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De Fora do Blog: "O Inter é um time fraco; e é hora de lembrarmos disso"

29 de junho de 2016 48

O maior corneteiro que eu conheço, meu amigo, enviou um texto depois da derrota para o Botafogo, no Beira-Rio, no domingo passado. O jornalista Gustavo Frota é quem assina este texto tristonho e realista abaixo.

Leiam e opinem!

*

O Inter é um time fraco; e é hora de lembrarmos disso

* Por Gustavo Frota | @gus_frota
Foto: Marcelo Oliveira/Agência RBS

 

Quando o campeonato brasileiro começou e o Internacional enfileirou uma série de bons resultados aquilo surpreendeu o país, pois pela primeira vez em anos os analistas de futebol não o colocava como um dos favoritos ao título. A prerrogativa era um tanto óbvia, já que o time fora eliminado da Primeira Liga e vencera o Gauchão sem encher os olhos de ninguém. A verdade é que desde a derrota para o Tigres o ano passado só não terminou mais cedo por conta de uma série de vitórias magras e improváveis.

O ano virou e o time continuou o mesmo, as contratações de peso não vieram, e as que vieram inacreditavelmente ainda não puderam entrar em campo. No entanto, a liderança impensável deu à torcida expectativas irreais e ao time uma carga de cobrança sobre um rendimento que não pode entregar. O primeiro lugar escondeu algo claro: o Inter não tem time para ser campeão.

Neste último jogo contra o Botafogo escalamos um time praticamente sub-20, tamanha a quantidade de garotos na equipe titular. Andrigo e Gustavo Ferrareis, por exemplo, não tem condições de serem titulares. Não ainda. Jackson não estava preparado para ser escalado, é o 3º goleiro. E assim, nos resta depositar a confiança em Anderson, um jogador que vive de lampejos pra lá de esporádicos e que não consegue convencer ninguém que ainda não desistiu do futebol, apesar da boa atuação na segunda etapa de ontem.

Nas costas de Sasha, que foi um coadjuvante de luxo na libertadores 2015 (jogava com D’Ale, Aránguiz, Valdívia, Nilmar), cai a responsabilidade de ser artilheiro e craque do time. Ele é bom jogador, preenche espaços, finaliza bem e corre muito, mas deveria ter alguém para acompanha-lo. Vitinho sofre com a irregularidade, é capaz de parecer dois jogadores completamente diferentes dentro de 90 minutos. E estes jogadores não tem substitutos. O fraco Aylon não pode ser a primeira alternativa para o ataque. O elenco é fraco e as entradas de Valdívia e Seijas, apesar de certamente elevarem o nível, não resolvem totalmente o problema.

Argel até definiu um modelo de jogo. É reativo, foca na defesa e no contra-ataque. Não é o meu favorito, mas pode ser funcional. O problema é a falta de variação nestes movimentos. O Inter só ataca pelos lados e preferencialmente pela direita, utilizando a qualidade de William. Cruza muitas bolas para a área, mesmo sem ter um atacante alto. Puro desperdício. Quando o time avança, ele “destrincha”, deixando os setores muito distantes e espaços para o meio de campo adversário criar. Esses problemas devem ser resolvidos, à parte do elenco deficiente. Mas cobrarmos rendimento de líder deste elenco ainda é desleal.

O Caçapava que eu conheci

27 de junho de 2016 38

Foto: Mateus Bruxel/Agencia RB

* Por Raquel Saliba | @raquelsaliba

Hoje pela manhã morreu o ex-volante do Inter Caçapava. Ele estava com 61 anos e sofreu um infarto por volta das 7h30min (as informações são da Rádio Gaúcha). Ele foi um dos grandes volantes da história do Colorado e tem uma bela trajetória no clube, sendo lembrado por ex-colegas com muito carinho.

E eu poderia falar sobre esta trajetória vitoriosa: escrever que ele chegou em 1972, que participou dos dois primeiros títulos do Campeonato Brasileiro e de outros quatro do Gauchão. Mas a história dele fala por si só e nós, colorados, já conhecemos.

Eu não sei quantos de vocês tiveram o prazer de conhecer o “Caçapa” pessoalmente. Eu conheci, quando malhava na academia do Inter, a Inter Fitness. Era um cara super alegre, simples, que matava um pouco a série de exercícios passada pelo professor e que tinha sempre um sorriso no rosto para oferecer a todos. Um ídolo que mantinha proximidade com o clube, que viajava aos consulados pelas cidades do RS, espalhando as histórias vencedoras dele e sendo sempre solícito e simpático com a torcida.

Um grande colorado que fará muita falta! Mas ficará para sempre marcado na nossa história, sendo, sempre, motivo de festa em nossos corações.

Medo e Delírio em Porto Alegre

26 de junho de 2016 115
Inter x Botafogo

Inter x Botafogo

*por Marcelo Carôllo

Foi uma insanidade completa. Em um tenebroso pesadelo que tive nessa semana, sonhei com um Inter escalado com onze Brunos Baios. Do goleiro ao Bruno Baio, todos eram Brunos Baios. Acordei assustado, cama revirada, suor escorrendo pela testa. Um delírio onírico que, para a minha completa infelicidade, foi superado em tristeza pela realidade que chegaria neste domingo.

Nada do que aconteceu na vida real futebolística fez sentido neste Inter e Botafogo. O modorrento e tenebroso futebol colorado deu lugar a uma atuação interessante, reforçada por uma posse de bola barcelonesca e uma pilha crescente de chances de gol desperdiçadas. Tudo seria lindo, coisa de sonho mesmo, não fosse o placar: o INFÉRTIL Botafogo, que tinha anotado apenas oito gols em dez rodadas, que ocupava a décima nona colocação em um campeonato com vinte times, vencia por dois a zero ao final do primeiro tempo.

O gigantesco pesadelo que se desenhava na tarde cada-minuto-mais-fria do Beira-Rio ficou ainda pior quando Fabinho acertou uma voadora em forma de carrinho e foi expulso. Já era ruim com onze contra onze. Com um a menos, o segundo tempo se desenhava absolutamente inútil para as nossas esperanças de acabar o final de semana líderes. Alguém, pelo amor do senhor, me belisque.

Argel até fez o que pode. Gritou bastante, deve ter dado mais uma espetacular palestra motivacional de vestiário. Voltamos com Alex na lateral esquerda e Marquinhos no meio. Com um campo mal ocupado e uma movimentação frenética de lado a lado, o segundo tempo foi a definição de JOGO EM ABERTO. O Inter amassava de cá e o Botafogo respondia com algum contra-ataque fulminante gozando de superioridade numérica e apavorando todos os que vestem vermelho.

No meio desse caos, Sasha diminuiu. Uma bucha. Eu ainda gritava palavrões enquanto caminhava de um lado para o outro quando o tal de CAMILO, que de repente é o maior camisa 10 dos últimos 50 anos de Botafogo (isso que era a sua estreia), acertou um chute tão pilantra quanto maravilhoso. Era o 3 a 1.

Quase que imediatamente Ernando (que tem sido muitas vezes mais valoroso no ataque do que na defesa nessas últimas rodadas) mandou um testaço no ângulo. Volta o caos. Volta a loucura. Volta a insanidade completa nos nossos ataques meio-que-de-qualquer-jeito e nos cada vez mais assustadores avanços alvinegros.

Bruno Baio, o do meu pior pesadelo, quase fez. Teve milagre do Cidão, teve um cara chamado GERVASIO NUÑEZ em campo, nós quase levamos quatro, cinco… nem quero pensar o que poderia ter acontecido nessa partida completamente torta e maluca. Queria era acordar. E, se um dia eu sonhei em ser campeão brasileiro, parece que hoje – finalmente – me beliscaram.

Pré-jogo: Inter x Botafogo

25 de junho de 2016 46

Foto: Arte ZH / Agência RBS

* Por Raquel Saliba | @raquelsaliba

Como eu falei no último post, neste domingo o Inter enfrenta o Botafogo a partir das 16h. Ainda que algumas pessoas não concordem com as diferenças entre jogar no Beira-Rio e fora dele, eu acredito que, no mínimo, devemos nos impor mais em Porto Alegre.

Lógico que eu sou o tipo de torcedora que acha que o Inter tem que vencer sempre, independente de onde jogar. Mas o peso da obrigação de vencer em casa é, sim, maior, ao meu ver.

Na matéria de ZH que projeta os próximos confrontos da tabela, o duelo com o Botafogo é apontado como “teoricamente o mais fácil para o Inter. O time carioca tem apenas duas vitórias em 10 partidas e está na zona de rebaixamento do Brasileirão. Além disso, tem apenas um ponto conquistado em cinco jogos fora de casa”.

Como disse meu colega Carôllo, tem coisas que só acontecem com o Inter e tropeçar dentro do Beira-Rio para uma equipe na zona de rebaixamento poderia ser uma delas.

Poderia. Mas não vai. Vamos lotar o Gigante e empurrar o nosso time para mais uma vitória e mais três pontos na conta. VAMO!

Prováveis escalações:

INTER

Danilo Fernandes (Muriel); William, Alan Costa, Rak (Fernando Bob) e Artur; Rodrigo Dourado, Fabinho, Anderson e Gustavo Ferrareis; Mike e Sasha.
Técnico: Argel Fucks.

BOTAFOGO 
Sidão; Luis Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Silva e Diogo Barbosa; Airton; Bruno Silva, Yaca e Gegê; Neilton e Ribamar.
Técnico: Ricardo Gomes.

 

Dois absurdos curitibanos

24 de junho de 2016 54

Anderson fez um gol de cabeça por cobertura na noite de ontem

*por Marcelo Carôllo

Nery Bareiro é um ZAGUEIRO PARAGUAIO que foi contratado pelo Coritiba. Nery Bareiro, o zagueiro paraguaio do Coritiba, fez ontem a sua primeira partida como titular do time da capital paranaense no Brasileirão. Nery Bareiro joga futebol profissionalmente desde 2007. De lá para cá são dez temporadas, já contando a atual. Em dez temporadas atuando como jogador profissional de futebol, Nery Bareiro – o zagueiro paraguaio do Coritiba do Paraná – havia anotado seis gols.

Sua média de pouco mais de MEIO GOL POR ANO foi melhorada ontem, aos vinte e quatro do segundo tempo, quando cutucou para as redes uma pelota vadia que se ofereceu a sua frente na pequena área. O gol que deixou o Inter dois pontos atrás do Palmeiras na tabela do Brasileirão e impediu o que seria a nossa terceira vitória fora de casa na competição foi anotado por Nery Bareiro, zagueiro paraguaio do Coritiba que tem média inferior a um gol por ano em sua carreira.

Tem coisas que só acontecem com o Inter.

A derrota na capital mais fria do país – o que a essas alturas seria um desastre completo – foi evitada por outro absurdo em forma de gol. Outra atrocidade futebolística acabou nos fazendo celebrar primeiro na noite gelada de quinta-feira: um gol-de-lateral-de-cabeça-por-cobertura-com-assistência-de-cabeça.

Geferson cobrou um lateral da esquerda, Ernando escorou de cabeça e, também de coco e sem deixar a bola cair, Anderson ENCOBRIU o goleiro (aliás, tudo ainda fica mais curioso se pensarmos que foi o Anderson quem anotou o tento). Inolvidável. Nery Bareiro. Cabeçada no ar de Anderson. Foi uma noite de absurdos em Curitiba.

O que me incomoda é a inconsistência

24 de junho de 2016 92

 
Foto: Ricardo Duarte/Internacional/Divulgação

 

* Por Raquel Saliba | @raquelsaliba

Tudo bem dar uma recuada e tentar segurar o 1 a 0. Tudo bem perder chances de gol. Tudo bem eu me tremer toda na cadeira vendo as defesas incríveis do nosso goleiro. Digo mais: tudo bem até dar uma empatadinha com o Coritiba fora de casa.

O que não está tudo bem é essa inconsistência de atuações do Inter. Esse time de hoje não pode ser o mesmo que socou o Galo, que jogou muito contra São Paulo, que bateu o Santos na Vila. Pode?

O problema é que sentar para assistir um jogo do Colorado – principalmente se for contra uma equipe não considerada forte (na teoria, com todo o respeito aos adversários) – é uma caixinha de surpresas. A gente nunca sabe o que vai acontecer. Quando se dá conta, está roendo as unhas e xingando o ar nos acréscimos do segundo tempo.

Mas, nem tudo são trevas. A gente continua na vice-liderança e, não sei vocês, mas eu vou desembarcar do trem da corneta. No próximo domingo é dia de jogo no Gigante. Vamos lotar o estádio e ir pra cima deles.

VAMO!

16 de agosto de 2006: onde você estava?

20 de junho de 2016 110
"Não posso me esquecer do gol do Tinga/ Numa noite de alegria/ 16 de agosto"

“Não posso me esquecer do gol do Tinga/ Numa noite de alegria/ 16 de agosto”


*por Marcelo Carôllo

Quando vamos falar de algum grande acontecimento da história da humanidade, é mais ou menos assim que a conversa segue:

- Bah, me lembro sim! Estava tomando café da manhã em casa quando começou o plantão, a primeira torre já em chamas, aí veio o segundo avião e…

E a gente sempre conta a História a partir da nossa visão. De onde estávamos quando aquilo aconteceu. De onde presenciamos aquele momento inolvidável. É mais ou menos assim que a gente quer contar um dos maiores dias que nós já vivenciamos neste planeta: 16 de agosto de 2006. Nossa primeira Libertadores. O maior divisor de águas da história do nosso clube. Um dia que não acaba (aliás, meu primeiro texto aqui relatava exatamente isso).

Aqui em ZH estamos produzindo um webdocumentário bonitaço para o aniversário de 10 anos (DEZ ANOS!) daquele Inter x São Paulo. Para contar essa história, vamos entrevistar pessoas que estiveram no Beira-Rio naquela noite. E é aqui que entra o nosso pedido:

Tu estavas no Beira-Rio naquela noite e quer contar a tua história? 

Escreve o teu relato aqui na caixa de comentários, ou manda direto para o meu e-mail: marcelo.carollo@zerohora.com.br e nós vamos entrar em contato contigo para combinarmos os procederes vindouros. Vai ficar lindo, te lo digo yo.

Derrotas épicas de nada me servem

19 de junho de 2016 96
Vitinho fez dois... nem assim vencemos

Vitinho fez dois… nem assim vencemos

*por Marcelo Carôllo

Quarenta e oito do segundo tempo. Cruzamento meio esquisito da direita, bola fácil para o goleiro. Opa! O goleiro escorrega, de joelhos vê a bola o encobrir e sobrar leve, limpa, oferecida a Aylon. Pequena área. Goleiro vendido, zagueiros longe, bola fraca, altura boa para o cabeceio. Quarenta e oito. Segundo tempo. Desvantagem de um gol no placar. Time que quer ser campeão depois de trinta e sete anos. Aylon, de orelha, manda para fora.

Ninguém poderá falar que o Inter não jogou boa partida hoje, diante do Figueirense em Florianópolis. Foram várias as chances de gol, foram muitos os minutos de superioridade em campo. Foi visível a determinação e a garra do time comandado pelo nã0-menos-aguerrido Fucks. Mas, no final, com o placar adverso, de que adianta?

De nada.

Perder correndo muito, em pontos corridos, é a mesmíssima coisa que perder preguiçosamente. Não adianta. Não serve. Não muda nada. Ficamos empacados na tabela, vimos a liderança sair novamente das nossas mãos em uma partida que poderia – e deveria – ter sido nossa.

Talvez a amargura e a frustração nem fossem tão grandes. Há quase quarenta anos estamos acostumados a empilhar esses jogos “e se” no Campeonato Brasileiro. Em 2016, entretanto, apesar de cedo no ano, temos esperança. Conseguimos ver chances de chegar longe. Inocentemente, voltamos a nos envolver e acreditar que pode dar certo.

Ainda acho que podemos. Ainda acho que dá para brigar em cima. O que precisamos é ter a consciência de que perder, mesmo que no detalhe, não serve. Não é mérito. Não é nada.

Que contra o Coxa, na quinta-feira, essas bolas vadias que fugiram do gol deles hoje (até mesmo aos quarenta e oito do segundo tempo) carimbem as redes. E que o Inter não aceite nada menos do que os três pontos nessa infinidade de jogos que ainda restam.

Pré-jogo: Figueirense x Inter

19 de junho de 2016 62

Foto: Arte ZH / Agência RBS

* Por Raquel Saliba | @raquelsaliba

Hoje o Inter enfrenta o Figueirenseàs 16h, pela nona rodada do Brasileirão. A RBSTV anuncia a transmissão.

O objetivo é isolar, ainda mais, a liderança do campeonato. Noite passada eu sonhei com Danilo Fernandes tomando gol do He-Man, mas ele não deve jogar, então acho que deste mal estamos protegidos.

No treino de ontem, Argel encaminhou o time com a mesma base que venceu o Galo na quinta-feira. A única mudança foi Artur de volta a lateral, depois de cumprir suspensão.

E aí, qual o prognóstico de vocês? VAMO INTER!

Possíveis escalações:

INTER 
Danilo Fernandes; William, Paulão, Ernando e Artur; Rodrigo Dourado e Fabinho; Gustavo Ferrareis, Alex e Eduardo Sasha; Vitinho. Técnico: Argel Fucks. 

FIGUEIRENSE
Thiago Rodrigues; Jefferson, Werley, Bruno Alves, Marquinhos Pedroso; Elicarlos, Ferrugem, Bady, Dodô; Lins e Guilherme Queiroz. Técnico: Vinícius Eutrópio

Confesso: Argel me conquistou

18 de junho de 2016 42

 

Foto: Diego Vara

* Por Raquel Saliba | @raquelsaliba

Ontem eu acompanhei dois repórteres e um fotógrafo de ZH, até o CT do Inter, para fazer vídeo da entrevista que eles fariam com Argel (o vídeo está embedado aqui embaixo).

Ouvi o treinador colorado falar por cerca de 50 minutos. Com aquele jeito que vocês já conhecem das coletivas, ele falou muito, economizou nos plurais, esbanjou simplicidade e humildade e… me conquistou.

Com um raciocínio bem específico e detalhado sobre a sua maneira de trabalhar, ele ia falando e ia fazendo sentido. As referências, as diretrizes e a constante ideia de grupo, de conjunto, de “trabalho com toda a comissão, todos opinam, todos conversam”. Sobre as críticas em relação a suas capacidades como técnico, brincou com a história da sorte: “Eu sabia que o Inter tinha sorte, mas não tanta”.

máxima do jogo a jogo, de cada partida ser encarada como uma decisão e de que todos joguem por todos é o resumo do trabalho do Argel. Mas não é tudo. O cara é mais do que isso: é trabalhador.

Trabalhador E conquistador. E espero que continue sendo vencedor.