ele permitirá, pois é colorado), levarei minha filha, que assim como eu é colorada até embaixo d’agua.
    Abraço.

  • Flavio J. Bicca diz: 17 de setembro de 2013

    To com o Clóvis. Inter 2 x 0 LDU, 03/08/2006 semifinal Libertadores 2006. Moro em Floripa desde pequeno, e vi poucos e bons jogos do Inter no Beira Rio. Eu e meu pai pegamos o avião final de tarde para ir a POA apenas para ver esse jogo essa noite, pois sabiamos que se o Inter fosse para a final não conseguiriamos ingressos. Na pista do aeroporto, nosso avião parou antes de entrar na pista principal e vi 2 caças Mirage 2000 da FAB decolarem em frente minha janela. Aquela enorme turbina unica com um fogo vermelho incandescente rugiram ferozmente iluminando a penumbra do fim de tarde na ilha. Fiquei arrepiado e sabia que teria um dia especial ainda pela minha frente. Na hora do jogo, familias que nao se conheciam se abraçavam a cada gol e ao final do jogo. O fogo vermelho agora ascendia atrás do gol no Beira Rio. Unico na vida. Guardo o ingresso até hoje.

  • Juarez diz: 17 de setembro de 2013

    Não me lembro exatamente a data, mas foi no ano de 1999. Um jogaço. Semi final da Copa do Brasil. Inter X Juventude.
    Lembro de ter ido de ônibus de Caxias até Porto Alegre.
    Baita Vitória. 4 a 0. Dias mais tarde, levantamos a Taça.
    Dalhe Papada.

  • Otacílio Lagranha diz: 17 de setembro de 2013

    Prezados amigos Colorados. Fui um abençoado por ter visto, pessoalmente, grande parte de nossas conquistas, e o nosso Beira Rio, invariavelmente, foi o palco delas.
    É logico de a dimensão das conquistas das Libertadores de 2006 (principalmente, por ser a primeira) e de 2010, fazem destes jogos espetáculos épicos impossíveis de esquecer.
    Entretanto, um jogo em especial marca a minha lembrança no Beira: dia 20 de maio de 2009, Copa do Brasil, Inter e Flamengo, empatávamos em 1 x 1 e a classificação era Rubro-Negra, 43 do segundo tempo, Andrezinho bate uma falta magistral e provoca uma explosão tão grande no estádio que só havia visto no segundo gol (de Tinga) da final da Libertadores de 2006.
    Ahhh, Beira Rio. Que falta você nos faz….

  • Carolina Rodrigues diz: 17 de setembro de 2013

    16.08.2006 Primeira Libertadores, Fernandão levantando a taça e o Sóbis dando a volta no Beira-Rio com uma bandeira gigante !!!
    Fico feliz em ter nossa CASA erguida e sendo reformada em padrão FIFA !

  • Flavio J. Bicca diz: 17 de setembro de 2013

    Correção..Inter x Libertad..

  • Zeca Leão diz: 17 de setembro de 2013

    São vários momentos inesquecíveis o que me leva a dizer que jamais aceitaria que o Beira Rio fosse demolido e que construíssem outro estádio em outro lugar… Mas tem um momento de que não me sai mais da cabeça: RAFAEL SÓBIS TREMULANDO A BANDEIRA COLORADA NO FINAL DA LIBERTADORES DE 2006 INESQUECÍVEL !!!!

  • Carlos -cxs diz: 17 de setembro de 2013

    Inter x São Paulo (2006) e Inter x Chivas ( 2010) – Mas agora é hora de todos colorados esquecerem mais um pouco o Beira Rio e se concentrar nos jogos que voltarão para o Centenário. Vamos fazer ” ruas de fogo” em todos os jogos que tiver aqui e conseguirmos ou o título ( que ainda está em aberto) ou a vaga para a Libertadores em 2014 jogando no Beira Rio. Aí sim o bixo vai pegar… mas vamos parar de lamentar e ser fortes. Vamos todos juntos!!!!!!!!!!!

  • Leonardo Ferreira diz: 17 de setembro de 2013

    Comecei a acompanhar o SCI quando tinha 11 anos em 2005 quando meu tio e meu primo me levaram a primeira vez no Gigante, Era pelo Camp. Brasileiro contra o Juventude, o jogo foi 5×2 pra nós! Desde lá não consegui largar mais esse vício, meu tio e meu primo (que se mudou para Giruá-RS) não vão mais aos jogos, mas nem por isso deixei de ir ao Gigante.. Os jogos inesquecíveis são muitos, cada um tem a sua história.. a libertadores de 2006 foi mágica, fui em todos os jogos com exceção da final pois inventaram uma regra no último jogo que criança só poderia entrar se fosse filho de sócio, e como eu não era fiquei de fora (MAIOR MÁGOA ATÉ HJ)! Pumas virada fantástica 3X2, LDU com gol de Renteria encobrindo o goleiro, libertard o carimbo para final com a pancada de Alex! Inter 2 x 1 Flamengo copa do brasil 2009, Inter 1 x 1 Estudiantes Sul America Gol do Nilmaravilha.. São tantos que perco a conta.. o GIGANTE VOLTARÁ A RUGIIR VAMOOO

  • Luiz Leal diz: 17 de setembro de 2013

    Apesar de todas as conquistas, o que mais me marcou foi o que antecedeu o gol do Andrezinho de falta no flamengo, a torcida cantando minha camisa vermelha era de arrepiar até quem não gosta de futebol… o grito lá dentro ecoava de um lado para o outro e soava despassado no gigante. com certeza foi o gol que eu mais comemorei. e aquele gol pode creditar metade pra torcida que não parou de cantar um minuto… saudades de um time que inspira confiança… agente sabia que o inter ia ganhar

  • Luiz Leal diz: 17 de setembro de 2013

    só pra constar que to chorando quenem uma criança lendo os comentários aqui… mexeu com o brio Marcelo

  • Pedrão diz: 17 de setembro de 2013

    Gente, que loucura ! Marcelo: metestes a mão em nosso coração ! arrancastes lágrimas de todos nós colorados. Já comentei em outro blog. Que graça teria sermos campeões do Brasil longe de nossa casa? Fazer festa no Valle, Centenário, Colosso da Lagoa? São ótimas casas, mas não para entrar para a nossa história. Queremos é azeitar um grande time para o ano do NOVO BEIRA RIO, e se de quebra vier uma libertadores, ninguém vai aguentar !!!!

  • Andrei diz: 17 de setembro de 2013

    Sem dúvida são vários momentos marcantes no Gigante.
    Mas um que guardo com grande carinho é a vitória nos pênaltis no Grenal da Copa do Brasil de 1992.
    - Primeiro, pela chuva torrencial.
    - Segundo, pela lotação absoluta do Gigante, que não dispunha de espaço para sentar, tanto que os portões das cadeiras foram abertos para que pudéssemos sentar.
    - Terceiro, porque, na época, era quase meio-a-meio de torcida (um espetáculo à parte).
    - Quarto, e mais importante, porque foi um jogo emocionante, com uma vitória de um grande time (fora a pancadaria do final).

  • edson santos diz: 17 de setembro de 2013

    Nossa, foram tantas lembranças boas que citar uma é difícil, mas vamos lá. Por incrível que pareça não foi na conquista de um título, foi em 1999 na suada vitória de 1X0 sobre o Palmeiras(coincidência gol de Dunga). Levei meu irmão GAYmista junto comigo e alguns amigos COLORADOS, meu mano recém tinha chegado do interior e nunca havia entrado em um estádio (quis o destino que fosse logo no GIGANTE kkkkk) , o jogo tava 1X0 e o atacante palmeirense errou um gol incrível (isso quase no fim da partida), sem se dar conta que estava no GIGANTE, meu mano levantou e se descabelou com o gol perdido por eles, foi aquele corre ,corre danado…acabamos levando uma surra dos irmãos COLORADOS, saímos dalì todos como uns trapos de tanta porrada que levamos, mas varamos a noite comemorando o feito de continuar na SÉRIE A…aquela época continuar na ‘ELITE’ era como se fosse comemorar uma LIBERTADORES kkkkkkkkkkkkk, pois nossos times da década de 80 e 90 eram de chorar kkkkkkkkkkkk. Até hj em roda de amigos agente comenta a surra que levamos, meu irmão nunca mais entrou em um estádio de futebol kkkkkkkkkkkkkkkk, eu como COLORADO continuei e continuo indo apoiar o CAMPEÃO do MUNDO FIFA!!!

  • nelson dos Santos diz: 17 de setembro de 2013

    Maior emoçao e lembrança do Beira Rio: Decisåo campeonato Nacional 1985. Primeira vezCampeao Nacional. Gol de Figueroa e Defesa de um escanteio de Manga com uma so mao. Abertura do Pais para o Inter.
    Nelson dos Santos.

  • Paulo-itaqui diz: 17 de setembro de 2013

    Vim morar em Alvorada em 2002,apos ser aprovado em um concurso publico,e comecei a ir aos poucos ao beira rio,pois desde criança sou colorado apaixonado,tinha um vizinho meu em Itaqui que anotava todos os resultados de qualquer campeonato que o Inter participava,inclusive o nome dos jogadores autores dos gols,e foi ai que aprendi a gostar e amar este clube que tenho muito orgulho!E 2005 me associei e tbm associei minha esposa que até que antes de virmos morar na região metropolitano não curtia futebol,hoje é fanatica pelo Inter,não aceita corneta de gremistas,e meu filho hoje com 13 anos ja é:bi campeao da libertadores,bi sulamericana,recopa,mundial,que piá pé quente hein!pois desde que nos mudamos para cá só corneteamos os co-irmãos…que há 13 anos so resta lembrar um dos poucos fracassos que foi o Mazembe,mas a partida que me emocionou foi 2009:INTER 2 X 1 FLA.GOLAÇO DO ANDREZINHO.E TENHO MUITA FÉ QUE NO MINIMO VAGA PARA A LIBERTADORES 2014 ALCANÇAREMOS,E INAUGURAREMOS O NOSSO NOVO BEIRA RIO COM O TRI DA LIBERTADORES!PARABENS MARCELO,POR NOS PODERMOS REVIVER MOMENTOS QUE SÓ NOS COLORADOS COM ORGULHO DE EXISTIRMOS HÁ 104 ANOS NA PRIMEIRA DIVISÃO!!!!

  • Wagner Oliveira diz: 17 de setembro de 2013

    Minha lembrança mais emocionante do Beira-Rio, foi quando saí de Taquara enrolado na bandeira do Internacional, para receber os campeões do mundo e quando entrou o Abelão meus olhos ficaram marejados e garganta secou. Muito legal também o trajeto onde apareciam colorados de tudo quanto é lado. Abraços

  • sandro diz: 18 de setembro de 2013

    Prezado Amigo Colorado.
    Desculpe utilizar esse espaço, mas vi uma noticia de que D’Alessandro não estará em campo contra o Bahia e uma das opções não me agradou, o R. Moura. Assim já comecei a rezar … para o R. Moura não entrar!

  • Heloísa Pires diz: 18 de setembro de 2013

    Sandro. Uma coisa eu tenho certeza: não foi o Dunga que falou, nem o Souto de Moura, nem o Marcelo Medeiros e muito menos o Luigi. Então, fica frio!…Isso é pitaco de repórter. Vocês dão muita bola pra fofoca!… É uma pena, pois até a verdade vir à tona o Dunga já está com a moral lá embaixo. Os repórteres veem o Dunga treinar as alternativas e tentam adivinhar. Devem conversar entre sí e fazerem contas de somar, multiplicar e diminuir. Aí, chegam à conclusão deles e a colocam no ar para prestarem contas aos seus patrões. É claro que todo o plantel tem que treinar. Eles fazem parte do patrimônio do Internacional. Ditas opções de hoje e de amanhã não me interessam. Eu só começo a me agradar das opções, ou não, a partir da liberação da escalação uma hora antes do jogo. O resto é balela!…

  • Heloísa Pires diz: 18 de setembro de 2013

    A minha maior emoção foi ver subir um letreiro luminoso, à noite, no frontispício do Beira-Rio!…Aí, um invejoso gremista resolveu bagunçar o meu coreto. Não sei se estarei aqui para vê-lo subir de novo no ano que vem. Mas a vitória do caso que o Inter teve perante a FIFA, fará ele para lá retornar novamente, de onde ele nunca deveria ter saído, com toda a exclusividade e exuberância para ser saciada pelo torcedor: “CAMPEÃO DO MUNDO – FIFA”!…

  • Eduardo diz: 18 de setembro de 2013

    Heloísa, de vez em quando você vem com esta história de “seu eu estiver por aqui”, guria, deixa disto, todos nós veremos o novo Beira Rio, vamos escrever muitas coisas legais sobre nosso time e as novas conquistas.
    Seria bom mesmo se o Inter conseguisse colocar o letreiro com o aval da FIFA e ver o advogadozinho gremista engolir em seco nosso campeonato mundial.
    A inveja é uma m….
    Chorei somente uma vez pelo Inter, na conquista do mundial em 2006, era um acontecimento aguardado por mim ansiosamente, por muitos e muitos anos, chegava a duvidar se algum dia eu teria esta felicidade, ela veio naquele final de 2006.
    Nosso mundial foi conseguido sobre um poderoso time, o Barcelona.

  • Heloísa Pires diz: 18 de setembro de 2013

    Eduardo. Eu nem me lembrava que já havia falado por aqui o meu axioma predileto. Eu não sei se vou estar aqui no ano que vem, como eu não sei se o Inter vai ganhar, perder ou empatar na quinta-feira próxima, como eu também não sei se vai acontecer a mesma coisa com o segundino amanhã, ou se o Cruzeiro vai ser mesmo o campeão brasileiro no final do ano. Eu posso é tentar brincar de vidente. Brincar de dar palpites na escalação de time e do placar do jogo, apostando na minha convicção de brincadeirinha. Brincar de imortalidade, achando que vou durar no mínimo uns cem anos. Mas nada mais que uma brincadeira. E o legal é isso: eu sei que é apenas uma brincadeira. A maior sabedoria está em constatar e até dizer: “Eu não sei o que vai acontecer à mim e ao mundo nos próximos segundos. O negócio é estar sempre preparado, consciente de que tudo pode acontecer”. Eduardo. Sabias que este é um dos princípios da meditação?…”Meditação é um estado de NÃO SABER”. “É estar com a mente no NADA”. “É estar com ela NEGATIVADA para que O POSITIVO aconteça nela”. É como se dissesse: “Eu não sei NADA(mente negativada). Quem sabe é DEUS (é O Positivo acontecendo na mente). Esta é a verdadeira liberdade do indíviduo. Pode vir o que vir, porque ele está preparado. Preparado para o que der e vier. Pior, é forçar a mente para ficar positivada como costumam fazerem. Torcer. Se espremer torcendo para que tal fato aconteça ou não aconteça. E o fato não acontece ou acontece só porque se espreme torcendo. Foi coincidência. Nós não temos o domínio dos acontecimentos. Quantas pessoas se frustram, ou os parentes e os amigos delas, porque tramam expectativas futuras como se fossem os senhores dos seus próprios destinos e dos outros, e um acontecimento fortuito vem e lhes aplica uma cilada na vida?!…Chamam a essa expectativa de “SONHAR”. E ainda há que incentive e diz que ” sonha não custa nada”. Até serve como brincadeira. Mas quando é levado a sério, o sonho passa a ter o significado de ILUSÃO.

  • Heloísa Pires diz: 18 de setembro de 2013

    Aiiiii!…Eu digitei “costumam fazerem”. Desculpem-me!

  • Heloísa Pires diz: 18 de setembro de 2013

    Eduardo. Se eu não estiver aqui no ano que vem, não te preocupes comigo!…Talvez eu esteja na mesma dimensão de onde veio a idéia que inspirou os projetistas idealizarem o Beira-Rio. Lá, o Beira-Rio já está pronto e deve ser muito mais bonito e imponente do que está sendo materializado aqui na terra, às margens do Rio Guaíba. Convém lembrares que a matéria-prima do planeta ainda é densa e pesada. Enquanto aqui se lança mão do cimento, pedra, pau e ferro, para construir o Beira-Rio, no “Mundo das Idéias” tudo é fluídico, leve e esvoaçante, construindo-se apenas com um breve pensamento e um pequeno sopro.

  • Heloísa Pires diz: 18 de setembro de 2013

    Eduardo. Pois vou te dar uma bela notícia, que eu acho que tu ainda não sabes e nem te deste conta: O INTERNACIONAL TEM O AVAL DA FIFA PARA COLOCAR O NOME DA ENTIDADE NO LETREIRO LUMINOSO NO FRONTISPÍCIO DO ESTÁDIO!…Não sabias?…Faz mais de um ano que o aval foi dado. Tanto é verdade, que o lay out e a maquete do estádio têm o letreiro: “Campeão do Mundo FIFA”. Vai ficar tal e qual.

  • SAUL CARVALHO PINTO diz: 18 de setembro de 2013

    MARCELO,para que tu e demais COLORADOS entendam MINHA(S) MELHOR LEMBRANÇA DO BEIRA-RIO, eu precisaria mandar uma(s) foto. É possível ???
    SAUL CARVALHO PINTO

  • João Gabriel diz: 18 de setembro de 2013

    Mas que belo texto. Obrigado.
    Quanto as minhas lembranças. O final do jogo contra a LDU, jogo da volta da Libertadores de 2006. Após um longa parada da Copa do Mundo ruminando como reverter o resultado, Sóbis e Renteria nos deram os 2×0 e o Clemer pegou uma falta no final do jogo. O estádio inteiro rompeu num “COLORADO COLORADO, NADA VAI NOS SEPARAR, SOMOS TODOS TEUS SEGUIDORES, PARA SEMPRE EU VOU TE AMAR” (música que nunca mais será cantada como naquele dia). Comecei a chorar ajoelhado no Beira Rio e passei acreditar que a nossa sorte estava mudando… ainda mais para um filho da década de 80 que mal lembrava da Copa do Brasil de 92…

  • C.B diz: 19 de setembro de 2013

    Sem palavras, excelente comentário Marcelo. Parabéns pela reflexão!

Envie seu Comentário