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Tolerância zero com a corrupção

27 de agosto de 2013 0

Há mais casos de corrupção na Prefeitura?

A detenção de uma fiscal da Seinfra em Joinville acusada de corrupção tem sido uma das noticias destacadas desta semana. Aos poucos surgem mais informações, transcrições de diálogos e até um vídeo do momento da sua detenção pela policia federal.

A prefeitura vai abrir um processo administrativo – disciplinar, alias obrigatório nestes casos e que correrá em paralelo com a investigação oficial. O que chama a atenção é que a partir deste caso pipocam comentários abalados que asseguram que a pratica é comum, que há mais gente envolvida, alguns mais ousados citam nomes e cargos. Outros mencionam empresas, que teriam sido achacadas ou que teriam feito pagamentos para obter alvarás ou outros documentos.

Se por um lado é conhecida a expressão que se o rio faz barulho é porque carrega pedras, também é verdade que todos são inocentes até prova em contrario. Ninguém pode ser execrado ou condenado a priori por ter um sobre com R$ 6.000 em efetivo, casualmente idênticos às fotocopias entregues a policia.

O prefeito Udo Dohler e o secretario Romualdo França tem duas opções a de considerar este um fato isolado ou o de aproveitar a situação para mostrar que não lhes treme à mão na hora de assinar a ordem de investigar todo o setor de fiscalização e de aprovação de projetos da Seinfra, para desfazer qualquer suspeita que possa pairar sobre um setor estratégico da administração municipal. Os funcionários honestos, que os há, não devem temer uma investigação profunda que identifique e puna os casos de corrupção que possa haver. A situação atual é prejudicial para o órgão que tem a responsabilidade de assegurar o cumprimento da lei. De uma auditoria saem fortalecidos os que atuam corretamente dentro da lei e ganha a sociedade que passa a ter mais confiança nos seus servidores públicos.

Não agir com firmeza neste momento é dar assas a maledicência e a que gente inocente possa ter seu nome colocado lado a lado com os de corruptos e corruptores.

As faixas da vergonha

04 de agosto de 2013 0

As faixas da vergonha


Faz muito bem o A Noticia em não deixar cair no esquecimento à vergonhosa situação em que se encontram as faixas de pedestres,o risco que representam nos locais em que ainda há traços delas e a quantidade de cruzamentos em que nem existem mais. Não fosse a insistência do jornal o tema seria esquecido.


O poder público oferece informações e diferentes versões para justificar a sua omissão. Para o contribuinte essa mistura de incompetência e sem-vergonhice ofendem o bom senso mais elementar. As diversas explanações podem ser classificadas ou como patranhas, como invencionices e a maioria podem ser divididas entre fantasias, puro desconhecimento e até má fé. A verdade é que as faixas de pedestres em Joinville ou não existem ou estão em péssimo estado.


Toda a administração pública deve reger-se por princípios claros. Um deles é o da economicidade, fazer as coisas da forma mais econômica, que não deve ser confundido com fazer barato. A pintura a frio, utilizada em Joinville para a sinalização horizontal, é mais barata, porem dura muito menos que a pintura a quente, por tanto não é recomendada. A duração da pintura a frio é de em media 6 a 9 meses dependendo do trafego de cada rua. A pintura a quente dura até 8 vezes mais. Joinville já utilizou durante dois anos a pintura a quente. Algumas ruas e faixas pintadas a quente, em Joinville no ano 2000 ainda mantém a pintura original. Inexplicavelmente deixou  de ser utilizada e se voltou a utilizar a pintura a frio. Alguém poderia explicar?  É bom que novamente se proponha a utilização da alternativa que é econômica e tecnicamente melhor.


O código Brasileiro de Transito prevê dois modelos para as faixas de pedestres, um o utilizado em Joinville é mais custoso, utiliza mais pintura e mais mão de obra e ainda sofre um maior desgaste, pelo que a sua durabilidade é menor. Porque Joinville não volta a utilizar o modelo mais econômico? Não seria melhor ter mais faixas pintadas em toda a cidade com os mesmos recursos, que só ter poucas faixas e não ter orçamento suficiente para fazer a sua manutenção e repintura? Qual a justificativa para usar o modelo mais caro?


Outra patranha que nos contam é que não há recursos ou falta fazer licitação, a arrecadação das multas de transito deve ser usada obrigatoriamente, entre outros usos, em sinalização e segurança. A pintura das faixas de pedestres deve ser feita periodicamente. Para estes casos de manutenção continuada à lei prevê o modelo de contratação, que já se utiliza para a iluminação pública, e permite a reposição de lâmpadas queimadas. Fazem-se contratos de longo prazo, definindo os valores unitários do m2 de pintura a quente e se estabelecem valores globais de contratação. Evitando assim que a falta de licitação possa ser usada como justificativa. A ausência de faixas de pedestres é mais grave, na frente das escolas, de hospitais e de locais de maior movimento de pedestres. Devendo as autoridades ser responsabilizadas pela sua omissão nesses casos mais gritantes.


O prefeito no seu discurso de posse expressou com veemência sua preocupação com o uso de cada centavo de dinheiro público, o melhor para Joinville é que se preocupe não só com os centavos, que também o faça com as dezenas de milhares de Reais desperdiçados. Porque não é mais rico quem mais ganha, é mais rico quem gasta menos.

Não se faz o futuro com ideias velhas

21 de julho de 2013 0

A criatividade é um produto escasso e pouco valorizado às margens do Cachoeira. Desafio qualquer pessoa a indicar uma única ideia inovadora, criativa ou simplesmente nova que tenha sido proposta e implementada em Joinville nos últimos anos.

A situação é mais preocupante porque além da sistemática falta de criatividade, incorporamos ao nosso entorno outras características que combinadas são perversas. A primeira é a falta de curiosidade para aprender, para buscar novos conhecimentos, novas experiências e nos questionar ao ponto de colocar em xeque as nossas “verdades”. Ao deixar de questionar, aceitamos como verdadeira uma série de falácias, inverdades e bobagens que, por se convertem num lastro impossível de carregar, nos impede de avançar.

A segunda é a pior: a nossa prepotência e a arrogância, que se converte em falta de humildade. Esta falta de humildade é a que nos impede de aprender. Porque nos impede aceitar nossa ignorância, nossa incompetência e nossa falta de capacidade para sair desse circulo vicioso em que estamos mergulhados faz quase um quarto de século.

1 MILHÃO DE HABITANTES - Não está claro se a Joinville do milhão de habitantes é uma visão ou uma quimera. O que fará ou não a diferença nesta Joinville imaginária, que deverá ter mais de um milhão de habitantes daqui a trinta anos, são as decisões que tomemos e as que não tomemos hoje. A diferença não está em fazer melhor as mesmas coisas que fazemos hoje. O que poderá fazer de Joinville uma cidade melhor, competitiva e inovadora está intimamente ligado à nossa capacidade, como sociedade, de criar, inovar e desenvolver novos modelos de cidade. Ou seja, de incorporar novos parâmetros e novas premissas.

Para poder traçar as linhas mestras desta Joinville do futuro é preciso ter a capacidade de enxergar além do horizonte. É necessário identificar o essencial e ser capaz de sonhar uma nova realidade. Porque primeiro precisamos sonhar, só a partir desse ponto será possível iniciar um processo de mudança.

Inútil dizer que esta não seria uma empreitada fácil, até porque pode parecer uma meta inatingível. A sua dificuldade maior reside nas nossas cabeças e nas dos nossos líderes. Ao priorizar o que é possível, estabelecemos como padrão o pragmatismo, a racionalidade. E o resultado será inevitavelmente mais do mesmo. Pode ser que agora as coisas se façam melhor, que o desperdício seja menor e que até se administre melhor. No momento, não há nem certeza que isso seja verdade. A ideia que o ótimo é o inimigo do bom encaixa bem e consolida essa forma de pensar e de agir. Assim não precisamos buscar a excelência e nos satisfazemos com a mediania.

Não há em Joinville um think tank, uma fábrica de ideias, um grupo focado em pensar além do possível. Não há preocupação em identificar modelos de cidades inovadoras, sustentáveis, modernas e criativas. Cidades que são consideradas internacionalmente como referência e que poderiam inspirar uma profunda mudança de modelo. Aqui parece que algum decreto municipal proíba pensar fora da caixa. O sistema não estimula e tampouco permite.

Nesse quadro, tem muitas chances de acertar quem aposta em que nada vai mudar substancialmente nas próximas décadas e que a Joinville daqui a 30 anos será só uma cidade maior. É que o nosso futuro será mais do mesmo.

Espiões, xeretas e curiosos

09 de julho de 2013 0

É interessante a ideia que alguém possa ter interesse em escutar todas as conversas telefônicas, ler todos os emails e ter acesso a todos os bate-papos do mundo.
A primeira pergunta que me ocorre e a quem poderia interessar tanta bobagem? A maioria das nossas conversas diárias são totalmente intranscedentes, não tem a menor importância estratégica e é difícil imaginar que possam ameaçar a segurança nacional de algum país por menor que fosse.

Se alguém tivesse acesso aos arquivos feitos públicos por Edward Snowden, o funcionário de uma empresa de segurança contratada pela super secreta NSA americana encontraria muita bobagem, conversas de namorados, entre pais e filhos, entre amigos, conversas de trabalho e no meio de todas elas escondidas entre códigos secretos, típicos de quem precisa esconder suas intenções alguns verdadeiros tesouros.

“Chegou o pacote”
“Ainda não recebi os cinco quilos de tomate”
“Rose, prepara as malas, vamos para o Gabão”
“Incluir essa rua na emenda, vai custar 25 balinhas”
“Tudo limpo”
“Atrasou 15 dias”
“Pode vir, ele já foi”
“Não esqueça do amigo”
“Fulano ou Sicrano, VTNC”

Saber selecionar as informações que tem valor, aquelas que podem permitir identificar um terrorista e desarmar uma trama criminosa, requer muito esforço e muito trabalho.  Identificar no meio de milhões de e-mails, de milhares de horas de conversas ou escondidas em imagens de uma festa de aniversário, aparentemente inocente, com tias, avo e madrinhas em volta de um menino com sobrepeso que esta cumprindo 6 anos de idade, é um trabalho árduo que requer capacidade e meios. Ainda que minha impressão seja que deveria ser considerado insalubre porque não deve ser fácil lidar com tanta futilidade e tanta bobagem.

Por outro lado com tanta gente pendurando melancias no pescoço digital, publicando fotos que em prol do bom senso nunca deveriam ter visto a luz. Dando check in no Foursquare, tuitando ou que fazem a cada 3 minutos ou  utilizando o Instagran para mostrar o seu prato três vezes ao dia. Para que alguém deveria montar um sistema de espionagem? se são as próprias pessoas as que se expõem até um ponto em que é difícil imaginar que quede alguma coisa que não conheçamos de autênticos desconhecidos.



A critica

04 de julho de 2013 0

Quem ocupa um cargo publico deve aprender a lidar com as criticas, saber escutar e identificar o que pode e deve ser mudado, criticas são um bom contraponto a bajulação e o puxasaquismo que rodeiam quem detém um mínimo de poder.

A critica construtiva faz crescer e ajuda a melhorar se o criticado é inteligente e tem interesse em corrigir seus erros e melhorar. A critica catastrofistica e com notas de vingança não serve de nada, nem para acalmar a fel do critico.https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif

Conselho da Cidade ( No AN de hoje)

28 de junho de 2013 0

O Leitor Randolfo Christiano Köster de Joinville escreve sobre a esdruxula situação do Conselho da Cidade. A lei que alterou a composição do Conselho da Cidade de Joinville, aumentou o percentual de participação da sociedade e permitiu que o cargo de presidente do conselho, que antes era privativo do presidente do IPPUJ, pudesse ser exercido por qualquer membro do conselho.

O resultado da eleição, ou seria mais adequado falar de indicação, pelo peso que representam os 20 votos dos representantes do poder publico? É um indicador claro de qual é o jogo de interesses envolvidos e pode servir para garantir a permanência no cargo de presidente do IPPUJ ao atual presidente do Conselho. Porque hoje o eleito é o Sr. Vladimir Tavares Constante, não o presidente do IPPUJ.

Conselho da Cidade

O presidente do Ippuj foi eleito também presidente do Conselho da Cidade. O Conselho da Cidade é um órgão consultivo-deliberativo que deveria atuar no sentido de discutir questões que são de interesse de toda Joinville, sendo em última instância um contraponto a eventuais excessos do poder público. A forma como a gestão anterior quis aprovar a LOT só não foi possível porque o conselho foi o fiel da balança. Notou-se naquela oportunidade o lobby e a vontade do presidente do Ippuj, que automaticamente era o presidente do conselho, com as pretensões do Executivo. Como a presidência do Ippuj é cargo de livre nomeação, caso seja exonerado por qualquer razão, continuará este a ser presidente do Conselho da Cidade, considerando que o mesmo foi eleito com os votos do Executivo. Presidente do Ippuj jamais deveria ser o presidente do Conselho da Cidade. São cargos conflitantes com interesses diferentes. É o mesmo joguinho de cartas marcadas contra o qual o povo tem ido às ruas protestar.

Randolfo Christiano Köster,

Joinville

A polemica do Crematório

06 de junho de 2013 0

O crematório

Dois pontos ainda não ficaram claros e precisariam ser melhor apresentados no debate sobre a instalação de um crematório no cruzamento das ruas Tuiuti com a Santos Dumont  Por um lado o numero cada vez maior de famílias joinvilenses que optam por cremar seus mortos em cidades próximas que contam com o serviço, mostra haver demanda aceitação pela cremação. Pessoalmente estou convicto que é o melhor método. A prova disso e que tanto meu pai, como minha irmã foram cremados.

Não me parece por tanto que esteja em discussão a necessidade ou não de instalar um crematório em Joinville. Os impactos ambientais provocados pelos cemitérios e a necessidade cada vez maior de espaço faz que sejam necessárias alternativas, e o crematório é uma delas, entre outras possíveis.

O verdadeiro debate que se desenrola esta na oferta de apenas uma possibilidade de localização  e dos interesses ou vantagens que podem ser distribuídas. É evidente, ou deveria, que o debate para instalação ou não de um crematório em Joinville,fosse transparente, participativo e amplo, fugindo de cometer os erros cometidos até agora. O que esta sendo discutido é a instalação de um crematório num imóvel especifico e transferi-lo para outra esfera, não da forma clientelista e pontual como é tratado o planejamento urbano de Joinville.

Se o local previsto para sua instalação fosse as margens de uma BR, como já fizeram em Balneario Camboriu ou em Jaraguá do Sul, o debate estaria esvaziado.

Outro ponto que precisa também ser melhor esclarecido é a afirmação do Presidente do IPPUJ que assevera: ” O crematório é uma atividade institucional, não poluidora e de baixo impacto sobre a mobilidade”. A afirmação é estranha porque é difícil entender como um serviço prestado por uma empresa privada pode ao mesmo tempo ser considerada “institucional”. Interessante também que seja considerada não poluidora sem maior analise e com tanta tranquilidade e finalmente que seja considerada de baixo impacto para a mobilidade quando  quem já participou do velório, do enterro ou da cremação de uma pessoa conhecida e querida na sociedade deve lembrar bem do impacto no seu entorno, principalmente nesse quesito mobilidade. Mas como Joinville não tem pressa nem vontade em exigir o EIV ( estudo de impacto de vizinhança) é mais cômodo dizer que não há impacto.

O Iprefeito

13 de maio de 2013 0

Em tempo de Iphone, Ipad, Itunes, Ipod, Iwatch e tudo o que esta por vir neste turbilhão tecnológico que é capaz de deixar obsoleto em questão de meses ou semanas qualquer produto inovador, surgiu um novo produto o Iprefeito. O produto é o primeiro de uma serie que deve ser complementado com o Ivereador, o Ideputado ou Isenador.

O modelo de prefeito tradicional a que estamos acostumados será substituído por um novo modelo, mais moderno, com maiores prestações e principalmente com soluções prontas para todos os problemas havidos e por haver. O Iprefeito pela sua extraordinária eficiência, onisciência e capacidade de trabalho nao precisará vir acompanhado de periféricos externos como secretários, assessores e chefes de gabinete. Poderá prescindir de presidentes de fundações, autarquias e institutos. Terá na ponta da língua ou dos dedos dependendo de qual for o caso, as propostas e projetos ideais para cada problema. Acabar-se-á a custosa estrutura dos Institutos de Planejamento, o Iprefeito saberá instantaneamente qual é a melhor alternativa para a mobilidade urbana, aonde deverá ser construída uma nova ponte, qual a melhor solução estrutural ou de engenharia. Qual o seu custo e quem a empresa melhor qualificada para vencer a licitação. Poderá inclusive em instantes compor o hino da Companhia Municipal de Água e esgoto ou escrever uma ode ao desenvolvimento da maior cidade do estado utilizando indistintamente sonetos heptassílabos ou haikais.

Caso o Iprefeito venha a ser o modelo utilizado, nao haverá em Joinville espaço para quem não tenha a competência para acompanhar o ritmo de trabalho do Iprefeito. O novo modelo, lançado inicialmente na sua versão beta, já tem mostrado as suas vantagens sobre os modelos precedentes. Como nao precisa receber salário é mais econômico que as versões anteriores. Não precisa de tempo para analisar as diversas soluções e alternativas já que vem programado com as melhores respostas, é verdade que alguns representantes dos setores mais críticos, consideram que as respostas sao sempre as mesmas e não dependem dos problemas apresentados e mais parecem soluções pré-gravadas no programa original, restos de uma versão “demo” utilizada durante a campanha eleitoral e que ainda nao foram atualizadas e contrastadas com a realidade. Tampouco precisa despender muito tempo escutando a assessores e especialistas, que em poucos meses ficarão obsoletos. A melhor definição do novo protótipo é que o Iprefeito ouve a todos, mas não escuta a ninguém.


8 de Março - Dia Internacional da Mulher

08 de março de 2013 0

O dia internacional da mulher se celebra em praticamente todo o mundo, em alguns países com o nome do dia da mulher trabalhadora. O curioso, ou o interessante é como em cada país a data tem características diferentes e também complementares. Em quanto no Brasil, por exemplo, há motel e restaurante oferecendo promoções, em Ruanda, Alemanha ou Colômbia, países que tenho tido oportunidade de visitar, a data é acompanhada de palestras, apresentações e atos cívicos com o objetivo de alertar para o papel da mulher na sociedade. O tema gênero é colocado com profundidade e se estabelece um debate construtivo com a sociedade sobre como reduzir ou acabar com a discriminação de gênero e como estabelecer políticas públicas de igualdade de gênero.

Por aqui estamos mais interessados em fazer da data mais uma data comercial ou uma festa. Enfrentar o debate é enfadonho não parece ser o objetivo principal.

Tentando entender

21 de janeiro de 2013 0

O governo municipal lança a ideia de criar uma guarda municipal armada que inicialmente contará com 150 efetivos e este previsto que alcance 500 efetivos até o final do governo. Na mesma semana informa também que serão cortados a maioria dos cargos comissionados do nível “supervisor” em total coisa de cento e poucos, os números ainda não são definitivos. Reduz-se o custo por um lado e se aumenta ainda mais pelo outro, no frigir dos ovos não esta nada claro que haja alguma economia, o mais provável é que o custo final aumente.



Por outro lado o prefeito Udo Dohler não tem feito nenhuma manifestação no sentido de usar seu prestigio político frente ao governo do estado para que Joinville receba mais efetivos da policia civil e militar. Que além de mais efetivos haja um maior investimento em segurança com câmaras, veículos, comunicação e equipamentos.


Se a guarda armada municipal terá como objetivo proteger os prédios públicos municipais, para que precisa estar equipada com armas letais? Que calculo levou a prever um efetivo de 500 guardas? Provavelmente o prefeito desde seu conhecimento tenha elementos para tomar este tipo de decisões, eu na minha insignificância tento entende-las sem conseguir.